WRLD

Search

#Omissão
Atenção, Vascaínos! 56m

Attention, Vascaínos! It was reported that the concessionaire Fla-Flu Serviços S.A. submitted a statement to the Court of Justice of Rio de Janeiro on Monday (12) against Vasco's requests. The company requested that the injunction that suspended the authorization for the club to use Maracanã in the semifinal of the Copa Sul-Americana against Boca Juniors, scheduled for October 20, be maintained. According to the concessionaire, Vasco had started ticket sales and confirmed the stadium to CONMEBOL after obtaining a favorable decision on October 9, although knowing that it could be reversed. Fla-Flu also alleged that the club continued sales after the suspension of the decision on October 10, and that this conduct worsened the urgency of the case. The company stated that CONMEBOL's deadline to indicate the stadium had been extended until October 13 at 12 PM, and argued that Vasco should use this period to reorganize the match. The concessionaire cited a document from the Military Police dated October 4, which, according to them, acknowledged conditions for the game at Estádio Nilton Santos. They also criticized the recommendation from the Public Ministry in favor of Maracanã, claiming that it did not consider this subsequent document. Fla-Flu further argued that the writ of security was legally appropriate and questioned the favorable decision to Vasco, granted on October 9, claiming that it altered a previous understanding without new facts and by an authority that, in the company's interpretation, did not have the competence to do so. #FlaFlu #Maracanã #CopaSulAmericana (translated)

1496
inimigo do burrogram da silva júnior 16h

The author criticized commentators who, according to him, found it problematic to think of the man as handsome and not disclose his identity so that someone could pursue him. He classified the situation as “intankable.” #Identidade #Segurança #Omissão (translated)

1771
Fluminense F.C. 22h

Fluminense FC lamented that, according to the club, the classic match against Flamengo was marked by two refereeing errors. The team stated that, in the first half, Erick Pulgar struck Rodrigo Castillo's knee with the sole of his shoe, in a tackle that would have endangered the forward's physical integrity, and criticized referee Rafael Klein for not sending off the player. They also pointed out the omission of VAR, overseen by Daniel Nobre Bins. The club further stated that, in the second half, Alex Sandro knocked down Savarino inside the area without contesting the ball, but the referee did not award a penalty. Fluminense asserted that the tolerance to this type of incident threatened the safety of the players and that the failure to apply the rules could alter the dynamics and outcome of the match. #FluminenseFC #Flamengo #arbitragem (translated)

2298
Antonio Tabet 1d

Antonio Tabet wrote that impartiality should not be seen as a defect or offense and that, in other circumstances, it could be wise. But he stated that, in the face of what he called barbarism and inhumanity, neutrality became omission and negligence, and he argued that a response should be demanded. #Imparcialidade #Justiça #Sensatez (translated)

3014
Guilherme Cortez 3d

Guilherme Cortez asked if the families of the 700,000 people who, according to him, died due to Bolsonaro's negligence during the pandemic also considered the episode a "closed chapter." #Bolsonaro #Pandemia #Justiça (translated)

2908
Rogério Marinho🇧🇷 5d

"Revenge does not mean omission. We do not have vendetta or revenge. Now, there will be no omission. The Constitution is clear." The coordinator of the presidential campaign of the PL candidate, Senator Rogério Marinho, stated this Tuesday that the Senate will not have a "climate of revenge," but it will also not be silent in relation to the Brazilian Supreme Federal Court (STF), after the potential victory of Flávio. #EleiçõesBrasil #FlávioBolsonaro #MudançaConstitucional (translated)

Flávio Bolsonaro quer usar maioria para mudar Constituição
observador.pt
2147
Eduardo Bolsonaro🇧🇷 6d

Eduardo Bolsonaro wrote that before achieving a goal there was an attempt at an agreement, which he referred to using vulgar language. He said he was satisfied with the response from the PL and stated that Rogério Marinho was right in saying that they were not seeking revenge, but that this should not be confused with omission. According to Bolsonaro, the news could end the attempt to sustain a narrative of electoral interference to annul the election. He added that those involved were running out of resources to fight for their own survival and thanked the Brazilian people. #Política #Eleições2024 #Brasil (translated)

3397
Felipe Leme 6d

Felipe Leme wrote that those elected by the right had received a mandate that, according to him, went beyond opposing trans bathrooms: restoring legal security and respect for institutions. He stated that millions of Brazilians viewed the last years as a period of abuse of power, weakening of the rule of law, and legal instability, and that they had sent a message at the polls the previous Sunday. Leme argued that parliamentarians should investigate and hold accountable, within the law and with due process, all those who, according to him, abused their power to persecute, silence, and imprison opponents. He said that the rigor applied to more than a thousand elderly people should serve as a benchmark for everyone and urged the elected officials not to accept agreements or remain silent. He also warned that voters could withdraw the power they had granted and that history would reserve an ungrateful place for those he considered cowards. The publication ended with a vulgar expression of rejection toward Valdemar. #Brasil #Justiça #DireitosHumanos (translated)

3284
poponze 7d

Poponze said that Sarah Aline, former BBB23 contestant, commented on the lack of statements from many influencers on election day and joked that their internet seemed to be down. https://t.co/n3HHWQHKmu #Eleições2023 #Influenciadores #BBB23 (translated)

3066
Pâm 🌸 2w

Acho que tá meio explicado o silêncio da CazéPT sobre o fim das BETs. No dia seguinte à proibição, a emissora digital já estava com o selo da Caixa Loterias como branding. Não é sobre defender as BETs, mas é sobre a omissão diante de um povo tão sofrido que é o povo Brasileiro e que agora será explorado pelo crime organizado. #Brasil #Cidadania #Justiça

16782
Rafael Gloves 2w

Cada vez mais empresários se posicionando politicamente e sem medo de cancelamentos. Isto é importante. A elite pensante e econômica precisa participar na construção do país ativamente. Essa omissão foi exatamente nossa desgraça das últimas décadas. #Política #Empresários #Participação

19102
Carlos Viana 2w

🚨 FORA ALCOLUMBRE. Omissão ou parceria? O celular de Vorcaro respondeu. Há tempos cobro Alcolumbre com a mesma pergunta: engavetar a CPMI do Master e travar as investigações é omissão ou parceria? Hoje a PF mostrou o que estava no celular do dono do Master. "Fala, meu amor", responde o presidente do Senado ao banqueiro. Primeiro a acusação dos R$ 155 milhões. Agora as mensagens. Oito pedidos de CPI engavetados, a lista de entradas do Senado trancada. Ficou provado: não é omissão, é parceria. #Alcolumbre #CPI #Corrupção

19259
Rodrigo Constantino 3w

A ofensiva do Planalto contra as apostas online entra no trending. Usuários acusam o governo de omissão longa seguida de oportunismo eleitoral. Outros cobram o vício, o endividamento das famílias e a publicidade agressiva, sendo que as famílias estão endividadas por culpa do próprio governo. Lula quer transformar regulação — ou restrição — em bandeira antes do primeiro turno. Há um problema real de vício e de publicidade predatória. Há também o cinismo clássico do lulismo: deixa o mercado crescer na sombra, arrecada, depois descobre a vocação moralista quando a urna se aproxima. O Estado que não controla o próprio gasto quer controlar o lazer do cidadão. Liberalismo não é culto ao cassino. É recusar que o mesmo governo irresponsável no Orçamento se apresente como tutor das famílias. Se há regra, que seja geral, clara e não eleitoreira. O que se vê, porém, é palanque: o PT convertendo mais uma pauta importante em mero instrumento de reeleição. É desespero. #ApostasOnline #Regulação #Lula

12693
Marcel van Hattem 3w

A SOLUÇÃO PARA A CRISE DO STF ESTÁ NAS SUAS MÃOS! A verdadeira solução para a crise institucional que vivemos está prevista na Constituição: o Senado Federal. Mas o que vimos nos últimos anos foi uma omissão e cumplicidade imperdoáveis. Sob o comando de Davi Alcolumbre, o Senado fugiu da sua função de fiscalizar e engavetou todos os pedidos contra os desmandos de ministros. Se hoje o Brasil sofre com a insegurança jurídica e com a censura, é porque o Senado foi omisso e cúmplice e deixou essa crise crescer e se arrastar. Nós temos o poder de resolver isso agora. Formando uma maioria no Senado, vamos pautar os processos de impeachment e resgatar o equilíbrio do país. Para senador, você vota em dois candidatos e não pode repetir o voto no mesmo, por isso, é Marcel 300 e Sanderson 222! Governador: Zucco 22. #STF #SenadoFederal #CriseInstitucional

19044
DEL’AMORESEP ⓟ 3w

O mais absurdo disso é que não faz nem 2 meses que ele disse de forma LITERAL: “Eu nunca viajei em avião do Vorcaro” Juma situação dessas a omissão é “menos pior” do que a mentira. Esse cara é um mentiroso contumaz, nada que sai da boca dele pode ser levado a sério. #mentira #fatos #política

14659
Karina Michelin 3w

A CPI do Banco Master está presa num labirinto institucional. O requerimento apresentado pelo senador Alessandro Vieira em 9 de março foi protocolado com 35 assinaturas e depois chegou a 41 - acima das 27 exigidas pela Constituição. Passaram-se quase seis meses sem que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, desse andamento ao pedido. Nesta terça-feira, 22 de setembro, surgiu outro obstáculo. Cristiano Zanin negou a liminar que buscava obrigar o Senado a instalar a comissão, fundamentando que ainda não estaria comprovada, de forma “pré-constituída e inequívoca”, a omissão de Alcolumbre. Segundo Zanin, é preciso esclarecer como foram tratados outros requerimentos sobre o Banco Master e se existe sobreposição entre eles. O artigo 58 da Constituição estabelece três requisitos para a criação de uma CPI: apoio de um terço dos senadores, fato determinado e prazo certo. E a própria jurisprudência do STF afirma que, cumpridas essas condições, a criação da comissão constitui direito da minoria parlamentar e não depende da conveniência política da maioria ou da Presidência da Casa. Em 2021, o próprio Supremo confirmou uma liminar obrigando o Senado a instalar a CPI da Pandemia. Na ocasião, a Corte afirmou expressamente que, preenchidos os requisitos constitucionais, não cabe omissão nem análise de conveniência política pela Presidência do Senado. E no caso Master não existe apenas esse requerimento. Outro pedido relacionado ao escândalo chegou a reunir 53 assinaturas e também foi levado ao Supremo diante da falta de andamento no Senado. O quadro objetivo pintado por Zanin é constrangedor; pedidos com assinaturas de sobra permanecem meses sem avançar e, quando parlamentares recorrem ao STF, ouvem que ainda faltam elementos para comprovar a omissão. Sejamos claros: no caso Master, não faltam assinaturas, fatos ou gravidade; falta a CPI sair do papel. Alcolumbre não instala, Zanin não determina a instalação e o resultado é uma investigação travada, apesar do respaldo constitucional. Num escândalo desse tamanho, impedir que a luz entre já se tornou parte do próprio escândalo - e só aprofunda a desconfiança sobre esta Corte. #CPI #Senado #Justiça

18587
Alessandro Vieira 3w

A decisão do ministro Zanin é uma decepção, como aliás tem sido decepcionante a atuação do STF em geral. Ele nega a liminar para instalação da CPI do STF/Master alegando não ter prova suficiente da omissão do presidente do Senado. Sob ponto de vista formal, vamos juntar ainda mais informações e pedir que o ministro revise seu entendimento. Sob ponto de vista prático, a omissão de Davi Alcolumbre está amplamente demonstrada e já se enquadra na categoria dos fatos notórios, aqueles que nem precisam ser provados diante da sua intensa obviedade. Por fim, olhando o aspecto institucional, essa permanente tentativa de empurrar os escândalos para debaixo do tapete vai acabando com a pouca credibilidade que a Justiça ainda tem, se é que ainda restou alguma. #STF #Justiça #CPI

16288

O governo paralelo que o Master expôs Existe algo muito mais sinistro no escândalo do Master do que as próprias negociatas. O Globo revelou mensagens do celular de Vorcaro em que seu então advogado, Walfrido Warde, relata a construção de uma interlocução com o governo Lula. Em abril de 2024, dizia que Marcola, chefe de gabinete da Presidência, cobrava o e-mail com os "interesses do grupo". Em setembro: "Estive com o Presidente Lula longamente ontem. Vc vai gostar". Em janeiro de 2025, contava que o presidente agradecera "mais uma vez o whisky". O Planalto nega o whisky e os recados. Admite apenas o que não tem como negar: Lula recebeu Vorcaro em 4 de dezembro de 2024, fora da agenda oficial. Warde agora diz que tratava com Marcola e outros integrantes do governo, não diretamente com Lula. Ou seja, a interlocução com o Planalto existia. E vejam quem é o mensageiro. O escritório de Warde teve como sócia Roberta Rangel, então mulher de Toffoli. Toffoli depois assumiu a relatoria do caso Master e só largou o osso quando os vínculos de seu entorno familiar com personagens e fundos ligados ao caso vieram à tona. O escritório da mulher de Moraes tinha contrato de R$ 131 milhões com o Master, R$ 3,6 milhões por mês, para atuar em inquéritos da PF, no Banco Central, na Receita, no Cade e no Congresso. O escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco, contrato que seguiu enquanto ele era ministro da Justiça. Em dezembro de 2024, Vorcaro orientou seu diretor jurídico a chamar o filho do ministro: "Temos um contrato. Tem que chamar ele urgente. [...] E dá algum caso ou parecer para ele fazer". Eis a juristocracia exposta: advogados poderosos, ex-ministros e parentes de ministros circulando entre Planalto, Esplanada e Supremo, com a mesma chave para todas as portas. Isso não é o lobby que sempre existiu, por mais nefasto que ele seja. O lobby tradicional buscava interesses: um contrato, uma regra favorável. Pressionava o poder, mas ficava do lado de fora. A rede exposta pelo Master evoluiu para exercer o controle político efetivo do país: define quem é investigado e quem é poupado, quem é censurado, quem vai preso e quem pode disputar eleição. Virou um governo paralelo, que engoliu as instituições e detém o poder de fato, sem jamais ter recebido um voto. E tomou o caminho autoritário em 2019, quando o Supremo abriu por portaria, sem o Ministério Público, o inquérito das fake news. Um de seus primeiros atos foi censurar uma reportagem que ligava Toffoli a Marcelo Odebrecht. Para blindar a rede, era preciso calar quem a expunha. Depois, a repressão só se expandiu. Em nome do combate aos "atos antidemocráticos", milhares passaram pela máquina de inquéritos e processos, perfis foram censurados e centenas terminaram atrás das grades. O excepcional virou permanente: questionar o sistema passou a significar ser tratado como inimigo dele. O mais grave: nenhum mecanismo de controle deteve a rede a tempo. Ela só emergiu quando o Master colapsou. E, mesmo exposta, não se corrige. Em dezembro de 2025, Gonet arquivou o pedido de investigação sobre o contrato da mulher de Moraes. Agora, alegando vício processual, pede a anulação do relatório da PF que dedicou quase 190 de 218 páginas a Moraes. Detalhe: o nome do próprio Gonet aparece nas mensagens. A ofensiva pela blindagem é aberta. Quatro ministros já se alinharam: Gilmar, Zanin e o próprio Moraes votaram para unir, e assim amarrar, o caso de Moraes ao julgamento de supostas irregularidades de Mendonça, o ministro que expôs o relatório; Dino, que também se manifestou pela união, pediu vista e interrompeu o julgamento. E Zanin acaba de negar, por ora, a liminar que obrigaria o Senado a instalar a CPI sobre Moraes, Toffoli e Vorcaro, parada desde março com 41 assinaturas. E quem segura a CPI? O presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Segundo a Veja, numa proposta de delação rejeitada pela PF, Vorcaro relatava o pagamento de US$ 30 milhões ao senador, numa conta no exterior, em troca de apoio a interesses do banco. Alcolumbre nega. É o mesmo Alcolumbre que, segundo mensagem de Fábio Faria a Vorcaro obtida pela PF, estava "louco perguntando se as suíças vão vir" a uma festa do banqueiro. Foi justamente a alegada omissão dele que Zanin considerou não comprovada. Passaram sete anos nos vendendo "defesa da democracia". Poucos negócios no Brasil rendem tanto. #GovernoParalelo #Corrupção #Justiça

11900
Carlos Viana 3w

🚨 ZANIN ACABA DE NEGAR A LIMINAR QUE OBRIGAVA ALCOLUMBRE A INSTALAR A CPI DO MASTER. BLINDAGEM TOTAL. O ex-advogado de Lula disse que a omissão do presidente do Senado "não ficou comprovada". 41 assinaturas, a Constituição pede 27. Seis meses na gaveta. Ofício sem resposta, telefonema sem resposta. SE ISSO NÃO É OMISSÃO, O QUE É OMISSÃO? Essa CPI investiga a relação de ministros do STF com o dono do Master. Se o Congresso tivesse um presidente de verdade, ninguém pediria ao STF o que a Constituição já garante. CPMI NÃO É FAVOR DE PRESIDENTE. É DEVER DO CONGRESSO. #CPI #Congresso #Justiça

30964
Pri 3w

Zanin negou liminar de Alessandro Vieira para obrigar Alcolumbre a instalar a CPI do Banco Master. O ministro do STF disse que não ficou comprovada omissão do Senado. O pedido, de março, cita possíveis ligações de Moraes e Toffoli com Vorcaro. Blindagem Master? https://t.co/CYR5oLUi6k #CPI #STF #Senado

25767