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#Superávit

La balanza comercial arrojó un superávit mensual de casi USD 2.200 y las exportaciones siguen VOLANDO. #Economía #Exportaciones #Comercio

Rapaz, que constrangedor! O indicado por Trump para ser embaixador no Brasil desmentiu o próprio governo dos EUA ao admitir que o país têm superávit comercial com o Brasil, confirmando o que já havia sido afirmado pelo governo Lula. O PIX É DO BRASIL TARIFLÁVIO BRASIL SOBERANO https://t.co/F7R8loOImP #Brasil #Trump #Comércio

EN EL PRIMER SEMESTRE DE 2026 EL SECTOR PÚBLICO NACIONAL ACUMULÓ UN SUPERÁVIT FINANCIERO DE 0,1% DEL PIB ✅ Entre enero y junio, el Sector Público Nacional (SPN) registró un superávit primario de 0,6% del PIB y un superávit financiero de 0,1% del PIB, respectivamente ✅ En junio, un mes de alta estacionalidad en el gasto primario, el SPN registró un déficit primario de $696.843 millones y un déficit financiero de $1.024.891 millones, con un pago de intereses netos que ascendió a $328.049 millones ✅ El resultado fiscal se encontró influido tanto por los menores ingresos asociados a la postergación del pago del Impuesto a las Ganancias para personas humanas como por la estacionalidad vinculada al pago de aguinaldos ✅ El orden en las cuentas públicas es un pilar fundamental del programa económico, que se alcanzó a través de una fuerte reducción en el gasto público y ha permitido una baja de impuestos nacionales acumulada desde 2024 equivalente a casi 3% del PIB. #Economía #Finanzas #SectorPúblico

Nota sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos EUA É uma agressão comercial injustificável e inaceitável a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Precisamos ser francos: é o Brasil sob ataque econômico movido por interesses políticos, ideológicos e eleitorais. Trata-se de uma ação política que ameaça empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos dois países. Os números desmentem qualquer alegação de tratamento comercial injusto por parte do Brasil. Nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o nosso país. Somente em 2025, 76% dos produtos norte-americanos importados pelo Brasil entraram sem pagar tarifa, e a alíquota média efetivamente aplicada foi de apenas 3,1%. Também não é possível ignorar que 63 das 78 manifestações apresentadas nas audiências públicas realizadas pelo órgão de comércio dos EUA foram contrárias ao tarifaço. A própria maioria dos representantes do setor privado brasileiro e norte-americano rejeitou uma medida que prejudica empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados. É igualmente inaceitável utilizar a política ambiental brasileira e o PIX como pretextos para punir o Brasil. Na área ambiental, as acusações são especialmente absurdas. Desde 2023, o Brasil retomou o combate ao desmatamento, ao garimpo ilegal e aos crimes contra nossas florestas e nossos povos indígenas e comunidades tradicionais. Reestruturamos a política ambiental, fortalecemos a fiscalização e voltamos a reduzir a destruição dos nossos biomas. O desmatamento da Amazônia atingiu o menor patamar em uma década e, no Cerrado, alcançamos o menor índice desde 2021. Tudo fruto dos planos de prevenção e controle ampliados para todos os biomas, reforço das equipes de fiscalização ambiental e destinação de mais recursos para combater os crimes ambientais, além da ação integrada de todos os órgãos de proteção ambiental. Transformar esse esforço reconhecido internacionalmente em justificativa para sanções comerciais é distorcer os fatos e desrespeitar o papel que o Brasil exerce na agenda climática global. Já PIX é um patrimônio público, que ampliou o acesso da população ao sistema financeiro e se tornou referência internacional de inovação digital. O Brasil precisa responder com firmeza, equilíbrio e dentro do direito internacional, utilizando a Lei de Reciprocidade, os instrumentos da Organização Mundial do Comércio e todas as medidas necessárias para proteger os setores atingidos, os empregos e a capacidade produtiva nacional. Soberania não se negocia sob ameaça. O que mais impressiona é que o próprio governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), apontou 2021 como o ano de pico do desmatamento ilegal no Brasil. Naquele ano, como sabemos, estávamos em pleno governo de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi marcada pelo negacionismo climático e pelo desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização e proteção ambiental. É especialmente grave que integrantes da família Bolsonaro, que tem o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tenham colaborado ativamente para criar um ambiente favorável a medidas contra o próprio Brasil. Em nome de seus interesses eleitorais e familiares, trabalharam para enfraquecer o país, pressionar nossas instituições e causar prejuízos à população brasileira. Como afirmou a nota da Presidência da República, “não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições”. Quem pede sanções contra seu próprio país comemora dificuldades impostas aos brasileiros e se coloca a serviço de interesses estrangeiros não é patriota. #Comércio #Tarifas #Soberania

Lula se pronuncia sobre tarifa de 25% imposta por Donald Trump a produtos brasileiros: “O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável. O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil… O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC. É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.” #Brasil #EUA #Comércio

Llamativo. La misma Verónica Magario, Vicegobernadora de Kicillof, que defendió la Ley de Alquileres —esa que te dejaba sin nada para alquilar y, cuando conseguías, te multiplicaba el precio casi por tres en cada renovación— hoy simula preocupación por la situación de la vivienda. La memoria es corta, pero los inquilinos se acuerdan. Hace casi tres años teníamos esa ley, que hacía caer la oferta de inmuebles y disparaba los alquileres muy por encima de la inflación. La oferta en la Ciudad quedó en poco más de 400 unidades. Vos firmabas a ciegas, pagabas lo que te pedían y rezabas para que en la próxima renovación no te fundieran. Ese era el "derecho a la vivienda" del kirchnerismo. El Presidente Javier Milei terminó con esa pesadilla. Al eliminar la difunta Ley de Alquileres, el mercado volvió a la vida. Hoy los contratos son acuerdos libres entre las partes, la oferta de inmuebles no para de crecer y el precio promedio del alquiler cayó hasta un 30% en términos reales. Los contratos volvieron al peso y el inquilino recuperó lo que le habían robado, que es poder elegir y poder negociar su alquiler. Y ya que menciona el bolsillo, vamos al bolsillo. Lo que de verdad lo vaciaba era la inflación que nos dejó el modelo que la Vicegobernadora de Kicillof defiende: más de 200% en 2023, con picos del 25% mensual, licuando el sueldo antes de que la gente llegara a gastarlo. Hoy la inflación corre en torno al 2% mensual, la más baja en años, y sigue cayendo. Menos inflación es más plata en el bolsillo a fin de mes. El superávit fiscal que tanto le molesta es exactamente lo que hizo posible esa baja. El Gobierno Nacional ordenó las cuentas, cortó la emisión y terminó con el impuesto inflacionario que licuaba los sueldos. Con los precios en calma, el salario registrado volvió a ganarle a la inflación y las jubilaciones recuperan poder de compra mes a mes. Que el ejemplo más emblemático del modelo de la libertad sea justamente el mercado inmobiliario no es casualidad. Donde el kirchnerismo metió la mano para "proteger", destruyó. Donde este Gobierno deja que la gente acuerde libremente, floreció. Deberían explicarles a los bonaerenses por qué defienden la ley que los dejó en la calle. #Vivienda #Alquileres #Economía

Datazo: 👇 EL SUPERÁVIT COMERCIAL DE ENERGÍA DEL PRIMER SEMESTRE DE 2026 ALCANZA EL RÉCORD DE 6.990 MILLONES DE DÓLARES, UN AUMENTO DEL 87% INTERANUAL -BCR-RTS. Argentina será mega potencia energética y minera. #Energía #Argentina #Economía

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El artículo de Josetxu L. Piñeiro analiza cómo la sobreproducción industrial de China en paneles solares, baterías de litio y vehículos eléctricos no se basa en la demanda del mercado, sino en una política económica que prioriza la inversión sobre el consumo, lo cual ha llevado a un excesivo superávit exportador y a un desequilibrio estructural creciente, mientras las industrias chinas reciben un apoyo público desproporcionado en comparación con sus competidores internacionales. #China #Economía #Tecnología

A China le falta planeta

El Gobierno español ha respondido con calma a las críticas de Donald Trump, quien calificó a España como un aliado horrible y amenazó con cortar las relaciones comerciales, reiterando que mantienen una excelente relación social, cultural y económica con Estados Unidos, que beneficia más a este último debido al superávit comercial. #Trump #España #RelacionesInternacionales

El Gobierno responde a la amenaza de Trump con "tranquilidad": "Tenemos una magnífica relación con EEUU y no es nuestra intención que cambie"

LAVOU A ALMA! Nikolas falou em “superávit” de R$ 54 bilhões deixado por Bolsonaro e fugiu antes de ouvir a resposta, mas mesmo assim foi HUMILHADO pelo Haddad: “Isso é molecagem! Bolsonaro deu um calote de R$ 30 bilhões nos governadores e outro de R$ 92 bilhões em precatórios. Quem pagou essa conta foi o governo Lula.” Que surra de argumentos! #Política #Brasil #Economia

BlackRock ha declarado a España como su país preferido para invertir en renta variable a nivel global, destacando su sólido crecimiento económico del 8% desde la pandemia, un superávit por cuenta corriente del 2,2% y una inflación controlada por debajo del 3%, lo que ha llevado a la gestora a enfocarse en sectores como el financiero, infraestructuras e industrial en el mercado español. #BlackRock #Inversiones #Economía

BlackRock escoge a España como el "país preferido" en todo el mundo para invertir en renta variable

"Por qué no bajamos impuestos? Bueno, porque no tenemos un superávit fiscal que nos permita bajar impuestos" O sea, el superávit es trucho. 3 años sin pagarle a los docentes, discapacitados y jubilados PARA NADA. Todo para Adorni y Karina https://t.co/PAOB6j0tLQ #Impuestos #Economía #Fiscalidad

Caputo, esto es clave: 👇 Los intereses lo vamos a pagar con el superavit primario y el capital lo vamos a refinanciar. El ratio deuda/pbi está bajando y debe seguir bajando. #Economía #Finanzas #Deuda

"El superávit fiscal es solo una herramienta. No es que con eso solucionás todos los problemas. NÉSTOR tuvo superávit y se CREARON 87.000 EMPRESAS en 2 años. Milei con superávit destruyó 27.000" Desempleo, salarios y jubilaciones de hambre. El superávit trucho de Milei https://t.co/zf3qSSbM5m #Economía #Superávit #Desempleo

FALSO. STRADA USA UNA MEDICIÓN RECORTADA QUE OCULTA EL DETERIORO DEL BALANCE DEL BCRA Y LA ESTATIZACIÓN DE LAS JUBILACIONES. La medición que presenta la diputada Strada se basa en un recorte de la deuda que no incorpora la totalidad de los pasivos del sector público consolidado. Para analizar la evolución completa de las obligaciones del sector público y su relación con la estabilidad macroeconómica, resulta importante tomar en forma consolidada la deuda del Tesoro y los pasivos remunerados del BCRA, netos de los depósitos del Tesoro. Cuando no se incluyen los pasivos remunerados del BCRA, las colocaciones de títulos del Tesoro que se destinaron a cancelarlos se registran únicamente como incremento en el stock del Tesoro. Al mismo tiempo, esas operaciones eliminaron pasivos de alta tasa en el balance del Banco Central que derivaban en emisión monetaria, llegando a generar emisión por el equivalente a una nueva base monetaria cada 3 meses en noviembre de 2023. De ahí que no puede analizarse la dinámica de la deuda en forma precisa sin tener en cuenta los pasivos remunerados del BCRA. Asimismo, los depósitos del Tesoro constituyen un activo cuyo único destino eventual es la cancelación de deuda. En un contexto de superávit fiscal, los recursos obtenidos mediante colocaciones —que corresponden a refinanciación de pasivos previos— pueden depositarse en el Banco Central para su aplicación posterior a la cancelación de deuda. Su consideración forma parte del análisis del stock de deuda neto de recursos disponibles para el cumplimiento de obligaciones. Durante el kirchnerismo, el canje de reservas del BCRA por Letras Intransferibles permitió registrar reducciones en la deuda con acreedores privados y organismos internacionales. Paralelamente, esa operación redujo los activos líquidos en dólares del Banco Central y deterioró su balance. El resultado fue un stock de reservas netas negativas superior a los USD 11.000 millones hacia noviembre de 2023, con los efectos observados en las expectativas cambiarias y en la dinámica de precios. La baja de la deuda en manos de privados también se vinculó con la estatización de las AFJP: los títulos públicos que integraban sus carteras dejaron de computarse como deuda con el sector privado y pasaron a registrarse como pasivos intra-sector público a través de la ANSES. En la gestión actual se cancelaron Letras Intransferibles a través de dos mecanismos. Por un lado, los fondos ingresados en el marco del acuerdo con el FMI se aplicaron a esa cancelación, lo que permitió recomponer reservas y fortalecer el balance del Banco Central. Por otro lado, parte de las utilidades del Banco Central se destinaron a la cancelación de esas Letras, en lugar de aplicarse a financiar déficits fiscales como ocurría en gestiones anteriores. La acumulación de deuda tiene su origen en los déficits fiscales registrados en ejercicios anteriores. Con orden en las cuentas públicas, las colocaciones se destinan a refinanciar pasivos generados en el pasado. La medición correcta e integral —deuda del Tesoro más pasivos remunerados del BCRA, neta de depósitos del Tesoro— muestra lo que el kirchnerismo oculta: este Gobierno está cancelando esas Letras Intransferibles de baja calidad, recomponiendo reservas y recapitalizando el BCRA. La deuda siempre es hija del déficit fiscal. Cuando hay superávit, las colocaciones nuevas son solo refinanciación de pasivos heredados de déficits anteriores. El kirchnerismo elige una contabilidad amputada para mentir sobre la herencia recibida y para esconder que se está saneando el balance del Banco Central y se está reduciendo la deuda pública consolidada, tanto en millones de dólares como en porcentaje del PIB. #DeudaPública #EconomíaArgentina #TransparenciaFiscal

FALSO. LOS OPERADORES MILITANTES DE EL DESTAPE MIENTEN OTRA VEZ: EL GASODUCTO PERITO MORENO LO TERMINÓ MILEI Los operadores seriales de El Destape insisten en una versión falseada sobre el Gasoducto Perito Moreno. Pretenden hacer creer que el kirchnerismo terminó la obra y que los ahorros de divisas que reporta un informe —casi cuatro veces la inversión inicial— son mérito de aquella gestión. Los hechos documentados indican lo contrario. El 9 de julio de 2023 se inauguró un ducto sin las plantas compresoras de Tratayén y Salliqueló en condiciones de operar a pleno. Esas instalaciones críticas mostraban, al asumir este Gobierno, avances de apenas el 38% y el 19% respectivamente, con deudas millonarias, contratistas desfinanciados y demoras acumuladas por falta de autorizaciones de importación de equipos. Correspondió al Presidente @JMilei ordenar la culminación de estas obras esenciales. El 10 de noviembre de 2024 se completaron las compresoras, permitiendo que el gasoducto alcance su capacidad de transporte de 25 millones de metros cúbicos diarios y genere un ahorro anual estimado en más de USD 750 millones por menor dependencia de importaciones energéticas. Para las ampliaciones futuras, este Gobierno tomó una decisión política de fondo: el Estado argentino dejó de ser el financista de la infraestructura energética. El plan TransportAr kirchnerista fue dado de baja. En su lugar, el ordenamiento macroeconómico y marcos como el RIGI atrajeron lo que el kirchnerismo nunca pudo generar en doce años: inversión privada genuina en gasoductos. La ampliación de TGS ya está en obra sin costo para el Estado, y el proyecto de TGN Tratayén-La Carlota avanza con capital privado, con más iniciativas en camino. Los resultados en el saldo energético —que pasó de un déficit de USD 13 millones en 2023 a un superávit superior a los USD 5.600 millones en 2024— son consecuencia directa de esa finalización, de las ampliaciones privadas y del conjunto de medidas adoptadas por esta administración: ordenamiento fiscal, precios que reflejan costos reales y un marco claro para la inversión en Vaca Muerta. Este Gobierno también canceló una deuda de USD 230 millones por gas importado de Bolivia que el kirchnerismo dejó sin pagar. La misma banda que dejó las compresoras al 38% y 19% de avance, que le debía USD 230 millones a Bolivia por gas que ya habían consumido, que financió una obra pública con deuda y la inauguró incompleta como si fuera un logro, sale a reclamar la cosecha ajena. La Fundación Encuentro —el "think tank" de los que en 2023 dejaron el país en llamas— admite en su propio informe que "resta ejecutar la segunda etapa de la obra" y acusa a este Gobierno de haberla frenado. MIENTEN: esa etapa estatal fue reemplazada por decisión política deliberada, con inversión privada real fluyendo hacia donde el kirchnerismo solo supo poner deuda y burocracia. El Gasoducto Perito Moreno funciona a su máximo rendimiento porque el Presidente Milei terminó lo que el kirchnerismo abandonó y construyó el marco que ellos siempre destruyeron. #GasoductoPeritoMoreno #JMilei #EconomíaArgentina

No necesitamos nada de lo que tiene Canadá, no necesitamos nada de lo que tiene México. Pero ellos necesitan todo lo que tenemos. Y tienen que tratarnos mejor. Con México y Canadá tenemos déficits comerciales. Deberíamos tener superávits con ellos. No necesitamos sus coches. No necesitamos su madera. No necesitamos su energía. No necesitamos nada.

El Mundial norteamericano que en realidad son tres por las amenazas de Trump a sus vecinos
www.eldiario.es

No hay gas. 6 HORAS DE FILA para cargar GNC en el auto. Pero el superávit energético. Pero empezaron los mejores 18 meses de la historia. Pero con los K íbamos a ser Venezuela https://t.co/X6vyl2Lftk #CrisisEnergética #GNC #Argentina

🆕✅En el renovado Salón Filiberto, #Boca APROBÓ su presupuesto en Asamblea de Representantes: 🔎123 votos a favor y 51 en contra. 📋COMUNICADO de #BOCA: La Asamblea de Representantes de Boca Juniors, celebrada este jueves en el renovado Salón Filiberto, aprobó por mayoría el presupuesto económico y financiero para el período que va desde el 1 de julio de este año hasta el 30 de junio de 2027. En un contexto económico marcado por la contracción, Boca una vez más logra consolidar un presupuesto que aún contemplando los gastos de la primera etapa de la ampliación de la Bombonera sigue siendo superavitario, con una previsión de ingresos de $239.392.104.000. Esto demuestra que el club es autosustentable y financieramente sólido, lo que permite seguir apostando al proyecto futbolístico, invertir fuerte en las divisiones inferiores, proyectar obras trascendentales y seguir apuntalando el deporte amateur y social que le ofrece el club a la comunidad. Por caso, el presupuesto de inversiones prevé una cifra histórica de $41.767.058.000, que se repartirán entre el inicio de la etapa 1 del Plan integral de ampliación y mejoras de la Bombonera ($19.606.500.000), las obras en Casa Amarilla y la construcción del microestadio para el deporte amateur ($12.325.200.000), y la construcción de un hotel para la Reserva en el Predio de Ezeiza entre otras mejoras como nuevos vestuarios ($7.016.640.000). #BocaJuniors #Presupuesto #Fútbol

Axel Kicillof Jun 10

El Gobierno nacional desconoció su compromiso de acercar una propuesta de pago en la audiencia de hoy en la Corte Suprema por los más de $2,3 billones que nos adeuda ANSES. Por ese motivo, dimos por terminada la etapa de conciliación y decidimos avanzar por la vía cautelar. Así es como construyen el superávit, negando el pago a los jubilados, a las universidades y a las provincias. En el caso de la Provincia de Buenos Aires, la deuda asciende a más de $22 billones, entre lo que han dejado de transferir y la pérdida de recaudación. No son números pequeños, equivale a la mitad de nuestro presupuesto anual. Vamos a seguir reclamando esos fondos porque no son de un Gobernador, le corresponden al pueblo bonaerense. #Deuda #JusticiaSocial #Gobierno