Tutti i titolari in Juve Monza con il 4° posto già archiviato prima del ritorno in semifinale con il Lech Poznan https://t.co/74QKCgVlhV #Juventus #SerieA #Calcio
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Xandão foi pra cima de André Mendonça — e a defesa é muito mais pesada do que uma simples negativa. Em 44 páginas e 121 tópicos, Alexandre de Moraes acusa Mendonça de ter conduzido uma investigação de ofício, sem provocação da PF ou da PGR, com “desvio de finalidade político-eleitoral” e direcionamento contra ele e Davi Alcolumbre. Moraes cita relatórios internos da própria PF que falam em “indícios crescentes de enviesamento da condução da supervisão judicial” e interesse do relator em provocar a abertura de investigação formal contra ele. Na parte em que rebate as suspeitas sobre o Banco Master, Moraes sustenta que não existe uma única mensagem de sua autoria para Daniel Vorcaro. Segundo a defesa, das 52 anotações usadas para tentar reconstruir supostos diálogos, 47 não foram encontradas em nenhuma conversa de WhatsApp. As outras cinco seriam apenas associações por proximidade de horário, sem comprovação de destinatário ou conteúdo efetivamente enviado. Moraes também afirma que os 7.742 documentos liberados não registram contato dele com o juiz do caso, procuradores, PGR ou diretor-geral da PF sobre a Operação Compliance, nem qualquer evidência de conhecimento prévio da prisão de Vorcaro. E lembra que Vorcaro foi preso em Guarulhos com passaporte verdadeiro e o próprio celular — justamente o aparelho que acabou apreendido. Sobre o escritório da família, confirma um contrato com o Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, diz que os honorários foram declarados e documentados, nega a existência de um segundo contrato e afirma que jamais julgou qualquer processo envolvendo Master ou Vorcaro no STF. A defesa termina em tom de guerra: Moraes chama a investigação de “farsa”, acusa Mendonça de perseguição política e diz que o caso seria uma tentativa de vingança de aliados dos condenados pela trama golpista. Hoje o STF vai decidir se essa investigação continua de pé — ou se cai junto com tudo que foi produzido a partir dela. #STF #Justiça #Política
Kommer bli en tuff vinter för alla som tillät S stänga ner kärnkraft med MP och vi andra som röstade annorlunda. Hur fan kan svenskar bli så korkade? https://t.co/743Eqpm03E #politik #kärnkraft #Sverige
Anoche nuestro capitán igualó a una leyenda del fútbol mundial: Sir Bobby Charlton. 746 partidos con el equipo de su vida. Koke. La leyenda continúa. ❤️🤍 https://t.co/fTnsH6Nl4r #Fútbol #Leyendas #Koke
Pisowskie świry trzymają się mocno. Do Macierewicza dołącza Świeczkowski. Przerażające! https://t.co/743jCnF4eV #Polska #Macierewicz #polityka
¡La ofensiva de nuestra Fuerza Pública no se detiene! En las últimas 24 horas logramos 19 capturas y un sometimiento a la justicia. En San Andrés de Cuerquia, Antioquia, nuestro Ejército Nacional combatió al grupo narcoterrorista estructura 36: un criminal fue dado de baja y otro capturado, herido en combate. Seguimos golpeando el narcotráfico. En Sibaté incautamos 1.430 kg de marihuana; en Pereira, 1.786 kg; en La Pintada, 394 kg; y en La Tebaida, 653 kg de cocaína. En Zaragoza, Antioquia, ubicamos un depósito ilegal del Clan del Golfo e incautamos 1.881 municiones, 19 proveedores y 2 ametralladoras. En Sevilla y Tuluá, Valle del Cauca, capturamos a 4 presuntos integrantes del frente 57 “Yair Bermúdez”, entre ellos dos señalados cabecillas de zona. Desde el 7 de agosto, nuestra Fuerza Pública acumula 18.750 capturas, 1.940 armas de fuego incautadas y 1.746,5 hectáreas de coca erradicadas. 2026-09-13 Boletín 035 Seguridad Balance Defensa.pdf No vamos a aflojar. A los narcoterroristas los vamos a perseguir sin descanso, golpeando sus estructuras, sus armas, sus finanzas y sus economías criminales. ¡Firme por la Patria! ¡Que viva Cristo Rey! (A.D.L.E) 🇨🇴 🐅 #FuerzaPública #Narcotráfico #SeguridadColombia
📋💢 PEDRO EMANUEL ESCALOU O VASCO DA GAMA DA SEGUINTE FORMA: #GRExVAS #EscalaçãoVasco #VascoDaGama https://t.co/742UtO8F61 #EscalaçãoVasco #VascoDaGama #Futebol
FREEN SAROCHA {VELVET DREAM} LUCID EM SÃO PAULO Uma das atrizes tailandesas mais amadas do Brasil, está de volta a São Paulo, para viver esse sonho novamente com os fãs. 💖 DATA: 07 DE NOVEMBRO DE 2026 LOCAL: TEATRO RENAULT HORÁRIO: 16H GOLD Foto 1:2 + Signed Poster + Soundcheck com Mini Talk + Hi Bye + 3 Photocards INTEIRA: R$ 1.690,00 MEIA: R$ 845,00 SILVER Foto 1:5 + Poster + Soundcheck com Mini Talk + Hi Bye + 2 Photocards INTEIRA: R$ 1.490,00 MEIA: R$ 745,00 BRONZE Foto 1:10 + Poster + Hi Bye + 1 Photocard INTEIRA: R$ 1.190,00 MEIA: R$ 595,00 CAMAROTE INTEIRA: R$ 590,00 MEIA: R$ 295,00 POLTRONA INTEIRA: R$ 490,00 MEIA: R$ 245,00 ADD ONS (Não inclui ingresso para o show) FOTO 1:1 - R$ 500,00 FANSIGN - R$ 500,00 SIGNED INSTAX - R$ 250,00 INGRESSOS SEM TAXA À VENDA A PARTIR DE 18 DE SETEMBRO ÀS XX 🔗 Venda Online: https://t.co/ksnmCljaSW 📍 Venda Presencial: MEIA ENTRADA: De acordo com a Lei Federal nº12.933/2013, 40% da carga de ingressos é destinada para acesso de estudantes, idosos, PCDs, professores da rede pública de São Paulo e jovens de baixa renda (ID Jovem). *Obrigatório apresentar o comprovante de meia entrada na compra e entrada do evento. *As atividades e benefícios terão horários previamente estabelecidos que serão anunciados em nossas redes sociais dias antes do evento. Evento com todos os assentos numerados e marcados. #FreenLatinAmericaTour #FreenVelvetDream #srchafreen #FreenVelvetDreaminSaoPaulo #FreenVelvetDream #FreenLatinAmericaTour #srchafreen
Sie wussten es. Sie schrieben es auf. Sie taten es trotzdem. Die Bombe ist nun geplatzt Die freigegebenen BfArM-Akten zeigen: Deutschland hat die Grundrechte von 83 Millionen Menschen an ein Laborsignal gekoppelt, dessen Aussagekraft die eigene Zulassungsbehörde nie prüfen konnte. Das war kein Betriebsunfall. Es war bewusst und gewollt gewählte Systemarchitektur. Am 19. November 2021 segnete das Bundesverfassungsgericht die „Bundesnotbremse“ ab: Ausgangssperren, Kontaktverbote, Schulschließungen, Ladenschließungen – automatisch ausgelöst durch eine einzige Zahl, die Sieben-Tage-Inzidenz. Am selben Tag schrieb eine Mitarbeiterin des Bundesinstituts für Arzneimittel und Medizinprodukte (BfArM) in einer internen E-Mail einen Satz, den das Gericht nie zu sehen bekam: „wir haben keine belastbaren Daten zur Qualität der POC-PCR.“ [BfArM-Akten T1, S. 346; 19.11.2021] Der erste Satz schob das Land in einen Lockdown und in alle Zwangsmaßnahmen, während die verantwortliche Bundesbehörde im zweiten nachgeschobenen Satz wusste, dass es überhaupt keine Evidenz für die Tauglichkeit der Grundlage aller Maßnahmen - den PC - Test - gab. I. Die Akten liegen nun auf dem Tisch und es sollte in allen Nachrichtensendern eigentlich heute knallen Seit wenigen Tagen sind sie öffentlich: die nach dem Informationsfreiheitsgesetz freigegebenen Akten des BfArM-Fachgebiets 93 („COVID“) – fünf Konvolute mit Berichten, Vermerken und dem E-Mail-Verkehr mit dem Bundesgesundheitsministerium. Es sind keine Papiere von Kritikern. Es sind die eigenen Worte der Behörde. Und diese Worte bestätigen, Punkt für Punkt, was Prof. Dr. Ulrike Kämmerer in ihrem Gutachten zur RT-qPCR (Stand 01.01.2023) seit Jahren als methodische Kritik formuliert hat: kein Referenzstandard, keine vergleichbaren Ct-Werte, keine belastbaren Daten für ganze Gerätekategorien, Testkits „nur für Forschungszwecke“ in der Regelversorgung, Ringversuche ohne Verbindlichkeit. Jahrelang hieß es: Verschwörungstheorie. Jetzt ist die Gewißheit da und verfügt über ein Aktenzeichen - sie wussten alle, dass die Evidenz für den Test fehlt. II. Was schiefging, erstens: Ein Test ohne Maßstab Anfang April 2020 erteilte das BfArM die ersten Sonderzulassungen für SARS-CoV-2-PCR-Tests (Qiagen, Cepheid) nach § 11 Abs. 1 MPG. Im Lagebild für das Kanzleramt vom 6. April 2020 meldet die Behörde: 76 Corona-Tests angezeigt, davon 38 auf RNA/DNA, zwei Sonderzulassungen beschieden, drei weitere Anträge in Bearbeitung [BER, S. 933]. Womit hat die Behörde geprüft? Sie sagt es selbst. Am 12. Februar 2021 – zehn Monate später – formuliert das BfArM in einem eigenen Entwurf: „(1) Zur Festlegung einer analytischen Mindestsensitivität ist derzeit kein internationaler Standard für SARS-CoV-RNA oder für SARS-CoV-2 Antigen verfügbar. (2) Ct-Werte von PCR-Systemen bieten zwar Anhaltspunkte für die zugrundeliegende Viruskonzentration, sind aber zwischen unterschiedlichen PCR-Verfahren nur mit Einschränkungen vergleichbar …“ [BfArM-Akten T2, S. 431; 12.02.2021] Kein Standard. Keine Vergleichbarkeit. Aber im Blindflug Sonderzulassungen. Der internationale WHO-Standard für SARS-CoV-2-RNA (NIBSC 20/146) wurde erst im Dezember 2020 etabliert. Zur verbindlichen Referenz für die Leistungsbewertung von PCR-Tests in der EU machte ihn erst die Leitlinie MDCG 2021-21 – im August 2021, sechzehn Monate nach den ersten Sonderzulassungen [T1, S. 8–20]. Und selbst diese Leitlinie legt für PCR-Tests keine prozentuale Mindest-Sensitivität und keine Mindest-Spezifität fest. Für Antigentests tut sie das (über 80 Prozent Sensitivität, über 98 Prozent Spezifität), für Antikörpertests ebenfalls (mindestens 90 bzw. über 99 Prozent). Für den „Goldstandard“ selbst: nichts. Wer Goldstandard ist, wird nicht gemessen. Die Bescheide der Sonderzulassungen? Nicht veröffentlicht. Im Protokoll einer Bund-Länder-Besprechung hält das BfArM fest, dass „nur die Sonderzulassungen, nicht aber die Sonderzulassungsbescheide“ veröffentlicht werden – und schlägt vor, sie den Landesbehörden auf einer geschützten Website zugänglich zu machen [T2, S. 328]. Selbst die Länder, die auf Basis dieser Tests Quarantänen verhängten, bekamen die Bescheide nur hinter Zugangsschranke. Dennoch wussten sie damit, dass sie Maßnahmen auf einer Grundlage verhängten, die keinerlei Evidenzwert besaß. Das sollten möglicherweise nicht alle wissen, weshalb die Sonderzulassungsbescheide vermutlich auch so gut wie keiner sah. In den fünf freigegebenen Konvoluten findet sich zu keinem einzigen sonderzugelassenen PCR-Test ein Bewertungsbericht, ein Bescheid im Volltext oder ein konkreter Sensitivitäts- oder Spezifitätswert. Für 38 angezeigte RNA/DNA-Tests: keine Marktüberwachungsauswertung, kein Post-Market-Bericht eines Herstellers. Dafür anderes. Das weltweit am meisten ausgelieferte Testkit (TIB Molbiol) trug im Beipackzettel den Vermerk „Not tested for use in diagnostic procedures“ – was so viel heißt, dass es nicht für Diagnoseverfahren getestet worden war. Dieser Test lief über Großautomaten millionenfach in der deutschen Regelversorgung [Kämmerer-Gutachten, S. 34–35]. Ein Hersteller fragte das BfArM ausdrücklich, ob er seinen Test „unter RUO“ – Research Use Only – vertreiben dürfe, bevor die Leistungsbewertung abgeschlossen sei, um ihn schnell verfügbar zu machen [V93, S. 14, 64]. Ein Facharzt für Laboratoriumsmedizin schrieb der Behörde, ohne Ringversuchsergebnisse und Vergleichsstudien „wäre es nach meiner Einschätzung nicht anzuwenden“ [T1, S. 348; 19.11.2021]. Eine Pflicht zur Teilnahme an Ringversuchen? Im Zulassungspfad nicht vorgesehen. Sie wurde mit dem Ministerium als „Vorschlag“ diskutiert – im Dezember 2021, nach zwei Wintern Lockdown [T1, S. 415]. Der erste Ringversuch vom April 2020 wertete nur vier von sieben Proben, weil Probeneigenschaften vorab bekannt geworden waren; bei einer Probe lagen trotzdem 6,8 Prozent der Labore daneben [Kämmerer-Gutachten, S. 31]. Und die Point-of-Care-PCR, die in Arztpraxen, Apotheken und Testzentren lief? Die Behörde zitiert selbst eine Cochrane-Analyse: 76,8 Prozent Sensitivität bei Abbott ID NOW gegenüber 99,4 Prozent bei Cepheid Xpert Xpress – 22,6 Prozentpunkte Unterschied zwischen zwei sonderzugelassenen Systemen [T1, S. 346]. Im Ringversuch 409 (2021) streuten die Messwerte bei derselben Probe zwischen null und über zwei Millionen Kopien pro Milliliter [T1, S. 427–428]. Der Kontrast im selben Aktenbestand ist die eigentliche Pointe. Antigentests wurden strukturiert vergleichend evaluiert – RKI, PEI, Konsiliarlabor, Bundeswehr [T3, S. 26; T2, S. 432]. Ivermectin bekam eine detaillierte Evidenzprüfung mit klarer Ablehnung [BER, S. 306]. Nur der Test, an dem alles hing, der Test, der die Inzidenz erzeugte, der Test, gegen den alle anderen Tests gemessen wurden – der bekam überhaupt keine Prüfschwelle und alle sahen trotz Warnungen und immer wieder kehrenden Fragen alle weg. III. Was schiefging, zweitens: Der Kategoriefehler Eine PCR weist RNA-Fragmente nach. Nicht eine Infektion. Nicht eine Erkrankung. Nicht Ansteckungsfähigkeit. Das ist keine These von Kritikern. Das ist die Arbeitsgrundlage der Bundesbehörden. Der Präsident des Paul-Ehrlich-Instituts beschreibt am 6. November 2020 das eigene Evaluationsverfahren: Vermehrung in Zellkultur „als mögliches Korrelat für Infektiosität“, und zwar „unter der Annahme einer Korrelation zwischen Virusvermehrung in Zellkultur und der potenziellen Infektiosität“ [T3, S. 26, 141]. Doppelt konditioniert. Die Behörde, die Tests bewertet, weiß: positiver Molekülnachweis ist nicht gleich ansteckender Mensch. Das Gesundheitsministerium schreibt in der Nationalen Teststrategie über positive Testergebnisse: „Es ist noch keine Diagnose einer SARS-CoV-2 Infektion.“ Die Diagnose werde erst durch PCR „sowie die ärztliche Beurteilung“ gestellt [T1, S. 33, 143]. Vortest, Bestätigung, Arzt. So steht es im Papier. Bis heute erlebe ich es in den Gerichtsprozessen anders, dass jede festgehaltene positive PCR Test eine Corona Infektion gewesen sei, weshalb nie die Impfung, sondern immer die nach der Impfung erfolgte Infektion (wogegen ja die Impfung zu 95% schützen sollte) die gesundheitlichen Schäden verursacht habe. Ein Test, ein Eintrag in der Patientenakte, eine Abrechnung, die in der Krankenakte festgehalten wurde hat heut noch mehr Macht über den Ausgang eines Verfahrens, weil in den Köpfen der Richter fest verankert ist, dass ein positiver PCR - Test gesichert die Infektion nachweise. Und so stand es im Gesetz: Nach § 7 IfSG löste der bloße Labornachweis die Meldung aus. Nach § 28b IfSG wurden diese Meldungen als „Neuinfektionen pro 100.000 Einwohner“ addiert. Ab 100: Ausgangssperre. Ab 150: Läden zu. Ab 165: Schulen zu. Ein Rachenabstrich mit Ct-Wert 38 zählte wie einer mit Ct-Wert 18. Ein Symptomloser zählte wie ein Schwerkranker. Kein Ct-Wert wurde gemeldet, kein Symptom abgefragt, kein Arzt gehört. Bei einem Feldversuch heute wette ich, dass sie wieder alles dicht machen würden, weil sich an den äußeren Werten übehaupt nichts geändert hat. Den Ct-Wert, den das PEI intern als Marker für „hohe Viruslast“ nutzte (unter 25) [T3, S. 141], hat niemand in die Meldekette übernommen. Ob ein bestimmter Ct-Wert die Quarantäne verkürzen könne, steht in einem Bund-Länder-Protokoll – als offene Frage. Sie blieb offen [T3, S. 187]. Repressalien gingen vor Aufklärung einer solchen Frage. Der Staat hat ein hochpräzises Laborinstrument, das Moleküle findet, eins zu eins mit einer medizinischen Diagnose gleichgesetzt und darauf sein gesamtes Maßnahmenregime bewusst und gewollt aufgebaut. Die eigenen Fachbehörden haben die Grenzen dieses Instruments schriftlich dokumentiert. Die pharmaorientierte Politik hatte diese Warnungen beiseite zu drücken und anschließend wurde die Rechtsordnung gezwungen sie zu ignorieren, weil ihr eine unvollständige aber wesentliche Tatsache nicht mitgeteilt wurde, dass ein PCR - Test keine Infektion nachweisen kann und so, wie das System aufgebaut war geradezu für extrem hohe Fehlerzahlen gewollt empfänglich war. Es war eine Testplandemie. Keiner wollte es damals gerne hören und galt als Verschwörungstheoretiker. Die Akten sprechen nun eine deutliche Sprache. Die IFG Anfrage hat mehr Tatsachen zu Tage gefördert als es die ganze Enquette Kommission bisher als Selbsbeweihräucherungsverein, die keine Tatsachen zur Kenntnis nehmen wollen. Die Kartellparteien beschlossen zudem, dass die Feststellung eine Tatsachengrundlage, insbesondere die Auswertung der kassenärztlichen Daten oder die Vorstellung der Pharmakovigilanzdaten ebenso unerwünscht sei, wie die Darstellung von Statistiken zur Untermauerung des eigenen Vortages. Tatsachenvermeidung ist seither das Spiel der Enquetekommission. IV. Was schiefging, drittens: Das Gericht sah die Akten nicht Der Beschluss des Bundesverfassungsgerichts vom 19. November 2021 (1 BvR 781/21 u. a.) ist die einzige Hauptsacheentscheidung zur Bundesnotbremse. Wen hat der Senat als sachkundige Dritte gehört? Das Robert Koch-Institut – ja. Das Paul-Ehrlich-Institut, zuständig für die Evaluation der Tests – nein (später zuständig für die Prozessfinanzierung der Impfhersteller). Das BfArM, zuständig für die Sonderzulassungen – nein. Das PEI wird im gesamten Beschluss nicht erwähnt. Wonach hat der Senat gefragt? Ob die Sieben-Tage-Inzidenz ein geeigneter Indikator ist. Nicht danach, was das Signal aussagt, aus dem die Inzidenz gemacht wird. Die Wörter „Sensitivität“, „Spezifität“ und „Ct-Wert“ kommen in der Entscheidung nicht vor, womit beim Bundesverfassungsgericht die gleiche Attitüde der Enquetekommission bestand und zwar in jeder Hinsicht die Tatsachenaufklärung zu vermeiden, weshalb auch nicht die Quelle, sondern zur Sicherheit Dritte gefragt wurden ohne auch nur das Kernthema anzureißen. Was hat das RKI dem Gericht gesagt? Die Inzidenz sei ein „geeigneter Indikator“, ein Frühindikator mit sieben bis zehn Tagen Vorlauf. Kein Wort davon, dass das Meldesignal von Testfrequenz, Teststrategie und Testverfahren abhängt. Kein Wort davon, dass die Schwesterbehörde PEI die Gleichung „positiv = infektiös“ intern nur „unter der Annahme einer Korrelation“ führte. Das Gutachten von Prof. Matthias Schrappe, im selben Verfahren vorgelegt, hatte genau diese Lücke benannt: Die „Inzidenz“ sei keine Inzidenz, sondern eine Melderate, nicht reliabel, nicht valide. Es fand im Beschluss keinen Widerhall. Es lässt entweder auf intellektuelle Unterbelichtung schließen, was ausgeschlossen werden kann oder Vorsatz. Der eine Beschwerdeführer, der ausdrücklich rügte, ein positiver PCR-Befund sage nichts über Infektiosität aus – seine Beschwerde wurde aus formalen Gründen verworfen. Die Rüge wurde nie in der Sache geprüft. Stattdessen der Maßstab, der alles trägt: Der Gesetzgeber müsse sich bei „Unwägbarkeiten der wissenschaftlichen Erkenntnislage“ nur an einer „sachgerechten und vertretbaren Beurteilung der ihm verfügbaren Informationen“ orientieren. Vertretbarkeitskontrolle. Mehr nicht. Gegenteilig vorliegende Tatsachen konnten und durften ignoriert werden. Hier liegt der Kern. Die selbst produzierte „Unwägbarkeit“ war keine Naturgewalt. Sie war von der Exekutive selbst erzeugt – durch Sonderzulassungen ohne Standard, ohne Vergleichbarkeit, ohne Prüfschwelle – und von der Exekutive selbst hervorgerufen und dokumentiert. Das Gericht hat die Vertretbarkeit staatlichen Handelns auf einer Aktenlage geprüft, die der Staat zuvor in Halbwahrheiten zugeschnitten hatte: durch die Auswahl der Geladenen, durch den Zuschnitt der Fragen und durch die Selbstdarstellung des RKI. Eine Unsicherheit, die die Verwaltung selbst hergestellt hat, kann aber heute den Gesetzgeber nicht entlasten. Das Bundesverfassungsgericht konnte das nicht wissen - hätte es aber wissen können. Die Behörden wussten es definitiv, weshalb alle anderen in der Wissenschaftswelt, die es auch wussten diffamiert werden mussten, völlig gleich wie sehr ihre wissenschaftlichen Aufsätze alle stimmten. Das ist Prof. Dr. Kämmerer leider auch widerfahren. Die Pharmaindustrie und ihre Anwälte setzen das System bis heute fort: "Vermeide stets die Auseinandersetzung in der Sache indem Du die Autoren angreifst" Ad hominem Angriffe sind nun juristischer Alltag. V. Warum es so kommen musste: Der Plan stand im Amtsblatt Man braucht keine Verschwörung, um zu verstehen, warum das alles so lief. Man muss nur die Rechtsgrundlage lesen. Die bedingte Zulassung eines Arzneimittels nach Art. 14-a der Verordnung (EG) Nr. 726/2004 in Verbindung mit Art. 4 der Verordnung (EG) Nr. 507/2006 setzt vier Dinge voraus: 1. ein positives Nutzen-Risiko-Verhältnis, 2. die Fähigkeit des Herstellers, die fehlenden Daten später nachzuliefern, 3. einen „ungedeckten medizinischen Bedarf“ – 4. und dass der Nutzen sofortiger Verfügbarkeit das Risiko unvollständiger Daten überwiegt. „Ungedeckter medizinischer Bedarf“ heißt nach der Verordnung: Es gibt keine zufriedenstellende Methode der Diagnose, Vorbeugung oder Behandlung – oder das neue Produkt bringt einen „bedeutenden therapeutischen Vorteil“. Das ist das Highlander-Prinzip des Arzneimittelrechts: Es darf nichts anderes geben. Ich stellt es in einem anderen Kontext schon die letzten Tage vor. Damit erklärt sich der Doppelstandard, der sich durch die Akten zieht. Comirnaty erhielt auf ihren Zulassungantrag bei der FDA im August 2018 am 21. Dezember 2020 die bedingte Zulassung, ausdrücklich trotz unvollständiger Daten – dafür ist das Instrument gebaut. Ivermectin lief anschließend in dieselbe Behördenlandschaft und kam anders heraus: Im Oktober 2020 bittet ein deutscher Hersteller das BfArM um Beratung für eine COVID-19-Indikation. Im Januar 2021 kritisiert die Behörde methodische Schwächen. Im März 2021 fragen Politiker nach Behandlungsalternativen. Im April 2021 lehnt ein Initiativbericht die bedingte Zulassung ab – und vermerkt: „Das Vorgehen ist hierbei eng mit dem Bundesministerium für Gesundheit abgestimmt.“ [BfArM-Akten, Ivermectin-Vorgang, BER ab S. 306] Für das billige Generikum galt der strenge Evidenzmaßstab. Für die Impfstoffe die gesetzliche Ausnahme vom Evidenzmaßstab, für die die Alternative gestört hätte, weil es die Zulassung zunichte gemacht hätte. Für die PCR gar kein Maßstab. Drei Produkte, drei Regulierungsstile, ein Muster: Entscheidend war nicht eine einheitliche Evidenzschwelle, sondern die politische Nachfrage nach Verfügbarkeit. Was die PCR konnte oder nicht war egal. Und jetzt die Kette, die alles zusammenhält: Das PCR-Signal erzeugt die Inzidenz. Die Inzidenz erzeugt die Notlage. Die Notlage rechtfertigt die Maßnahmen – und sie rechtfertigt die bedingte Zulassung für den jeweiligen Impfhersteller. Die bedingte Zulassung verlangt den ungedeckten Bedarf, also die Abwesenheit von Alternativen. Die Vorbestellungen – EU-Verträge über Hunderte Millionen Dosen, dazu deutsche Bilateralbestellungen, aber keine einzige staatliche Bestellung eines Altmedikaments als Alternative – hätte dann Zulassungsdruck erzeugt. Je mehr investiert war, desto weniger durfte hinterfragt werden und desto weniger Alternativen durfte es geben und desto höher musste die mediale Not hochgepuscht werden, um den Absatz der Impfstoffe zu ermöglichen. Wer die Grenzen des PCR-Signals eingeräumt hätte, hätte die Inzidenz relativiert – und mit ihr die Notlage, die alles trug und es hätte niemals bedingte Zulassungen gegeben. Deshalb müssen unbedingt alle PCR Tester den Bundesverdienstorden bekommen, da sie der Pharmaindustrie mit Evidenzlosigkeit Wissenschaftlichkeit vorgaukeln konnten. Das löst heute noch bei den neuen Milliardären sicher Schenkelklopfer aus, wie sie die völlig verblödete Bevölkerung derart hinters Licht führen konnten. Wer eine günstige, verfügbare Frühbehandlung mit Vitamin D, Zingpräparaten oder gar anderen Medikamenten (die es gab) anerkannt hätte, hätte den Nachweis des ungedeckten Bedarfs mindestens erschwert, wenn nicht gar unmöglich gemacht – und damit am Fundament der eigenen Zulassungen gesägt. Beides durfte nicht sein. Also geschah beides nicht. Und unsere gänzlich unbestechlichen Behörden taten nur das, was die künftigen Zulassungsinhaber bedingter Zulassungen gerne wollten. Die Behörde, die prüfen sollte, wurde zur Partei in eigener Sache. Und ein Interessenkonflikt wird nicht dadurch geheilt, dass die Entscheidung zufällig richtig gewesen sein könnte. Das ist mit „planvoll“ gemeint. Nicht der finstere Plan im Hinterzimmer. Sondern eine Rechtsarchitektur, in der jede Instanz genau das tat, was ihre Anreize verlangten: Das BfArM ließ zu, was gebraucht wurde, und prüfte nicht, was nicht geprüft werden durfte. Das RKI lieferte dem Gericht die Steuerungslogik und verschwieg die Messunsicherheit. Das Ministerium stimmte ab. Und das Gericht prüfte die Vertretbarkeit – auf der Aktenlage, die man ihm ließ und das PEI wurde über das ZEPAI zum Prozessfinanzierer, um zu verstehen, warum es sinnvoll ist keine gesetzeskonforme Pharmakovigilanz zu betreiben, wenn man Zivilprozesse gewinnen will. VI. Was jetzt zu geschehen hat Erstens: Die Enquete-Kommission des Bundestages, die bis Mitte 2027 ihren Abschlussbericht vorlegen soll, muss die freigegebenen BfArM-Akten – und die entsprechenden Bestände von PEI und RKI – zum Gegenstand ihrer Arbeit machen. Eine Aufarbeitung, die diese Vermerke nicht kennt, ist keine. Dabei hat sie auch die Pharmakovigilanzberichte des PEI als Tatsachen vollständig zu sichten. Zweitens: Alle Sonderzulassungsbescheide für SARS-CoV-2-Tests sind zu veröffentlichen. Mit Bewertungsgrundlage. Vollständig. Drittens: Das RKI hat zu erklären, warum es dem Bundesverfassungsgericht die behördenintern bekannten Grenzen des Meldesignals nicht mitgeteilt hat. Viertens: Es ist zu prüfen, welche Folgen es hat, dass die verfassungsgerichtliche Bewertung der Bundesnotbremse auf einer unvollständigen Tatsachengrundlage erging – für laufende Verfahren, für die Amtshaftung und für jede künftige Regelung, die einen Grundrechtseingriff an einen Laborwert koppelt. Fünftens: Nie wieder ein Grundrechtsschalter ohne Ct-Wert, ohne Symptom, ohne ärztliche Beurteilung. Die Akten sind da. Die Entschuldigung „das konnte man damals nicht wissen“ ist damit erledigt. Man konnte es wissen. Man hat es gewusst. Man hat es sogar alles aufgeschrieben. Quellen und Zitierschlüssel BER = Covid-Berichte_geschwarzt.pdf; T1 / T2 / T3 = Teil1v3 / Teil2v3 / Teil3v3_EMails-an-93-COVID-von-BMG_geschwarzt.pdf; V93 = Emails-von-93-an-oder-cc-BMG_geschwarzt.pdf (BfArM, Fachgebiet 93, freigegeben nach IFG, September 2026). Kämmerer, Ulrike: Bewertung der Eignung der RT-qPCR Technik zum Nachweis einer möglichen Infektion und Infektiosität von Personen bezüglich SARS-CoV-2, Gutachten, Stand 01.01.2023, 65 S. MDCG 2021-21: Guidance on performance evaluation of SARS-CoV-2 in vitro diagnostic medical devices, August 2021 (Tabellen 1, 4, 5). WHO Expert Committee on Biological Standardization: 1st WHO International Standard for SARS-CoV-2 RNA (NIBSC 20/146), etabliert Dezember 2020. BVerfG, Beschluss vom 19.11.2021 – 1 BvR 781/21 u. a. (Bundesnotbremse I), insbesondere zur Anhörung sachkundiger Dritter, zum Vertretbarkeitsmaßstab und zur Anknüpfung an die Sieben-Tage-Inzidenz. Schrappe, Matthias: Wissenschaftliches Fachgutachten, 1. Teilgutachten Fragenkomplex III, Köln, 06.08.2021 (vorgelegt in 1 BvR 781/21). Verordnung (EG) Nr. 726/2004, Art. 14-a; Verordnung (EG) Nr. 507/2006, Art. 4 (bedingte Zulassung, ungedeckter medizinischer Bedarf). § 7, § 28b IfSG in der Fassung vom 22.04.2021; § 11 Abs. 1 MPG a. F.; Richtlinie 98/79/EG (IVDD); Verordnung (EU) 2017/746 (IVDR). #COVID19 #PCRTest #Grundrechte
Igaunijā krievi: 83% no HIV inficētajiem 70% no prostitūtām 60% no cietumniekiem 98% no intavenozo narkotiku lietotājiem 66% no bezpajumntniekiem https://t.co/74WTLP0gRg #HIV #SociālāProblema #Veselība
Konspirační porada, Hnutí DUHA a politička STAN, která chtěla peníze Proč jsem se sešel s Filipem Turkem? Proč Hnutí DUHA tolik křičí a podává trestní oznámení? Jak politička STAN přesunula státní peníze ke své rodině a proč byla tvorba akceleračních zón "cinknutá" od samého počátku? Je tu druhá upoutávka na avizovaný podcast Únos státu. Dnes se budu věnovat kauze, které si málokdo všiml, leč je pro podobu České republiky naprosto zásadní. Jakmile byl prezident Petr Pavel inaugurován, dočkal se svého jmenování ministrem i Petr Hladík, kterého Miloš Zeman setrvale odmítal. Nominant KDU-ČSL byl jmenován v březnu roku 2023, ačkoliv měl vizitky ministra životního prostředí vytištěné za peníze občanů již od října 2022 (...). Zdroj vizitky - https://t.co/FkAVkJx6Rt Pro události popsané níže je zásadní, že s Hladíkovým nástupem začíná resort životního prostředí de facto ovládat Hnutí DUHA. Pro Petra Holuba, nového "superúředníka", je vytvořena sekce 800, nazvaná sekce ochrany klimatu. Tvorbou nové sekce Hladík převedl pod Holuba, bývalého zaměstnance Hnutí DUHA, stovky miliard z Modernizačního fondu, legislativní odbor, strategický odbor a nově byl zřízen také "odbor dekarbonizace ekonomiky". Hladíkovými poradci se stávají další bývalí zaměstnanci Hnutí DUHA. Novým nejmocnějším mužem resortu a lobbistou v zákulisí se stává Martin Sedlák, ředitel Svazu moderní energetiky a doplňuje jej politik Strany Zelených, bývalý zaměstnanec Hnutí DUHA a brněnský náměstek primátora, Martin Ander. https://t.co/GO2rVi1pzT Již při nástupu na resort Hladík i Sedlák svorně tvrdí, že je pro ně vymezení akceleračních zón a masivní výstavba obnovitelných zdrojů absolutní prioritou. Aby ne - Martin Sedlák investory do OZE zastupuje a lobbuje za jejich zájmy. Členy Sedlákova svazu jsou ČEZ ESCO, Decci, JRD či Solární asociace sdružující takzvané solární barony z let 2009 a 2010, ale i nové "štiky" ve štědře dotovaném oboru výstavby solárních parků. https://t.co/5CAt9AIpT1 K tomu ale později. Bezprecedentní střet zájmů Sedláka je ignorován a koncentrace peněz i legislativy v rukách Petra Holuba je taktéž zcela opomíjena. Co by se tak mohlo pokazit? S avizovaným vymezením akceleračních zón lobbovali investoři za minimální obstrukce a maximální rozsah oblastí, kde bude možné zejména větrné parky stavět rychleji než za rok. Je tak třeba sestavit "nekonfliktní" tým, který půjde zájmům podnikatelům zastupovaným Sedlákem na ruku. Zdroj - https://t.co/gPnUoC7LJv Úkolu se ujímá Petr Holub a svolává na 22. listopadu roku 2023 klíčovou poradu. O dva dny dříve řeší v e-mailu "vhodnou" strukturu týmu s Evou Volfovou, političkou hnutí STAN a budoucí klíčovou členkou týmu. Diskutují nad "vhodnými" odborníky, kteří by zóny vymezili a pomyslně "nedělali problémy". Setkání dne 22. listopadu 2023 skutečně probíhá. Účastní se jej mimo jiné Radim Misiaček, Libor Hort, Martin Abel, Eva Volfová a Jan Dušek. Misiaček je majitel firmy Raddit Consuting, Hort poradu řídí z pozice ředitele Výzkumného ústavu pro krajinu, Martin Abel je politik Strany Zelených a právník Klimatické žaloby. Zdroj Abel - https://t.co/dqHpheBGst Zdroj Misiaček - https://t.co/pDzlueoPJH Eva Volfová a Jan Dušek jsou na poradě klíčovými účastníky. Volfová, aktivní polička hnutí STAN, je spojkou na Lukáše Vlčka, ministra průmyslu a obchodu. Jan Dušek je podnikatel a majitel firem PlanTerra, Integra Consulting a DHP Conservation. Zdroj Dušek - https://t.co/bNuUTj7QP3 Zdroj Volfová - https://t.co/KRxnshKEGS Na poradě se mimo jiné řeší, kdo bude členem týmu vymezujícího akcelerační zóny a přitomní se nepřekvapivě shodují "sami na sobě". Dále diskutují nad metodikou vymezování zón a řeší, jak zajistit, aby tendr na externí poradenství k zónám vyhrála firma Jana Duška, Integra Consuting. Má to ale podmínku - Eva Volfová chce část peněz z veřejného tendru a s Duškem se domlouvá na převodu majetkového podílu v jedné z jeho firem, jak vysvětlím níže. Jednání ze dne 22. listopadu 2023 bylo úspěšné a následně se domluvené stává realitou. Dne 7. 3. 2024 uzavírá Libor Hort za Výzkumný ústav s Martinem Abelem smlouvu na 1,92 milionu korun. Bez soutěže. https://t.co/5CJoqYUE8P Dne 7. 3. 2024 uzavírá Libor Hort za Výzkumný ústav smlouvu s Evou Volfovou v hodnotě 1,92 milionu korun. Opět bez soutěže. https://t.co/BHWwgW0D0V Dne 15. 11. 2023 uzavírá Libor Hort za Výzkumný ústav smlouvu s Radimem Misiačkem v hodnotě 2 milionů korun. Znovu bez soutěže. https://t.co/YaIrNRDBME Dne 4. 6. 2024 následně konsorcium firem Jana Duška vítězí v pseudo-soutěži, jejíž podmínky byly předmětem jednání zúčastněných dne 22. listopadu 2023. https://t.co/EEWPY9ELpH Než Duškova firma zvítězí v tendru na management projektu za bezmála 7,5 milionu, převádí Dušek 23. ledna 2024 dle dohody 80 % podílu ve firmě PlanTerra na Evu Volfovou ze STAN a jejího manžela. https://t.co/5QnZVip5SE Později v roce 2025 získává Dušek s firmou DHP Conservation zakázku na vypracování stanoviska SEA. https://t.co/746SSJAVQP Firma DHP Conservation tak hodnotí práci Volfové a jiné Duškovy společnosti, Integra Consulting. Není překvapivé, že žádné chyby nenachází a biologický průzkum běžně trvající 11 až 13 měsíců zvládá Duškova firma za méně než 60 dnů. Zdroj, biologický průzkum za 60 dní - https://t.co/tOVVv6tdN3 Výběr expertů, výběr externího řízení projektu a výběr firem, které budou následně hodnotit dopady akceleračních zón na přírodní bohatství byl od počátku jen "divadlem". O týmu, jeho složení, o externích hodnotitelích a o vymezených zónách bylo rozhodnuto již v listopadu roku 2023. Tedy předtím, než byly jakékoli smlouvy s odborníky i firmami vůbec uzavřeny. Informace o budoucích zónách samozřejmě "unikly" k investorům do větrných elektráren a solárních parků, čímž si podnikatelé v naprosto masivní míře rezervovali výkony budoucích elektráren. Podle zdrojů si v roce 2024, ještě než se o rozsahu zón vědělo, rezervovali dvojnásobek výkonu Temelína a o rok později dalších 2,5 GW, tedy výkon elektrárny v Dukovanech. Zdroj, rezervovaný výkon - https://t.co/mpfra8VwCh Lobbisté za OZE měli informace z první ruky a Hladíkův superúředník Holub zajistil domněle "nezávislý" tým "odborníků", kteří si na prvním jednání rozdělili role, odpovědnost i peníze a až posléze vypsali a ve většině případů ani nevypsali potřebné soutěže. V interní komunikaci MŽP se neustále objevuje, že "M", tedy Martin Sedlák, žádá tým Výzkumného ústavu pro krajinu o vyhodnocení záměrů investorů do větrné energie a jejich zahrnutí do akceleračních zón (!!!) :) Kompletní neveřejné dokumenty představím v podcastu, zde poskytují výřez coby fotografii v příspěvku. Podstatné je, že má celá kauza také dohru v podobě policejního vyšetřování. Dne 2. 8. 2026 jsem sepsal na již smazaném profilu článek nazvaný "Chaos, nekompetence, lži - akcelerační zóny". Na základě tohoto článku se mi 5. 8. 2026 ozval Filip Turek, který měl zájem se sejít a problematiku prodiskutovat, jelikož i pro něj šlo o třaskavé téma. I díky konstantní ignoraci zveřejňovaných kauz médii jsem se rozhodl na návrh kývnout a s Filipem Turkem jsme se sešli. Zdroj Turek - foto v příspěvku Zdroj příspěvek 2. 8. - foto v příspěvku Co bylo dál? To vysvětluji na videu na odkazu níže, kde celou anabázi "pravidelného setkávání se s Filipem Turkem" objasňuji. https://t.co/6GC2c2nWF4 Jen nastíním, že článek vyšel dne 2. 8. a 23. 8. podal ve věci týmu při Výzkumném ústavu pro krajinu ministr Igor Červený trestní oznámení. Ředitel Hort byl kvůli podezření z účelového obcházení zákona o zadávání veřejných zakázek umístěn na překážky a situace je nepříjemná zejména pro Evu Volfovou za STAN a podnikatele Jana Duška. Martin Abel, onen "vyhozený expert", je do kauzy rovněž vtažen. Na jedné straně získal smlouvu za bezmála 2 miliony korun, ale na druhé vystupoval coby expert soukromé společnosti Jana Duška a výkazy naznačují, že pravděpodobně inkasoval dvojí odměnu, jednu od státu, druhou od soukromé firmy, kterou pomáhal vybírat. Tolik k Hnutí DUHA, jehož bývalí zaměstnanci za Petra Hladíka ovládali Ministerstvo životního prostředí a lobbovali za zájmy podnikatelů v OZE. Tolik také k "expertům", jejichž expertíza se od počátku zejména v případě Evy Volfové zaměřovala zejména na získávání státních peněz a k akceleračním zónám, jejichž "odborné" vymezování bylo pouhým divadlem. Od začátku se vědělo, kde zóny budou a kde - v případě existujících zájmů podnikatelů v OZE - být musí (...). V podcastu Únos státu se budu této klíčové poradě a jejím následkům věnovat ještě do daleko většího detailu i s citacemi konkrétních interních dokumentů. Dává-li vám práce projektu Paukner Media smysl, můžete jej podpořit na odkazu níže. https://t.co/EbnFIdwXFO Šalom Foto Abel: Wiki Foto Volfová: Wiki Foto Sedlák: ČTK #politika #ekologie #transparentnost
9/11 en Joe, de taxichauffeur uit Queens. Ik kan mij de eerste keer dat ik New York bezocht nog goed herinneren. Ik had een rechtstreekse vlucht geboekt vanaf Schiphol naar New York met de inmiddels legendarische Boeing 747 waar de KLM toendertijd nog mee vloog. Bij dit soort lange vluchten maakte ik er altijd een gewoonte van om een vlucht in de avond te boeken, bij voorkeur business-class, zodat ik kort na het opstijgen kon proberen om de slaap te vatten, uiteraard met de insteek dat ik dan uitgerust in New York zou arriveren. Helaas had ik maar drie dagen om de stad te verkennen omdat ik later die week in San Francisco moest zijn voor een conferentie over de laatste ontwikkelingen in de computerindustrie. Pakweg acht uur na wheels-up in Amsterdam landden wij op JFK Airport en nog geen half uur later zat ik, samen met m’n bagage, in een taxi onderweg naar downtown New York. De taxichauffeur, hij had zich voorgesteld als Joe, kwam uit Queens, zijn onmiskenbare accent liet daar geen enkele twijfel over bestaan. Joe was een sympathieke dertiger die duidelijk positief en vol in het leven stond, dat bleek overduidelijk uit zijn houding en manier van praten. Nadat hij begreep dat ik uit Nederland kwam vroeg hij mij vervolgens de oren van het hoofd over het Nederlandse drugsbeleid, de coffeeshops in Amsterdam en uiteraard, hoe kon het ook anders, de wereldberoemde Rosse Buurt. Terwijl we het hadden over de schaars, en uitdagend, geklede dames achter glas op de Oudezijds gaf hij mij zijn visitekaartje en deed hij z’n zonnebril half naar beneden terwijl hij, over de rand van z’n bril, mij een vette knipoog gaf en op het hart drukte dat ik hem kon bellen als ik behoefte had aan wat ‘gezelschap’. Hij voegde eraan toe dat ik hem daarnaast ook dag en nacht kon bellen op datzelfde nummer als ik ergens naartoe wilde in New York. Ik bedankte hem vriendelijk en glimlachte terwijl ik hem op het hart drukte dat ik geen behoefte had aan het gezelschap waar hij op doelde. Terwijl we Manhattan binnen reden, en de wolkenkrabbers aan weerszijden voorbij schoten, was Joe inmiddels al halverwege z’n levensverhaal. Van zijn aanmelding bij het Amerikaanse leger op zijn 19e, zijn eerste huwelijk, tot aan de dagelijkse beslommeringen van een taxichauffeur in New York. Terwijl Joe honderduit vertelde en ik af en toe vragen stelde werd mijn blik gevangen door de Twin Towers in de verte, een niet te missen aanblik van twee gigantische kolossen die overal bovenuit staken. Ik kan me nog goed herinneren dat de ingeving die ik toen kreeg mij altijd is bijgebleven. De Twin Towers gaven mij het gevoel van twee imposante bewakers, bewakers die dag en nacht de wacht hielden over de inwoners van New York, onverzettelijk en altijd waakzaam. De taxi stopte bij het Marriot-hotel op Times Square waar ik een kamer had geboekt. Terwijl ik uitstapte en Joe mijn bagage uit de achterbak haalde, liet ik alles even op mij inwerken, dit was tenslotte het kloppende hart van New York. Nadat ik mijn bagage van Joe had aangepakt en hem $20 fooi had gegeven liep hij terug naar zijn taxi waarbij hij met z’n hand het ‘bel-mij’ gebaar maakte terwijl hij breeduit lachte. Ik stak eveneens breeduit lachend en enthousiast m’n duim op terwijl ik de lobby van het hotel in liep, er vanuit gaande dat ik Joe nooit meer zou spreken. De reden dat ik gekozen had voor het Marriot-hotel was uiteraard vanwege de ligging en het magnifieke uitzicht over New York. Dit uitzicht viel absoluut niet tegen nadat ik op de één na bovenste etage was aangekomen en de gordijnen van m’n hotelkamer open had gedaan. Integendeel, het was alles waar ik op gehoopt had, wat een prachtige stad en wat een uitzicht. Het was een jaar later dat die imposante Twin Towers, die decennialang zo bepalend zijn geweest voor de skyline van New York, letterlijk geveld werden door een niet aflatende haat tegen het Westen, op islamitische leest geschoeid terrorisme, een Jihad tegen Amerika en het Amerikaanse volk. Vaak heb ik mij toen afgevraagd hoe het Joe de taxichauffeur is vergaan op 11-september 2001, en of hij getuige is geweest van deze tragedie terwijl deze zich letterlijk voor zijn ogen afspeelde? Ik had zijn visitekaartje bewaard en al eens een poging gewaagd om een email te sturen naar het adres wat erop stond, maar dat adres bestond helaas niet meer. Pas een jaar later, wederom rond 11-september, heb ik toch de moed bij elkaar geraapt en z’n nummer gedraaid. Ik ging ervan uit dat dit nummer waarschijnlijk ook niet meer in gebruik zou zijn en mocht dat wel het geval zijn dan was mijn inschatting dat de kans dat hij zich onze ontmoeting zou herinneren wel heel erg klein zou zijn. Toen de telefoon overging en een stem met een overduidelijk accent uit Queens opnam, een stem die ik overigens meteen herkende, vroeg ik direct op de man af of hij zich die Nederlander nog herinnerde van een taxi rit naar het Marriot-hotel van een aantal jaar geleden? Het duurde een paar seconden voordat hij enthousiast reageerde met ‘Of course I remember you, the Red-Light District guy from the Netherlands’, wat mij gelijk breeduit deed glimlachen. Zo begon een geanimeerd gesprek dat veel langer duurde dan de taxirit van JFK Airport naar het hotel van een aantal jaar geleden. Een geanimeerd gesprek waarin Joe al vrij snel met een regelmatig van emotie brekende stem vertelde over wat hij allemaal had meegemaakt op die dinsdag in september, toen ruim twee jaar geleden. Joe was letterlijk en figuurlijk getuige geweest van zowel het allerbeste als het allerslechtste waar de mensheid toe in staat is. Hij vertelde over hoe hij met zijn taxi gewonden naar ziekenhuizen had gebracht, hun letsel vaak veroorzaakt door vallend puin. Over hoe hij de chaos, paniek en angst heeft gezien in de ogen van de mensen die net hun vege lijf hadden weten te redden. Over hoe zijn neef, die onderdeel was van één van de brandweerkorpsen die in de eerste uren veel mensen uit de gebouwen heeft kunnen halen, uiteindelijk nooit is teruggevonden onder het puin. Joe’s stem sloeg over toen hij vertelde hoe trots hij was op zijn neef, en zijn collega brandweerlieden, die het ultieme offer hebben gebracht in hun pogingen om mensen uit de gebouwen te redden. Tijdens dit gesprek kreeg ik meerdere keren een brok in mijn keel en moest ik m’n tranen bedwingen toen ik Joe hoorde worstelen met z’n emoties terwijl hij zo goed mogelijk verslag deed van hetgeen hij had meegemaakt. Ik moet ieder jaar aan dit telefoongesprek denken als 11-september dichterbij komt. Dit gesprek van inmiddels ruim twintig jaar geleden, een indringend, persoonlijk en geëmotioneerd gesprek met een ooggetuige van 9/11 die op ground zero er alles aan gedaan heeft om het verschil te maken. Ik hoop dat het goed met je gaat Joe, dat je gelukkig bent en een positieve draai aan je leven hebt kunnen geven na deze immense tragedie. Dank voor alles wat je hebt kunnen doen en de talloze mensen die je op die 11e september in veiligheid hebt kunnen brengen. #911 #NewYork #Herinneringen
The National Police alerted three days before a massive entry of migrants swimming from Morocco to Ceuta, informing that 748 arrivals had been recorded in 20 days following a Supreme Court ruling that restricted hot return policies. (translated)

🎫 Mais de 740 mil pessoas estão na fila para comprar ingressos dos shows da artista estreante Miley no Hollywood Bowl. https://t.co/pVTDmAosu1 #MileyCyrus #HollywoodBowl #Shows
🇫🇷📚 FLASH | Les chiffres de ventes de plusieurs livres de responsables politiques sortis ces derniers mois : • 63 087 exemplaires — Sarah Knafo, « Le Casse du siècle », sorti le 2 septembre 2026. • 6 833 exemplaires — Raphaël Glucksmann, « Nous avons encore envie », sorti le 28 mai 2026. • 3 576 exemplaires — Gabriel Attal, « En homme libre », sorti le 23 avril 2026. • 2 321 exemplaires — François Bayrou, « Alerte sur la France qui vient », sorti le 18 juin 2026. • 1 302 exemplaires — François Hollande, « Unir. Nouveau monde, nouvelle gauche », sorti le 3 septembre 2026. • 744 exemplaires — Élisabeth Borne, « Réveillons-nous ! », sorti le 7 mai 2026. (Source : GFK) #livres #politique #ventes
OSTDEUTSCHLAND | Sonntagsfrage Bundestagswahl Forsa/RTL, n-tv AfD: 45% (+13,0) LINKE: 15% (+1,6) CDU: 12% (-6,7) SPD: 9% (-2,6) GRÜNE: 9% (+1,1) BSW: 5% (-4,4) Sonstige: 5% (-2,0) Änderungen zum Wahlergebnis von 2025 #btw29 https://t.co/74gY7CDsg5 #Bundestagswahl #Forsa #AfD
@ActuFoot_ @MPlusDeportes Je peux jurer qu’il a dit exactement la même chose face à la France https://t.co/74BxngpfNg #Football #Sport #Actualités
🎒🇫🇷 ÉDITO - La France perd ses élèves. Et, sur le papier, cela devrait être une bonne nouvelle pour l’école. Moins d’élèves pourrait signifier des classes moins chargées, davantage de temps pour chaque enfant, un meilleur suivi des élèves en difficulté et de meilleures conditions de travail pour les enseignants. Avec moins d’enfants à accueillir, la France pourrait enfin donner plus à chacun. Pourtant, cette évolution inquiète. Pourquoi ? Parce qu’une baisse démographique ne produit pas automatiquement une meilleure école. Elle peut aussi devenir une simple ligne budgétaire, avec des classes fermées, des postes supprimés et des établissements fragilisés. Selon le scénario intermédiaire de la DEPP, les écoles, collèges et lycées publics et privés sous contrat pourraient compter 1.676.800 élèves de moins entre 2025 et 2035, soit une baisse de 14,2%. Le premier degré concentrerait 933.000 de ces pertes et le second degré 743.800. Après 121.600 élèves de moins à la rentrée 2025, environ 161.600 élèves supplémentaires étaient attendus en moins à la rentrée 2026. Cette projection reste un scénario, pas une certitude gravée dans le marbre. Dans le premier degré, les hypothèses de la DEPP aboutissent à une baisse comprise entre 718.000 et 1.148.000 élèves à l’horizon 2035. Même dans l’hypothèse la plus favorable, la tendance reste nettement orientée à la baisse. La cause est connue. En 2025, 643.905 bébés sont nés en France, soit 2,3% de moins qu’en 2024 et 24% de moins qu’en 2010. L’indicateur de fécondité est tombé à 1,56 enfant par femme. Cette baisse ne s’explique pas par une disparition soudaine des femmes en âge d’avoir des enfants, mais principalement par une fécondité plus faible. Le décalage est essentiel. Les enfants nés en 2025 arriveront en maternelle en 2028, à l’école élémentaire en 2031 et au collège en 2036. La baisse actuelle n’est donc pas un accident passager. Elle va se transmettre, niveau après niveau, pendant plus d’une décennie. Ses premiers effets sont déjà visibles. Entre 2015 et 2025, les écoles publiques hors éducation prioritaire ont perdu 271.000 élèves dans les territoires ruraux, soit 15,4% de leurs effectifs. Le nombre de classes y a diminué de 8,1%, une baisse moins rapide qui a permis d’alléger les classes. Dans les communes urbaines, les effectifs ont reculé de 7,7%, tandis que le nombre de classes a légèrement augmenté. C’est précisément là que se trouve l’opportunité. La baisse démographique peut servir à réduire durablement les effectifs par classe, à renforcer les remplacements, l’accompagnement individuel, la formation des enseignants ou la prise en charge des élèves en difficulté. Il faut toutefois éviter le discours inverse, qui consisterait à considérer toute fermeture comme un scandale. Lorsqu’une population scolaire diminue fortement, certaines restructurations peuvent être logiques. Des regroupements pédagogiques intercommunaux peuvent parfois préserver une offre de qualité tout en mutualisant les moyens. Mais une classe rurale n’est pas seulement une ligne dans un tableau. Dans de nombreuses communes, l’école est l’un des derniers services publics encore présents. Le Sénat a également souligné qu’une fermeture de classe pouvait compromettre, à terme, l’existence même d’une école, notamment lorsque celle-ci ne compte plus que trois classes ou moins. Le lien entre démographie et postes d’enseignants n’est pas mécanique. Dans le projet de budget 2026, la commission des finances du Sénat comparait 4.018 suppressions d’emplois d’enseignants à une baisse de 9.415 postes si l’évolution démographique avait été appliquée strictement. Cet écart montre qu’il existe une marge de décision. La question est de savoir si elle servira à réduire les moyens ou à améliorer l’école. Le ministère semble désormais reconnaître que la carte scolaire ne peut plus être pensée uniquement année après année. Une expérimentation menée dans 18 départements doit construire une vision de l’offre scolaire à 5 ans, avec une généralisation envisagée à partir de 2027. L’enjeu sera de faire de cette anticipation un véritable outil de planification, et non une simple manière d’annoncer plus tôt les fermetures. La France n’est d’ailleurs pas seule face à ce phénomène. Dans l’Union européenne, la fécondité est tombée à 1,34 enfant par femme en 2024. L’OCDE souligne que le recul démographique peut améliorer les taux d’encadrement, mais aussi accélérer les fermetures et les regroupements dans les territoires ruraux. Au Japon, le nombre d’enfants de 0 à 4 ans a déjà chuté de 22% entre 2013 et 2023. En Corée du Sud, la baisse atteint 40%. La question n’est donc pas de savoir si l’école doit s’adapter. Elle le devra. La vraie question est de savoir ce que la France fera de la place qui se libère. Si elle réduit les moyens au même rythme que le nombre d’élèves, l’opportunité démographique restera invisible dans les salles de classe. Mais si elle utilise cette marge pour mieux accompagner chaque enfant, alors une école moins peuplée pourrait enfin devenir une école plus attentive. La France va perdre des élèves. Reste à savoir si elle choisira d’en profiter pour améliorer son école… ou simplement pour en réduire la taille. #Éducation #Démographie #France