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Spain sinks in the OECD tax competitiveness ranking: we have the fifth worst tax system, by @diegodelacruz (translated)

Total public spending in France: ~57% of GDP (the highest in the OECD). Hospitals, Police, School, etc. nothing is going well. Not content with that, Macron decides to sell off our military industry paid for by our taxes. Macron is granting production licenses in Ukraine. (translated)

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Debería ser el gran titular de toda la prensa nacional y de la televisión, pero no. Se trata de uno de los mayores logros de la historia económica de Colombia. En medio del estancamiento económico mundial y las guerras, Colombia es el tercer país de la OCDE que más bajó su tasa de desempleo #Colombia #Economía #Desempleo

Cualquier país del mundo quisiera obtener este puesto mundial que no es del fútbol/espectáculo y comercio sino de la economía buena para la vida, como decía Aristóteles. Somos el tercer país de la OCDE en bajar más el desempleo. #Economía #Desempleo #OCDE

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Le ministère de la Santé turc a sanctionné plus de 100 médecins obstétriciens pour avoir pratiqué des césariennes, dans le cadre d'une campagne visant à contrer la hausse des taux de césariennes dans le pays, considéré comme le plus élevé parmi les membres de l'OCDE, alors que le président Erdogan encourage les accouchements naturels. #Turquie #Césarienne #Santé

Turquie : Plus de 100 médecins sanctionnées pour des accouchements par césarienne

Prim-ministrul interimar Ilie Bolojan a avut o întâlnire cu subsecretarul de stat american Allison Hooker, unde au discutat despre importanța Parteneriatului Strategic dintre România și Statele Unite, evoluțiile de securitate din regiune, cooperarea în domeniul apărării și oportunitățile de investiții, subliniind rolul României în menținerea securității regionale și progresul țării în procesul de aderare la OCDE. #IlieBolojan #SUA #ParteneriatStrategic

Ilie Bolojan, întâlnire cu un oficial de rang înalt al SUA. Ce teme au fost abordate. VIDEO

La riqueza financiera de las familias españolas alcanzó un récord de 2,66 billones de euros en el primer trimestre de 2026, con un aumento del 9,3% respecto al año anterior, impulsado por la revalorización de activos, a pesar de las advertencias de la OCDE sobre el estancamiento del poder adquisitivo debido a la debilidad salarial en el país. #Economía #BancoDeEspaña #Riqueza

La riqueza financiera de las familias arranca 2026 con una subida del 9% hasta un récord de 2,66 billones

La OCDE advierte que, a pesar del aumento del Salario Mínimo Interprofesional (SMI) en España, este incremento no ha logrado recuperar el poder adquisitivo medio de los salarios, que sigue estancado desde la pandemia, con una caída del 2% en los salarios reales desde 2021. #SMI #Salarios #OCDE

La OCDE avisa a España: el aumento del SMI no recupera el poder adquisitivo medio de los salarios

Rui Moreira, embaixador de Portugal na OCDE, destacou que os inimigos internos representam a maior ameaça à União Europeia, enfatizando que esses oponentes não devem ser considerados traidores e defendendo a necessidade de uma autonomia energética europeia enquanto rejeita o federalismo, em um debate sobre os desafios contemporâneos enfrentados por Portugal e pela Europa. #UniãoEuropeia #RuiMoreira #AutonomiaEnergética

"Inimigos internos" são a maior ameaça à UE

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) denunciou que diversas empresas em Portugal utilizam práticas ilegais, como cláusulas de não concorrência e acordos de fixação de salários, que limitam a liberdade dos trabalhadores e mantêm os salários artificialmente baixos, afetando entre 24% e 32% dos trabalhadores do setor privado no país. #PráticasIlegais #LiberdadeDosTrabalhadores #Regionalização

Empresas utilizam práticas ilegais para limitar salários

España se encuentra entre los países de la OCDE con la mayor caída de salarios reales desde 2021, con una reducción del 2% en contraste con un aumento medio del 4,9% en el resto de los miembros, y se prevé que esta tendencia no mejore en los próximos años debido a un estancamiento en la productividad y nuevas presiones inflacionistas. #SalariosReales #OCDE #EconomíaEspaña

España figura entre los países de la OCDE en los que más caen los salarios reales desde 2021

La OCDE advierte que los salarios son el punto débil de la economía española y prevé que el poder adquisitivo se estancará durante 2026 y 2027 debido a un crecimiento limitado de la productividad y presiones inflacionarias, a pesar de los avances en la creación de empleo y medidas para reducir la temporalidad. #Salarios #Economía #Empleo

La OCDE advierte que los salarios son el "punto débil" de España y el poder adquisitivo se estancará en 2026 y 2027

La OCDE ha presentado un informe detallado sobre la educación en Cataluña, indicando la necesidad de mejorar la formación del profesorado y la evaluación del sistema, a la vez que destaca que los desafíos estructurales, como la diversidad lingüística y las desigualdades socioeconómicas, son factores clave que han contribuido al retroceso en los resultados educativos de la región. #EducaciónCataluña #OCDE #ResultadosPISA

La OCDE enmienda la política educativa en Cataluña: faltan profesores mejor formados y cambiar la evaluación
Digi24 2w

Numărul grecilor care se reîntorc în Grecia, după o perioadă de exod din cauza crizei economice, a crescut constant din 2021, iar în 2023 acesta a depășit pentru prima dată numărul celor care au plecat, conform unui raport al OCDE, guvernul grec atribuind această revenire strategiilor implementate pentru stimularea întoarcerii. #Grecia #Migrație #Exod

Grecii se reîntorc în țara lor: Pentru prima dată de la criză, numărul celor care au revenit l-a depăşit pe al celor care au plecat
Digi24 2w

Un raport recent al OCDE indică faptul că tendințele meteorologice extreme și conflictele geopolitice transformă turismul, influențând destinațiile turistice să adopte măsuri de siguranță și să promoveze un turism mai responsabil, în contextul unei creșteri de 3,4% a sosirilor turistice internaționale în 2025, cu recorduri în anumite țări, dar și scăderi semnificative în altele. #turism #fenomeneMeteoExtreme #vacanțe

Raport OCDE: Fenomenele meteo extreme și conflictele schimbă vacanțele. Cum se transformă turismul în 2026

El artículo resalta que, a pesar de que más del 90% de los estudiantes españoles aprueban la Selectividad, solo el 10,6% de los alumnos de 15 años alcanza altos niveles de competencias según PISA, evidenciando una significativa falta de talento en comparación con otros países de la OCDE, con un factor determinante relacionado con las condiciones socioeconómicas de los estudiantes. #Educación #Talento #OCDE

España, el país en el que sobran aprobados y faltan genios: sólo 1 de cada 10 alumnos es brillante

L'OCDE appelle à un redressement important et durable des finances publiques de la France, soulignant que le pays, en tant que deuxième économie de la zone euro, fait face à un déficit budgétaire croissant et à une dette publique en constante augmentation, nécessitant des réformes pour assurer la viabilité de sa situation financière. #FinancesPubliques #OCDE #France

L'OCDE appelle à un redressement "important et durable" des finances publiques de la France
Digi24 3w

Veniturile fermierilor la nivel global ar putea crește cu 9% până în 2035, dar riscuri precum conflictele geopolitice, volatilitatea piețelor și costurile ridicate cu energia ar putea afecta producția agricolă și securitatea alimentară, conform unui raport al FAO și OCDE. #agricultura #veniturilefermierilor #conflictegeopolitice

Veniturile fermierilor ar putea crește cu 9% până în 2035. Ce riscuri ar putea afecta producția și prețurile alimentelor (raport)

Premierul desemnat Adrian Veștea a anunțat întâlnirea cu Luca Niculescu, viitorul ministru de externe, pentru a discuta aderarea României la OCDE și programul de guvernare, subliniind importanța acestui demers ca un proiect de țară esențial pentru stabilitate și investiții. #OCDE #Guvernare #România

Veștea spune că s-a întâlnit cu „viitorul ministru de Externe” pentru un demers special: „Este un veritabil proiect de țară”