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#RTP

The commentators from @RTP1 talking, excitedly, about the "fervor" and the "spirit of sacrifice" of Argentina, after justifying the successive aggressions that characterized the Argentine game as typical of a "battle." What a shame, gentlemen! (translated)

No Paulo Figueiredo Show de hoje, irei falar sobre os EUA afirmando de quem é a culpa pelas tarifas. Também vou falar sobre mais um lobby de Joesley Batista e, é lógico, não poderia faltar a gafe do Gagaldemar e a suposta foto do Flávio. Te espero às 15:00, horário de Brasília! https://t.co/rTP22AQ9JN #EUA #Política #Atualidades

More transparency, fewer abuses, and clearer rights for those traveling by plane. In an interview with RTP Notícias, I discussed the agreement reached to revise the European regulation on air passenger rights, after more than a decade of blockage. The agreement is not perfect, but (translated)

🚨 Lamine Yamal 🇪🇸 : « JE SUIS PRÊT POUR LE DÉFI ! C’EST POURQUOI JE SUIS VENU ICI ! 🗣️ Demain peut être spécial. » 🎙️ conf. de presse https://t.co/RTPyQ7TuER #LamineYamal #Football #Défi

Traveling by plane should be simpler, more transparent, and fairer for all passengers. In an interview with RTP Madeira, I addressed the agreement reached to review the European regulation on the rights of air transport passengers - a process blocked for more than one year. (translated)

Rui Costa foi comentador da final do Euro 2016 na RTP ao lado de António Tadeia e Manuel Fernandes Silva. https://t.co/j4vp6vV7SH #Euro2016 #Futebol #RTP

If the government privatizes RTP, how can it guarantee a position for the party folks and the Observer that represent 80% of the channel's opinion? (translated)

⚪️⚪️ Duas vagas nos quartos-de-final do #FIFAWorldCup para os nossos #LeõesNasSelecções conquistarem esta noite ⚔️🦁 🇵🇹 x 🇪🇸 📺 RTP 1 e sport tv 1 🇧🇪 x 🇺🇸 📺 sport tv 5 https://t.co/KXpcq3pCyt #FIFAWorldCup #Futebol #Seleção

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Supertaça entre Porto e Torreense vai ser em Coimbra a 1 de agosto, sábado, às 20h15 e com transmissão na RTP. #Supertaça #Porto #Torreense

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

Feliz día del orgullo! Chiara, Dulceida y Juanjo para @Los40 via Tik Tok 🌈🌈🌈 https://t.co/xWRDxtqDZN https://t.co/rtpZv0iOYk #DíaDelOrgullo #OrgulloLGBT #TikTok

🇵🇹🇨🇴 Madrugada com confronto directo entre #LeõesNasSelecções para encerrar o Grupo K do #FIFAWorldCup 🤝 📺 RTP 1 e sport tv 1 https://t.co/3Ei3a9bk09 #FIFAWorldCup #Futebol #Desporto

🇪🇸🇻🇪 | TERREMOTOS EN VENEZUELA - AHORA: Defensa española moviliza a medio centenar de militares de la UME para apoyar en las tareas de rescate en el terremoto de Venezuela. https://t.co/rTPusSeuOa #Terremoto #Venezuela #Rescate

J’étais déçu de la prestation de Yahia lors de la dernière CAN, mais il est en train de réaliser une Coupe du monde monumentale jusqu’à présent. 🔥🇨🇮🐘 https://t.co/rtP6qGSrJU #CAN #CoupeDuMonde #Football

Rui Pêgo v rozhovoru upozorňuje, že privatizace RTP by byla monumentálním nesmyslem, neboť trh by tak byl ještě více oslaben, a navrhuje reorganizaci veřejné služby s důrazem na její strategické poslání v obraně demokracie. #RTP #desinformação #rádio

Rui Pêgo: "Privatizar a RTP seria um disparate monumental"

The #VariableGeometry of today is already online on RTP Play and in podcast. We talked about labor reform and its future, about the agreement between the USA and Iran and its viability, about Cuba and the volatility of the situation in the country. Join us every Friday on @antena1rtp. (translated)

In the Eurodeputies program, from RTP, I talked about one of the most urgent challenges for Portugal and the European Union: access to housing. Housing is today a real concern for many European families. In Portugal, the pressure of demand, the scarcity of supply, and the reduced... (translated)

Sporting CP Jun 17

Hora de entrar em campo no #FIFAWorldCup 🇵🇹🇨🇴 Mostrem a nossa garra, Leões 🦁 #LeõesNasSelecções 🇵🇹 x 🇨🇩 📺 RTP 1 / sport tv 1 🇺🇿 x 🇨🇴 📺 sport tv 5 https://t.co/l45FOWUqkh #FIFAWorldCup #LeõesNasSelecções #Futebol

In the Eurodeputies program, from RTP, I spoke about the European Commission's plan to combat poverty by 2035. The European Union is, in the global context, one of the territories where there is greater social protection and better quality of life. But this cannot make us ignore a (translated)

The Portuguese government is attacking employment and pushing the poorest into unpaid work. What is wrong is getting worse. I share the intervention about the strategy to combat poverty in the EU, in the RTP debate recorded days before the proposal for the single social benefit was known. (translated)