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#Antidemocráticos

Combater a apologia do fascismo exige ação política, educação crítica, mobilização social e defesa firme dos valores democráticos. 🧠 1. Educação histórica e crítica - Ensinar o que foi o fascismo: regimes como os de Mussolini e Hitler devem ser estudados com profundidade, destacando seus métodos autoritários, repressivos e genocidas. - Desconstruir mitos e revisionismos: combater narrativas que romantizam ou relativizam crimes fascistas é essencial para evitar sua banalização. - Promover cultura democrática: incentivar o pensamento crítico, o respeito à diversidade e a valorização dos direitos humanos desde a escola. 📢 2. Ação política e institucional - Legislação clara contra apologia ao fascismo: fortalecer leis que punem incitação ao ódio, símbolos fascistas e discursos antidemocráticos. - Fiscalização e responsabilização: exigir que autoridades tomem medidas contra grupos que promovem o fascismo, inclusive nas redes sociais. - Defesa das instituições democráticas: proteger o funcionamento livre do parlamento, do judiciário e da imprensa contra ataques autoritários. 🤝 3. Mobilização social e cultural - Organizar frentes amplas antifascistas: unir partidos, movimentos sociais, sindicatos e intelectuais em torno da defesa da democracia. - Criar espaços de resistência cultural: livros como Como Travar o Fascismo, de Paul Mason, e Fascismo – História e Teoria, de David Renton, ajudam a formar consciência crítica. - Denunciar publicamente manifestações fascistas: não normalizar discursos de ódio, mesmo quando travestidos de “opinião” ou “liberdade de expressão”. 🧩 4. Combater o ressentimento e o medo - Enfrentar as causas sociais do fascismo: desemprego, desigualdade e insegurança são terreno fértil para discursos autoritários. - Promover políticas públicas inclusivas: garantir acesso à educação, saúde, moradia e cultura reduz a adesão a soluções simplistas e violentas.

🚨AGORA: Alexandre arquiva investigação contra Luciano Hang por atos antidemocráticos por falta de provas PF e PGR não encontraram provas de que representantes da empresa tenham apoiado manifestações e bloqueio de rodovia após as eleições de 2022. https://t.co/99l2fFQkMF #Antidemocráticos #Justiça #Brasil

Les robaron de frente una curul a la lista afro de @ODBenavidesA Estamos en una dictadura democrática. La gente vota contra los corruptos y con esos votos, las mafias electorales eligen a esos corruptos. Desgracia infinita! RT Pero no desconozcamos resultados, seamos obedientes, acatemos callados para que la prensa no nos tilde de antidemocráticos y malos perdedores. #Democracia #Corrupción #Elecciones

Samuel Jul 16

Los españoles están siendo conscientes estos días, gracias a algunos periodistas, de la denuncia que hace ya 8 años, @PoliciaSXXI hizo en el Congreso de los Diputados, ante las descalificaciones y risas del PP y el PSOE: "Un modelo policial dirigido a proteger estructuras de poder y discursos políticos, y no ciudadanos". Les dije más, y queda estos días acreditado: "Villarejo no es la excepción, es la punta de lanza del modelo". Utilicé en aquel momento el nombre del mando que estaba en la portadas por sus audios con Cospedal, pero hoy serviría este de la Guardia Civil, como tantos otros. En ese mismo momento les expliqué que la libre designación era el principio de la mediocridad, cuando no de la corrupción. Cometería un error el lector si piensa que esto es una cosa puntual y de ahora, de la mafia de Sánchez. Créanme, esto lleva décadas funcionando así, lo único que ha hecho este PSOE, es estirar el modelo hasta límites antidemocráticos, con la mala suerte para ellos, y la buena suerte para los españoles, que ahora ya no controlan todos los medios de comunicación para poder taparlo. #España #Corrupción #Democracia

JH Fonseca Jul 8

KKKKKKKKKKKK VOCÊS LEMBRAM QUANDO OS JORNAIS BRASILEIROS CHAMAVAM OS PROTESTOS DE DIREITA DE “ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS”? eles acham que eu esqueci disso #Protestos #Direita #Democracia

Depois de Zambelli, a Itália julgará um caso ainda mais embaraçoso para o regime brasileiro O caso de Tagliaferro é ainda mais escabroso que o de Carla Zambelli: ele é acusado de "tentativa de golpe" justamente por denunciar supostas irregularidades cometidas sob a gestão de Moraes no TSE. Tagliaferro chefiou a orwelliana Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do TSE, e denunciou que o órgão teria virado uma central de censura à direita. As demandas por "fake news" partiriam do próprio gabinete de Moraes no Supremo, repassadas por seu juiz instrutor, e não eram anônimas, como propagava o tribunal. Quando ele não achou justificativa para censurar a Revista Oeste, mandaram-no "usar a criatividade". Vale lembrar quem alimentava a engrenagem. Segundo Tagliaferro, parte das denúncias que viravam censura à direita partia de colaboradores informais e militantes ligados à esquerda, de universidades e de organizações de "checagem". Na prática, o regime terceirizava a caça aos opositores para a própria militância. No Senado, ele revelou ainda um grupo informal de WhatsApp, o "Atos Antidemocráticos", que reunia servidores do TSE e a Polícia Federal para identificar manifestantes do 8 de janeiro cruzando imagens com o banco biométrico de eleitores. E acusou Moraes de combinar alvos com o PGR Paulo Gonet, montando relatórios com datas retroativas para justificar operações já feitas. Em qualquer país sob o estado de direito, denúncias dessa gravidade seriam investigadas. No atual regime brasileiro, é o denunciante quem passa a ser tratado como criminoso e perseguido. A suposta vítima do "crime" é a própria autoridade que ele acusa: Moraes, ao mesmo tempo relator, ofendido e quem pediu a extradição. E o PGR, que deveria ser o acusador imparcial, é também alvo das denúncias do réu. Quem deveria julgar e quem deveria acusar são parte interessada. Ainda assim, a PGR o denunciou por vários crimes, até mesmo "tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito", com penas somadas que podem chegar a 22 anos. Pior: a defesa sustenta que ele nunca foi citado regularmente. Tagliaferro mora na Itália, com endereço nos autos, o mesmo para onde Moraes pediu a extradição. Mesmo assim, o relator usou citação por edital, reservada a quem está em lugar incerto. Como o regime sabe o endereço para pedir a extradição, mas não para seguir o devido processo legal e citá-lo formalmente? A própria DPU, nomeada por Moraes, pediu para sair do caso por violação da ampla defesa. A Corte de Cassação italiana, análoga ao Supremo brasileiro, já decidiu que Zambelli não pode ser extraditada, no caso em que Moraes atuou como relator num processo em que era vítima. No caso de Tagliaferro, Moraes não é só a suposta vítima, mas também o denunciado pelas próprias revelações. Enquanto isso, o aparato não foi desmontado, foi reforçado. A AEED segue ativa, agora dentro de uma estrutura maior, o CIEDDE, que acoplou Polícia Federal, MPF e Anatel à mesma engrenagem. Mesmo "combate à desinformação", mesma lógica, mais poder de polícia. Teremos mais uma eleição marcada por censura e perseguição à direita? #Justiça #LiberdadeDeExpressão #Desinformação

A resposta da FIFA aos repetidos abusos cometidos pelos EUA antes mesmo da Copa do Mundo começar é o mais ensurdecedor silêncio. E ninguém pode ficar surpreso. Se ainda existia alguma dúvida de que a entidade que controla o futebol deixaria o governo Trump fazer o que quisesse com o Mundial, ela foi embora com a declaração de que "não se envolve em assuntos de imigração" após os EUA recusarem a entrada de Omar Abdulkadir Artan, árbitro somali selecionado para a Copa, no país. Bem diferente do que foi a FIFA em outras eras. Em 2014, virou até piada o "padrão FIFA" aqui no Brasil. Para sediar uma Copa, era preciso entregar às chaves do país ao órgão superior do futebol. Qualquer desacordo era motivo para comentários depreciativos dos chefões da FIFA ou ameaças de mudança de sede. Mudança de sede, aliás, aconteceu para a Copa do Mundo de 1986, quando a Colômbia desistiu de receber a competição ao entender que não conseguiria atender as exigências da FIFA. Mas os tempos são outros. A FIFA passou a priorizar nações ricas e com alto potencial consumidor, mesmo que com governos antidemocráticos. A sequência de mundiais no Catar em 2022 e na América do Norte em 2026 representa escolhas muito duvidosas que podem ser explicadas apenas pelo dinheiro. A FIFA ignorou todas as preocupações sobre as condições dos trabalhadores de construção civil e infraestrutura antes da Copa do Catar, mesmo com denúncias de trabalho análogo à escravidão. Na semana da partida inaugural, anúnciou de repente que proibiria a venda de álcool nos estádios, agradando à monarquia catari, mas causando rusgas, inclusive, com um importante patrocinador. Agora, porém, a corda foi rompida de vez. Gianni Infantino, presidente da FIFA, construiu uma relação muito próxima com Donald Trump, inclusive criando para ele um "prêmio da paz". Mas a FIFA ainda mantinha que era impensável que atletas ou membros de delegações não entrassem nos EUA para a Copa do Mundo, e afirmou ainda em 2025 que "é esperado da sede facilitar o processo de emissão de vistos, entrada e hospedagem". Palavras ao vento. Os EUA se recusaram a hospedar a seleção do Irã, deram tratamentos considerados inaceitáveis às seleções de Senegal e Uzbequistão e, na escalada mais brutal de sua hostilidade, recusam um árbitro premiado, escolhido pela FIFA como um dos aptos para apitar em sua principal competição. Não houve nenhuma palavra crítica por parte de Infantino ou da FIFA, muito menos ação mais dura. Ao contradizer suas próprias afirmações recentes, a FIFA e Infantino abrem o tapete vermelho para Trump. Quais serão os próximos abusos cometidos? #FIFA #CopaDoMundo #DireitosHumanos

Todos los autos conocidos son demoledores. El que describe la mafia del PSOE para proteger a Sánchez debería hacerle dimitir a él y ser interrogado. Y el de ZP, también. Que Puente encima diga que quieren echarlos por métodos antidemocráticos da miedo. https://t.co/ivle1PcJK9 #Política #Corrupción #España

O ex-porta-voz da Casa Branca e um dos principais estrategistas do movimento MAGA (“Make America Great Again”), Jason Miller, participou nesta terça-feira, 26 de maio, da coletiva de imprensa de Flávio Bolsonaro em Washington e fez duras críticas ao governo Lula, ao STF e ao ministro Alexandre de Moraes. Miller afirmou considerar “uma vergonha” o fato de Jair Bolsonaro “ainda estar preso até hoje” e acusou Moraes de “comprometer a democracia” no Brasil e em outras partes do mundo. A declaração ganha ainda mais peso pelo histórico entre os dois - em 2021, após participar da CPAC Brasil e se reunir com Bolsonaro, Jason Miller foi detido e interrogado por horas pela Polícia Federal no Aeroporto de Brasília, em uma ação determinada por Moraes dentro do inquérito dos chamados “atos antidemocráticos”. Na época, Miller afirmou não ter sido acusado de qualquer crime e classificou o episódio como perseguição política. Durante a coletiva, Miller também associou diretamente o Brasil aos interesses estratégicos dos Estados Unidos, afirmando que narcotráfico, influência chinesa e restrições à liberdade de expressão passaram a impactar diretamente o país norte-americano. Em determinado momento, Miller adotou um tom mais incisivo em relação à China. Flávio Bolsonaro, porém, evitou embarcar no confronto direto e afirmou que um eventual governo em 2027 precisaria dialogar “com todos”, sinalizando uma postura mais pragmática nas relações geopolíticas e econômicas internacionais. Enquanto setores do movimento MAGA enxergam o Brasil dentro de uma disputa ideológica global contra Pequim, Flávio buscou transmitir uma imagem de pragmatismo diplomático e econômico. Enquanto Trump recebia Flávio na Casa Branca, a Embaixada do Brasil em Washington optou por não sediar a coletiva do senador brasileiro. O gabinete de Flávio solicitou oficialmente o espaço diplomático, mas a embaixada não respondeu ao pedido. Sem retorno do Itamaraty, a coletiva acabou transferida para um hotel na capital americana. A Casa Branca abriu as portas para Flávio Bolsonaro, enquanto a “diplomacia brasileira” sob Lula passou a funcionar sob filtro ideológico. #MAGA #Diplomacia #Brasil