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#Agressor

Prezado ministro Edson Fachin, Espero que se encontre bem. O ministro André Mendonça pediu abertura de inquérito contra Moraes por uma CRISTALINA relação não republicana com Daniel Vorcaro. Daí, o ministro Alexandre de Moraes, completamente acuado, decidiu COAGIR o juiz André Mendonça e pediu que ele seja investigado também. O seu ÚNICO trabalho como presidente do STF é HUMILHAR o ministro Alexandre de Moraes em praça pública e NEM receber esse pedido. Se você aceitar essa petição e dar tratamento igual aos dois, estará sendo conivente com o que você sabe muito bem que está acontecendo. Você tem a mania TERRÍVEL de buscar diálogos em situações em que o diálogo serve ao infrator/agressor. Não faça isso agora. Tenha coragem e lembre: o presidente do STF é você!(Mesmo com todas as evidências em contrário) #STF #Justiça #Direitos humanos

@mahcherrys Notícias sobre mulher que matou o namorado agressor e estuprador: LOUCA MATA FRIAMENTE O COMPANHEIRO POBRE COITADO Noticia de homem que mata mulher que se recusou a ser estuprada; Pilar da comunidade e homem de bem é acusado de um crime terrivel, tadinho dele oh coitado #ViolênciaDeGênero #Justiça #DireitosDasMulheres

Lula 6d

Renda própria. Moradia. Proteção contra a violência. Acesso à saúde e à educação. Apoio para cuidar dos filhos. Qualificação profissional. Para uma mulher ter segurança e autonomia, precisa ter condições para escolher o próprio caminho. É isso que estamos fazendo neste mandato. Hoje, em Belo Horizonte, ao lado de companheiras e candidatas da nossa chapa, reafirmamos esse compromisso: 1️⃣ Proteger as mulheres. Punir os agressores » O combate à violência contra a mulher está no centro da agenda do Estado. Com o Pacto Nacional contra o Feminicídio, reduzimos o tempo de análise de medidas protetivas de 16 para três dias. Ampliamos a rede de Casas da Mulher Brasileira: são 13 em funcionamento e 31 em implementação. » A partir do pacto, houve 11 leis novas e quatro decretos, e 34 mil prisões. São 22 mil agressores com tornozeleiras eletrônicas e nove mil mulheres com Unidade de Rastreamento, que detecta com antecedência a proximidade do agressor e aciona a polícia. Dados que mostram resultados. O número de feminicídios já apresentou queda no primeiro semestre de 2026. 2️⃣ O cuidado com as crianças é essencial » O ECA Digital fortaleceu a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. » O Novo PAC está construindo mais de 3.500 creches e escolas de educação infantil. » Há 1,8 milhão de novas vagas em tempo integral: dignidade e mais aprendizado para a criança, tranquilidade para a mãe que trabalha. » São 86 Cuidotecas em funcionamento permanente e outras 17 temporárias. 3️⃣ Cuidado também com a saúde » Garantimos absorventes gratuitos para 3,4 milhões de pessoas. Fizemos mais de 8 milhões de mamografias e adquirimos 1,8 milhão de unidades do contraceptivo Implanon, com 360 mil mulheres já atendidas. » Carretas de atendimento reduziram filas em dezenas de municípios e a vacina do HPV alcançou cinco vezes mais adolescentes do que a média mundial 4️⃣ Inclusão e valorização das mulheres trabalhadoras » Aprovamos a Lei da Igualdade Salarial » Fizemos com que a imensa maioria de benefícios do Bolsa Família, Gás do Povo e moradias do Minha Casa Minha Vida seja registrado no nome das mulheres. » Elas são maioria no ProUni e do FIES (mais de 70%) » Lideram 69% dos microcréditos do Acredita e conquistam cada vez mais espaço no campo, com acesso recorde ao PRONAF e ao Programa de Aquisição de Alimentos. Onde há mulheres fortes, o Brasil avança. Elas estão em cada vez mais espaços de liderança na gestão pública e na ciência. E seguiremos em frente no próximo mandato, transformando o país em todas as vertentes. Sem limites. O Brasil está pronto para mais! #MulheresFortes #AutonomiaFeminina #CombateÀViolência

APAV supported 1,258 men who were victims of domestic violence in 2025, representing a 137% increase in cases over the past five years, highlighting spouses and children as the main aggressors, and reflecting a growing awareness and reduction of the stigma associated with seeking help. (translated)

APAV apoiou mais de 1.200 homens vítimas em 2025

Um agressor de mulher condenado não pode simplesmente apagar o próprio histórico e seguir a vida como se nada tivesse acontecido. Por isso, vamos criar o Cadastro Estadual de Agressores Condenados, para que mulheres possam consultar essas informações e tomar decisões com mais segurança. A gente não vai tolerar que a violência contra a mulher seja normalizada em São Paulo. #ViolênciaContraMulher #MulheresSeguras #CadastroDeAgressores

“os agressores estão a agir com uma crescente falta de escrúpulos e aceitam até causar graves danos materiais, bem como feridos e mortos”

Terceiro drone encontrado junto ao aeroporto de Leipzig
observador.pt
V

In the gripping play 'You Should Get Raped' by Lotte Laurens and Just van Bommel, the roles of sexual fear and equality are reversed, with a woman becoming the aggressor and the audience being forced to think about the disturbing dynamics of violence and gender. (translated)

Het akelig goede ‘You Should Get Raped’ dwingt je te reflecteren op thema’s als seksueel geweld en gelijk­waardigheid

Ukrainian President Volodymyr Zelensky emphasized that Ukraine will not allow Russia to seize the initiative and is ready to respond to the aggressor country's planned mobilization with cold nerves. (translated)

Zelenskõi: suhtume Vene mobilisatsioonikavasse külma närviga

O agressor da Faria Lima era broxa e ainda violentava a esposa. Isso é pra quem acha que esse tipo de violência tem a ver com ereção, não tem. Tem a ver com dominação. Também a agredia verbalmente. Era o pacote completo do horror. #Fantástico https://t.co/vkn1uvOaBV #Violência #Dominação #DireitosHumanos

Mulheres, você estão sabendo? O STF decidiu nessa semana que as medidas protetivas da Lei Maria da Penha agora também valem para agressores que não possuam vínculo doméstico ou afetivo com a vítima. Se você estiver sofrendo agressão ou perseguição por um vizinho, colega de trabalho ou conhecido, você também poderá requerer uma medida protetiva. Esse é um grande avanço em defesa das nossas vidas. Compartilhe essa notícia! #DireitosDasMulheres #LeiMariaDaPenha #ViolênciaDoméstica

O STF decidiu que a Lei Maria da Penha poderá ser aplicada mesmo quando não há relação doméstica, familiar ou afetiva com o agressor. Todas as pessoas merecem ser protegidas, e, com essa decisão, o meu projeto se torna ainda mais necessário para garantir que a lei continue protegendo de maneira eficiente as vítimas. PL 5.128/2025 — Pune denúncias falsas de violência doméstica no âmbito da Lei Maria da Penha e garante o direito ao contraditório nas medidas protetivas. PL 4.954/2025 — Fortalece a Lei Maria da Penha ao garantir medidas protetivas de urgência também para homens em situações de violência doméstica. Proteger as vítimas reais é garantir que a lei não seja utilizada como bengala para agir de má-fé. Deixe seu relato e assine o abaixo-assinado em https://t.co/Xz1ansqxYw #LeiMariaDaPenha #ViolênciaDoméstica #DireitosHumanos

Eu não expus na hora pq o RONAN pediu! Tenho áudio dele dizendo que o Sérgio errou mas que aquele não seria um bom momento. Eu resolvi esperar a ativista sair da casa e ter um posicionamento… mas com o falecimento do pai dela, eu não quis jogar tudo na roda e resolvi dar o tempo necessário para que ela fizesse isso… mas esse posicionamento nunca veio e eu cansei de ser atacada por esses imundos enquanto apenas os agressores se beneficiam do meu silêncio. #Justiça #Ativismo #SilêncioInjusto

Er is iets raars aan de hand met de media. Ik merkte het voor het eerst in 2020. Tot dat jaar las ik gewoon de krant en dacht dat ik daarmee goed geïnformeerd was. Vanaf Corona en de eenzijdige berichtgeving veranderde dat. De media leken opeens gelijkgeschakeld en spraken met één stem. Ik knapte niet alleen af op de krant, ik raakte de afgelopen jaren ook los van de mainstream media bij andere onderwerpen. Zodra ik de propaganda rond Corona herkende, zag ik datzelfde infantiele toontje terug bij berichten over Oekraïne, klimaat, LHBTQ+ – eigenlijk bij bijna elk groot onderwerp. Toen ik in 2020 nog de krant las, was er nauwelijks gesprek mogelijk met de redactie. Het nieuws werd top-down over de lezers uitgestrooid. Eenrichtingsverkeer: je kunt hoogstens een brief sturen en afwachten of die wordt geplaatst. Langzaam ben ik gaan denken dat de media zoals we die kennen zullen verdwijnen. Net zoals de boekdrukkunst in de Middeleeuwen een revolutie teweegbracht, heeft het internet een kanteling in gang gezet. De oude media reageren daar verkrampt op. Steeds vaker klinkt de roep om censuur, om ophef over afwijkende meningen, om dwang, boetes en straffen. Alsof je een bevolking op die manier kunt sturen. Over heel veel onderwerpen mag je nog maar op één manier denken en spreken. Voorbeelden zijn er genoeg. * Corona was een pandemie die dankzij de maatregelen is bedwongen; critici werden wappies, complotdenkers of antivaxers. Je kon een boete krijgen omdat je te dicht bij elkaar in een park zat. * Klimaatverandering komt door te veel CO₂ en stikstof en kan alleen worden gestopt met maatregelen, zoals minder vliegen en minder vlees. * Rusland is de agressor, de NAVO beschermt ons, en zonder ingrijpen staat Poetin straks aan de Nederlandse grens. Daarom moet er dienstplicht komen en moeten jongeren ‘sneuvelbereid’ worden. Wie pleit voor praten met Rusland wordt meteen Poetin-lover genoemd. Alsof de wens om vrede en normale betrekkingen is een misdaad is. Er loopt in mijn beleving een grote, onzichtbare kloof door Nederland. Een glazen wand waardoor mensen elkaar nog wel kunnen zien, maar niet meer goed naar elkaar luisteren. Aan de ene kant de mensen die nog niet losgeraakt zijn van de media, die het NRC lezen en geloven wat op TV wordt voorgeschoteld. Aan de andere kant mensen die weinig meer geloven, soms naar alternatieve kanalen kijken, soms niet. In de spreekkamer merk ik die kloof nauwelijks; patiënten komen met klachten, niet voor een gesprek over Rusland of klimaat. Maar daarbuiten loop ik er dagelijks tegenaan. Wie bepaalt eigenlijk wat nieuws is, welke stemmen we horen, wat desinformatie is en wat ‘juiste’ informatie? Voor een antwoord is het belangrijk te beseffen dat de media, zonder dat we daarover zijn ingelicht, een andere taak hebben gekregen. Jaren geleden zei oud-generaal Van Kappen bij WNL, met Wierd Duk ernaast, openhartig wat die taak is: “We zitten midden in een periode waarin we te maken hebben met een informatieoperatie, een informatieoorlog. Dat is het manipuleren van feiten en gebeurtenissen, zodat je een preferente werkelijkheid bij je eigen bevolking, bij je tegenstander en bij het internationaal publiek neerlegt. Daar zitten we midden in. […] En alle partijen doen dat.” Dit fragment van vóór 2020 was een eye-opener voor mij. Het verklaart de propaganda die we nu zien. Als de NCTV en de NAVO feiten manipuleren om een gewenste werkelijkheid bij de bevolking neer te leggen, moet dat zo gebeuren dat het niet opvalt. Zodra mensen de truc doorzien, is de controle en de geloofwaardigheid weg. Waarheidsvinding is van ondergeschikt belang. De mainstream media en journalisten hebben als taak 'de narratieven te bewaken'. Ze worden gatekeepers van een gewenste werkelijkheid, die dus niet per se waar is. De woorden van Van Kappen verklaarden voor mij de autoritaire aanpak tijdens Corona én de totale gelijkschakeling van de media. Het woord ‘opiniemaker’ in het profiel van Wierd Duk @wierdduk is in dit opzicht typerend. Hij was journalist, nu maakt hij opinies en beïnvloedt hij de massa. Jonge mensen zijn hier steeds vaker klaar mee. Mijn kinderen lezen geen krant, maar zijn vaak verrassend goed op de hoogte. Veel mensen haken af bij de mainstream media omdat die zijn gaan meedoen aan ‘nudgen’: zorgen dat zo veel mogelijk mensen hetzelfde denken en spreken. De media lopen in de pas met wat inlichtingendiensten zoals de NCTV wensen. Dat is een verbijsterende ontwikkeling; inlichtingendiensten en de NAVO bepalen grotendeels waar het ‘nieuws’ over gaat en sturen de narratieven. Dit heeft weinig te maken met mensen eerlijk informeren. Het lijkt meer op psychologische oorlogvoering (psyop) gericht op burgers, in plaats van bescherming tegen gevaar van buitenaf. Zorgen dat zoveel mogelijk mensen hetzelfde denken is iets heel anders dan onafhankelijke berichtgeving. Het gevaar is dat de samenleving splijt. De media gooien ons dagelijks nieuwe kluifjes toe – afleidingsmanoeuvres zodat we stoppen met zelf denken en vragen stellen. Vragen stellen werd de afgelopen jaren riskant. In mijn geval kreeg ik intimiderende brieven van de Inspectie voor de Gezondheidszorg. Een kritische huisarts met zorgen over de veiligheid van coronavaccins werd gezien als 'gevaar voor de vaccinatiebereidheid’. Dat is vreemd. Er ontstond een kloof tussen hoe toezichthouders volksgezondheid zagen en hoe ik ernaar keek. Mijn eigen pad van de afgelopen jaren is herkenbaar voor velen: eerst verbazing en verbijstering over de eenzijdige Corona-berichtgeving, daarna bedreiging (onder andere door die brieven), angst, en uiteindelijk woede én veel meer bewustwording. Een samenleving die verder versplintert, waarin mensen niet meer weten wat anderen denken of bezighoudt, is onwenselijk en onmenselijk. Het is kwalijk dat inlichtingendiensten hierop hebben aangestuurd met hun hang naar controle. Ik verwacht dat hoe verkrampter de oude media reageren, des te sneller hun ondergang gaat. Dat is niet erg. Er ontstaan nieuwe manieren van informatievoorziening en vooral van informatie-uitwisseling: podcasts, maar ook festivals, lezingen en echte ontmoetingen waar je in de pauze gewoon met elkaar kunt napraten en ideeën kunt uitwisselen. Die initiatieven worden snel volwassen. De oude media onderschatten het internet en hangen nog vast in het pre-internet tijdperk, toen zij de narratieven nog konden bepalen. Veel mensen zijn klaar met de betutteling en de top-downbenadering. Ik in elk geval wel. Als u waardeert wat ik schrijf, kunt u een bijdrage overmaken via https://t.co/5EmgfuiUho Ook zonder die bijdrage blijf ik schrijven, maar elke kleine bijdrage wordt erg gewaardeerd. #media #vrijheidvanmeningsuiting #informatie

NRC 3w

The failed drone attack on a Ukrainian cargo plane in Leipzig marks a new phase in hybrid warfare in Germany, with experts warning that ignoring such attacks encourages aggressors to carry out more attacks. (translated)

Mislukte aanslag op Oekraïens vrachtvliegtuig in Leipzig vormt nieuwe stap in hybride oorlogvoering: ‘Dit was de eerste gewapende aanval met een drone in Duitsland’

eu entendo vocês não quererem que armys incitem hate ao bts mas falar que isso é “drama”?? um lembrete que o chris brown espancou mulheres ele é um AGRESSOR. como mulheres, tenham o mínimo de empatia! querer que eles se conscientizem não é ‘drama’ #Empatia #Justiça #BTS

Quero ser o governador da segurança pública e devolver os espaços públicos às pessoas. Vamos trabalhar para que as mulheres não tenham medo de seus agressores e para que quem cometer violência saiba que será identificado e punido. Para isso, vamos investir em inteligência, tecnologia e integração entre as forças de segurança, com mais capacidade para prevenir o crime e proteger a população. #SegurançaPública #DireitosHumanos #ViolênciaContraMulheres

Enquanto o brasileiro de bem vive à mercê de criminosos, a bandidagem ri da nossa cara porque tem a certeza da impunidade. Durante anos, criaram no Brasil uma verdadeira cultura da bandidolatria: o criminoso virou vítima da sociedade, enquanto a vítima de verdade foi abandonada à própria sorte. Inverteram os valores. Humanizaram o agressor e esqueceram de quem teve a casa invadida, o patrimônio roubado ou a família destruída pela violência. Bandido não é vítima. Vítima é quem sofre nas mãos dele. O Brasil precisa voltar a proteger quem trabalha, quem respeita a lei e quem só quer viver em paz. #SegurançaPública #Justiça #Violência

🚨 LAR NÃO TEM VIOLÊNCIA! Estou apresentando um Projeto de Lei para que as mulheres vítimas de violência doméstica tenham direito a um auxílio-aluguel. Hoje, inúmeras mulheres precisam continuar vivendo sob o mesmo teto onde foram agredidas, um endereço conhecido pelo agressor, revitimizando-as e colocando-as em risco. Já existe a possibilidade de um auxílio-aluguel para essas mulheres na nossa Lei. Mas hoje é uma medida judicial, não uma medida de acolhimento, e a concessão do apoio depende da Justiça, com suas burocracias e seus prazos demorados. A minha proposta determina que as mulheres terão acesso ao auxílio por meio dos órgãos do sistema de proteção à mulher vítima de violência e do Sistema Único de Assistência Social. E elas saberão se têm ou não direito ao auxílio em até 48 horas e o receberão em até 10 dias. A duração do auxílio-aluguel que proponho é de até 12 meses, que poderão ser prorrogados por mais 12 meses caso a mulher continue em risco. Essa é uma medida que não deveria ser necessária. Mas, ano após ano, temos visto os feminicídios crescerem e as medidas judiciais para proteger essas mulheres falharem ou simplesmente não serem concedidas. Toda mulher tem direito a um lar sem violência, um teto que não a revitimize e um endereço que não a coloque em uma situação de risco. E é assim que sempre trabalharei como presidenta da Comissão das Mulheres: pensando em TODAS as mulheres. Inclusive, as esquecidas pela Justiça. #DireitosDasMulheres #ViolênciaDoméstica #JustiçaSocial

Ukrainian President Volodymyr Zelensky confirmed that the country will respond to every Russian airstrike accordingly and that the war will bring more and more consequences on the territory of the aggressor state. (translated)

Zelenskõi: Ukraina vastab kohaselt igale Venemaa rünnakule

O Portão Secreto que Marrocos Usa Contra a Europa Em Ceuta ninguém arrombou nada — só se esqueceram de fechar a fechadura Há uns anos, um amigo meu trocou o portão de casa por um automático. Um comando, um sensor, um motor eléctrico escondido no muro. Nunca mais empurrou ferro nenhum. E ele próprio me confessou ter aprendido uma coisa óbvia, mas que só se percebe depois: um portão automático não falha por acidente. Se abre, é porque alguém carregou no botão. Se fica fechado, é porque ninguém quis abri-lo. Não há meio-termo, não há avaria misteriosa. Há decisão. Guardei essa lição para o dia em que vi as imagens de Ceuta. No dia 30 de Julho, entre 50 e 70 mil pessoas avançaram para a fronteira marroquina em poucas horas. Ceuta tem 83 mil habitantes — ou seja, num único dia, a cidade recebeu um número de pessoas equivalente a mais de metade da sua população. Entre 20 e 30 afogaram-se nas águas de Tarajal, consoante a fonte. E os números do primeiro semestre de 2026 desmentem qualquer teoria de “efeito de chamada” generalizado: as entradas irregulares em Espanha, no seu conjunto, caíram de 17 990 para 12 138 face ao ano anterior. Só em Ceuta subiram — de 978 para 2 582, mais 164%. A pressão migratória diminuiu em toda a Espanha, excepto exactamente no ponto em que Marrocos controla a torneira. Porque é isso que aconteceu: fecharam-se torneiras, ou abriram-se portões. Marrocos guarda a fronteira de Ceuta com muros, vedações, drones, gendarmaria e forças auxiliares permanentes. Nada nessa fronteira falha por engano. Quando as barreiras ficaram abertas e os agentes marroquinos se retiraram à passagem dos jovens — como relataram vários meios internacionais —, isso não foi desorganização. Foi o motor eléctrico do portão do meu amigo, em versão geopolítica: alguém carregou no comando. Ceuta, aliás, sabe do que fala quando se fala de portas que mudam de dono por conveniência política. Foi ali que, em 1415, D. João I e o Infante D. Henrique lançaram Portugal ao primeiro território conquistado fora da Península — o berço, dizem os manuais, da expansão portuguesa. Ceuta foi portuguesa até à Restauração; em 1668, no tratado que reconheceu a independência de Portugal face a Espanha, ficou do lado espanhol, e ali continua. A cidade nasceu, para nós, como símbolo de conquista; sobrevive, seiscentos anos depois, como símbolo de disputa. A fronteira muda de mãos, o instrumento é sempre o mesmo: quem controla o portão, controla a narrativa. A politóloga norte-americana Kelly Greenhill tem um nome para isto: migração coercitiva projectada — usar o movimento de pessoas como arma de pressão diplomática, tal como a Bielorrússia fez com a Polónia ou a Turquia com a União Europeia. Não é preciso um exército. Basta um vizinho capaz de abrir uma fronteira, uma potência amiga interessada em redesenhar mapas, parceiros europeus que lucrem politicamente ao não defender o Estado atacado, e uma oposição interna mais preocupada em minar o governo do que em nomear o agressor. Todos esses ingredientes estiveram presentes em Ceuta. E aqui chegamos à parte que devia envergonhar-nos como europeus: a reacção. Itália suspendeu Schengen com Espanha. Finlândia, Dinamarca e Chéquia pressionaram Madrid. Ursula von der Leyen chamou “inaceitáveis” às imagens e exigiu retornos rápidos, ignorando que Ceuta tem regime de controlo reforçado desde sempre. O nosso primeiro-ministro, Luís Montenegro, escolheu um caminho mais comedido — recusou suspender Schengen, mas avisou que os Estados-membros não devem transmitir a ideia de que “a porta está escancarada”, ao mesmo tempo que reforçava a vigilância nas fronteiras marítimas do Sul de Portugal. A frase é defensável em casa; soa a lição dada ao vizinho quando dita lá fora. Espanha tem constitucionalistas tão competentes como os nossos, e o problema em Ceuta nunca foi a lei espanhola — foi a fronteira alheia. O mais revelador, porém, foi o que ninguém disse. A oposição espanhola falou em invasão, em incompetência, em crise de soberania — sem nunca nomear Marrocos. O Governo espanhol, por seu lado, aceitou a narrativa da máfia de tráfico e evitou qualquer crítica pública a Rabat, por uma razão compreensível: a contenção da fronteira sul depende dessa cooperação. Mas o silêncio tem preço. Se ninguém no sistema político nomeia quem retirou os gendarmes, a história que fica é a de um Estado incapaz — exactamente a fotografia que Marrocos queria vender ao mundo, na mesma semana em que um relatório do Congresso norte-americano sugeria que Ceuta e Melila “permanecem sujeitas à reivindicação de Rabat”. Não é preciso escolher entre histeria e ingenuidade. É preciso é olhar para o portão inteiro, não só para o instante em que ele se abriu. Segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, as entradas irregulares acumuladas em Itália somaram 478 600; nos Balcãs Ocidentais, 340 600; na Grécia, 259 800; em Espanha, 234 760 — a menor das quatro. Um pico de alguns dias em Ceuta, por mais dramático que tenha sido, não apaga seis anos de tendência. Apaga, isso sim, a nossa paciência para ler números — e é precisamente essa impaciência que quem controla o comando do portão está a explorar. Da próxima vez que uma fronteira “se abrir sozinha” nos ecrãs, vale a pena perguntar, antes de mais: quem tinha a chave? #Ceuta, #Marrocos, #Espanha, #migração, #geopolítica, #Portugal, #Schengen, #história