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#Tecido

E ainda por cima com forro de polyester ao invés de cupro, seda, uma viscose de qualidade ou algum tecido decente. Reprovada. Inimiga da moda. Se Lula não fosse o lacaio de Moraes e fosse enfiar mais 4 Moraes no STF, eu ia ter que repensar meu voto. https://t.co/lBTyRjtxUQ #Moda #Tecido #Política

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Já já a P!nk vai no story reclamar: designer palestina, Yasmeen Mjalli revela que sua marca foi salva por Olivia Rodrigo. A Nöl Collective estava à beira da falência depois que a alfândega israelense destruiu envios de tecido, até que Olivia encomendou um vestido para usar no Daisy Chains: “Foi como uma intervenção divina”, disse para a Vogue Arábia. #PINK #OliviaRodrigo #ModaPalestina

O @FT publicou hoje o ranking mundial dos mestrados em gestão. O Mestrado Internacional em Gestão da @NovaSBE aparece em segundo lugar. A série diz mais do que o número: 2014 — 48.º 2015 — 31.º 2018 — 30.º 2019 — 22.º 2020 — 16.º 2021 — 23.º 2022 — 15.º 2023 — 15.º 2024 — 8.º 2025 — 4.º 2026 — 2.º Rebento de orgulho. Fui aluno desta casa e depois tive um papel no que se seguiu. Em 2014 a Nova SBE era uma escola com uma ideia que na altura parecia excêntrica: construir um campus com donativos privados. Foram cinco anos a bater a portas. Cinquenta empresas. Mais de mil e quinhentas pessoas, muitas delas antigos alunos. Mais de cinquenta milhões de euros. O campus inaugurou em 29 de setembro de 2018. Do 48.º ao 2.º lugar não se chega com um edifício bonito. Chega-se com professores extraordinários. Com career services que fazem placement em todo o mundo. Com 2.000 alunos de mais de cem nacionalidades. Portugal não é segundo do mundo em mais nada que interesse. Nem no futebol. Temos um mestrado, numa escola pública, à frente de quase tudo o que existe no planeta. E quem olhar para a Nova SBE encontra ali a lição que falta à economia portuguesa. A escola recruta professores internacionais e paga-lhe a preço de mercado. Quem contrata um investigador para Carcavelos está a disputá-lo com o resto do mundo. A maioria das empresas portuguesas não faz nada disto. Paga muito abaixo do que se paga na Europa e queixa-se de que não encontra gente. A diferença não está na virtude de umas e no vício das outras. Está no mercado onde cada uma escolheu jogar. A Nova SBE compete internacionalmente por qualidade, e quem compete por qualidade paga por ela. A maioria do tecido empresarial português compete em preço, ou vive em mercados domésticos abrigados sem pressão para subir a fasquia. Os salários baixos refletem onde decidimos jogar. O que me continua a espantar é que ninguém tenha copiado. Passaram oito anos. Está ali, à vista de toda a gente, a prova de que uma faculdade pública portuguesa consegue chegar ao segundo lugar do FT. Não conheço outra faculdade que tenha tentado fazer o mesmo. Não falta talento a Portugal. Falta ambição institucional, e isso não acontece — escolhe-se. E falta dizer a parte que estraga a festa. As propinas de mestrado continuam congeladas. O Governo propôs descongelá-las em setembro do ano passado; o Parlamento chumbou em novembro, com o PS a apresentar o congelamento e o Chega a viabilizá-lo. É populismo bacoco, e é caro. Uma escola que disputa os melhores professores do mundo tem de poder cobrar ao aluno de mestrado o que o serviço vale, e usar a diferença em bolsas para quem tem mérito e não tem meios. Um teto artificial impede exatamente isso. Congelar a propina não protege o aluno pobre: protege o aluno rico, que podia pagar e não paga, e retira à escola o dinheiro com que se financiaria a bolsa do outro. Parabéns Nova SBE 🙌 #NovaSBE #Mestrado #Educação

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Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Estamos na reta final de votação do #MantodaNação, mas você ainda pode participar e conferir essas duas finalistas incríveis! Manto Real O Flamengo é o único clube que chama a camisa de Manto - veste de rei. Criamos um brocado de realeza tecido com as penas do Urubu, traçado em brasa e costurado com o ouro de 1895. Os outros vestem camisa. A Nação veste o Manto. Traços de Uma Nação As curvas de nível do Rio viraram as próprias linhas da camisa. Cada relevo do mapa vira capítulo da história do Flamengo, do litoral até os morros. O Urubu carrega essas curvas nas asas, sobrevoando fronteiras, sem esquecer sua base. Nasceu no Rio, mas o mundo virou sua casa. E aí, qual a sua preferida? Vote em: https://t.co/5D4yNdyr1B #Flamengo #MantoDaNação #CamisaDoFlamengo

𝑉𝑜𝑐𝑒̂ 𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑒 𝑀𝑎́𝑟𝑖𝑜? Bahia e @pumabrasil agradecem pelo teste de elasticidade do tecido ultra-tecnológico do manto tricolor. Tentaram, mas a camisa não rasgou. #CamisaDeAço #BBMP https://t.co/CkJKSM3eBd #BBMP #CamisaDeAço #Futebol

The President of the Republic, António José Seguro, stated in Covilhã the need to decentralize decisions and increase the size of companies in Portugal to retain qualified young people, highlighting the urgency of changing the way we look at territories and the business fabric. (translated)

Seguro quer nova forma de olhar para territórios e empresas
Observador Jul 27

Uma mulher de 67 anos recuperou a visão após um transplante inédito da parte central da retina em um hospital de Turim, onde médicos utilizaram tecidos saudáveis de um olho danificado para reconstruir o outro, permitindo que ela visse novamente após cinco anos de cegueira. #transplante #retina #visão

Mulher cega recupera visão em hospital de Turim
Observador Jul 21

A tecnologia está revolucionando a neurocirurgia, transformando procedimentos de alto risco em intervenções precisas e seguras, onde sistemas de navegação, tractografia e ecografia em tempo real permitem aos cirurgiões operar com confiança e reduzir o impacto sobre o tecido saudável. #Neurocirurgia #Tecnologia #Saúde

Do medo à precisão: a tecnologia mudou a cirurgia ao cérebro
LIBERTA DEPRE Jun 17

Carlos Alberto Parreira é internado no Rio após complicações de saúde O ex-técnico da seleção brasileira está internado no Hospital Samaritano, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade confirmou a internação do ídolo brasileiro, mas não divulgou informações sobre o seu estado de saúde. Parreira, 80 anos, tem um quadro de linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que se origina no sistema linfático, um conjunto composto por órgãos (linfonodos ou gânglios) e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem essas células através do corpo. Via: @JornalOGlobo 📷TV Globo #Saúde #Brasil #Câncer

Luciano Hang Jun 16

Não é de hoje que a Havan faz sucesso! Compartilho com vocês imagens da Havan de Brusque (SC) lotada desde os primeiros anos da nossa história e também de inaugurações recentes que continuam reunindo multidões por todo o Brasil, como a de Maringá (PR), realizada neste ano. Sempre valorizamos a experiência de visitar uma loja Havan. Ver famílias passeando, conhecendo novidades, fazendo compras e criando boas memórias é algo que me deixa muito feliz. Mas nosso sucesso não surgiu da noite para o dia. Foram 40 anos de muito trabalho, dedicação, disciplina e entusiasmo para oferecer o melhor aos nossos clientes. Começamos em uma loja de apenas 45 m², com um único colaborador e vendendo tecidos. Hoje, estamos prestes a encerrar o ano com 25 mil colaboradores, mais de 350 mil produtos e 200 megalojas espalhadas pelo Brasil. Olho para essa trajetória com muita gratidão. E se eu, um homem disléxico, narigudo, feio e orelhudo, consegui construir tudo isso, você também pode realizar grandes sonhos. Acredite no seu potencial, trabalhe com dedicação, seja persistente e nunca desista dos seus objetivos. Espero que esta mensagem incentive e motive você. Um abraço do Véio da Havan! #LucianoHang #VéioDaHavan #Havan #Havan40Anos #Havan #Inspiração #Sucesso

SAPO May 12

Uma equipa de investigação liderada por Paula Videira desenvolveu o anticorpo L2A5, que permite distinguir com alta precisão células cancerígenas de tecido saudável, melhorando assim o diagnóstico e tratamento do cancro, um avanço que a colocou entre os finalistas do Prémio Inventor Europeu 2026. #Investigação #Oncologia #Tecnologia #dobrezpravy

Investigação portuguesa desenvolve tecnologia que permite diagnósticos e terapias oncológicas mais precisas
SAPO May 12

Um grupo de investigadores portugueses, liderado por Paula Videira, desenvolveu um anticorpo inovador que distingue com alta precisão células cancerígenas de tecido saudável, uma conquista que os coloca na disputa pelo Prémio Inventor Europeu 2026 na categoria de Investigação. #Inovação #Cancro #Investigação #dobrezpravy

Portugueses na disputa pela invenção europeia do ano por avanço na luta contra o cancro
SAPO May 11

A Yunit Consulting alerta que 99,3% das empresas portuguesas ainda não utilizou o SIFIDE, um incentivo fiscal para inovação, a menos de um mês do fim do prazo de candidatura, que termina a 31 de maio, com apenas 0,71% do tecido empresarial a aproveitar este benefício que permite recuperar até 82,5% do investimento em atividades de I&D. #SIFIDE #Inovação #Empresas

Yunit Consulting alerta que 99% das empresas portuguesas ainda não recorreu ao SIFIDE a menos de um mês do fim do prazo