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#turista

The Community of Madrid, the City Council, and Ifema have launched a tourist campaign called Madrid Beats in 13 countries, aiming to attract international tourists by highlighting the way of life in the region, the tradition, culture, and diversity of its offerings. (translated)

Madrid usa como 'gancho' la forma de vivir en la región para atraer turistas con una campaña en 13 países

“Houve um apoio amplo à adoção de uma proibição de entrada na União Europeia (UE) para ex-combatentes russos, bem como para reforçar mais [as restrições] em relação aos vistos para turistas russos”

UE apoia restrição de vistos turísticos para russos
observador.pt

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Let them be invited never to return. Being a cleaner does not obligate you to clean anything that the tourist of the moment puts in your way. (translated)

E

Despite Spain celebrating its best tourist July in history, the Canary Islands experienced a 0.7% decline in the arrival of international tourists, which negatively impacted their total tourist spending. (translated)

España registra el mejor julio de su historia, menos aquí: ¿Qué está pasando este verano en Canarias?

The average daily spending of tourists in Spain has increased by 36% since the pandemic, reaching 218 euros, and companies in the tourism sector have generated record revenues of 82.053 billion euros so far this year. (translated)

El turismo se revaloriza: el gasto medio diario crece un 36% desde la pandemia
E

At least 15 people are missing after flash floods in the Grand Canyon, which has led to the evacuation of dozens of tourists and the disruption of water supply in the park. (translated)

Varios desaparecidos por las repentinas inundaciones en el Gran Cañón del Colorado

A sudden flash flood struck the popular hiking trail of the Grand Canyon, which is why thirteen people are still being searched for, while more than sixty tourists have already been successfully rescued from the site. (translated)

Sikoltozva menekültek a turisták, mindent elsöpört az ár a Grand Canyonban, 15 embert még keresnek

As últimas 3 semanas foram puxadas. As mais difíceis que passei em muito tempo. Alguns de vocês acompanharam pelo perfil da minha esposa. Mas eu nem quis falar nada... A Malu teve o visto de estudante dos Estados Unidos negado duas vezes. Com o intercâmbio pronto para começar em Denver, uma cidade que ela escolheu, para morar com uma família que foi escolhida de acordo com o perfil dela, no dia 24 de agosto. Não fazia sentido essa negativa, para quem tinha o visto de turista válido. Na segunda vez, perdi o chão. Confiava totalmente que seria aprovado. Quando a funcionária do Consulado disse NÃO, eu tentei argumentar e ela foi totalmente seca dizendo que "as razões estão nesse papel branco" (com uma explicação padrão, que em nada servia para o caso da Malu!), eu saí do guichê anestesiado, sentei num muro branco e comecei a chorar. Com a Malu ali... Porque a Malu passou a sonhar com esse intercâmbio porque foi convencida por mim e pela Fabiana. Gerar esse tipo de decepção para ela era algo que eu nunca me perdoaria. Mas as 24 horas seguintes mostraram a filha maravilhosa e a esposa espetacular que eu tenho. A Malu segurou a onda porque viu que eu estava pior do que ela. Vocês têm noção do que é isso para uma jovem de 17 anos que via seu sonho ruir? Passado o susto, sentamos e vimos uma opção: tentar um 3⁰ visto em Brasília. Mas eu só toparia se Malu e Fabiana estivessem prontas para uma eventual frustração. Antes, as duas realizaram a festa de Até Logo, mesmo sem saber se a Malu iria. E foi um sucesso. Uma noite especial com pessoas que amam a Malu de verdade. E lá foram elas para Brasília, num drama de 15 dias, com elas lidando com uma ansiedade monstruosa, mas mostrando a força de duas gigantescas mulheres. Foto, entrevista, formulários, e-mails, argumentação... Até que o Visto F da Malu estava nas nossas mãos na sexta-feira. Vitória das duas, pois eu já estava abatido. E no fim, tudo certo! Corremos, organizamos uma viagem para Denver de forma expressa, Malu viajou na noite de sábado, neste domingo já está com a Pamela, sua Host Mother, e amanhã começa na escola! Serão 10 meses de aprendizado, mas que começaram nesse show de resiliência delas! #Intercâmbio #Visto #Resiliência

A 26-year-old German tourist has gone missing in Mugello after leaving for a walk without bringing his cell phone, prompting intensified search efforts by the firefighters and authorities. (translated)

Scomparso turista tedesco nel Mugello: il 26enne è uscito senza portare con sé il cellulare. Ricerche a tappeto

Stefano Lotumolo, an Italian tourist who survived the flood in Nepal, documents the devastation with his phone while he is just a few meters away from the mass of mud and debris that swept through the valley. (translated)

A pochi metri dal fiume di fango e detriti: le riprese impressionanti dell’italiano sopravvissuto all’inondazione in Nepal
IndexHR 7d

In Nepal, a catastrophic flash flood has claimed at least 469 lives, and nearly 1,500 people are reported missing, including a large number of foreign tourists, while the search for survivors continues under difficult conditions. (translated)

U Nepalu najmanje 469 mrtvih, skoro 1500 nestalih. Traje velika potraga

The search for survivors at the border of Nepal and Tibet continues after more than 900 people went missing due to flooding caused by a glacier collapse, while fears for the fate of hundreds of foreign tourists, including two Americans, continue to rise. (translated)

'Muž je ujutro otišao na posao. Nadam se da se spasio, samo mi se ne može javiti'
ANSA.it 7d

Mariapaola Ricozzi, an Italian tourist in Tibet, recounts the difficulties faced by her group due to the flooding that devastated the border between Nepal and Tibet, while they are returning to Kathmandu with interrupted roads and landslides. (translated)

Turista italiana in Tibet: 'Stiamo bene ma qui è franato tutto' - LA TESTIMONIANZA
24.hu 7d

At least 162 people have lost their lives in a flood caused by a glacier collapse in Nepal, while around 1,500 people, including tourists and pilgrims, are being searched for, and experts say that climate change may also contribute to the increasing risk of similar disasters in the region. (translated)

Kiderült, mi okozhatta a nepáli árvízkatasztrófát
Il Post 7d

Three Italians, a tourist from Rapallo and a couple with dual citizenship, are missing due to the violent flooding that hit the border between Nepal and Tibet, where there are about 1,400 missing and over 300 confirmed dead. (translated)

Tre italiani sono irreperibili a causa dell’enorme esondazione fra Nepal e Tibet

A 46-year-old Slovenian tourist, Yamnik Cobolt Petra, has died in Palermo due to serious burns sustained in the explosion of a gas cylinder that also involved his wife and daughter, who are now hospitalized with second and third-degree burns. (translated)

Avvolti dalle fiamme dopo l’esplosione di una bombola in un B&B, morto un turista e ustionate moglie e figlia
E

Two Italian tourists trapped in Nepal recount how a violent flood swept away the road they were traveling on, leaving them stranded for eight hours while trying to return home, amid a disaster that has caused the disappearance of more than 1,500 people and the destruction of villages and bridges in the region. (translated)

Dos turistas atrapados por la riada: "La carretera desapareció ante nuestros ojos"
IndexHR 1w

Nepalese authorities have announced that after the catastrophic flash flood, 165 bodies have been found while 826 people, including 579 tourists, are reported missing, and the cause of the tragedy was the collapse of ice and rocks in the Himalayas, which triggered devastating floods in the area. (translated)

Pogledajte put katastrofe kroz Nepal
24.hu 1w

In Nepal, due to a massive flash flood in the mountainous region, 162 people have died so far, more than 1500 are missing, including at least two Hungarian citizens, while the area was a popular tourist destination where rescue operations are proceeding slowly due to extensive destruction. (translated)

Már 162 halottja van a nepáli villámárvíznek, amelyben két magyar is eltűnt