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#consum
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A horror has occurred in Finale Ligure, where a man killed his wife and 14-year-old son while they were sleeping, before committing suicide, raising the hypothesis of a murder-suicide. (translated)

Orrore a Finale Ligure, uccide moglie e figlio di 14 anni e poi si spara

Consumer loans in Spain have increased by 11.04% year-on-year, reaching 121.65 billion euros in July, due to a favorable financial context that reflects consumer confidence in their spending. (translated)

Los préstamos para viajar, comprar electrodomésticos o muebles se disparan en el último año
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Fuel prices continue to rise, with gasoline reaching 2.039 euros and diesel 2.147 euros, raising concerns among consumer associations about the economic impact on all families. (translated)

I prezzi dei carburanti salgono ancora: benzina a 2,039 euro e gasolio a 2,147. Ma così alti dal ’22
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Researcher Auke Hoekstra advocates treating the electricity grid like the internet, so that bottlenecks in the power grid can be resolved faster and more cheaply by utilizing smart technologies and rewarding consumers for preventing peaks in electricity consumption. (translated)

Behandel het stroomnet zoals het internet en de files verdwijnen, betoogt deze onderzoeker

Nuevos sprites y variantes: Esprite de rayos X: Marca periódicamente a los enemigos en una zona cercana. ¡Onigiri Sprite: Aplica Overdrive después de comer o beber un alimento consumible. Mega Man Sprite: Desliza con menos fricción. Sprite de sobreescudo: Concede Overshield, escalando con el nivel. #sprites #videojuegos #gaming

FACUA denounces Ryanair to Consumer for bypassing the law with fake phone lines for customer service. (translated)

Silvio Garattini, a 97-year-old oncologist, states that to live longer and in good health, it is essential to eat in small quantities, stay physically active, and adopt healthy lifestyle habits, such as not smoking and moderating alcohol consumption. (translated)

Silvio Garattini, oncólogo: "Para vivir más hay que comer poco y levantarse con algo de hambre"
Digi24 19h

A batch of brie cheese has been withdrawn from Metro Cash & Carry stores in Romania and recalled from customers due to the detection of Listeria monocytogenes, with consumers advised not to consume it. (translated)

Lot de brânză brie retras şi rechemat de la clienţi, după detectarea bacteriei Listeria monocytogenes. Clienții, sfătuiți să nu consume

Tiger Woods pleaded guilty to reckless driving after an accident in Florida and will be without a driver's license for five years, thus avoiding a more serious charge related to drug use. (translated)

Woods admite culpa e fica sem carta cinco anos

Farmers and consumers rightly expect imported products to meet the same high safety requirements as those produced in the EU. By sharing expertise across Member States, we can strengthen controls while protecting consumers, producers and our high food safety standards. #FoodSafety #EUstandards #ConsumerProtection #EU

The dear gas continues to hit the bills of the vulnerable with a 6.9% increase in August, pushing consumers to call on the government for urgent interventions to avoid an economic crisis, while the European wholesale market sees new rises and Europe prepares to face the winter with historically low reserves. (translated)

Caro gas, nuova fiammata sulle bollette dei vulnerabili: ad agosto +6,9%. Consumatori: “Emergenza nazionale, il governo non si volti dall’altra parte”

🚨URGENTE - Após Reforma Tributária, receita de impostos sobre consumo tem salto de 19% em 2027, mostra proposta de Orçamento https://t.co/WNQrdQAjxH #ReformaTributária #Impostos #Orçamento

Sony confirmó durante un juicio que los jugadores de PlayStation no son propietarios de sus juegos digitales. La compañía también afirma que sus consumidores son lo suficientemente inteligentes como para entenderlo y que no es plausible sugerir que alguien crea que al comprar un juego digital está adquiriendo realmente la “propiedad” del juego. Creo que había mejores formas de explicar la situación de las licencias de los juegos lol. #PlayStation #Videojuegos #Licencias

Abril Zamora has called for a boycott of 'Harry Potter' and criticizes its fans, stating that if J.K. Rowling supported Nazi causes, they would stop consuming her work, emphasizing the ethical responsibility to support the trans community. (translated)

Abril Zamora pide boicotear 'Harry Potter' y lanza un dardo a sus fans: "Si su creadora fuera nazi, dejaría de consumirla"

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Queremos ver muito investimento proveniente dos Estados Unidos [EUA] na Venezuela para aumentar as oportunidades e a prosperidade dos venezuelanos, dos norte-americanos e dos consumidores de energia

Washington quer "muito investimento"em Caracas
observador.pt

Dominee Gerrit Hiemstra vraagt het publiek bij EVA feitelijk om te stoppen met leven. Stop met vliegen. Stop met autorijden. Stop met vlees eten. Alles wat het moderne leven aangenaam, vrij en welvarend maakt, wordt vanaf de kansel verdacht verklaard. Onder dreigende beelden van branden, droogte en overstromingen wordt het publiek een collectief schuldgevoel aangepraat. En Gerrit is bepaald niet de enige. Op internationale klimaatbijeenkomsten vertellen politici, miljardairs en activisten gewone burgers dat zij minder moeten reizen, wonen, eten en consumeren. Opvallend vaak vliegen de predikers zelf de wereld rond – soms per privéjet – om zich tijdens luxueuze conferenties te laten voorlichten over onze “overconsumptie”. Misschien gaan we luisteren zodra zij zelf stoppen met vliegen, hun overvloedige diners laten staan en voortaan via Zoom vergaderen. Dit is geen evenwichtige wetenschappelijke voorlichting meer. Het is een religieuze preek over schuld, zonde en boetedoening, uitgezonden op prime time door de publieke omroep. Wanneer krijgt @marcelcrok bij EVA twee minuten – laat staan Gerrits twee minuten – om uit te leggen waarom er géén klimaatcrisis is? #Klimaatverandering #Duurzaamheid #Overconsumptie

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“Socialism Was Good in Theory” That sentence assumes the theory was never seriously challenged. It was. Long before the Soviet Union existed, before Lenin seized power, and before socialism had been tested on a national scale, major thinkers were already attacking its foundations—from very different directions. Five of them stand out. Tocqueville: Equality Can Become Servitude In 1848, Alexis de Tocqueville drew a sharp distinction between democracy and socialism. Both spoke about equality. But Tocqueville believed they pursued it in fundamentally different ways. Democracy, in his view, sought equality while preserving individual freedom. Socialism risked achieving equality by expanding the power of the state over the individual. His warning was essentially this: equality is not automatically liberty. A society can pursue equality so aggressively that it begins sacrificing the independence that makes political freedom meaningful. Bastiat: Follow Where Redistribution Leads Two years later, Frédéric Bastiat attacked socialism from a different direction. His question was deceptively simple: What happens when the state acquires the authority to take from some people and give to others in the name of justice? Bastiat called this “legal plunder.” His concern was not merely that redistribution might be expensive. It was that once government becomes the instrument through which competing groups obtain benefits from one another, politics can turn into a permanent struggle over who controls the machinery of redistribution. The problem, therefore, wasn’t simply how much the state redistributed. It was the principle that made redistribution legitimate in the first place. (bastiat.org⁠) Nietzsche: Equality Can Become Resentment Nietzsche approached socialism neither as an economist nor as a constitutional theorist. He attacked its psychology. He saw modern egalitarian movements as part of a much older moral impulse: resentment toward exceptional individuals and suspicion of strength, ambition and hierarchy. For Nietzsche, the danger was not simply that everyone might become economically equal. It was that a culture could begin treating excellence itself as something morally suspect. The goal would cease to be lifting people upward. It would become bringing the exceptional downward. Böhm-Bawerk: Challenge the Economics Then came Eugen von Böhm-Bawerk. In 1896, he turned his attention specifically toward Marx’s economic system. His criticism was not primarily moral or political. It was technical. Böhm-Bawerk argued that Marx’s theory of value did not adequately explain how the labor values developed in Capital could be reconciled with the actual prices Marx subsequently needed to explain. In other words, he attacked socialism where it claimed to possess a scientific economic foundation. The argument became one of the central criticisms of Marxian economics and helped launch a debate that would continue for generations. Mises: The Calculation Problem Then, in 1920, Ludwig von Mises attacked an even more fundamental question: Even if socialism is morally desirable, how would a socialist economy actually know what to produce? A functioning economy has millions of competing uses for scarce resources. Build a bridge or a hospital? Use steel here or there? Produce more machinery or more consumer goods? Under private ownership and markets, prices for capital goods provide information about relative scarcity and opportunity costs. Mises argued that abolishing private ownership of the means of production also removes the genuine market prices necessary for rational economic calculation. The problem wasn’t simply that socialist planners might make bad decisions. It was that the system deprived them of the very economic signals required to systematically compare those decisions. (Mises Institute⁠) And that was the sequence. Tocqueville challenged the political premise. Bastiat challenged the moral and legal mechanism of redistribution. Nietzsche challenged the psychology behind egalitarianism. Böhm-Bawerk challenged Marx’s economic theory. Mises challenged the possibility of rational central economic calculation. Five different thinkers. Five different objections. And all of them came before the Soviet Union had demonstrated what large-scale socialist government would actually look like. So “socialism was good in theory, but bad in practice” is not an argument. It is a historical claim that requires you to explain why these theoretical objections were wrong. The interesting question isn’t whether socialism had critics. It did. The interesting question is whether socialism ever adequately answered them” - ChatGPT

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Ozempic is being used in Spain as a treatment for alcohol addiction, helping patients moderate their consumption, such as in the case of Fernando, who after suffering a serious accident due to his excessive drinking, now feels able to control his drinking thanks to weekly injections of the medication. (translated)

Ozempic ya se usa para tratar a adictos en España: "Bebía tres botellas por noche, ahora me vale con dos copas"