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#pureza

I have talked about this before, but I think it's important to emphasize that the reason we see this type of sensual scenes with Marta and Fina and other women and not between them is also misogyny, or one form of it. In dreams of freedom, and especially with the Mafin, they use desire only to showcase superficial and carnal attractions, with villains or passing characters, as a method to later blame/betray or sadden the main character, who is always a woman. And then the "real" love, the "pure" love is shown from that "purity" which is to depict only tenderness, the most adolescent and childish gestures of love, practically disconnected from all sexuality (especially in this season), as if the only way for love between women to be real, to be endgame, and to be valid is that they do not desire each other carnally because the carnal is associated with "evil," with the "superficial." Daughters, these are the foundations of Catholic guilt and Christianity. It is deeply harmful. (translated)

TEBET SENTIU O CHEIRO Salles desiste, junta a direita, apoia Derrite e Prado. Tebet, ministra de Lula, sai com a frase pronta: “Salles aderiu ao Centrão. Eu sou a única candidatura realmente de centro.” Centro o quê, Simone? Você foi ministra do Planejamento do mesmo governo que você agora finge não ter cheiro. Marina do lado. Lula no palanque. E você de “independente”. Salles passou a campanha xingando Prado. Mesmo assim abriu mão da candidatura. Você não abre mão nem do discurso. Não é grandeza. É desespero de quem viu o voto da direita parar de se dividir a seis dias da urna. Reação medíocre. Pose de centro. Currículo de governo Lula. São Paulo não precisa de certificado de pureza. Precisa de senador que não trema quando o adversário soma. #Política #Eleições2023 #Centro

«Os que mais se vangloriam do radicalismo literário, da integridade moral e da pureza de princípios são os mais oportunistas, complacentes e desalmados, capazes de vender a avó a uma rede de tráfico de escravos em troca de uma crítica positiva no Babelia.» Javier Cercas. Grande. #Literatura #Radicalismo #JavierCercas #Nãohámençõesapaísesespecíficosnotweetanalisado.

"Quienes quieren predicar la moralidad, quienes quieren hablarnos de buen gobierno, quienes quieren crear la ilusión de adecuación, bondad, pureza, el lenguaje asociado con lo 'blanco', están perpetrando una burla"

Países del Caribe acudirán a la justicia para exigir a Reino Unido "billones" como compensación por la esclavitud
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🪞💅🏻🎀O mundo precisa de mais Kikos Hots. Primeiro porque o que eu mais vejo por aí é gente que não sabe aplicar um rimmel convenientemente. Depois porque é uma joia de moço. Um daqueles seres humanos que nos fazem olhar para nós próprios e pensar, olha, f@da-se, eu podia ser 1 gajo melhor. O Kiko não se vende por dinheiro. E isto é um pilar moral importante. Ou, vá, não se vende a determinado dinheiro. Há dinheiros e dinheiros. Há dinheiro com mau carácter, dinheiro facho, dinheiro pecaminoso, dinheiro que cheira mal. E depois há dinheiro inclusivo, sustentável, e que provavelmente separa o lixo e tem um coraçãozinho na bio do Insta. Quando lhe ofereceram 3 mil paus para fazer pub a um casino online ilegal, o Kiko mostrou a proposta e recusou. Porque o São Kiko is hot não se vende, nem dá segundas oportunidades. Ponto. São Kiko seleciona parceiros. Oh pois. Só parceiros com elevado grau de pureza moral. ⚠️Ainda há dias estava numa campanha do ActivoBank a explicar-nos como domiciliar o ordenado. "ordenado activo is hot". Bom, conto com o Kiko hot para garantir a saúde financeira dos nossos bancos, que é muito importante. Não podemos deixar cair o Activo, nem nenhum outro banco. Olha, e até ontem, 12/9, o nosso moço de valores supra subiu ao palco Continente, na Praça do Comércio, para um DJ set numa festa promovida pelo Continente. A grande distribuição precisa de um Kiko em cada caixa, para garantir que o preço do cabaz alimentar não sobe. ⚠️Também esta semana, perante o memorial das quase três mil pessoas assassinadas nos atentados, Kiko resolveu introduzir Gaza na equação. Enquanto recordamos aquelas meras 3 mil vítimas, em Gaza morreram 73 mil crianças e mulheres, e que até já foram bem mais, mas não lhes damos a mesma importância. A importância dos mortos, diz Kiko hot, depende muito da cor da pele. Por isso é que o Kiko hots sabe o nome destas 73 mil crianças e mulheres, como já soube quando eram mais de 100 mil. Algumas dessas provavelmente até o seguiam no Insta e tudo. Relações pessoais, humanas, ligações para a vida. Olha Israel? Recusou inclusivamente uma viagem paga pela embaixada israelita, porque estes são maus. Só para verem o grau de pureza moral do Kikinho hottie. ⚠️Só foi chato quando lhe palmaram o iPhone mesmo ali debaixo do nariz. Ficou f@dido. Teve pena, porque era seguramente alguém de muito carenciado, mas na dúvida, chamou a bófia, só para garantir que o c@brão apodrece no xadrez até ao último dos seus dias com comida e roupa lavada, coitado. F@da-se, o iPhone do Kiko é instrumento de trabalho, c@ralho, com o ganha pão não se brinca. Camaradas, o Kikão é o produto perfeito do nosso tempo, o influencer que transborda autoridade moral, uma padre sem batina, mas com eyeliner, assessoria profissional e tabela de preços. Vende bancos, atua para os supers, faz festivais, campanhas e publicidade, mas conserva cuidadosamente no escaparate uma persona situada alguns centímetros acima do resto de nós. Ou seja, ele não trabalha com marcas. As marcas é que têm a honra de colaborar com os seus valores. Ele não tem opiniões políticas. Tem princípios. Ele não faz conteúdo sobre tragédias. Dá voz aos que não têm voz. O mundo seria certamente um lugar melhor se cada um de nós acordasse de manhã, se maquilhasse convenientemente, olhasse ao espelho e perguntasse: "Que injustiça vou combater hoje?" E, logo a seguir: "Quem é que patrocina?" Por outro lado, a indústria de cosméticos vale anualmente mais de 350 mil milhões de dólares, e isso dava para matar a fome toda no mundo, por isso não sei, talvez possamos combater sem maquilhagem. Fica a dica, Kikão. o dono da cooperativa Vídeo in Youtube KikoisHot #KikoHot #Influencer #PurezaMoral

José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda, criticou o Ministério da Educação por perpetuar a lengalenga das promessas anuais de melhoria na colocação de professores, enquanto continua a haver uma significativa falta de docentes, especialmente nas áreas de Lisboa, Setúbal e Vale do Tejo, devido às elevadas despesas de vida. #Educação #Professores #BlocoDeEsquerda

Pureza critica "lengalenga" do Governo na educação

Descobri quem está atacando a candidatura da Tebet e da Marina. Então, vamos falar de uma coisa que parte dessa esquerda que se diz radical precisa entender: estamos vivendo uma eleição em que o Senado é central para o equilíbrio democrático do país. Atacar Marina Silva e Simone Tebet porque elas não correspondem ao ideal de pureza ideológica de determinados setores da esquerda é uma irresponsabilidade política. Não importa se Marina é da Rede ou se Tebet é do PSB. O que importa, nesta eleição, é de que lado elas estão. As duas estão na chapa que apoia Lula e disputam justamente as duas vagas de São Paulo para o Senado. Hoje, inclusive, Marina e Tebet aparecem entre os nomes mais competitivos dessa disputa. O governo Lula foi, desde o início, um governo de reconstrução e resistência depois de quatro anos de destruição institucional, social e econômica. E agora não estamos discutindo apenas mais quatro anos de governo. Estamos discutindo qual país vai existir depois de Lula. Porque é preciso compreender uma coisa muito séria: Lula não ficará para sempre. Não existe hoje outra liderança no campo progressista brasileiro com a mesma força eleitoral, política e popular. Portanto, reelegê-lo em 2026 não pode significar simplesmente colocar Lula novamente na Presidência e entregar o Congresso para os adversários. Presidente sem Congresso vira presidente cercado. É exatamente por isso que o Senado importa tanto. Em 2026, cada estado elege dois senadores. E é o Senado que participa da aprovação de autoridades e que tem competência constitucional para processar pedidos de impeachment contra ministros do STF. A composição dessa Casa pode definir o equilíbrio entre os Poderes nos próximos anos. Em São Paulo, Marina Silva e Simone Tebet são candidatas da mesma aliança de Lula e Haddad. Haddad, inclusive, tem defendido publicamente o voto em Tebet diante das críticas de setores da esquerda. Então precisa acabar essa ideia de que eleição é concurso de pureza ideológica. Não é. Neste momento, eleição também é correlação de forças. Se existe um deputado de centro democrático que vai defender a Constituição, respeitar o resultado das urnas e não trabalhar para destruir as instituições, ele pode ser muito mais importante para a democracia do que deixar a cadeira cair nas mãos da extrema direita porque alguém decidiu que ninguém é “de esquerda o suficiente”. E São Paulo é decisivo. São duas vagas. Marina e Tebet são competitivas, mas a disputa está apertada, com candidatos da direita também próximos delas nas pesquisas. Por isso, atacar Marina e Tebet neste momento não torna ninguém mais revolucionário. Na prática, pode ajudar a eleger seus adversários. A esquerda precisa entender a dimensão histórica dessa eleição. Primeiro, preservar a democracia. Primeiro, impedir a volta da extrema direita ao poder. Primeiro, reelegê-lo com uma base parlamentar capaz de governar. Depois a gente disputa os próximos avanços. Porque não adianta eleger Lula presidente e entregar o Senado para quem quer usar o Senado contra o próprio governo, contra o STF e contra as instituições democráticas. Essa eleição não é apenas sobre o próximo mandato de Lula. É sobre os próximos dez, vinte anos do Brasil. E é justamente por isso que São Paulo precisa entender o tamanho da responsabilidade que tem nas mãos. #Eleições2026 #Democracia #SãoPaulo

Alfio Antico Aug 14

«Sicilia tiene muchas almas. Una de ellas es como la piel del tambor que yo toco. Es aparentemente muerta, pero la impregno de vida en el contacto. Cuenta historias. Habla de tradiciones y antepasados, de cultura pastoral. La mitología griega es esto. Primero este mundo ancestral; después Jesucristo. El tambor es un instrumento femenino. Lo tocaba Afrodita. Sicilia, Catania, es calma y tempestad. Todo y nada. Es esto, pero también sensibilidad, placer, observación, pureza. Armonía y perfección. Mar y volcán»

El negocio de la erupción del Etna: piden a los turistas hasta 1.000 euros por recorrer 200 kilómetros
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Panajotis Kondylis: Er sah das Scheitern der Globalisierung voraus

Sven Hüber fue en su juventud un comisario político en las tropas de la RDA. El que controlaba la pureza ideológica de los soldados y denunciaba a los sospechosos de no tener suficiente vocacion totalitaria comunista. Lo inaudito es que este mismo Sven Hüber es hoy vicepresidente https://t.co/siuwaxYSQt #RDA #Historia #Comunismo #DE #RDA

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Vengo de la posesión de Keiko Fujimori. Cuatro veces fue candidata y nunca renunció. Su perseverancia me recordó que las convicciones se defienden hasta el final. 💪🏼🔥 La pureza ideológica no es fundamentalismo ni fanatismo: es sentido común. Los países salen adelante generando riqueza, no con un Estado intervencionista que pretende pensar por los ciudadanos. 🗽🇨🇴 #GenteDeBien Síguenos en @FESLibertad #PerspectivasPolíticas #Libertad #Convicciones

@RenanSantosMBL recebe "Espadim de Tiradentes", símbolo de idealismo e destemor. Durante o 1⁰ Congresso Nacional do Partido Missão que apresentou oficialmente Renan Santos, como candidato à Presidente do Brasil, entreguei ao jovem brasileiro, o "Espadim de Tiradentes". A peça pertencia ao meu acervo pessoal há 20 anos. Adquiri a relíquia, diretamente na fábrica da Ibéria Espadas que hoje, infelizmente, fechou suas portas. Recebi o Espadim, em 21 de abril de 1986, na Academia de Polícia Militar do Estado do RS. Minha mãe, Nilva de Wallau Medina (1935-2020) foi minha madrinha, muito emocionada e orgulhosa. Das mãos dela, recebi a pequena espada que amálgama em si, significado de grande honraria. Associado a biografia do alferes mineiro Joaquim José da Silva Xavier, o "Espadim de Tiradentes" representa a coragem e o civismo, lembrando o sacrifício pessoal pela causa pública, justiça e ordem social. Cada elemento estético e funcional do Espadim, carrega uma simbologia específica. Honra e honestidade estão fundidas na semiótica da sua lâmina de aço polido espelhada que simboliza transparência e pureza, nas intenções que devem guiar ações de Comando. O "Espadim de Tiradentes" também é símbolo de insubmissão à injustiça, representando a guarda de valores éticos e morais, defesa da lei e da ordem, para proteção da sociedade. O cadete de Polícia Militar o recebe em ato solene e jura perante a bandeira nacional, regulando sua conduta pelos preceitos da moral, dedicação ao serviço público e a manutenção da Ordem, mesmo com o sacrifício da própria vida. Honrei este legado e tradição, durante 30 anos na ativa da Brigada Militar do Estado do RS. O juramento prestado ao Brasil, permanece vivo em meu coração. E, neste momento solene, divido meu legado com @RenanSantosMBL em quem confio plenamente, para governar o Brasil, com mãos limpas. Por fim, registro que o Espadim que entreguei ao Renan foi benzido pelo padre Natalino Fioroti, pároco da Igreja São Pio X, em Canoas (RS), dia 29/07/2026. Assim, esta pequena espada abençoada passa a carregar a energia positiva de milhões de trabalhadores brasileiros que tem fé em Deus, simbolizando nossa esperança de construirmos juntos um país melhor, livre de corrupção e criminosos, liderados por Renan Santos, na Presidência do Brasil. #Brasil #Corrupção #Civismo

Yu Jul 31

@ButsHool @guillegetino La iluminación blanca y frontal, espacio blanco, ropa blanca, pelo recogido limpio. Esta dando una imagen de pureza e inocencia como si fuera la víctima en la situación #pureza #inocencia #iluminación

eldiario.es Jul 29

Un estudio del Centro de Investigación de Jülich ha demostrado que balas de mosquete de siglos pasados pueden ser transformadas en yoduro de plomo de alta pureza, adecuado para la fabricación de células solares de perovskita, contribuyendo así a la economía circular y a la valorización de residuos. #EconomíaCircular #EnergíaRenovable #Investigación

De disparar mosquetes a producir electricidad: unas balas centenarias encuentran una segunda vida en paneles solares de última generación
Vita🎆🐑 Jul 21

En consulta, nos encontramos mujeres que han dejado de usar copas menstruales por considerarlos elementos muy rígidos, y esto ocurre sobre todo con las opciones low cost de supermercado, que están fabricadas con Plástico Termoplástico Elastómero (TPE) o siliconas de baja pureza. El TPE es un material rígido que no se adapta bien a la temperatura corporal ni se despliega con facilidad, lo que condiciona negativamente la gestión de la regla provocando fugas o una presión molesta. Por eso, es importante elegir una copa menstrual que esté fabricada con silicona 100% de grado médico

¿Compresa, tampón o copa menstrual? Una ginecóloga analiza los riesgos de cada uno
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Observador Jul 9

José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda, criticou a participação do primeiro-ministro Luís Montenegro na cimeira da NATO com Donald Trump, acusando-o de prestar vassalagem ao rei louco e alertando que os conflitos gerados por Trump acarretam custos diretos para os cidadãos portugueses. #NATO #DonaldTrump #BlocoDeEsquerda

BE: Montenegro foi "prestar vassalagem ao rei louco"
eldiario.es Jul 8

Varios cientos de neonazis del Patriot Front desfilaron sin repercusiones en Washington DC durante el Día de la Independencia, donde su líder, Thomas Rousseau, promovió una retórica de pureza racial y llamó a una revolución, mientras el expresidente Trump sugiere que la verdadera amenaza proviene de la izquierda. #Neonazis #PatriotFront #SupremacismoBlanco

Neonazis desfilan con impunidad por Washington DC, pero Trump quiere que pienses que la amenaza viene de la izquierda

En Murcia, 12 municipios se han apuntado a prohibir que las personas con VIH sean taxistas, según investiga el Defensor del Pueblo. Otra "pureza" racial fascista que estigmatiza hasta la enfermedad. Y tan ignorante. https://t.co/yJ2qntQbVF #Murcia #VIH #Discriminación #ES

La entrega de Andalucía a la extrema derecha y una serie de coincidencias judiciales que hacen tambalear aún mas la confianza ciudadana en la justicia. Escala la España de la desigualdad, de una “pureza” excluyente y del triunfo de los más corruptos https://t.co/yby4HP1BsX a #Andalucía #Justicia #Desigualdad #ES #ES

Observador Jun 29

A empresa portuguesa N9VE anunciou a produção de óxidos de terras raras com pureza superior a 99,8% em Barcelos, destacando a importância da recuperação destes materiais para reduzir a dependência de importações e promover uma economia mais circular na Europa. #TerrasRaras #EconomiaCircular #IndústriaVerde

Empresa portuguesa produz óxidos de terras raras quase puros