An explosion at an illegal fireworks factory in Uttar Pradesh, India, resulted in the death of 11 people and injuries to five, leading Prime Minister Narendra Modi to promise compensation for the victims' families. (translated)

An explosion at an illegal fireworks factory in Uttar Pradesh, India, resulted in the death of 11 people and injuries to five, leading Prime Minister Narendra Modi to promise compensation for the victims' families. (translated)

Custa sempre ver sair um dos nossos. Custa ainda mais ver sair um dos maiores talentos que o Olival já produziu. A verdade é que acaba por ser uma decisão positiva para todas as partes. No clube vendedor, é uma venda que do ponto de vista liquido andará muito perto do topo e possibilitará finalmente o ataque ao mercado. Do clube comprador, recebe um enorme talento pronto para espalhar magia em território italiano. Do jogador, desbloqueia uma teia difícil por cá e encontrará um treinador, sistema e contexto muito vantajoso para continuar a desenvolver o seu (muito) futebol. Muito se tem falado na critica a Farioli pela falta de variabilidade para incluir Mora e também no típico “bom treinador é o que sabe potenciar ao máximo cada jogador”. Podendo isso ser verdade, não é algo claro como se diz. Deve sim potenciar cada jogador mas, antes disso, deve priorizar o coletivo e alcançar os objetivos estabelecidos (neste caso, ser campeão). De nada vale um treinador capaz de espremer ao máximo 20 atletas se chega a maio e fica a ver navios. Aconteceu com Farioli e Mora, como aconteceu com Luis Enrique e Mbappé e outros inúmeros exemplos. Para concluir, para alguns não acharem que apenas defendo um lado, também acho que a aposta poderia ter sido ligeiramente diferente e ter sido testado mais vezes as opções alternativas como falso EXT ou falso AVA. Não aconteceu e ficará sempre a dúvida do “e se…”. Muito tranquilo em relação a este assunto pelo que tenho vindo a falar ao longo destes tempos. Desde que criei a página, Rodrigo Mora foi o jogador que mais marcou todo o conteúdo desde o 1.º tweet nos S17, na enorme Youth League 23/24, na estreia super jovem na B, explosão de magia em 24/25 e o titulo de 25/26. Ficarão para sempre as memórias do nosso mágico. 💙 Por fim, tentei sempre ao máximo evitar falar das 1001 formas de negócio que vieram a público porque, como é hábito, o Presidente não desiludiu e manteve os interesses do FC Porto sempre em 1.º lugar. Seguimos Juntos! #Futebol #Transferências #FC Porto
An explosion in a oil depot at the port of Rotterdam resulted in the death of one person and injuries to six, with the police investigating the causes of the incident, although there are no signs of sabotage so far. (translated)

Madrugada foi da maior chuva de todos os tempos em Cascavel. Trovão, raio, explosão, maluquice. Céu cinza daquele jeito agora. Corinthians. #Cascavel #Chuva #Tempestade
Russia classified an explosion at a restaurant in Moscow as a terrorist attack, highlighting that the incident, which resulted in several deaths and injuries, is not related to the war, while the local press emphasizes the advances of Russian troops in Ukraine. (translated)

Lebanese President Joseph Aoun called for the issuance of formal charges six years after the explosion at the port of Beirut that left more than 200 dead and 300,000 displaced, emphasizing the need for accountability of those responsible and the independence of the Lebanese judiciary. (translated)

1/5 Inspirado nas medidas de @JMilei, o Brasil também precisa responsabilizar os verdadeiros responsáveis. Se o Estado não cumprir as metas fiscais, os primeiros a perder benefícios e deixar de receber salários são: Presidente, Vice, ministros, deputados e senadores. 2/5 Na Argentina, Milei cortou gastos, enfrentou privilégios e devolveu equilíbrio às contas públicas. A inflação e a pobreza recuaram, enquanto o país voltou a registrar superávit. 3/5 Mesmo enfrentando uma pandemia mundial, Bolsonaro conseguiu reverter a explosão da dívida e entregou o Brasil, em 2022, com dívida bruta de 73,5% do PIB e superávit primário. Lula recebeu as contas saneadas. Porém, em maio deste ano, a dívida já está em 81,1% do PIB, cerca de R$ 10,6 trilhões. Contas no azul igual Bolsonaro deixou? Nunca mais vimos desde 2023. 4/4 Por isso, estou construindo com especialistas um Projeto de Lei Complementar e uma PEC semelhantes as iniciativas de Milei na Argentina. Se o governo perder o controle das contas, param primeiro os novos contratos, nomeações, publicidade, transferências políticas e emendas que não atendam serviços essenciais. Persistindo o déficit, políticos e autoridades do alto escalão terão benefícios cortados, depois metade do salário e, no último estágio, suspensão integral de seus salários. Hospital, aposentadoria, assistência, educação e segurança não param. Quando faltar responsabilidade, a máquina política paga primeiro. O cidadão, não. #ResponsabilidadeFiscal #EquilibrioFinanceiro #PoliticaBrasileira
An explosion caused by an improvised explosive device in a restaurant in Moscow resulted in the death of three people and injuries to another 21, according to the National Anti-Terrorism Committee of Russia. (translated)

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,
Pros empresários amigos de Tarcísio, dinheiro no bolso. Pro povo, explosão, incêndio e andar nas alturas em cima de trilhos de trem. Essa é a gestão Tarcísio. CHEGA DE TARCÍSIO, REESTATIZA JÁ! https://t.co/xwcatbBd6c #Tarcísio #Reestatização #GestãoPública
Linha privatizada por Tarcísio de Freitas, suposto Governador de São Paulo, pega fogo. Passageiros gravam momento da explosão de trem na Linha 12-Safira da Trivia. 11-Coral e 13-Jade também apresentam falhas por 3 dias já, e passageiros andam nos trilhos. https://t.co/aFa1BpJy78 #SãoPaulo #Trem #SegurançaTransporte
🚨 ATENÇÃO! São Paulo amanheceu mais uma vez um caos! Tags do dia: CHEGA DE TARCÍSIO DO CAOS SP NÃO AGUENTA MAIS Três linhas de metrô paralisadas após uma explosão que quase causou uma tragédia! Milhares de trabalhadores indo a pé pelos trilhos, um risco enorme! Infelizmente isso virou rotina em São Paulo. Vamos mostrar para São Paulo que o aliado do TARIFLÁVIO GOLPISTA está colocando os trabalhadores da cidade em risco! #SãoPaulo #Caos #Segurança
Uma explosão causada por uma fuga de gás nas obras da estação de metro de Sants, em Barcelona, feriu oito trabalhadores, dois deles gravemente, e provocou um incêndio que continua a ser combatido pelos bombeiros. #Barcelona #Explosão #Acidente

Um homem foi detido em Cascais e colocado em prisão preventiva após a descoberta de um arsenal que incluía uma AK-47, uma UZI, uma granada ativa e drogas, em resposta a disparos e a uma alegada explosão em um prédio no Estoril. #Cascais #PSP #ArmasDeFogo

Neste vídeo podemos ver a ação da ucraniana responsável por plantar a bomba no atentado contra o oligarca Vadym Yermolaiev, em Mônaco, Podemos ver que ela deixa a sacola com explosivos na entrada do prédio e, poucos segundos depois, o oligarca, a sua mulher e o seu filho chegam. A explosão causou ferimentos leves/médios em Yermolaiev e no seu filho, mas a sua mulher perdeu ambas as pernas. Esse vídeo foi gravado por uma câmera posicionada no local pela própria assassina, provavelmente para provar ao mandante que o ataque foi realizado. A assassina foi encontrada morta alguns dias depois em uma "câmara de tortura" na Ucrânia. O crime ainda está sendo investigado. #hojenomundomilitar #Ucrânia #Atentado #Investigação
Um oligarca ucraniano, Vadim Ermolaev, e sua família ficaram feridos em uma explosão causada por uma bomba colocada na entrada de um prédio residencial no Mónaco, com as autoridades tratando o caso como uma tentativa de homicídio enquanto buscam o responsável pelo ataque. #Terrorismo #Mónaco #Ucrânia
“Eu aceito e admiro a genialidade do Messi, mas não comparo com Pelé. Pelé foi a mais perfeita relação do atleta com o corpo. Força muscular, explosão, reflexo, capacidade pulmonar… e aquilo foi 100% natural. O Pelé que brilhou no Estádio Azteca na final da Copa de 70 foi o mesmo que nasceu em Três Corações. Ele é a reencarnação do Homem Vetruviano, de Da Vinci, onde está tudo perfeitamente equilibrado.” “O Messi, com toda sua genialidade, só se tornou um grande atleta porque passou por um tratamento hormonal, porque na infância ele tinha uma deficiência de crescimento, e a partir desse tratamento ele consegue se tornar um atleta. Isso, claro, graças ao avanço da medicina. Não é um demérito, é uma realidade. Se o Messi tivesse nascido há 50, 60, 70 anos como o Pelé, ele não teria sido um gênio do futebol como é hoje. Então, o Pelé é o Rei do Futebol do jeito que ele nasceu em Três Corações; o Messi também se tornou esse grande jogador pela genialidade que ele tem, mas também graças aos avanços da medicina. Por isso, para mim, eles estão em prateleiras diferentes.” 🎙️ Bruno Vicari, na ESPN. 📸 AFA/Seleção Argentina | Reprodução/ESPN #Futebol #Pelé #Messi
Uma explosão no 25º andar da Torre Moëve, um arranha-céus de Madrid, causou um incêndio e a evacuação de centenas de pessoas, mas não deixou feridos, enquanto as causas do acidente ainda são desconhecidas. #Madrid #Explosão #Incêndio

Uma explosão no terminal de gás do Qatar resultou em 54 feridos e 18 desaparecidos durante os esforços para retomar operações após ataques iranianos, gerando incertezas sobre a extensão dos danos e potencial impacto nos mercados energéticos globais. #Qatar #Explosão #MédioOriente
