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#Opressão

Erika Hilton in front of 60 THOUSAND people during the Memórias Póstumas do Jão Tour: “Long live bisexual people, long live the LGBTQIA+ community. And long live transgender and travesti people who continue to be the foundation of oppression. Our joy is a revolutionary weapon!” (translated)

I swear by God, I just revisited the video this morning and I couldn't find it anymore. These people on the right preach freedom and fight against the oppression they suffer (contains irony), but when the truth comes out, they run to silence us... Maybe the cattle will finally wake up. (translated)

Lula 4d

Brazilian journalism lost one of its most important figures today: Zuenir Ventura. Over seven decades, he helped narrate and even build, through his reporting and commitment to democracy and freedom of expression, the history of our country. Zuenir did not silence himself in the face of censorship imposed by the authoritarian regime – well documented in his book “1968 – The Year That Did Not End.” He always fought for redemocratization and, even after we regained freedom, he maintained his journalism as a powerful tool for the defense of human rights. This was evident in his extensive coverage of the death of Chico Mendes, which revealed to Brazil not only an investigation into the crime but also the land conflicts and oppression present in the Amazon. He did the same with his reports on the Vigário Geral massacre, which allowed many Brazilians to understand more closely the violence and social division in Rio de Janeiro. To Zuenir Ventura's family, friends, and colleagues, I extend my deepest condolences. And the assurance that his works will continue to be an example of quality journalism, always focused on building a fairer country. (translated)

Moraes, o semiletrado de toga Não é preciso ser um gramático de gabinete para perceber o que salta aos olhos de qualquer brasileiro que ainda não tenha sido lobotomizado pela escola pública e pela televisão: o ministro Alexandre de Moraes, titulado doutor, professor de Direito e ocupante de uma das cadeiras mais altas da República, escreve como um aluno da quinta série que copiou o dever no intervalo. Troca “mas” por “mais”, põe crase onde a língua portuguesa, essa pobre viúva maltratada, não pede nem admite, conjuga verbos no infinito quando deveriam estar no presente, e ainda tem a ousadia de gritar em caixa alta, com cinco pontos de exclamação, que “a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!”. A justiça pode até ser cega; o autor da frase, evidentemente, é surdo, mudo e analfabeto funcional. Essa não é uma simples “falha de revisão”, como os bajuladores de plantão tentam explicar. É o retrato nítido de uma casta que se julga acima da língua que o povo fala e que os clássicos consagraram. Moraes escreve “à partir”, “à favor”, “mensagem realmente achadas”, “whatzap”, data o documento em 3026 e troca “contexto” por “contesto” — como se o próprio vocabulário lhe contestasse o direito de usá-lo. Quem não consegue distinguir uma conjunção adversativa de um advérbio de intensidade não está apto a distinguir o lícito do ilícito, o fato da narrativa, o Direito da vingança pessoal disfarçada de despacho. O episódio do “mais” em vez de “mas” não é anedota. É revelação. Um homem que decide sobre a liberdade de milhões, que manda prender, silenciar e cassar, não consegue sequer articular uma frase de efeito sem tropeçar na primeira pedra da sintaxe. E depois de ser ridicularizado, corrige o “mais” mas esquece a vírgula. Ou seja: nem o constrangimento público o ensina. Continua o mesmo semiletrado de toga, agora com a correção malfeita e o capricho de manter as maiúsculas e os cinco pontos de exclamação, como se o volume da letra compensasse a pobreza do pensamento. Isso não é acaso. É o resultado de décadas de destruição sistemática do ensino, da substituição da gramática pela “expressão”, da lógica pela ideologia, do rigor pela pose. As mesmas universidades que formaram esse ministro ensinaram que a norma culta é opressão, que Camões é elitista e que a clareza é fascismo. O produto está à vista: um Supremo Tribunal Federal que emite sentenças em português de WhatsApp mal digitado, enquanto se arvora em tutor moral da nação. Quem não respeita a língua que herdou não respeitará a Constituição que jurou defender. No fundo, o erro ortográfico de Moraes é apenas o sintoma visível de um erro muito maior: a usurpação do poder por gente que nunca aprendeu a pensar com precisão. Uma sentença mal escrita não é só feia; é perigosa. Porque a palavra, como bem sabiam os antigos, é o instrumento do Direito. Quando o instrumento está quebrado nas mãos de quem o empunha, o que sobra não é justiça. É arbítrio semianalfabeto, gritado em caixa alta, pontuado com exclamações e assinado com ares de majestade. #Justiça #Direito #Educação

Eu sei exatamente o que é isso @mfriasoficial Mas essa era da perseguição e opressão vai acabar amigo. E essas pessoas pagarão na justiça verdadeira por tudo que fizeram Fica aqui a minha solidariedade amigo #Justiça #Solidariedade #Opressão

Baby, líder da Torcida Independente do São Paulo, em seu Instagram: - Acabaram de parar os 10 ônibus a 50km de Buenos Aires. Dizendo que só poderemos entrar na cidade perto do horário do jogo. Se não bastasse o abuso de autoridade em frente ao hotel do SPFC, agora estão dificultando a nossa entrada na Argentina! Esperamos que tudo termine bem!!! A logística está sendo cumprida conforme o planejado em reunião prévia. Só que a opressão imposta na Argentina vai além do combinado!!! Torcedores já tem as reservas dos hotéis pagas e estão com 24h sem se alimentar. Abuso de autoridade!!! #SãoPauloFC #TorcidaIndependente #Liberdade

GRAVÍSSIMO! Mario Sabino afirma que nem no regime militar houve tamanha opressão estatal contra o jornalismo e a própria autocensura. Ele também diz que nunca houve tantas ligações para diretores de redações pedindo a cabeça de jornalistas. https://t.co/R2tdzGdW8I #LiberdadeDeImprensa #Jornalismo #Opressão

ERIKA HILTON Aug 19

❤️🧡🤍🩷💜 DIA DO ORGULHO LÉSBICO Hoje, 43 anos após o Levante do Ferro's Bar, celebramos o Dia do Orgulho Lésbico. E, num país que ataca mulheres lésbicas cotidianamente, a manifestação de pessoas políticas sobre esse dia tem que ir muito além de gritar "viva as lésbicas". Em 2026, as lésbicas ainda estão sujeitas à lesbofobia, ao lesbocídio, ao estup*o corretivo, à invisibilização e a ataques cotidianos. No meu primeiro ano de mandato, tive que mobilizar a juventude e toda a comunidade LGBTQIA+ para barrar, na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei que proibiria o casamento homoafetivo no Brasil. Há menos de um ano atrás eu tive que pedir a PRISÃO de uma conselheira tutelar do Distrito Federal que atacou uma adolescente lésbica que precisava de atendimento, a induziu ao su*cidio e à automutilação e tentou forçá-la a continuar morando com seu pai, que a violentou sexualmente. Este ano, os casos de violência seguem ocorrendo. Aqui, no estado de São Paulo, duas mulheres que estavam prestes a se casar, Ieda Simplício e Fabiana Nogueira, foram encontradas mortas e enterradas no litoral. O 19 de agosto, do Levante do Ferro's Bar até hoje, é uma data de luta e de resistência contra uma opressão sistemática de uma sociedade incapaz de respeitar e reconhecer mulheres lésbicas enquanto GENTE. E, para uma pessoa política, é uma data de reafirmar um compromisso de luta cotidiana por direitos, dignidade, liberdade e cidadania. É isso que faço, e seguirei fazendo, todos os anos. Por fim, viva as lésbicas! #OrgulhoLésbico #LGBTQIA+ #DireitosHumanos

Observador Jul 31

Valter Hugo Mãe, in his presentation in Brasília, defended the idea that the future is linked to women and criticized male power, highlighting the historical invisibility of women in his work The Century of Imbeciles, where they do not have names as a symbol of this oppression and to emphasize the utopian construction of a different future. (translated)

Valter Hugo Mãe defende que futuro está nas mulheres

O típico esquerdista intolerante: acusa o adversário exatamente daquilo que pratica. Nando Reis, ao canal UOL nesta quarta, diz que perdeu shows por causa da própria posição política. "Me f*di muito." E completa: "Eu consigo compreender pensamentos distintos. O que eu não consigo compreender é essa intolerância da convivência de pensamentos distintos e essa tendência de querer ser opressor e calar, querer impor." Pois bem. Teste de realidade. Quem no Brasil teve o perfil derrubado por ordem judicial? Quem responde a processo por opinião? Quem está preso, inelegível ou no exílio? Não foi o Nando Reis, nem nenhum dos comunistinhas que gritam palavra de ordem em cima do palco e descem sem nenhuma consequência. Foram os opositores do regime. Repare no tamanho da tragédia dele: contratante que decidiu não contratar. Público que decidiu não assistir. Isso não é censura, é gente livre escolhendo com quem gasta o próprio dinheiro. O oposto exato do que ele aplaudiu quando o alvo era a direita. Ele perdeu cachê. O adversário do regime perde o direito de falar, perde passaporte, a empresa, o mandato e a liberdade. Chamar a primeira coisa de opressão, calado sobre a segunda, não é ingenuidade. É cumplicidade. Se f*deu foi pouco. #LiberdadeDeExpressão #Intolerância #Censura

Observador Jul 26

No último artigo da série A Maldição de Golias, José Carlos Fernandes argumenta que, apesar da ameaça de uma policrise global, o colapso da humanidade não é inevitável e reforça que a superação da opressão está em nossas mãos, destacando uma crítica às narrativas pessimistas que vêem a atualidade como um tempo de declínio em comparação ao passado. #ColapsoGlobal #MaldiçãoDeGolias #CriseAmbiental

Uma versão enganadora da história: o próximo colapso
SCCP News Jul 9

Em campo foi lindo. Mas na arquibancada, foi a maior opressão de uma torcida sob a outra já vista na história. Aula de como torcer jamais vista em outro canto desse planeta bola. Sem mais. #Futebol #Torcida #EventoEsportivo

Nil Moretto Jul 4

Bombardeio de falsidade na internet + deterioração da educação voltada ao pensamento crítico = povo incapaz de se defender da opressão #Falsidade #Educação #PensamentoCrítico

✯🌈☭🚩 50 mil a desfilar pelo direito a levar no pacote. Isto é muito mais gente do que aquela que se juntou na passada quarta dia 3 para se manifestar contra o pacote. Os de quarta, esta nova minoria oprimida que são os sindicalistas, diziam que o governo lhes queria ir ao pacote, e a ideia não lhes agradava assim tanto. Já os de ontem, os LGBTetc+, é precisamente o contrário. Não era de juntar tudo?🥸 Sim, tudo. Gays, lésbicas, trans, queer, não-binários, binários arrependidos, sindicalistas, reformados do plenário, funcionários públicos em alerta vermelho, professores indignados com a reposição dos anos de carreira pelo governo AD mas sem majoração ou juros de mora, e também aquela subespécie muito portuguesa que vive há 40 anos em permanente estado de direitos ameaçados Chamavamos-lhe a grande marcha nacional do pacote. Uns pelo direito a levar no pacote; outros pelo direito a não levar no pacote; todos, no fundo, unidos pela mesma paixão portuguesa de explicar ao país que pertencem a uma minoria oprimida enquanto atravessam Lisboa com megafone, apoio institucional, financiamento e cobertura mediática, além de um estatudo moral superior aos restantes de nós, reduzidos a labregos, confinados à insignificância da banalidade. Mas servimos ainda assim para pagar a fatura. Bom, adiante! Os sindicalistas também são uma minoria. Uma minoria conservadora, claro, mas minoria. Conservadora no sentido mais puro da palavra, de conservar tudo, até o pó. Não querem revolução nenhuma; querem é que nada se mexa, que nada respire, que nada se adapte, que o código do trabalho continue com aquele cheiro a gaveta fechada e conquistas guardadas em naftalina. São, por assim dizer, os últimos tradicionalistas do pacote. Os outros celebram a diversidade; eles celebram a imobilidade. Uns querem inclusão; eles querem manutenção. Uns pedem reconhecimento; eles pedem reposição. ➡️➡️Ora se a sigla LGBTetc+ já é hoje um saco de gatos onde cabe quase tudo, por que carga de água não hão de caber também os sindicalistas? Falta ali uma letra. O S. De Sindicalista.. A partir daí ficávamos todos mais honestos. LGBTetc+S. Parece complicado, mas não é, e assim, já parecem todos mais! O problema? Direitos para isto, direitos para aquilo, direitos para o lado, direitos para dentro, direitos com comissão, direitos com observatório, direitos com marcha, direitos com manifesto e, já agora, direitos com uma senhora séria a dizer na televisão que estamos perante um retrocesso civilizacional. Há sempre um retrocesso civilizacional em Portugal. Nunca é uma alteração legislativa, nunca é uma discussão técnica, nunca é uma nuance. É sempre o colapso da democracia e o fim da República. Sempre. Depois, para dar volume à coisa, arrastam as mulheres para todas as procissões. As mulheres, coitadas, que são a maioria da população, passam a vida a ser chamadas para engrossar o capítulo das minorias, como se fossem uma nota de rodapé, mas com útero. Não são minoria nenhuma; são maioria. Maioria estatística, social, eleitoral, familiar, cultural, sentimental e, em muitos casos, a única razão pela qual metade dos homens ainda aparece vestido em público sem parecer ter saído de uma garagem qualquer. Mas dá jeito. Fica bem. "Mulheres e minorias" tem peso, tem som, tem aquele suporte de causa inatacável. No fundo camaradas, a esquerda descobriu uma cena genial, quando não tens povo suficiente, constróis comunidades. Quando a classe trabalhadora deixa de atender o telefone, inventas uma coligação de sensibilidades. Quando a greve já não enche a avenida, vais buscar a marcha, colas-lhe direitos, juntas mulheres, minorias, precarizados, ansiosos, ofendidos, sindicalistas e maia dúzia doutorados em estudos de opressão performativa. Sai tudo no mesmo molho. É no fundo o grande cozido à portuguesa do queixume organizado.🥸 Talvez fosse mais útil falar de respeito. De ética. De responsabilidade. De deveres, essa palavra obscena que em Portugal só se usa quando é para mandar os outros pagar impostos. Mas não. O negócio está montado na divisão. Cada grupo na sua trincheira, cada trincheira com o seu cartaz, cada cartaz com os seus direitos gravados em pedra. ⚠️Respeito? Só para alguns. Ética? Depende da causa. O resto da sociedade, nós, os labregos sem bandeira, sem sigla, é levar no pacote e aguentar, quer gostemos, quer não. Ah, sim, e bater palminhas enquanto baixamos a cabeça e sentimos culpa, muita culpa. Bom domingo a todes. o dono da cooperativa #DireitosHumanos #Diversidade #Solidariedade

Observador May 27

A União Europeia renovou por mais um ano as sanções contra a Rússia devido a violações dos direitos humanos, que agora vigorarão até 28 de maio de 2027, abrangendo 72 indivíduos e uma entidade associados à repressão da sociedade civil e opressão da democracia no país. #Ucrânia #DireitosHumanos #Sanções

UE renova sanções à Rússia por mais um ano

O artigo destaca a proximidade simbólica entre a esquadra de polícia e a Capela do Rato, onde, a poucos metros de distância, coexistem a brutalidade e a esperança, refletindo a dualidade da natureza humana e a luta entre a opressão e a busca por amor e liberdade. #EsquadraDoRato #CapelaDoRato #SociedadeAberta

Figura do dia: Esquadra com vista para a Capela do Rato
Observador May 17

Margaret Atwood, em sua autobiografia O Livro das Minhas Vidas, reflete sobre o processo criativo que deu origem a A História de uma Serva, abordando as influências políticas da época, especialmente a ascensão da direita religiosa nos EUA, e como suas inspirações pessoais e literárias moldaram essa obra que explora uma distopia teocrática e a opressão das mulheres. #MargaretAtwood #AHistoriaDeUmaServa #LiteraturaFeminista

Como Margaret Atwood escreveu "The Handmaid's Tale"