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#Aprender

Reflexión. Al ver lo que ocurre en el norte chico no puedo evitar sentir rabia e impotencia, todo esto estaba más que avisado, solo era cosa de tiempo para que sucediese. Con El Niño las catástrofes eran muy probables y solo se habían tardado, pero iban a ocurrir. Aquí estamos otra vez lamentando pérdidas y tragedias, sin aprender seguimos repitiendo los mismos errores del pasado. Solo espero que las autoridades a cargo actúen y ayuden a esa pobre gente que la está pasando mal Por último, a todos esos idiotas que se burlaban de mis anuncios, que me trataban de alarmista por informar para prevenir, espero que entiendan que existe mucho más allá de sus patéticas búrbujas individualistas. Porque estoy seguro que ninguno de ustedes es capaz de ponerse en el lugar de otro. Fuerza gente del norte chico. #SistemaFrontal #Reflexión #Solidaridad #CambioClimático

Los grandes cambios no siempre comienzan en los grandes salones. Muchas veces nacen en comunidades que, con trabajo, organización y esperanza, encuentran soluciones para transformar su propia realidad. Hoy recorrí Buenavista, en la Ciénaga Grande de Santa Marta, para conocer de primera mano las necesidades de los pueblos palafitos y aprender de un modelo que demuestra que, cuando la comunidad, la empresa privada y el Estado trabajan juntos, las transformaciones sí son posibles. Mi gobierno no llegará a las regiones a imponer decisiones desde un escritorio. Llegará a escuchar, acompañar y fortalecer a quienes, desde sus propios territorios, ya están construyendo la Patria Milagro. Porque el verdadero desarrollo se construye desde las regiones y junto a su gente. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E) 🇨🇴🐅 #DesarrolloComunitario #TransformaciónSocial #TrabajoEnEquipo

Tudo isto foi muito bom, diria. Estou muito feliz com a minha vida, estou a aproveitar, estou num sítio bom. Acho que ainda é difícil assimilar esta montanha-russa em que temos estado nas últimas seis semanas. Tem existido tanta pressão, tantas emoções. Tem sido surreal, honestamente. Têm sido as melhores semanas e a melhor jornada da minha vida inteira. É difícil assimilar tudo, sentes-te um bocado vazio. Se pensar nestes 40 dias… Têm sido absolutamente loucos e a cena mais fixe de que já fiz parte. E acho que todos os noruegueses também gostaram, espero que tenha aproximado as pessoas. Devemos estar orgulhosos e aprender com tudo isto. Isto mudou a Noruega… E também me mudou a mim.

Instagram, guaxinim, bebés. Haaland, a estrela do Mundial
observador.pt

A Europa deve aprender com a experiência da Ucrânia a desmantelar os mitos russos e a desenvolver uma autodefesa eficaz contra a guerra psicológica da Rússia, compreendendo melhor o conflito sob a perspectiva de Moscovo, a fim de evitar que narrativas enganosas moldem novamente a sua política de segurança. #GuerraNaUcrânia #MitosRussos #SegurançaEuropeia

A Europa pode aprender com a Ucrânia a desmontar os mitos ru
🦇 2d

@lewiseuphoria É bom pra galera aprender que não se posta cada peido que dá. Querem ser aesthetic postando até qndo tomam cerveja numa mesinha de bar, pelamor. #reflexão #aesthetic #vida

Lo mínimo que podemos hacer ahora es aprendernos la canción nueva que claramente a ellos les encanta y acá todavía estamos dale que te dale con muchaaachooos. #Música #Aprender #Diversión

Pensar de forma diferente não nos torna inimigos. A reconciliação nacional não significa esquecer as nossas diferenças: significa aprender a construir sobre o que nos une

Peru. Presidente pede reconciliação entre forças políticas
observador.pt

si quieres entender lo que viene, no puedes seguir interpretándolo con las reglas de lo que ya conoces... desaprende todo lo que aprendiste hasta hoy, estás a punto de aprender un lenguaje distinto #Desaprendizaje #NuevasPerspectivas #CrecimientoPersonal

Bom dia! Muitas vezes queremos ajudar Deus a conduzir a nossa própria história. Tentamos moldar os planos, controlar os caminhos e encontrar soluções com a força das nossas mãos. Mas há momentos em que o maior ato de fé não é fazer mais, e sim confiar mais. Hoje, entregue ao Senhor aquilo que pesa em seu coração. Não permita que o orgulho diga que tudo depende de você. A graça de Deus não precisa ser aperfeiçoada pela sabedoria humana; ela já é perfeita. Quando reconhecemos nossas limitações, abrimos espaço para que o poder de Deus se revele de forma extraordinária. Que nesta manhã você caminhe com um coração humilde, disposto a aprender, obedecer e descansar. O Senhor não procura pessoas que aparentam ser fortes, mas corações sinceros que confiam Nele acima de todas as coisas. Ore, faça a sua parte com fidelidade e deixe que Deus realize aquilo que está além das suas forças. Há portas que nenhuma habilidade humana abre, mas que uma simples oração, feita com fé, é capaz de escancarar. Que o seu dia seja guiado pela paz que vem do céu, pela sabedoria da Palavra e pela certeza de que Deus continua trabalhando, mesmo quando seus olhos ainda não conseguem enxergar. Que o Senhor conduza cada passo da sua jornada e encha o seu coração de esperança. #Fé #Confiança #Esperança

Passando aqui para pedir desculpa para geral pelo clipe lá relacionado ao Luisinho. Antes de tudo, evidentemente, fui até ele para trocar essa ideia e botar os pingos nos i’s. Entre a gente já está tudo muito bem e fiz isso antes de falar ou postar qualquer coisa aqui porque, mais que errar com quem ficou puto com o corte, sinto que vacilei com ele. Já elogiei o mesmo 427x em live e aqui, nunca viralizou. No momento que expus uma opinião a cerca de uma narração que realmente não curti (e trocamos ideia sobre), furou total a bolha. Mas fato é que eu devia saber como funciona e também devia ter tido essa noção, ainda mais pelo tempo que tô na internet. Faço minhas lives todo dia no sapatinho, tenho uma comunidade legal ali comigo e esse nunca foi o propósito. Por isso, para além de falar com ele, fiz questão de pedir desculpa aqui. Sei que não devo satisfação para quem já não gosta de mim, mas, dessa vez, dei toda razão a esses. É abaixar a cabeça e aprender com isso. Mais uma vez desculpa, principalmente para o próprio Luisinho e geral que decepcionei. #desculpas #comunidade #aprendizado

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Jorginho falou da sua relação com os jovens jogadores do elenco do Flamengo: "Tem uns que dão mais (trabalho), tem uns que dão menos, mas faz parte. Faz parte do processo de amadurecimento, mas são tudo meninos bons que têm um grande futuro pela frente e é importante eles escutarem. Porque quando a gente é chato, a gente fala, é só pro bem deles." "Eu acredito que seja muito bom. Os meninos têm essa oportunidade de estarem com a gente. Torço para que eles escutem bem. Porque é uma oportunidade, eu já passei por isso e eu era que nem esponja, eu só absorvia, absorvia, absorvia. E eu acredito que eles têm uma grande oportunidade de poder aprender muito, tanto dentro de campo como fora. Então, quando a gente é meio chato é só para o bem deles, porque com certeza se eles estão no Flamengo hoje, se eles estão junto com a primeira equipe, é porque eles têm um grande potencial para o futuro deles e o que a gente quer é ajudar" Foto: Gilvan de Souza / Flamengo #Flamengo #Futebol #Desenvolvimento

El artículo argumenta que los europeos deberían aprender a apreciar el aire acondicionado, ya que el cambio climático está provocando olas de calor extremas, y que, gracias al creciente uso de energías renovables, su impacto ambiental es mucho menor del que se teme. #AireAcondicionado #CambioClimático #EnergíaRenovable

Los europeos deberían aprender a apreciar el aire acondicionado

Esse também é o meu time. Além do campo de futebol, existe um projeto construído com visão, trabalho e propósito. Isso é NELORE ERIK. 🐮✅ Ao longo da minha carreira, sempre procurei fazer algo diferente depois dos jogos e dos treinos. Enquanto muitos descansavam, eu investia em aprender uma nova língua, desenvolver um novo negócio e buscar novas capacitações profissionais. Tenho profundo respeito por todos os atletas, mas acredito que a carreira esportiva pode ser uma plataforma para construir um legado que vai muito além dos 90 minutos. Quando você decide sair da bolha, amplia sua visão e se prepara para o futuro, começa a viver o extraordinário. #Time #Inspiração #Legado

1x2 vs 100T e, infelizmente encerramos nossa participação na EWC. É muito frustrante a nossa inconstância, mas sabemos que precisamos corrigir isso com urgência. Não foi o resultado que queríamos, mas foi uma ótima experiência para o time como um todo. Agora é manter a cabeça erguida, analisar com calma o que deu certo e o que deu errado e evoluir para chegarmos mais fortes no Stage 2. O que mais nos frustra é que sabemos do potencial que esse time tem. Sabemos que somos bons e acreditamos muito uns nos outros. Ao contrário do que muita gente imagina, esse time não tem ego. Todo mundo está disposto a ouvir, aprender, evoluir e fazer o que for preciso pelo coletivo. Todos estão dando o máximo todos os dias, e justamente por isso esses resultados doem tanto. Estamos tristes com a eliminação, mas isso não muda a nossa vontade de melhorar. Vamos continuar trabalhando, procurando soluções juntos e fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para voltar mais fortes. Obrigado pela torcida ❤️ #EWC #esports #teamwork

🗣️❤️🤍 Primeras declaraciones de Morten Hjulmand como nuevo jugador del Atlético de Madrid. “Es un club muy grande. Lo llevo viendo desde la distancia desde que era niño, siempre ganando trofeos en España y en Europa. Es un club muy respetado en Europa y merece serlo.” “Es un honor formar parte de él. Significa mucho para mí, porque formar parte del Atleti es un sueño hecho realidad.” “Estoy muy ilusionado y también nervioso, como ocurre siempre que llegas a un lugar nuevo. Pero creo que me adaptaré con facilidad por lo que he oído sobre los jugadores. Tengo muchas ganas de conocerles y de aprender el idioma lo más rápido posible.” “No veo la hora de empezar a entrenar el lunes.” “Creo que aporto equilibrio a un equipo. Trato de equilibrar la defensa y el ataque. Soy muy comunicativo con mi lenguaje corporal y con mi voz para ayudar al equipo. Lo soy en los entrenamientos y cuando estamos juntos antes y después de los partidos.” “Durante los partidos creo que puedo aportar estas cualidades al Atleti.” “A los 17 o 18 años, mi entrenador me dio un papel más importante con más responsabilidades. Cuando me fui a Austria era muy joven y cometí muchos errores con los jugadores más veteranos, sobre todo con mi comunicación y mi carácter, pero aprendí mucho de ellos.” “También en Lecce, donde tuve la suerte de ser capitán, y en el Sporting, que ha sido un privilegio capitanear.” “Vine al estadio por primera vez esta mañana. Me sorprendió lo grande que es. Pero no me puedo imaginar cómo será el ambiente cuando haya 70.000 personas. He visto partidos por televisión y puedes oír a los aficionados, así que creo que será una locura durante la temporada cuando juguemos la Champions League y en LaLiga.” ¡Aúpa Atleti! #Atleti #Fútbol #LaLiga

Que dolor el de esos familiares que han perdido a 11 de sus seres queridos cuando huían del incendio de la Sierra de Almería. Asi como los desaparecidos. Aprenderemos algo de estos tremendos incendios que se repiten cada año en nuestro país. Ojalá. #Incendios #SierraDeAlmería #Solidaridad

RESUMO DO DIA: 1) França elimina Marrocos. 2) Polícia prende familiares de deputado bolsonarista que criou o bônus pra que a polícia abata bandidos. 3) Republicanos e União Brasil devem abandonar campanha do Flávio Bolsonaro. 4) Sóstenes Cavalcante afirma que Bolsonaro não sabia beijar e teve que aprender com a Michelle. 5) Justiça manda bloquear cachê do Romário na CaséTV por conta de dívidas. 6) Ministério Público processa Virginia Fonseca por conta de suposta propaganda enganosa com apostas. #Notícias #Brasil #Política

9/JUL/1932🇧🇷 x 🇺🇸4/JUL/1776 ARMAS = LIBERDADE Nada mais democrático do que os paulistas fizeram em 1932 para botar freios numa ditadura. O pedido dos paulistas? Nada mais do que uma… constituição. Sim. As constituições começaram a aparecer no mundo para limitar o poder do Estado, para evitar que autoridades públicas se tornassem ditadoras. E hoje o exemplo de maior sucesso é os EUA. Desde 1776 eles estão livres de desmandos autoritários, sem rupturas institucionais - não dá para falar o mesmo do Brasil - graças a uma revolução que contou com o mesmo espírito da revolução constitucionalista de 1932 em São Paulo: não aceitar uma tirania. Não a toa, logo após a sua independência, os americanas elaboram uma constituição e nas primeiras emendas há a: -1ª EMENDA que garante os direitos fundamentais, como liberdade religiosa e liberdade de expressão; -2º EMENDA garante o acesso a armas e a possibilidade de se formar uma milícia, tal qual no início da guerra de independência dos EUA, para lutar contra um governo tirano. Desde cedo, o recém formado Estados Unidos da América aprenderam da forma mais dolorosa que não há liberdade sem um povo que possa se defender de tiranos, que são elas as pessoas (“we the people”) que falam o que os burocratas podem fazer, não o contrário. A celebração de 9 de julho em São Paulo retrata este mesmo sentimento, relembrando os heróis da revolução constitucionalista de 1932, mesmo que a constituição de fato só tenha vindo em 1934. #Liberdade #Constituição #Democracia

Obrigado a Roberto Martínez pelo profissionalismo, pela vontade em aprender português, e em cantar o nosso hino logo no seu primeiro jogo como selecionador. Pecaram os resultados em campo e algumas decisões. https://t.co/EdMoRyDaz1 #futebol #seleção #RobertoMartinez