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#declaração

Declaração forte do presidente do Remo, Antônio Carlos, o Tonhão, contra Neymar: "Esse vagabundo desse Neymar que é idolatrado por um monte de crianças, fez as palhaçada dele aqui e ainda vem provocar" 📽️ Fluxo https://t.co/kkpPIf5UXF #Neymar #Futebol #Polêmica

POPTime 6h

UM HOMEM APAIXONADO! Shawn Mendes faz publicação se declarando para Bruna Marquezine: “Feliz aniversário, meu bebê. Você é uma luz e uma mãe por todos os lugares em que passa. Sem querer ser meloso demais, mas você verdadeiramente mudou minha vida e eu sou imensamente grato por você. Eu te amo muito, muito, muitoo!” #amor #aniversário #declaração

🚨 É OFICIAL! Sadie Sink é confirmada como a Jean Grey dos X-Men no MCU, fazendo sua estreia em Homem-Aranha: Um Novo Dia. Kevin Feige fez a declaração em um evento para fãs. https://t.co/hxGcTPA8pu #XMen #MCU #SadieSink

ATENÇÃO: Donald Trump afirma que os Estados Unidos reconhece a soberania do Marrocos sobre a área do Saara Ocidental, em meio a crise envolvendo a cidade autônoma de Ceuta, pertencente a Espanha. A região foi alvo de imigração em massa de marroquinos nesta semana. Declaração gera oposição imediato do governo espanhol. Ceuta é território espanhol desde 1518, mas é reivindicada pelo Marrocos. Apesar de Ceuta não estar no Saara Ocidental, declaração é vista como recado à Espanha. #Trump #Marrocos #Ceuta

Lula 4d

Nenhuma declaração em primeira pessoa presente no artigo.

Dívida do Brasil no máximo desde 2021
observador.pt

Dear listeners, in the 9 PM news of Rádio Observador, the statement by the President of the Republic stands out regarding the need for swift conclusions in investigations related to the Minister of Internal Administration, Luís Montenegro, while discussing the situation of migrants in Ceuta and the reinforcement of border control, with the government rejecting the suspension of agreements in the Schengen area. (translated)

As notícias das 21h

O executivo de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, esteve na Neo Química Arena após a partida contra o Athletico e participou de reunião com os responsáveis pelo gramado do estádio em busca de melhorias. Veja a declaração completa do dirigente. https://t.co/gHhFBU0AA4 #Corinthians #futebol #NeoQuímicaArena

A declaração veio de um jornalista da CNN e acendeu um alerta: segundo ele, ministros estariam agindo por medo de uma vitória de Flávio e tentando influenciar a Justiça Eleitoral. Se uma acusação como essa não provoca indignação e amplo debate, o problema deixa de ser apenas a denúncia e passa a ser a normalização do que deveria chocar o país. #Justiça #Política #Eleições

🚨 Nota oficial do Vitória a respeito da declaração de Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, sobre Luan Cândido: “O Vitória vem a público expressar sua indignação diante das declarações do treinador do Palmeiras, Sr. Abel Ferreira, nas quais questiona o caráter de nosso atleta Luan Cândido. ‘Conhece o histórico do Luan Cândido? Conhece o histórico dele?’, disse Abel Ferreira. Luan Cândido estreou profissionalmente em 2020 e, desde então, acumula 6 expulsões em 6 anos, o que corresponde a uma média de uma expulsão por ano, sendo 4 expulsões diretas e duas por 2 cartões amarelos. Tratando-se de um defensor, trata-se de um número baixo. Durante o mesmo período, Abel acumula 13 expulsões. Um número que representa mais do que o dobro da quantidade registrada por nosso atleta e, principalmente, parte de um profissional que deveria servir de exemplo para seus jogadores. O Vitória defende que a arbitragem do futebol brasileiro deve ser aprimorada e profissionalizada, para que todos os clubes deixem de sofrer com atuações equivocadas que acabam prejudicando projetos inteiros. Por isso, causa-nos estranheza que o Sr. Abel Ferreira considere um lance claro de agressão como algo ‘no limite’, especialmente por se tratar de alguém que frequentemente manifesta insatisfação com a qualidade da arbitragem nacional. Por fim, reiteramos nossa total confiança no caráter, na conduta profissional e na integridade de Luan Cândido, atleta que honra diariamente a camisa do Vitória dentro e fora de campo.” 📸 EC Vitória #Futebol #Vitória #Palmeiras

Comentário de Hugo Souza, do Corinthians, repercute e gera acusações de homofobia nas redes sociais: "Aqui é Corinthians, não é São Paulo, não". A declaração do goleiro foi dada durante o programa The Noite, do SBT. 🗞️ @Terra 🎥 Reprodução/SBT https://t.co/7kCJAsMLFN #Corinthians #Homofobia #Esporte

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

ATÉ O PARAGUAI PRECISOU DAR AULA DE HISTÓRIA NO LULA Lula conseguiu a proeza de ser repudiado oficialmente pelo Congresso de um país vizinho. Ao citar a Guerra da Tríplice Aliança para justificar mais gasto militar, o petista distorceu os fatos e tratou “com leveza” a maior tragédia da história paraguaia, e a Câmara dos Deputados do Paraguai respondeu com a Declaração nº 1836, repudiando formalmente suas falas e exigindo respeito à memória histórica da nação. É o “grande estadista” da esquerda transformando a diplomacia em vexame internacional: em vez de aproximar povos irmãos, arruma briga com o vizinho por pura falta de preparo. O Brasil merece representação à altura, não mais um constrangimento. #Lula #História #Diplomacia

Brasil 🇧🇷/Paraguai 🇵🇾: A Câmara dos Deputados do Paraguai publicou uma declaração oficial repudiando as declarações feitas por Lula sobre a Guerra da Tríplice Aliança. O documento expressa a posição institucional do Legislativo paraguaio em rejeição às falas do presidente brasileiro. Congressistas também exigem um posicionamento do presidente do Paraguai, Santiago Peña. #Brasil #Paraguai #Política

Nada justifica Tarcísio de Freitas estar liderando as pesquisas, a desaprovação dele não crescer e a aprovação não cair. Nada justifica, diante do caos em que está o estado de São Paulo. Na semana passada, tivemos um acidente grave na linha de trem, logo após a privatização. Ele privatizou tudo em São Paulo: Sabesp, trens, parques. A Sabesp vive um caos diário no estado. Já houve acidentes com mortes, casas destruídas e pessoas que perderam tudo. O trem pegou fogo e parou São Paulo inteira. Por muito pouco não aconteceu uma tragédia ainda maior. Como Tarcísio de Freitas ainda pode estar liderando as pesquisas e manter esse nível de aprovação? Fora os escândalos envolvendo a Polícia Militar. Há investigações sobre integrantes da alta cúpula da PM por suspeitas de ligação com o PCC. Só que a mídia faz o quê? Ela blinda Tarcísio de Freitas. Não associa o nome dele quando o trem pega fogo, quando há problemas envolvendo a Sabesp ou quando surgem denúncias sobre coronéis da alta cúpula da Polícia Militar. Isso precisa ser dito. Tarcísio de Freitas e Guilherme Derrite desmontaram os comandos da Polícia Militar, e coronéis investigados passaram a ocupar postos de comando. A gente avisou que isso poderia acontecer. Mas sabe o que explica Tarcísio de Freitas continuar liderando? O estado de São Paulo estar inserido em uma dinâmica política em que parte expressiva do interior mantém forte apoio à direita, inclusive setores do agronegócio que, muitas vezes, sustentam um governo que, na prática, não atende aos seus interesses. Até agora, por exemplo, Tarcísio não fez uma declaração em apoio aos produtores afetados pelo tarifaço relacionado à crise com os Estados Unidos, tema impulsionado pela atuação de Flávio Bolsonaro. Ainda assim, esse apoio permanece. O que explica Tarcísio de Freitas liderar as pesquisas é, em grande medida, a polarização política e o papel da mídia hegemônica, que ajuda a construir sua imagem como um nome competitivo para a disputa presidencial de 2030. A ideia de uma direita “cheirosinha”, representada por Tarcísio, está sendo fortalecida para que ele chegue competitivo à eleição presidencial. É bom a gente ficar muito atento ao que está acontecendo no estado de São Paulo. É preciso denunciar cada problema, cada consequência das privatizações e cada escândalo envolvendo a segurança pública. E digo isso para o país inteiro, porque São Paulo é um estado fundamental para o Brasil. Precisamos construir condições para eleger um governador de esquerda no estado. #SãoPaulo #Política #Privatizações

Estados Unidos alega que o Brasil interfere na economia do país e prorroga por mais um ano declaração de emergência internacional decretada por Donald Trump. #EUA #Brasil #Economia

🚨URGENTE! Flávio Bolsonaro ARREGOU e CANCELOU depoimento presencial na PF! Com MEDO de ENCARAR o Delegado pessoalmente o Rachadinha preferiu entregar declaração POR ESCRITO ! SUA HORA VAI CHEGAR, FLÁVIO! 🚓 👀 https://t.co/BByai809HU #FlávioBolsonaro #Política #Brasil

O artigo de Helena Garrido explora a crescente controvérsia em torno do ministro Luís Neves, destacando a falta de transparência e explicações sobre sua conduta na Polícia Judiciária, que levanta questões sobre o seu poder e a informalidade com que exerce sua função pública, especialmente em relação a casos de tráfico de drogas e à não apresentação de sua declaração de rendimentos. #LuísNeves #PolíciaJudiciária #Informalidade

O poder do ministro Luís Neves

🚨 Declaração do PSG sobre a transferência de Diomandé para o Real Madrid: “Eles estavam pedindo uma quantia absurda por um jogador que tem potencial, mas estava jogando na segunda divisão espanhola há um ano. Não vamos estourar o orçamento só porque um clube chegou fazendo estardalhaço. Isso mostra onde o Real Madrid está neste momento Isso mostra onde o Real Madrid está agora.” 🗞️ @lequipe #PSG #RealMadrid #Transferência

EDSON FACHIN: "Tomei conhecimento da declaração do Presidente da Argentina sobre Ministro do Supremo Tribunal Federal. Trata-se de referência desrespeitosa a magistrado da mais alta Corte do País, feita em solo brasileiro, por ato jurisdicional praticado conforme a Constituição e as leis da República Federativa do Brasil. Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a Presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados". #Justiça #Direito #Diplomacia

O Itamaraty demorou quatro dias para reagir à declaração de Daniel Ortega e, quando finalmente se manifestou, limitou-se a dizer que recebeu o anúncio “com preocupação”. A nota publicada em 23 de julho, reafirma o compromisso do Brasil com eleições livres, mas em nenhum momento utiliza termos como “repúdio”, “condenação”, “ruptura democrática” ou “ditadura”. Também não anuncia qualquer medida diplomática contra o regime nicaraguense. Daniel Ortega não anunciou uma reforma eleitoral nem uma mudança nas regras do pleito. O ditador declarou que a Nicarágua não voltará a realizar eleições, encerrando o principal mecanismo de alternância de poder em qualquer democracia. É um marco histórico na consolidação de um regime autoritário. A reação do governo Lula foi tão branda que abriu espaço para uma resposta desafiadora de Manágua. Em um comunicado intitulado “Nossa democracia, nossas eleições”, o regime de Ortega não apenas ignorou a preocupação do Itamaraty como reivindicou o direito de definir, sozinho, o que considera democracia. A mensagem é inequívoca - quem controla o Estado agora pretende controlar também o significado das palavras. Depois de anunciar que não haverá mais eleições livres, o regime afirma continuar realizando “eleições democráticas”. É a lógica típica das ditaduras modernas; mantêm o vocabulário da democracia enquanto eliminam, uma a uma, as condições que a tornam possível. Enquanto organismos internacionais e diversas democracias trataram o anúncio de Ortega como mais um grave retrocesso institucional, o governo Lula optou por uma nota protocolar, sem condenação explícita e sem qualquer consequência diplomática - dizer apenas que recebeu a notícia “com preocupação” soa desproporcional à dimensão dos fatos. A história mostra que ditaduras não recuam diante da complacência. Ao responder a Daniel Ortega com uma nota morna, o governo Lula não constrangeu o ditador; ao contrário, deu a ele a certeza de que não terá de pagar um preço político proporcional aos seus atos. #Liberdade #Democracia #DireitosHumanos