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#Referendo

"This unpredictability of the U.S. Administration will harm our process, as well as the quality of the debate about our future as a nation." St-Pierre Plamondon has explained that he will wait until the president of the United States, Donald Trump, leaves the White House in January 2029 to hold the referendum, which will be the third after those held in 1980 and 1995, when the PQ was also in power. #Quebec #PartidoQuebequés #Independencia (translated)

Los independentistas ganan las elecciones provinciales de Quebec y volverán al gobierno 12 años después
www.eldiario.es

The Marco Civil da Internet was not wrong at all. It was approved after extensive debate. It was in 2014, when all the major social networks already existed. The left decided to break with this consensus because the free networks have disadvantaged them in referendums like Brexit and elections like those of Trump and Bolsonaro. It then used its influence on the intellectual elites and bureaucratic backrooms to betray this consensus at every opportunity. It fabricated last-minute "theories," like the nonsense of "informational disorder." It sponsored the censorship of the Hunter Biden report in 2020 and applauded the censorship against Bolsonaro supporters between 2019 and 2026. In 2026, finally, it began to reap the fruits of its own actions, of its own decision to break with a democratic and pro-free speech consensus. I await the repentant ones who participated in the pro-gag shift to return to the democratic and pro-free speech consensus. https://t.co/2gXamz1ogS #MarcoCivil #LiberdadeDeExpressão #Democracia (translated)

O artigo discute a atual crise do Reino Unido após o Brexit, refletindo sobre a possibilidade de um referendo que poderia reverter a saída da União Europeia e seus impactos econômicos e sociais, enquanto questiona o futuro político do país sob a liderança de Andy Burnham. #ReinoUnido #Brexit #EconomiaEuropeia

O referendo que pode salvar o Reino Unido

10 anos depois do referendo que levou ao Brexit, com as consequências que conhecemos de um lado e do outro do Canal da Mancha, assistimos a mais uma consequência natural dessa decisão: o ímpeto independentista da Escócia, da Irlanda do Norte e do País de Gales. Era previsível. https://t.co/ODxDzDoh1T #Brexit #Independência #Escócia #GB #SC #IE #WA

Líderes da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte assinam memorando exigindo o direito a referendos sobre a independência e a recuperação de poderes, em reunião marcada pouco depois de comentários do Presidente dos EUA sobre a reunificação da Irlanda. #Independência #ReinoUnido #Referendos

Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte pressionam Londres

Reino Unido 🇬🇧: Os líderes da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte se reunirão nesta segunda (14) para assinar um acordo que visa dar início ao processo de dissolução do Reino Unido. Numa cimeira sem precedentes em Cardiff, os três primeiros-ministros irão assinar uma declaração conjunta exigindo o direito de realizar referendos sobre a independência. O documento em si não obriga automaticamente a realização do referendo, mas joga uma pressão enorme nas autoridades britânicas e na coroa. #ReinoUnido #Independência #Política

Pera!🧐 A Segunda Turma (decisão colegiada), teve uma decisão em referendo, por MAIORIA, revogada por uma decisão monocrática de um outro ministro, da Primeira Turma? Alguém consegue explicar isso?🤐 #justiça #direito #turma

Ministro André Mendonça mostra o caráter urgente da decisão e coloca em prática a lei em vigor para referendar sua determinação, estipula prazo que será encerrado hoje as 23:59. Segue trecho da decisão corajosa e que cita a legislação vigente: “e ciência à Procuradoria-Geral da República. 94. Por fim, em observância ao art. 21, V, c/c o art. 21-B, § 4º, ambos do RISTF, solicito ao Exmo. Senhor Ministro Presidente da Segunda Turma do Tribunal a convocação de sessão virtual extraordinária, a realizar-se na presente data, com início às 10h00 e término às 23h59, para referendo da medida cautelar ora concedida”. #Lei #Justiça #TrabalhoJudicial

🚨 SKANDALEM I NIEGODZIWOŚCIĄ na skalę państwową jest fakt, że w trzeciej dekadzie XXI wieku obywatele wciąż są zmuszani do zbierania podpisów w ważnych dla siebie sprawach na ulicach - w upale, w deszczu, na papierowych kartkach. Jeszcze większym absurdem jest to, że ważne politycznie poparcie obywatela może zostać zakwestionowane na bazie arbitralnej decyzji komisarza wyborczego z powodu błędu przy ręcznym wpisywaniu danych: - rzekomo nieczytelnego pisma, - wpisania "Kuby" zamiast "Jakuba", czy - podania adresu zameldowania zamiast adresu widniejącego w Centralnym Rejestrze Wyborców - pomimo, że oba znajdują się w tej samej gminie. Państwo potrafi przecież sprawdzić, kim jest obywatel, czy ma prawa wyborcze i gdzie jest ujęty w rejestrze. Mimo to każe mu ręcznie przepisywać te dane na świstek papieru, a następnie może odrzucić jego podpis z powodu błędu w ich przepisywaniu. ‼️To jest system na miare państwa z dykty. A państwo polskie posiada już przecież wszystkie narzędzia techniczne, aby umożliwić elektroniczne zbieranie podpisów pod obywatelskimi projektami ustaw, wnioskami referendalnymi czy listami kandydatów w wyborach samorządowych. Co więcej, elektroniczne zbieranie poparcia pod kandydatami w wyborach parlamentarnych, prezydenckich i europejskich ZOSTAŁO JUŻ DOPUSZCZONE i ruszy w 2027 r. Skoro można zrobić to dla kandydatów startujących w wyborach, należy zrobić to również dla samorządów oraz obywateli korzystających z konstytucyjnych instrumentów demokracji bezpośredniej. Elektroniczna zbiórka podpisów oznacza wygodę dla obywateli, znacznie wyższą jakość danych, łatwiejszą weryfikację i większe bezpieczeństwo całego procesu. Nie musi przy tym zastępować podpisów tradycyjnych. Może być po prostu drugim, równoległym kanałem zbierania poparcia. Gdyby taka możliwość istniała dzisiaj, 132 000 podpisów wymaganych pod naszym wnioskiem o referendum w Warszawie moglibyśmy zebrać w ciągu tygodnia. I tu właśnie jest pies pogrzebany. Papierowy system jest celowo utrzymywanym przez polityków technologicznym anachronizmem. Stanowi realną barierę dla obywateli, którzy chcieliby skorzystać z przysługujących im praw politycznych. Jeżeli ktoś obawia się, że elektronizacja nadmiernie ułatwi uruchamianie referendów czy inicjatyw obywatelskich, można rozmawiać o wysokości wymaganych progów czy o czasie trwania zbiórki. Nie jest to natomiast żaden argument za utrzymywaniem jako jedynej opcji systemu opartego na kartce papieru, długopisie i ręcznym przepisywaniu danych, które państwo już posiada. 🚨Obecny skandal wokół przedterminowych wyborów w Krakowie powinien stać się impulsem do wprowadzenia jednej, kompleksowej zmiany: ELEKTRONICZNE POPARCIE dla wszystkich instrumentów demokracji obywatelskiej. Art. 4 Konstytucji RP jasno mówi: „Władza zwierzchnia w Rzeczypospolitej Polskiej należy do Narodu. Naród sprawuje władzę przez swoich przedstawicieli lub bezpośrednio.” Jeżeli traktujemy te słowa nie jak pustą deklarację, państwo musi wreszcie stworzyć obywatelom realne, nowoczesne narzędzia do sprawowania tejże władzy. I obywatele powinni się o to w końcu głośno upomnieć❗️ #demokracja #obywatelskieprawo #elektronizacja

Flávio precisa fazer 2 coisas para ganhar essa eleição: (1) transformar o pleito num referendo sobre Moraes; e (2) bater sem dó na piora da economia e na quebradeira. Quem tem que estar na urna dia 04/10 é Moraes, e não Lula. Few understand this. #Eleições2024 #Política #Economia

JH Fonseca Sep 4

Se Moraes continuar no STF, não será contra Lula que a oposição estará concorrendo. Se tornará um referendo sobre Moraes… e Moraes é muito mais impopular do que Lula. Few understand this. #STF #Moraes #Política

Observador Sep 2

O Presidente russo, Vladimir Putin, deu um ultimato à Arménia, advertindo que a sua adesão à União Europeia seria incompatível com a sua pertença à União Económica Eurasiática, e exigiu que a questão fosse submetida a referendo. #Diplomacia #Arménia #UniãoEuropeia

Russia dá ultimato à Arménia sobre entrada na União Europeia
Observador Aug 30

A Islândia encerra as negociações para a adesão à União Europeia após um referendo que antecipa a votação prevista para 2027, com resultados indicando uma vitória do não. #Islândia #UniãoEuropeia #Política

11h. Islândia fecha portas às negociações para aderir à UE

Pergunto-me se os gênios estrategistas que inventaram esse papo de jogar o @FlavioBolsonaro para o centro, acenando para pautas feministas, estão acompanhando alguma coisa da política do Reino Unido. Spoiler: não sabem nem apontar o Reino Unido no mapa. Deixa eu explicar o básico em 2 minutos do que você precisa saber: Durante décadas, a política britânica foi dividida entre Trabalhistas e Conservadores - uma direita aristocrática, limpinha e bem-comportada. Até que surgiu o “radical maluco” Nigel Farage e bagunçou todo o tabuleiro. Farage passou anos no Partido da Independência do Reino Unido (UKIP) e fez o impensável e o impossível: forçou a realização do referendo do Brexit, em 2016, e tirou o Reino Unido da União Europeia. Depois, criou o Brexit Party e transformou tudo no atual Reform UK, um partido de direita nacional-populista (chamado de “extrema direita” pela mídia, claro). O efeito foi devastador: o Reform engoliu e destruiu os Conservadores tradicionais. Hoje, o Reform UK vive empatado ou à frente dos Trabalhistas nas pesquisas - os dois oscilando entre 22% e 28% - , enquanto os Conservadores estão na casa dos 18% a 20% e em queda livre. A direita limpinha centenária está implodindo diante dos nossos olhos e pode simplesmente deixar de existir. Aí entra a surpresa: Rupert Lowe. Ele foi eleito deputado pelo Reform em 2024, mas rompeu com Farage, dizendo que o partido havia se tornado moderado demais e traído as causas originais. Fundou o Restore Britain, um partido ainda mais à direita, que passou a ser chamado de "extrema-direita" e que deslocou a janela de Overton de forma brutal. O partido tem poucos meses de existência formal e já está abocanhando um percentual cada vez mais respeitável dos votos no Reino Unido. Enquanto a velha mídia obviamente arranca os pentelhos das calcinhas. Na eleição para prefeito de Greater Manchester, agora no finalzinho de julho - a maior by-election da história britânica e o primeiro teste eleitoral importante depois de Andy Burnham se tornar primeiro-ministro pelo Partido Trabalhista, o Restore recebeu 46.289 votos, ou 8,7%, ficou em 4º lugar e superou os Conservadores, que terminaram em 5.º, com 7,7%!!! O resultado acendeu um alerta entre os quadros do Reform, e muitos já entenderam a insatisfação do eleitor de direita com acenos a pautas que não fazem parte do nosso movimento. Sem esses votos, a chance do Reform vencer as próximas eleições gerais diminuem consideravelmente. Hoje mesmo, porém, Lowe gravou um vídeo convidando Farage a uma união contra a esquerda - desde que o Reform retorne às pautas tradicionais e mais duras da direita, que fizeram o partido atingir o tamanho que tem hoje. Trump. Onda azul da América latina. UK. Europa. Assim como foi na primeira onda nacional-populista iniciada na década passada, a direita chamada “bolsonarista” do Brasil está inserida em um movimento global que tem, claro, algumas diferenças, mas muitas similaridades e, portanto, lições. Quem não acompanha o que acontece no mundo vai ficar mais perdido que daltônico resolvendo cubo mágico. E a principal lição é clara: as pessoas estão cada vez mais revoltadas com o establishment e querem candidatos que expressem essa revolta sem filtro. Moderação e bundamolismo custam eleições - seja no Reino Unido, seja no Brasil. #Política #Direita #Brexit

Carlos Coelho Jul 22

A mudança de liderança política no Reino Unido está feita e Andy Burnham tornou-se Primeiro-Ministro, o sétimo desde o referendo que decidiu sobre o Brexit, o que é revelador das consequências desta escolha de sair da União Europeia. A instabilidade tornou-se a regra. https://t.co/wHjEJFoPX2 #ReinoUnido #Brexit #Instabilidade #GB #EU

Enio Viterbo Jul 18

A nova decisão de Alexandre de Moraes contra Bolsonaro é a prova cabal de Lawfare contra o ex-presidente. Vamos analisar a decisão: 1- A situação atual de Bolsonaro é comparável ao que aconteceu no processo do Lula quando ele esteve preso? Resposta: SIM. Ainda que alguns juristas tenham insistido que a decisão anterior se tratava de uma situação diferente, porque Lula não estava obrigado a cumprir uma cautelar, a decisão atual versa sobre LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Lula, mesmo preso, mantinha seu direito constitucional a dar entrevistas sobre política(e sobre qualquer outra coisa) e foi isso que Ricardo Lewandowski entendeu quando deu uma autorização para isso na Reclamação 32.035. Ele disse que: o ato do juízo de execução penal de proibir as entrevistas era equivalente a “censurar a imprensa e negar ao preso o direito de contato com o mundo exterior”. Nesse ponto, a decisão de Moraes viola frontalmente a própria jurisprudência do STF. Na época de Lula, o Partido Novo apresentou uma Suspensão de Liminar 1178, para que a decisão de Lewandowski fosse cassada pela presidência do STF. Fux atendeu o pleito. A questão é que no parecer da PGR nesse caso é dito expressamente que proibir as entrevistas pelo seu conteúdo eleitoral significaria claramente CENSURA prévia, o que é vedado pela constituição. "Além disso, o argumento do requerente pressupõe que Luiz Inácio Lula da Silva, na entrevista, emitirá opiniões que resultarão “em inequívoca atividade político partidária e críticas ideológicas ao seu encarceramento”. Ocorre que eventual vedação de entrevista em razão de seu eventual conteúdo caracteriza nítida censura com base no conteúdo, o que não pode ser admitido sob qualquer hipótese." (p.18). Moraes expressamente proibiu Bolsonaro de se manifestar sobre questões políticas, violando seu direito constitucional de liberdade de expressão. 2- Moraes proibiu Bolsonaro de receber visitas com finalidade "político-eleitoral". O que diabos é uma visita com finalidade "político-eleitoral" e onde existe a autorização para essa proibição? O preso Bolsonaro não pode se eleger ou ser eleito, não está participando de atividades partidárias, então que proibição é essa? Aliás, como vai fiscalizar esse tipo de visita? 3- Moraes sabe que a suspensão de direitos políticos não tem relação com expressão de um "manifesto político". O próprio Moraes cita o que entende como "direito político" na sua obra "Direito Constitucional 13ª": "Assim, são direitos políticos: • direito de sufrágio; • alistabilidade (direito de votar em eleições, plebiscitos e referendos); • elegibilidade; • iniciativa popular de lei; • ação popular; • organização e participação de partidos políticos." Nada sobre liberdade de expressão. Mais uma vez, é o escritor Alexandre de Moraes contra o juiz Alexandre de Moraes. 4- O que fazer? a) A defesa de Bolsonaro tem que apresentar uma Suspensão de Liminar para o Fachin. b) Acionar os organismos internacionais cabíveis. #LiberdadeDeExpressão #Lawfare #Justiça

Observador Jul 15

Eurodeputados do PS questionaram Kaja Kallas sobre a detenção de Domingos Simões Pereira, alegando que ele foi preso com base em acusações forjadas e pedindo medidas urgentes da União Europeia para enfrentar a crise política na Guiné-Bissau, onde se prepara um referendo constitucional. #GuinéBissau #UniãoEuropeia #DireitosHumanos

PS questiona UE sobre detenção de Domingos Simões Pereira
20 minutos Jun 26

Článek shrnuje desetiletou politickou krizi v Británii, která začala referendovým hlasováním o brexitu v roce 2016 a vyvrcholila častou změnou premiérů, přičemž se zdá, že ani práce laboristů ani konzervativců nepřispěly k vyřešení systémových problémů země, jejíž ekonomika se potýká s nižším růstem a produktivitou než před odchodem z EU. #Brexit #ReinoUnido #CaosPolítico

Así han sido los 10 años de caos político en Reino Unido: desde el Brexit a una cascada de primeros ministros
Carlos Coelho Jun 23

Há dez anos, o “Leave” vencia o referendo que levaria ao Brexit, a saída do Reino Unido da UE. Uma década depois, há muitos arrependidos que, hoje, olham para a Europa com outros olhos. No @observadorpt, escrevo sobre as lições que aprendemos. https://t.co/GArxPCW1Ak #Brexit #UniãoEuropeia #LiçõesAprendidas #GB #EU

Observador Jun 23

Uma nova sondagem revela que 60% dos britânicos da Geração Z, com idades entre 18 e 28 anos, desejam um novo referendo para o Reino Unido regressar à União Europeia, expressando insatisfação com o Brexit e considerando-o um fracasso. #Brexit #GeraçãoZ #UniãoEuropeia

Britânicos da Geração Z gostariam de novo referendo