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#Suécia

A República foi comprada. São todos corruptos. Não estamos na Suécia. Não da pra combater poderosos bandidos com passividade. Vote Kim Kataguiri 1414 e Renan Santos 14. https://t.co/uGGq142Szn #Política #Corrupção #Eleições2024

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

«Como aliados, Suecia y Finlandia comparten una visión común sobre la importancia de una fuerte disuasión y defensa en la región del mar Báltico y en el flanco oriental de la OTAN»

Suecia despliega cazas y buques en Finlandia para fortelcer su frontera con Rusia
www.abc.es

Sweden has deployed fighter jets and ships in Finland to reinforce its border with Russia in response to the growing hostility, as part of closer military cooperation with France and the acquisition of French frigates. (translated)

Suecia despliega cazas y buques en Finlandia para fortelcer su frontera con Rusia
E

The article analyzes the possible threats and attack strategies of Russia towards NATO countries, highlighting concerns about hybrid warfare and the possibility of a military incursion in vulnerable regions such as Estonia and the island of Gotland in Sweden. (translated)

¿Dónde podría atacar Rusia? Así preocupa Putin a la OTAN ( no sólo por la guerra híbrida)

El coste laboral por hora en España es de 26€, muy por debajo de Dinamarca (49,8), Bélgica (47,1), Países Bajos (46,7), Francia (41,1), Alemania (40,6), Austria (39,0), Suecia (38,3), Finlandia (37,0) o Italia (31,6). El problema no son los impuestos, sino los salarios basura. https://t.co/kXGcElXnt6 #Salarios #Economía #Trabajo

Carlos Gustavo de Suecia, primer monarca del mundo en mostrar sus condolencias por el fallecimiento de Harald V, cabe recordar su estrecha relación: la última aparición de Harald V fue en las Bodas de Oro de los Reyes suecos. Reproduciendo íntegramente el comunicado: "Es con gran tristeza que he recibido la noticia del fallecimiento de nuestro querido amigo, el rey Harald. La historia de la vida del rey Harald es excepcional. Después de soportar las dificultades de la guerra y el exilio en su infancia, pudo regresar con su familia a una Noruega libre y presenciar el notable desarrollo de la nación a lo largo del siglo XX, antes de suceder a su padre como rey de Noruega. Tanto como Jefe de Estado como atleta exitoso, fue un destacado representante de su país. Él dio "todo por Noruega". A lo largo de los años, el rey Harald ha sido un buen amigo para mí, mi familia y Suecia. El rey Harald ahora es llorado por muchos en nuestro país. Hoy, mi familia y yo extendemos nuestras más sinceras condolencias a la reina Sonja. Le deseo a mi querido ahijado Haakon, que ahora sucede a su padre como Jefe de Estado, éxito y buena fortuna en el importante papel que tiene por delante, al servicio de nuestra nación hermana y su gente". Carlos Gustavo. #Realeza #Condolencias #Historia

King Harald V of Norway, considered the link between European royalty, had blood ties with numerous monarchies on the continent, including those of Sweden, Denmark, Belgium, and Luxembourg, as well as with the British and Spanish royal families. (translated)

Los lazos de sangre de Harald con el resto de monarquías europeas

Sven-Göran Eriksson 🇸🇪 O Benfica só teve o primeiro atleta estrangeiro em 1979. 50 anos antes, teve o primeiro treinador estrangeiro. Quando Sven-Göran Eriksson chega à Luz em 1982, acabado de vencer a Taça UEFA com o IFK Goteborg, já havia um historial de apostar em treinadores estrangeiros. O sueco era o 16.º a liderar o Benfica. Foi o primeiro trabalho fora da Suécia. Tinha apenas 34 anos de idade e metodologias de treino completamente diferentes da norma na altura: treinos mais curtos, por sectores, sempre com bola. Logo no primeiro ano faz a Dobradinha e leva o Benfica à Final da Taça UEFA. No segundo ano voltou a conquistar o Campeonato e só perde na Taça dos Campeões Europeus para o Liverpool que viria a ser Campeão Europeu. O sucesso despertou a atenção do Futebol Italiano e mudou-se para Roma. Cinco anos depois de sair da Luz, voltou ao Benfica para uma segunda passagem. No primeiro ano, em 1990, levou o Benfica à Final da Taça dos Campeões Europeus. Em 1991 voltou a ser Campeão Nacional e em 1992 acabou por voltar a Itália. Esteve mais nove anos em Itália, e daí foi Selecionador de Inglaterra mais seis anos. A partir do Mundial da Alemanha em 2006, a sua carreira entrou numa sequência de eventos inesperados: Man City, Seleção do México, Seleção da Costa do Marfim, Notts County (na Quarta Divisão Inglesa), Leicester (na Segunda Divisão Inglesa), um clube da Tailândia, um clube nos Emirados, cinco anos em clubes na China e ainda Seleção das Filipinas. Retirou-se em 2019. 37 anos depois de ter chegado ao Benfica pela primeira vez. Uma carreira que durou 43 anos. Faz hoje dois anos que se juntou ao Quarto Anel. #Futebol #Benfica #SvenGöranEriksson

Nos últimos anos, a Suécia tem enfrentado vários ataques graves e mortíferos em escolas. A ideia de uma escola totalmente aberta é boa, mas a realidade mostra que não podemos permitir que pessoas não autorizadas tenham livre acesso às nossas escolas

Suécia quer reforçar segurança nas escolas após ataque
observador.pt

The Swedish government announced the creation of a commission to propose security measures in schools following a sword attack at a high school that resulted in the death of a 17-year-old student and injuries to three people. (translated)

Suécia quer reforçar segurança nas escolas após ataque

🚨La oferta del AIK de Suecia por Lucas Assadi es considerada insuficiente por la U de Chile. *️⃣Entiendo que la postura del club es que los suecos lleguen al valor de la cláusula para dejar ir a una de sus figuras. https://t.co/F80YORhuzd #Fútbol #MercadoDeFichajes #LucasAssadi

𝗡𝗜𝗖𝗟𝗔𝗦 𝗘𝗟𝗜𝗔𝗦𝗦𝗢𝗡 É O NOVO REFORÇO DO INTER! 🤩❤️ Meia-atacante de trajetória consolidada no futebol europeu e com passagens pelas seleções principal e de base da Suécia chega ao Clube do Povo por empréstimo até junho de 2027. 🇸🇪🤝🇦🇹 🔗 Saiba mais: https://t.co/oKxUrKT0J7 #Inter #NiclasEliasson #Futebol

𝐐𝐮𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 na perna canhota, 𝗽𝗲𝗿𝘀𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 no mano a mano e 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 em ligas da Suécia, Inglaterra, França e Grécia. ⚽️🔥 📽️ Te liga nos ℎ𝑖𝑔ℎ𝑙𝑖𝑔ℎ𝑡𝑠 do nosso novo reforço! https://t.co/ymxfUfTPw4 #Futebol #Transferências #Experiência

A pesar de la prórroga de Almaraz, el Gobierno afirma seguir adelante con el cierre de los 7 reactores nucleares entre 2030 y 2035, confiando en sustituirlos con renovables, almacenamiento, bombeo, interconexiones y gestión de la demanda. El PNIEC prevé para 2030 nada menos que 76 GW fotovoltaicos, 62 GW eólicos y 22,5 GW de almacenamiento y pretende retirar 4,2 GW nucleares de golpe. Unos objetivos que no se cree nadie medianamente informado. Ningún país industrializado comparable a España está siguiendo esta estrategia. Francia mantiene su enorme parque nuclear y construirá nuevos reactores. Reino Unido combina renovables con nueva nuclear. Suecia abandonó el objetivo «100% renovable» por «100% libre de fósiles» para incorporar más nuclear. Finlandia la mantiene, Países Bajos proyecta nuevas centrales y Polonia y Chequia también apuestan por combinar renovables y nuclear. Bélgica ha revertido su abandono nuclear, Suiza quiere levantar la prohibición de construir nuevos reactores, Eslovenia prepara un segundo gran reactor, Hungría construye dos nuevos, Rumanía y Bulgaria proyectan ampliar su capacidad y hasta Italia prepara el regreso de la nuclear. Canadá, con enormes recursos hidroeléctricos y renovables, prolonga y renueva sus reactores mientras desarrolla nueva capacidad nuclear, incluidos SMR. La tendencia global no es renovables o nuclear, sino cada vez más renovables y nuclear. Sin embargo, el Gobierno de España quiere hacer el experimento contrario: retirar 7,4 GW de generación firme, síncrona y baja en emisiones de dióxido de carbono confiando en que tecnologías e infraestructuras todavía por desplegar puedan sustituir a tiempo todas sus funciones. ¿Cuál es el objetivo? Sin necesidad de pensar mal, existen incentivos políticos y económicos. El cierre nuclear procede de una decisión política trasladada al PNIEC y, en el mercado marginalista, todos los productores cobran el precio que fija la última tecnología necesaria para cubrir la demanda, casi siempre el gas. Mantener los ciclos combinados mientras desaparece la nuclear permite que el gas siga siendo necesario y marcando precios altos durante muchas horas, lo que beneficia a los productores de renovables. Lo de luchar contra el cambio climático, solo de cara a la galería. Mientras tanto, las advertencias al Gobierno se acumulan. La Agencia Internacional de la Energía lleva años avisando al Gobierno de que prescindir de la energía nuclear dificulta y encarece la transición y plantea desafíos para la seguridad eléctrica. El Consejo General de Colegios Oficiales de Ingenieros Industriales también ha advertido de que cerrar Almaraz sin una alternativa técnica equivalente puede perjudicar la estabilidad del sistema, aumentar la dependencia energética, las emisiones y los precios. Y ya hemos tenido avisos muy serios. España sufrió el apagón del 28 de abril de 2025 y Red Eléctrica ha tenido que activar varias veces el SRAD. Este mecanismo de interrupción del suministro a grandes consumidores industriales, es necesario, como el airbag de un coche: que funcione cuando hace falta es una buena noticia, pero necesitar utilizarlo repetidamente es señal de que algo no funciona bien. Ahora el propio Gobierno reconoce que prolongar Almaraz hasta 2030 reducirá un 7% la generación con gas respecto al PNIEC, mientras Red Eléctrica reconoce su aportación favorable a la estabilidad del sistema. ¿En qué quedamos? Las renovables y el almacenamiento son imprescindibles. Despleguémoslos junto a la nuclear, como hacen el resto de países avanzados. Cerrar lo que funciona y confiar en que después llegue todo lo necesario para sustituirlo es experimentar irresponsablemente con la seguridad eléctrica de un país entero. #EnergíaNuclear #Renovables #TransiciónEnergética

During 1,021 days, a dozen workshops and eighty Swedish mechanics demonstrated something that no checkbook can buy: that one can resist for almost three years against the richest man on the planet without bending the knee. . Tesla in Sweden: it has not been a union defeat, it has been (translated)

Well, in Sweden they are not pushovers for these things. Let's see what they respond. (translated)

🚨URGENTE - Suécia aprova redução da maioridade penal de 15 para 14 anos https://t.co/QWusJALRa1 #Suécia #DireitosHumanos #Justiça

A 74-year-old Briton, residing in Sweden for 25 years and diagnosed with dementia, faces deportation after losing a court case related to Brexit, receiving an order to leave the country in 10 days, which his family contests due to his vulnerability and need for constant care. (translated)

Brexit. Britânico com demência enfrenta deportação na Suécia

The earthquake in Colombia has caused immense suffering and left many people without shelter, communications, and access to basic services. Today, the Government of Sweden has decided to increase our humanitarian assistance to Colombia by USD 525,000, which raises the (translated)