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#Liturgia

Dalla Compagnia di Gesù alla Compagnia di Satana.  Thomas Reese sj, anima nera dei gesuiti negli Stati Uniti, intitola la sua “confessione”: «Perché odio la vecchia Messa in latino». E chiama quella Messa «uno zombie»: la credeva morta, e invece ritorna.  In fondo Reese non inventa nulla di nuovo. L’eresiarca agostiniano Lutero vomitava bestemmie analoghe: la Messa papale è «la più grande e orrenda abominazione», «la più alta idolatria sulla terra»; «tutti i lupanari, gli omicidi e gli adultèri hanno commesso meno abominio della Messa papista». E precisava il suo programma: «Quando la Messa sarà tolta, avrò rovesciato il Papa del tutto».   Calvino la chiamava «ordinanza diabolica», «la più efficace macchina di Satana».   Cranmer voleva che il popolo odiasse la Messa che un tempo aveva amato.  Reese non odia le rubriche liturgiche: detesta il concetto di Santo Sacrificio. Odia il Canone che non parla al mondo, ma a Dio. Odia la voce della Santa Chiesa che smentisce sessant’anni di eresie e abusi. Per questo “quella Messa” deve scomparire, essere tolta ai giovani, bandita nelle festività: non perché sia morta, ma perché è viva. Lo zombie non è la Messa di sempre: lo zombie è il gesuita Reese! Lo zombie è il prete rinnegato che, dopo aver giurato nelle mani del Vescovo di celebrare quella Messa “ad majorem Dei gloriam”, rimesta nella cloaca del protestantesimo cercando di dare vita al cadavere inanimato del Novus Ordo montiniano.  https://t.co/eNWdrUvGaS #Messa #Gesuiti #Liturgia

La liturgia non è una semplice presenza esteriore, ma un incontro vivo con Dio; partecipiamo dunque ad essa consapevolmente, piamente e attivamente, affinché possiamo crescere nella fede. #UdienzaGenerale #Fede #Liturgia #Spiritualità

O ano litúrgico não é uma simples comemoração dos acontecimentos do passado, mas é a presença viva de Cristo, que continua a obra de salvação na sua Igreja e nos guia ao encontro com Ele. #AudienciaGeral #Liturgia #Fé #Cristianismo

L’anno liturgico non è una semplice commemorazione degli eventi del passato, ma è la presenza viva di Cristo, che continua nella sua Chiesa l’opera della salvezza e ci guida all’incontro con Lui. #UdienzaGenerale #Liturgia #Fede #Cristo

El año litúrgico no es una simple conmemoración de los acontecimientos del pasado, sino la presencia viva de Cristo, que continúa en su Iglesia la obra de la salvación y nos guía hacia el encuentro con Él. #AudienciaGeneral #Liturgia #Cristianismo #Fe

Abelardo de la Espriella takes the oath as president of Colombia amidst religious fervor and barracks liturgy. (translated)

Rivolgiamo oggi la nostra attenzione alla dimensione ecclesiale della preghiera liturgica della Chiesa. Lungi dall’essere una fuga dal mondo e dalle sue necessità, ogni preghiera, soprattutto nella liturgia, è una dimensione essenziale della nostra umanità. #UdienzaGenerale #Preghiera #Liturgia #Chiesa

No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde

1. Uwolnić Mszę Św. Trydencką w całym Kościele. 2. Stworzyć parafie, w których szczególny nacisk będzie położony na formację katolików powracających z Bractwa Piusa X. 3. Zdecydowanie zareagować na wielorakiego typu profanacje, samowole liturgiczne. 4. Ostrzec przed karami tych duchownych, którzy błogosławią pary niebędące sakramentem i tych, którzy udzielają sakramenty jawnym grzesznikom. W razie braku poprawy, nałożyc karę. 5. Przeprowadzić powszechną katechezę, co rzeczywiście głosi Sobór Watykański II, a co jest wypaczeniem nauki soborowej. #Kościół #Liturgia #Katecheza

Vorrei chiedere a @GiorgiaMeloni, a @GuidoCrosetto e @Antonio_Tajani, rispettivamente capo del governo, Ministro della Difesa e Ministro degli Esteri, come mai stiano lasciano le decisioni di politica internazionali nelle mani del titolare del Ministero delle Infrastrutture, che non c’azzecca nulla. Perché si dà il caso che oggi l’Italia abbia mandato in stallo le trattative pre-vertice NATO chiedendo un alleggerimento dei riferimenti al riarmo dell’Ucraina entro la fine dell’anno prossimo. La motivazione sarebbe che, secondo Roma, fissare scadenze specifiche esclude la possibilità di porre fine alla guerra attraverso negoziati in una data precedente (?). Non soddisfatti del capolavoro diplomatico, ci siamo anche schierati, insieme alla Bulgaria, contro le sanzioni al miliardario patriarca della chiesa ortodossa russa Kirill, meglio noto come il “chierichetto di Putin”. Colui che chiama "Guerra Santa" (Svyashchennaya Voyna) l’invasione criminale dell’Ucraina, affermando che la Russia sta difendendo il mondo dall'assalto del "globalismo" e dell'Occidente caduto nel satanismo. Colui che benedice i missili e promette remissione da ogni peccato a chi muore sul campo di battaglia. Kirill ha anche rimosso, sospeso o ridotto allo stato laicale decine di sacerdoti che avevano firmato petizioni per la pace o che, durante la liturgia, avevano sostituito la parola "vittoria" con la parola "pace" nella preghiera ufficiale per la Rus' imposta dal Patriarcato. Chiedo espressamente quale sia il ruolo di @matteosalvinimi in queste decisioni, perché le sue posizioni sulle armi all’Ucraina sono note, così come noti sono i suoi contatti con la chiesa ortodossa russa per il tramite del Congresso Mondiale delle Famiglie, il cui principale sponsor è l’oligarca ultraortodosso Konstantin Malofeev, grande cofinanziatore delle finte proteste nel sud-est dell’Ucraina nel 2014 (spacciate per guerra civile) e allora datore di lavoro di Igor Girkin, l’ex colonnello del FSB che con l’attacco a Slovyansk diede il via all’invasione russa del Donbas 12 anni fa. Una delle società di Malofeev è, guarda caso, anche coinvolta nella compravendita mai conclusa dalla quale la Lega avrebbe dovuto ricavare 60 milioni, stando all’inchiesta pubblicata qualche anno fa e nota come “caso Metropol”, dall’hotel di Mosca nel quale si svolsero le trattative. Il fatto che così tanti politicanti preferiscano vivacchiare nell’ambiguità fino alle prossime elezioni, piuttosto che difendere le libertà e la sicurezza di tutti mi fa vergognare di essere italiano. #PoliticaInternazionale #Ucraina #Diplomazia

Decyzja zapadła. Każdy wierny świecki korzystający z sakramentu pokuty w Bractwie św. Piusa X musi mieć świadomość, że Kościół, któremu PAN dał władzę Kluczy oznajmia, że ta spowiedź nie jest ważna. Podobnie z sakramentem małżeństwa. Uczestniczenie w Liturgii nie jest godziwe. #Kościół #Sakramenty #Liturgia

rautakansleri Jun 27

Tämä on kulunut ja varsin ilmiselvä kehäpäätelmä, johon törmää usein. Sanoit juuri ääneen sen, että Pride elää ja hengittää vastakkainasettelusta. Jos kukaan ei koskaan reagoisi prideen mitenkään, koko miljoonakoneisto ja moraaliposeeraus menettäisivät tarkoituksensa. Pride ei edes halua vastustuksen loppuvan, koska silloin pitäisi keksiä oikeaa tekemistä. Nykyään kyse on lojaliteettitestistä ja siitä, suostuuko toistamaan viikoittain vaihtuvaa ideologista liturgiaa. Ihmiset eivät vastusta tasa-arvoa, he vastustavat teidän papistoanne. #Pride #Tasa-arvo #Kehäpäätelmä

la libertad avanza ha tomado nota de las liturgias de monchi, enhorabuena a la albiceleste por otra estrella #Libertad #Fútbol #Argentina

eldiario.es Jun 14

La visita del Papa León XIV a España ha suscitado un debate sobre la aconfesionalidad del Estado, con expertos y organizaciones como Europa Laica cuestionando si se ha producido un retroceso democrático al permitir que el líder de una religión interviniera en el Congreso y participaran miembros del Gobierno en liturgias católicas, lo que plantea interrogantes sobre la igualdad de trato hacia otras confesiones religiosas en el país. #Aconfesionalidad #Laicismo #IglesiaCatólica

¿La visita del Papa vulneró la aconfesionalidad del Estado? Así lo ven los expertos

Pedro Ruiz expresó su asombro y admiración por el deslumbrante espectáculo de la bendición de la Sagrada Familia por el Papa León XIV en Barcelona, un momento calificado como especial y emocional, incluso para quienes no son seguidores de la liturgia. #SagradaFamilia #PapaLeónXIV #Barcelona

Pedro Ruiz, sobre el espectáculo de la Sagrada Familia: «Fue deslumbrante»

Just kun Anttonen puhui järkeä ilmastotavoitteista niin YLEn A-Studio, sen juontaja ja vieraat meni takas samaan vanhaan liturgiaan. Ja siis ilman konkretiaa kuten lähes aina. Ja ymmärrän hyvin miksi Anttonen ei tuohon joukkoon lähde, mutta kuka sivistäisi edes YLEn juontaja Sirkkasta viemään kysymykset loppuun ja haastaa tyhjänpuhumisesta? #ilmasto #kestävyys #YLE

Estamos invitados a participar en la liturgia con el cuerpo, la mente y el corazón, y a entrar en una dimensión habitada por el Espíritu Santo. Para entrar en esta dimensión, la liturgia está entretejida de símbolos y signos que poseen un carácter performativo y transformador. #AudienciaGeneral #Liturgia #EspírituSanto #Transformación

La liturgia è stata, per secoli, un motore di evangelizzazione. Oggi occorre rinnovare questa energia in continuità con l’autentica e viva tradizione cattolica, cioè secondo una dinamica volta a introdurre i credenti alla pienezza della verità. #UdienzaGenerale #Liturgia #Evangeliizzazione #TradizioneCattolica

La liturgia ha sido, durante siglos, un motor de evangelización. Hoy es necesario renovar esta energía en continuidad con la auténtica y viva tradición católica, es decir, según una dinámica dirigida a introducir a los creyentes en la plenitud de la verdad. #AudienciaGeneral #Liturgia #Evangelización #TradiciónCatólica

Alberto Zangrillo, professore di Anestesia e Rianimazione, ha attaccato i virologi mediali e la liturgia dei sermoni televisivi durante un'audizione alla Commissione parlamentare d’inchiesta sul Covid, denunciando l'allarmismo e la disinformazione che hanno contribuito a “imbastardire” la società e criticando la mancanza di empatia dei colleghi accademici verso le realtà vissute dai pazienti. #AlbertoZangrillo #COVID19 #virologia

Zangrillo: “Hantavirus? Colpa di una manica di co…..ni”. Poi attacca i virologi-star: “Basta sermoni in tv e improperi sul web, imbastardite la società”