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#Abastecimento

O tufão Dujuan no Japão resultou na morte de 12 pessoas, com três desaparecidos e um ferido grave, enquanto 11 mil residências permanecem sem eletricidade e 2.600 sem abastecimento de água potável devido às intensas chuvas e inundações causadas pela tempestade. #Tufão #Japão #DesastresNaturais

Japão. Novo balanço do tufão Dujuan aponta para 12 mortos

O Partido Socialista (PS) solicita esclarecimentos ao Governo sobre uma suposta transferência de 132 mil toneladas de reservas de combustível para França, com o líder José Luís Carneiro afirmando que irá questionar a ministra do Ambiente e levar o tema ao parlamento, destacando a importância de garantir reservas estratégicas adequadas para evitar crises de abastecimento no país. #combustíveis #reservasenergéticas #custosdevida

PS quer esclarecer alegado envio de reservas para França
Lula 2w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

O Governo pediu uma solução técnica para reforçar o abastecimento de água à margem sul do rio Tejo, incluindo novas origens como o Castelo de Bode, em resposta ao aumento de consumo decorrente do novo aeroporto de Lisboa e à crise de água em Almada. #Água #Abastecimento #Tejo

Água. Governo pede solução para abastecimento à margem sul

A Comissão Europeia assegurou que, apesar dos níveis de armazenamento de gás na UE estarem abaixo dos anos anteriores, não existe risco imediato para o abastecimento de gás durante o inverno, com reservas atuais a 65,85% e Portugal destacando-se com 93,08%. #GásNatural #Energia #UniãoEuropeia

Bruxelas afasta risco imediato no abastecimento de gás
Lula Aug 29

Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência. E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes. » Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados. » Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação. » Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil. » Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios. » Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS. » Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste. » É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022. » O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios. Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação. #MudançasClimáticas #Sustentabilidade #Ciência

Estamos trabalhando para garantir uma coisa que não pode faltar para ninguém: água. As barragens Duas Pontes e Pedreira vão ajudar a garantir o abastecimento de 28 municípios e 5 milhões de pessoas na Região Metropolitana de Campinas. A verdade é que nunca se investiu tanto, já são R$ 9 bilhões investidos em segurança hídrica e mais de 400 reservatórios em todo o estado. Com coragem e trabalho sério, a gente vai garantir o futuro para as próximas gerações. #água #segurançahídrica #sustentabilidade

Observador Aug 20

A central nuclear de Zaporijia, na Ucrânia, ocupada pela Rússia, perdeu sua última linha de abastecimento elétrico externo, recorrendo agora a geradores de emergência, enquanto a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) alerta para uma situação de segurança extremamente frágil na maior instalação nuclear da Europa. #GuerraNaUcrânia #Zaporijia #EnergiaNuclear

Central de Zaporijia perde última linha de abastecimento
Observador Aug 20

Bruxelas anunciou que as reservas de gás da União Europeia estão a 62% e garantiu que não há riscos iminentes para o abastecimento no inverno, embora o fornecimento esteja a ser mais lento devido a fatores como a guerra no Irão que tem desviado gás natural liquefeito para a Ásia. #MédioOriente #energia #GásNatural

Bruxelas descarta riscos nas reservas de gás para o inverno
Observador Aug 12

Na edição das 23h do programa Noticiário da Rádio Observador, destaca-se que o Ministério da Defesa de Portugal assegurou que todos os documentos relativos à compra de três fragatas a uma empresa italiana serão disponibilizados ao Parlamento, enquanto a presidente da Câmara de Almada afirmou que os problemas de abastecimento de água no município estão resolvidos, e que as farmácias receberão novos óculos para observação do eclipse solar. #Noticiário #CristianoRonaldo #Colômbia

As notícias das 23h
Observador Aug 5

Águas de Portugal ainda enfrenta dificuldades na recuperação total de seus sistemas após um ciberataque complexo, embora a qualidade e o abastecimento de água estejam garantidos, sem evidências de vazamento de dados pessoais. #ÁguasdePortugal #Ciberataque #SegurançaInformática

Águas de Portugal ainda não recuperou tudo após ciberataque
Observador Aug 4

O Infarmed suspendeu a exportação de medicamentos com quetiapina devido a problemas de abastecimento causados por contaminação microbiana na produção na Grécia, afetando também outros países da União Europeia. #Infarmed #SaúdeMental #Medicamentos

Infarmed suspende exportação de medicamentos com quetiapina
Observador Aug 2

As autoridades japonesas atualizaram o balanço do sismo de magnitude 7,1 ocorrido na ilha de Kyushu, elevando o número de mortes para 38 e registrando pelo menos 143 feridos, enquanto mais de 9.200 pessoas estão refugiadas em centros de acolhimento e 72.000 lares permanecem sem abastecimento de água. #Japão #sismo #Kumamoto

Japão atualiza balanço para 38 mortos após sismo
Observador Jul 28

Taiwan está a realizar exercícios militares anuais que incluem simulações de operações de contrabloqueio marítimo, em resposta ao aumento da pressão militar da China, que considera a ilha parte do seu território e pode estar a preparar uma quarentena marítima para interromper o abastecimento de bens essenciais. #Taiwan #China #Militares

Taiwan. Exercícios militares simulam contrabloqueio marítimo

Estamos na Região de Ribeirão Preto trazendo ajuda, ouvindo as pessoas e acompanhando as ações de reconstrução, após o temporal que afetou milhares de famílias. Desde as primeiras horas, mobilizamos equipes da Defesa Civil, do Fundo Social e de diversas secretarias para atuar lado a lado com os municípios. Trabalhamos no restabelecimento da energia, no abastecimento de água, na retirada de árvores que colocavam vidas em risco, na entrega de ajuda humanitária às famílias afetadas e no apoio aos produtores rurais, com linhas de crédito para ajudar na recuperação das propriedades e das safras atingidas. Não vamos deixar ninguém para trás. #RibeirãoPreto #AjudaHumanitária #DefesaCivil

Nossa prioridade agora é cuidar das pessoas. Desde as primeiras horas, estamos acompanhando os impactos das chuvas e dos ventos que atingiram Ribeirão Preto e região. Lamentamos profundamente a perda de uma vida e me solidarizo com todos que passaram por essa tragédia. As equipes da Defesa Civil, do Fundo Social e da Secretaria da Saúde já estão mobilizadas em apoio aos municípios. Estamos trabalhando para restabelecer o fornecimento de energia, garantir o abastecimento de água, reforçar o atendimento hospitalar e levar assistência às famílias afetadas. Seguiremos dando todo o apoio necessário até que a normalidade seja restabelecida e a população esteja segura. #Solidariedade #DefesaCivil #RibeirãoPreto

Observador Jul 24

Ambientalistas da Quercus alertam que a localização do novo aeroporto de Lisboa representa uma ameaça ao maior aquífero da Península Ibérica e ao abastecimento de água do distrito de Setúbal, pedindo uma avaliação ambiental rigorosa devido aos potenciais impactos ecológicos significativos. #AeroportodeLisboa #AvaliaçãoAmbiental #Quercus

Aeroporto traz riscos para o aquífero, avisam ambientalistas
Observador Jul 23

A União Europeia cumpriu um acordo sobre o 21º pacote de sanções contra a Rússia, visando principalmente suas fontes de receita, a frota fantasma utilizada para driblar as sanções e as cadeias de abastecimento ligadas ao esforço de guerra russo. #SançõesÀRússia #GuerraNaUcrânia #DefesaUcraniana

UE chega a acordo para 21º pacote de sanções à Rússia
Observador Jul 23

O UNICEF destacou Moçambique como um modelo de financiamento sustentável para o acesso à água, ressaltando a eficácia de um fundo rotativo que ampliou as ligações domiciliárias e a resiliência dos serviços de abastecimento, além da rápida mobilização de recursos após desastres climáticos. #UNICEF #Água #Moçambique

UNICEF: Moçambique exemplo de financiamento para água
Observador Jul 20

A Rússia recuperou o controle de uma rota vital de abastecimento para a Crimeia, utilizando novas táticas e equipamentos para repelir os drones ucranianos que ameaçavam essa via, conforme relatado pelo governador de Zaporizhzhia a Vladimir Putin. #GuerraTraduzida #Rússia #Ucrânia

Rússia recupera controlo de rota fundamental para a Crimeia