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Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Vengo de la posesión de Keiko Fujimori. Cuatro veces fue candidata y nunca renunció. Su perseverancia me recordó que las convicciones se defienden hasta el final. 💪🏼🔥 La pureza ideológica no es fundamentalismo ni fanatismo: es sentido común. Los países salen adelante generando riqueza, no con un Estado intervencionista que pretende pensar por los ciudadanos. 🗽🇨🇴 #GenteDeBien Síguenos en @FESLibertad #PerspectivasPolíticas #Libertad #Convicciones

@RenanSantosMBL recebe "Espadim de Tiradentes", símbolo de idealismo e destemor. Durante o 1⁰ Congresso Nacional do Partido Missão que apresentou oficialmente Renan Santos, como candidato à Presidente do Brasil, entreguei ao jovem brasileiro, o "Espadim de Tiradentes". A peça pertencia ao meu acervo pessoal há 20 anos. Adquiri a relíquia, diretamente na fábrica da Ibéria Espadas que hoje, infelizmente, fechou suas portas. Recebi o Espadim, em 21 de abril de 1986, na Academia de Polícia Militar do Estado do RS. Minha mãe, Nilva de Wallau Medina (1935-2020) foi minha madrinha, muito emocionada e orgulhosa. Das mãos dela, recebi a pequena espada que amálgama em si, significado de grande honraria. Associado a biografia do alferes mineiro Joaquim José da Silva Xavier, o "Espadim de Tiradentes" representa a coragem e o civismo, lembrando o sacrifício pessoal pela causa pública, justiça e ordem social. Cada elemento estético e funcional do Espadim, carrega uma simbologia específica. Honra e honestidade estão fundidas na semiótica da sua lâmina de aço polido espelhada que simboliza transparência e pureza, nas intenções que devem guiar ações de Comando. O "Espadim de Tiradentes" também é símbolo de insubmissão à injustiça, representando a guarda de valores éticos e morais, defesa da lei e da ordem, para proteção da sociedade. O cadete de Polícia Militar o recebe em ato solene e jura perante a bandeira nacional, regulando sua conduta pelos preceitos da moral, dedicação ao serviço público e a manutenção da Ordem, mesmo com o sacrifício da própria vida. Honrei este legado e tradição, durante 30 anos na ativa da Brigada Militar do Estado do RS. O juramento prestado ao Brasil, permanece vivo em meu coração. E, neste momento solene, divido meu legado com @RenanSantosMBL em quem confio plenamente, para governar o Brasil, com mãos limpas. Por fim, registro que o Espadim que entreguei ao Renan foi benzido pelo padre Natalino Fioroti, pároco da Igreja São Pio X, em Canoas (RS), dia 29/07/2026. Assim, esta pequena espada abençoada passa a carregar a energia positiva de milhões de trabalhadores brasileiros que tem fé em Deus, simbolizando nossa esperança de construirmos juntos um país melhor, livre de corrupção e criminosos, liderados por Renan Santos, na Presidência do Brasil. #Brasil #Corrupção #Civismo

Yu 5d

@ButsHool @guillegetino La iluminación blanca y frontal, espacio blanco, ropa blanca, pelo recogido limpio. Esta dando una imagen de pureza e inocencia como si fuera la víctima en la situación #pureza #inocencia #iluminación

A study by the Jülich Research Center has shown that musket balls from centuries past can be transformed into high-purity lead iodide, suitable for the manufacture of perovskite solar cells, thus contributing to the circular economy and waste valorization. (translated)

De disparar mosquetes a producir electricidad: unas balas centenarias encuentran una segunda vida en paneles solares de última generación

En consulta, nos encontramos mujeres que han dejado de usar copas menstruales por considerarlos elementos muy rígidos, y esto ocurre sobre todo con las opciones low cost de supermercado, que están fabricadas con Plástico Termoplástico Elastómero (TPE) o siliconas de baja pureza. El TPE es un material rígido que no se adapta bien a la temperatura corporal ni se despliega con facilidad, lo que condiciona negativamente la gestión de la regla provocando fugas o una presión molesta. Por eso, es importante elegir una copa menstrual que esté fabricada con silicona 100% de grado médico

¿Compresa, tampón o copa menstrual? Una ginecóloga analiza los riesgos de cada uno
www.20minutos.es

José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda, criticou a participação do primeiro-ministro Luís Montenegro na cimeira da NATO com Donald Trump, acusando-o de prestar vassalagem ao rei louco e alertando que os conflitos gerados por Trump acarretam custos diretos para os cidadãos portugueses. #NATO #DonaldTrump #BlocoDeEsquerda

BE: Montenegro foi "prestar vassalagem ao rei louco"

Varios cientos de neonazis del Patriot Front desfilaron sin repercusiones en Washington DC durante el Día de la Independencia, donde su líder, Thomas Rousseau, promovió una retórica de pureza racial y llamó a una revolución, mientras el expresidente Trump sugiere que la verdadera amenaza proviene de la izquierda. #Neonazis #PatriotFront #SupremacismoBlanco

Neonazis desfilan con impunidad por Washington DC, pero Trump quiere que pienses que la amenaza viene de la izquierda

In Murcia, 12 municipalities have signed up to prohibit people with HIV from being taxi drivers, according to an investigation by the Ombudsman. Another fascist "racial purity" that stigmatizes even illness. And so ignorant. (translated)

The delivery of Andalucía to the extreme right and a series of judicial coincidences that further shake citizen trust in justice. It escalates the Spain of inequality, of an excluding "purity," and the triumph of the most corrupt. (translated)

Observador Jun 29

A empresa portuguesa N9VE anunciou a produção de óxidos de terras raras com pureza superior a 99,8% em Barcelos, destacando a importância da recuperação destes materiais para reduzir a dependência de importações e promover uma economia mais circular na Europa. #TerrasRaras #EconomiaCircular #IndústriaVerde

Empresa portuguesa produz óxidos de terras raras quase puros

En un escrito presentado ante la Junta Electoral Central, @IustitiaEuropa ha solicitado la actuación de la Junta, amparándose en la necesidad de preservar la "pureza del censo", y para garantizar el principio de igualdad, la transparencia y la objetividad del proceso electoral. #Elecciones #Transparencia #Igualdad

Observador Jun 23

Bloco de Esquerda požaduje odvolání ministryně práce po neúspěchu pracovního balíčku, což oznámil José Manuel Pureza po schůzce s prezidentem republiky. #BlocoDeEsquerda #ReformaLaboral #MinistraDoTrabalho

22h. Bloco de Esquerda pede a saída da Ministra do Trabalho

Tenho simpatia por José Manuel Pureza e nenhuma por André Ventura (enquanto político, como pessoa não conheço). Mas JMP está, aqui, a usar a técnica populista que o BE gosta de denunciar em sentido contrário. Do que se sabe, o que aqui diz é, objetivamente, falso. Existe um elenco de exclusões que inclui, precisamente, pessoas com deficiência, doença temporária ou prolongada, idade de reforma, entre outras.

Tenho simpatia por José Manuel Pureza e nenhuma por André Ventura (enquanto político, como pessoa não conheço). Mas JMP está, aqui, a usar a técnica populista que o BE gosta de denunciar em sentido contrário. Do que se sabe, o que aqui diz é, objetivamente, falso. Existe um elenco de exclusões que inclui, precisamente, pessoas com deficiência, doença temporária ou prolongada, idade de reforma, entre outras.

¿Por qué la Reina Letizia va de blanco con el Papa? No es un capricho: es el Privilegio del Blanco, una tradición vaticana que permite a las reinas consortes de monarquías católicas vestir de blanco en audiencias con el Santo Padre. El protocolo habitual exige negro a las demás mujeres, pero a ellas se les concede este honor como reconocimiento a las casas reales que permanecieron fieles a la Iglesia Católica. Simboliza pureza, distinción y la estrecha relación histórica entre la Corona y el Vaticano. España, como baluarte del catolicismo desde los Reyes Católicos, lo tiene desde hace siglos. #ReinaLetizia #Vaticano #Tradición

Cómo les parece, una niña dándoles cátedra de grandeza, altura y decencia a unos guaimarones que están más cerca del retiro que de cualquier otra cosa. Linda Antonella, que nadie contamine la pureza de tu amor por el deporte 💛. https://t.co/BuRdNGfKyr #Inspiración #Deporte #Respeto

¡No he venido a hacer la política de siempre, he venido a cambiar la política para siempre! Queridos compatriotas, defensores y miembros de la Manada del Tigre: En esta nueva etapa de nuestra historia política, en la que hemos asumido el compromiso de transformar de raíz la forma de hacer política en Colombia, es mi deber ejercer un liderazgo claro y transparente que siente las bases de un gobierno ético, íntegro y ajeno a las prácticas del pasado. Lo he dicho y lo repetiré hasta el cansancio: he venido a cambiar la política para siempre, de la mano de Dios y en alianza con el pueblo. Eso significa que los valores de honestidad, independencia y servicio público no serán meras palabras, sino el derrotero innegociable de nuestro proyecto y del gobierno que vamos a construir desde el próximo 21 de junio, día en el que jugaremos y ganaremos el partido de nuestras vidas. Por eso, con la serenidad y la altura que exige este momento histórico, quiero hacer un pronunciamiento inequívoco: Ningún miembro de mi familia —padres, hermanos o cualquier otro pariente— ni ninguno de mis amigos personales tiene autorización para realizar reuniones, conversaciones, acercamientos o acuerdos políticos de ninguna naturaleza en nombre mío ni de nuestra campaña. Absolutamente ninguna gestión realizada por allegados míos posee validez alguna ante mí, ante nuestro movimiento ni ante las instituciones del Estado. Ustedes lo saben: nuestra campaña no recibe financiación de ningún tipo proveniente de fuentes que comprometan nuestra independencia. Toda la financiación y el gasto de campaña tienen una sola fuente y una sola cuenta. Tampoco acepto ni aceptaré el respaldo orgánico de partidos políticos tradicionales ni de estructuras clientelistas. Son bienvenidas todas las bases patrióticas y ciudadanas; para ello no necesitan intermediario alguno: el pueblo es libre. Cualquier gestión, promesa o acercamiento que implique lo contrario, sea quien sea quien la realice, la rechazo. No está autorizada y carece de toda legitimidad. Esta decisión no nace de la desconfianza ni de un conflicto personal. Nace de una convicción profunda: la política que Colombia necesita debe estar limpia de intermediarios interesados, de favores y de compromisos oscuros. Quien quiera acompañar esta transformación histórica deberá hacerlo con la misma transparencia y rectitud que exigimos de nosotros mismos. No hay espacio para atajos ni para las viejas costumbres de los de siempre. A mi familia y a mis seres queridos les expreso mi profundo cariño y gratitud. Este pronunciamiento no es una distancia afectiva, sino una delimitación necesaria de roles para proteger precisamente los lazos que nos unen y, sobre todo, para preservar la pureza del mandato que el pueblo pretende confiarme. A los colombianos les digo: este es el ejemplo que quiero dar. Quien aspire a gobernar con moralidad debe comenzar por dejar claras, en su propio entorno, las líneas éticas de su gobierno. No es exceso de rigor, sino claridad ética irrenunciable. La verdadera transformación empieza por el ejemplo. Seguiremos adelante con la frente en alto, las manos limpias y el corazón puesto en Colombia. Firme por la Patria. 🫡 (A.D.L.E) 🇨🇴 🐅 #CambioPolítico #Transparencia #Colombia

Observador May 31

Luís Montenegro byl znovu zvolen prezidentem PSD, přičemž obdržel 94,8 % hlasů od 15 tisíc voličů, a koordinátor Bloku levice, José Manuel Pureza, vyzval k mobilizaci na generální stávku proti vládnímu návrhu změn v pracovním kodexu, který považuje za útok na práva pracujících. #Noticiário #GreveGeral #CódigoDoTrabalho

As notícias das 23h

Cinemática de Genshin Impact - Llama ilusoria de la pureza El erudito condenó la insensatez de las masas, pero olvidó que la mesura también es una muestra de sabiduría. #GenshinImpact https://t.co/pf3L1bayGv #Cinemática #Videojuegos #Sabiduría