Guga Noblat reported that a neighbor played at maximum volume a jingle by Flávio that used a vulgar sexual expression on her porch. According to him, the situation ended in confusion. https://t.co/92ZcxDHSF2 #Flávio #jingle #vizinha (translated)
Guga Noblat reported that a neighbor played at maximum volume a jingle by Flávio that used a vulgar sexual expression on her porch. According to him, the situation ended in confusion. https://t.co/92ZcxDHSF2 #Flávio #jingle #vizinha (translated)
🚨 AGORA: TRUMP DEIXOU SEU RECADO PARA A AMÉRICA LATINA. “Venezuela tinha uma estrutura militar, a melhor de muitos países da vizinhança, e NÃO FUNCIONOU. Por décadas, os governos deixaram que essa região fosse dominada por gangues e cartéis sedentos de sangue. Estamos REAFIRMANDO o poder da América no mundo e, depois de chegar ao cargo, EU designei os cartéis de drogas como organizações terroristas”, afirmou o presidente dos Estados Unidos. ENTENDEU A INDIRETA, LULA? 🇺🇸 #Trump #AméricaLatina #Venezuela
🤯💢 44 MILHÕES (!!!) de visualizações nos últimos 30 dias da Mídia Vascaína na rede vizinha. Obrigado a todos! Juntos sempre. 💢❤️🥷 https://t.co/VEkxBpX57I #Vasco #Futebol #MídiaSocial
Hoje, estou em Belo Horizonte, no ato Mulheres com @LulaOficial, ao lado de tantas mulheres que sabem, na vida real, o que está em jogo no futuro do Brasil. Somos nós, mulheres, as primeiras a sentir quando os direitos da população são atacados. Somos nós que carregamos nossas crianças no colo na fila do postinho. Somos nós que choramos de alegria quando nossas companheiras entram na universidade pelas cotas. Somos nós que sabemos que um plano de combate ao feminicídio não pode ser só papel. Tem que ser vida protegida. Somos nós, mulheres, a força que sustenta o Brasil que Lula defende: um Brasil justo, solidário e em paz. Faltam 35 dias. É hora de gastar sola de sapato, chamar a vizinha, puxar a colega, levar a mãe pra rua e pra urna. 🇧🇷🫶 Vamos conquistar uma vitória histórica para Lula e para as mulheres brasileiras! #Mulheres #Lula #Brasileiras
🦅📳 | A conta do presidente Osmar Stabile, do Corinthians, não está mais disponível na rede social vizinha. O mandatário desativou sua página no dia em que presta depoimento no Ministério Público e em um duelo decisivo para o Timão na Copa do Brasil. 📸 | Reprodução/Instagram https://t.co/nsWnBbERb1 #Corinthians #MinistérioPúblico #CopaDoBrasil
Bruno Cardoso Reis argumenta, no artigo, que Marrocos deveria ter alertado a Espanha sobre a entrada massiva de imigrantes em Ceuta, destacando a importância da boa vizinhança e a necessidade de comunicação entre os países vizinhos. #Ceuta #Marrocos #Irão

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA
Gisele Bündchen comprou a mansão vizinha por R$ 73 milhões e mandou demolir para ampliar sua casa. https://t.co/2exWtq6R40 #GiseleBündchen #Imóveis #Luxo
Namorada de Dudu Camargo, Saory Cardoso revela affair com Neymar e afirma que o apresentador “bate mais um bolão” que o jogador. Virginia compra apartamento de luxo no edifício conhecido como “Prédio do Neymar” em Itapema (SC) e será vizinha de Bruna Biancardi. Craque Neto senta no colo de jornalista e reproduz foto de Virginia com Vini Jr. Haaland desembarca na Noruega com um guaxinim empalhado que segura uma garrafa de whisky. Haaland faz enquete no Instagram para escolher o nome do guaxinim. Liam Gallagher, vocalista do Oasis, xinga brasileiro que reclamou de “Wonderwall” como tema da Inglaterra na Copa. Corrente no WhatsApp convoca moradores de Cascavel (PR) para cantar “Wonderwall” e apoiar a Inglaterra. Presidente da federação senegalesa de futebol informa que médico que atua há 10 anos na seleção é ginecologista e ele só descobriu agora. Loja indiana vende camiseta com a frase “Ela disse ‘Neymar ou eu’. Às vezes, sinto falta dela”. Perfil fake do goleiro da Noruega exalta Neymar e engana fãs do jogador no Instagram. Neymar curte post do perfil fake do goleiro da Noruega. Globo exibirá o filme “Fé nas Alturas” na Sessão da Tarde durante França x Espanha. Internauta sugere que a atriz espanhola Ester Expósito aplique laxante no namorado Mbappé como ato patriótico antes da semifinal contra a França. Terça-feira, 14 de julho de 2026 #Neymar #Futebol #Celebridades
Considero que é um acordo 'absolutamente histórico' que 'abre uma nova era' tanto para Gibraltar como para a comarca espanhola vizinha; três séculos depois, voltaremos a estar de mãos dadas.
Dois grandes sismos na fronteira entre as placas tectónicas das Caraíbas e da América do Sul causaram deslocamentos significativos do terreno na Venezuela, onde a crosta se moveu até 60 centímetros, e na vizinha Trinidad e Tobago, onde uma praia subiu 6 metros e surgiu um vulcão de lama, ilustrando como esses eventos podem alterar permanentemente a geografia de uma região. #Sismos #Venezuela #TrinidadETobago
Portugal avançou para os oitavos de final do Mundial após uma vitória dramática sobre a Croácia por 2 a 1, com um golo de Gonçalo Ramos nos minutos finais, e agora enfrenta a vizinha Espanha neste próximo desafio. #Mundial2026 #Portugal #GonçaloRamos

A República Democrática do Congo registou 321 mortes e 1.203 casos confirmados de Ébola, segundo o boletim do Ministério da Comunicação, com uma taxa de letalidade de 26,7%, e o surto foi declarado em 15 de maio na província de Ituri, alastrando-se para regiões vizinhas e até Uganda. #Ébola #RDCongo #SaúdePública

O amigão da vizinhança está de volta! As pré-vendas de Homem-Aranha: Um Novo Dia vão fazer números insanos ao redor do mundo. O maior herói da cultura pop vem mais uma vez para quebrar recordes de bilheteria. https://t.co/4Guq1QTT2x #HomemAranha #CulturaPop #Bilheteira
Pessoal, na semana passada procurei o Departamento de Guerra dos EUA e pedi um posicionamento sobre a designação de PCC e CV como terroristas. Recebi a resposta hoje, via Southcom, o Comando Sul dos EUA. Um porta-voz me disse que a medida amplia os instrumentos à disposição do governo americano para combater o narcotráfico na região: “O Hemisfério Ocidental é nossa vizinhança, e os narco-terroristas que buscam exportar drogas e morte para nossas fronteiras serão desmantelados.” Detalhes aqui 👇🏻 #GuerraContraDrogas #Terrorismo #Narcotráfico
O número de casos confirmados de ébola na República Democrática do Congo subiu para 452, com 82 mortes e 71 novos casos registrados nas últimas 24 horas, enquanto a epidemia se espalha para as províncias vizinhas e Uganda. #Ébola #RDCongo #SaúdePública

O cenário geopolítico das Américas está prestes a passar por uma virada histórica. É a chance de aumentar o número de nações alinhadas com a proteção da verdadeira democracia e com o combate às ditaduras socialistas e às teocracias islâmicas que tentam fincar raízes no nosso hemisfério. Nesse tabuleiro, o Brasil desempenhará o papel mais estratégico de todos. Quando assumir a presidência, Flávio Bolsonaro não apenas integrará o Escudo das Américas, mas se tornará o novo líder democrático da América Latina. Sob seu comando, o Brasil assumirá o protagonismo para capitanear o retorno à democracia e à prosperidade de várias nações vizinhas que hoje sofrem sob o tacão do atraso socialista. #Geopolítica #Democracia #AméricaLatina
Dois homens, de 18 e 44 anos, foram detidos na ilha açoriana de São Miguel por abuso sexual de uma vítima de 21 anos com deficiência psíquica, a qual apresentava um grau de incapacidade de 95%, com os atos ocorrendo em um contexto de relação de vizinhança desde fevereiro deste ano. #Açores #Crime #AbusoSexual

A amizade entre Xi Jinping e Vladimir Putin é apresentada como uma calma no meio do caos provocado pela relação tensa com os Estados Unidos, destacando a evolução estratégica e os acordos bilaterais firmados durante a recente visita de Putin a Pequim, a qual marca o 25.º aniversário do Tratado de Boa-Vizinhança entre os dois países, contrastando com a recepção mais formal de Donald Trump na mesma cidade. #RelaçõesInternacionais #XiJinping #VladimirPutin