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Fernando Figueiredo's article discusses the importance of involving young people in the debate about military service and citizenship, especially in times of growing insecurity in Europe, emphasizing the need for a democratic discussion that addresses broader issues concerning national defense and civic responsibilities, through local meetings aimed at gathering different perspectives before presenting proposals to the Assembly of the Republic. (translated)

Ponto de Encontro: serviço militar e cidadania
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🚨🚨🚨 TRIO OBTÉM LIMINAR... DE NOVO!!! Se você sonha com o Fiel Torcedor tendo direito a voto... Se você sonha com um Corinthians mais democrático com milhares de votos na eleição... Se você sonha com um Estatuto mais moderno... ... pode esperar sentado mais uma vez. Guilherme Strenger, Alexandre Husni e Ademir Benedito conseguiram, DE NOVO, uma liminar para barrar a reforma do Estaturo. Com isso, a Assembleia Geral Extraordinária marcada para 19 de setembro, que votaria possíveis reformas no Estatuto, está bloqueada. Desembargador que deu a liminar: Maurício Campos da Silva Velho, da 4ª Câmara de Direito Privado. 🚨E FIQUEM ATENTOS! Nos bastidores se fala na possibilidade de Guilherme Strenger ser um dos candidatos à presidência do Corinthians. Acredite se quiser... #Corinthians #Futebol #Democracia #ReformaEstatutária

🚨 GATEKEEPER RECONHECE AVANÇOS NA GOVERNANÇA DA VASCO SAF O Gatekeeper nomeado pela Justiça apresentou nesta segunda-feira (24/08) uma nova manifestação sobre a situação da governança da Vasco SAF. E a leitura do documento traz uma sinalização positiva para o Vasco. O Gatekeeper reconheceu “nítidos avanços” na regularização da governança e também destacou os “melhores esforços” da SAF para cumprir as determinações feitas pela Justiça. Um dos pontos considerados resolvidos envolve a gestão financeira. A Vasco SAF apresentou um aditivo ao contrato com a Alvarez & Marsal para garantir dedicação exclusiva do profissional responsável pela área. Também foi considerada resolvida a atualização das informações sobre os integrantes dos órgãos de administração e fiscalização no site oficial. Ainda existem pendências, como atas de reuniões e assembleias, aprovação das demonstrações financeiras e o preenchimento de alguns cargos da estrutura da SAF. Mas o ponto principal é outro: o documento não recomenda punições, afastamento de dirigentes ou uma nova intervenção na Vasco SAF. A orientação é para que a empresa conclua as medidas que ainda estão pendentes e avance na regularização. Ou seja: não está tudo resolvido, mas há indícios concretos de avanços na governança da Vasco SAF. É um cenário diferente daquele de uma SAF ignorando as determinações judiciais. Há reconhecimento formal de evolução e de esforços para colocar a casa em ordem. #Vasco #Governança #SAF

UM POUCO DA TRAJETÓRIA DE @FlavioBolsonaro : SENTA O DEDO E DESCONSTRUA AS NARRATIVAS! Flávio construiu sua trajetória política muito antes de chegar ao Senado. Formado em Direito, estagiário da defensoria pública no presídio de Bangú, no Rio de Janeiro, advogado, com especializações em Ciência Política, Políticas Públicas e Empreendedorismo, empresário, iniciou sua vida pública aos 21 anos, tornando-se um dos deputados estaduais mais jovens eleitos da história do estado. Foram 16 anos consecutivos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, período em que concentrou sua atuação em temas como segurança pública, administração penitenciária, defesa civil e fortalecimento da família, em seu primeiro mandato além de presidir a Comissão de Segurança Pública na Alerj, berço da ideologia esquerdista no Brasil. Em 2018, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro como o candidato mais votado para a vaga em disputa. No Senado, tem atuado em pautas relacionadas à segurança pública, liberdade de expressão, defesa das prerrogativas do Parlamento, economia, redução da burocracia, fortalecimento do empreendedorismo e do pacto federativo. Ao longo de mais de duas décadas de vida pública, consolidou uma trajetória marcada por sucessivas eleições e pela defesa das bandeiras que sempre apresentou aos seus eleitores, tornando-se uma das principais lideranças da direita brasileira, mesmo que todo o sistema insista em apagar também sua trajetória, assim como fazem com @jairbolsonaro ! Seguimos! #FlavioBolsonaro #PoliticaBrasileira #DireitaBrasil

🎯 Essência O combate político faz‑se reforçando instituições, criando enquadramento legal claro, organizando discurso público e mobilizando cidadãos em torno da laicidade e dos direitos fundamentais. 🧭 Estratégias políticas (democraticamente válidas) 1. Defesa ativa da laicidade Propor legislação que clarifique limites entre religião e política. Reforçar fiscalização da CNE sobre intervenções religiosas em campanhas. Exigir que políticas públicas tenham fundamentação técnica, não doutrinária. 2. Transparência e escrutínio Defender auditorias regulares a financiamentos de organizações religiosas. Propor registo obrigatório de lobbies religiosos, como existe noutros países europeus. Exigir divulgação pública de apoios institucionais a candidatos. 3. Mobilização cívica laica Criar movimentos ou plataformas que defendam Estado laico e direitos civis. Incentivar partidos a assumir compromissos explícitos com laicidade. Organizar debates públicos sobre separação entre fé e governo. 4. Contraponto argumentativo baseado em evidência Responder a propostas religiosas com dados científicos, estudos e impacto social. Evitar confronto identitário; focar sempre em políticas públicas concretas. Promover fact-checking independente. 5. Educação cívica e literacia democrática Apoiar programas escolares e comunitários sobre funcionamento das instituições. Reduzir dependência de discursos moralistas ou simplistas. Incentivar participação informada em assembleias municipais e debates locais. 6. Regulação do uso político de espaços religiosos Defender aplicação rigorosa das regras que proíbem propaganda eleitoral em cultos. Reforçar penalizações quando líderes religiosos usam influência espiritual para fins partidários. 📌 O ponto crítico O combate é político, institucional e argumentativo — nunca religioso ou identitário. O objetivo é proteger a democracia, não atacar crentes.

Vessoni 7d

ELES NÃO PARAM... Guilherme Strenger, Alexandre Husni e Ademir Benedito acionaram novamente o Tribunal de Justiça de São Paulo contra uma decisão interna da política do Corinthians; Dessa vez, os três conselheiros vitalícios tentam impedir a nova Assembleia Geral Extraordinária marcada para 19 de setembro, que pretende votar a reforma do Estatuto; A defesa do trio sustenta que o novo edital seria uma tentativa de contornar a liminar que suspendeu a Assembleia anterior. Liminar essa pedida também por eles; Segundo os autores dessa nova petição, trocar a data e publicar outro edital não resolveria os problemas que levaram à primeira decisão judicial; Guilherme Strenger, Alexandre Husni e Ademir Benedito querem que o desembargador reafirme a liminar, suspendendo o novo edital e a Assembleia de 19 de setembro. Também pedem multa diária de pelo menos R$ 100 mil em caso de descumprimento e proibição de novas convocações sobre as mesmas matérias enquanto a liminar estiver vigente; A petição foi assinada em 18 de agosto de 2026. #Corinthians #Justiça #Futebol #Corinthians

VITÓRIA ✊🏼 Hoje aprovamos na Assembleia Legislativa um projeto de lei que mantém os empregos de 4.700 ferroviários das linhas privatizadas da CPTM. Fruto da nossa luta, mas principalmente da corajosa greve que eles fizeram. Viva a classe trabalhadora! https://t.co/pOr9qzaP0M #Trabalho #Greve #Direitos

ADMINISTRAÇÃO JUDICIAL DIZ QUE VASCO SAF VEM CUMPRINDO DETERMINAÇÕES DA JUSTIÇA A Administração Judicial do processo de recuperação judicial do Vasco apresentou nova manifestação à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e avaliou que o Vasco SAF vem atendendo às determinações do Juízo e às recomendações feitas anteriormente. Entre os pontos destacados estão a regularização e o registro de atas e documentos societários, a atualização da estrutura de governança e a criação de um calendário de reuniões dos órgãos da SAF. A Administração Judicial considerou adequado o cronograma apresentado pelo clube. A Vasco SAF também informou ter atualizado seu site com a composição da Diretoria, Conselho de Administração e Conselho Fiscal. Ainda existem vagas a serem preenchidas nos órgãos de governança. Outro ponto é a auditoria que será realizada pela ICTS Global. A Justiça já considerou razoável a proposta de honorários e determinou o início dos trabalhos, com depósito de 60% do valor proposto para sua realização. A aprovação das demonstrações financeiras dos exercícios de 2024 e 2025 ainda não ocorreu. Segundo o documento, a previsão é de convocação da Assembleia Geral Ordinária até 31 de agosto, com realização prevista para 9 de setembro. A Administração Judicial seguirá acompanhando a governança da Vasco SAF e cobrando a atualização sobre o preenchimento das vagas, o registro das atas da Assembleia de 10 de agosto e a convocação da assembleia para análise das contas de 2024 e 2025. Canal Atenção Vascaínos #Vasco #Governança #Justiça

Vessoni 1w

A pressão da torcida sacode o Parque São Jorge!!! Que f...! Até Romeu Tuma Jr resolveu marcar a Assembleia Geral dos associados para votar reforma do Estatuto do Corinthians... https://t.co/1bDwVcKXpO https://t.co/TJU4fDRAH2 #Corinthians #Futebol #Assembleia

🚨 CONSELHO DO CORINTHIANS MARCA ASSEMBLEIA GERAL PARA 19/9 Associados aptos votarão 10 mudanças no Estatuto, entre elas voto do associado de futebol para a diretoria e alterações eleitorais. O próprio edital cita “crise moral, institucional e de credibilidade” e risco à continuidade do clube. Os ítens que serão votados: (1) ASSOCIADO DE FUTEBOL COM DIREITO A VOTO PARA A DIRETORIA; (2) COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO; (3) SISTEMA ELEITORAL PARA O CONSELHO DELIBERATIVO; (4) PERÍODO DE CARÊNCIA PARA O ASSOCIADO VOTAR NA ASSEMBLEIA GERAL; (5) QUANTIDADE DE TURNOS NA ELEIÇÃO DA DIRETORIA; (6) ELEIÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO DE ÉTICA; (7) INDEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA DO CONSELHO DELIBERATIVO; (8) LIMITAÇÃO DOS MEMBROS NATOS DO CONSELHO DE ORIENTAÇÃO; (9) PERIODICIDADE DOS BALANCETES; (10) NOVO PRAZO DE 12 MESES PARA MANDATOS DECORRENTES DE VACÂNCIAS E REGRA DE TRANSIÇÃO. #Corinthians #AssembleiaGeral #Estatuto

A Assembleia Legislativa prestou uma homenagem pelos 50 anos da conquista da CONMEBOL Libertadores de 1976 pelo Cruzeiro! 🦊🏆 Ídolo celeste, Joãozinho representou o elenco campeão na cerimônia e também foi homenageado! Lucas Silva, capitão do clube, também esteve presente para representar o Cruzeiro. 💙 📸 Henrique Chendes/ALMG #Libertadores #Cruzeiro #Futebol

"O Negócio do Século de Vieira: Como se Livrou de 160 Milhões em Dívidas" O antigo presidente do Benfica ficou livre da dívida. O banco ficou com as acções — e a fugir delas."" Uma história antes da história A avó de uma amiga minha ficou viúva há uns anos e, com ela, herdou uma dor de cabeça: o marido tinha deixado dívidas de que ninguém na família sabia bem a dimensão. Antes de assinar seja o que for, a minha amiga levou-a ao advogado. E o advogado explicou-lhe uma coisa que a lei portuguesa prevê há mais de século e meio: uma herança pode ser aceite de duas maneiras. Pode aceitar-se "pura e simplesmente" — nesse caso, fica-se com tudo, o bom e o mau, e se as dívidas forem maiores do que os bens, paga-se a diferença do próprio bolso. Ou pode aceitar-se "a benefício de inventário" — fica-se com o que a herança tiver de bom, mas nunca se responde por mais do que aquilo que ela vale. Se a dívida for maior do que a casa e as poupanças do falecido, essa diferença simplesmente desaparece; não sai do bolso do herdeiro. A avó da minha amiga escolheu esta segunda opção, e dormiu descansada. Guardo esta história porque é, sem exagero nenhum, a chave para perceber o que aconteceu este mês com o Novobanco e as empresas de Luís Filipe Vieira. Só que, em vez de uma família a lidar com um advogado, temos um banco a lidar com uma norma internacional de contabilidade chamada IFRS 10. E o resultado, tecnicamente, é o mesmo: ficar com o que interessa, sem ficar com o resto. Vamos por partes, e por ordem cronológica, porque esta história começa muito antes da notícia desta semana. 2017 e antes — como nasceu a dívida Luís Filipe Vieira, na altura presidente do Sport Lisboa e Benfica, tinha um grupo de empresas imobiliárias — entre elas a Promovalor e a Inland. Estas empresas foram, ao longo de anos, financiadas pelo Banco Espírito Santo (BES) com centenas de milhões de euros. Em 2017, a dívida total deste grupo económico rondava os 400 milhões de euros. Essa dívida tinha duas partes bem diferentes, e é essencial perceber a diferença desde já: Primeira parte — 160 milhões de euros em VMOC. VMOC quer dizer "Valores Mobiliários Obrigatoriamente Conversíveis". Explicando sem jargão: é um instrumento financeiro em que se empresta dinheiro com uma condição escrita no contrato — se a dívida não for paga até determinado prazo, ela transforma-se automaticamente em acções da empresa devedora. Ou seja, deixa de ser dinheiro que a empresa deve, e passa a ser propriedade (capital) da empresa que o credor passa a deter. Destes 160 milhões, 90 milhões pertenciam à Promovalor e 70 milhões à Inland. Segunda parte — cerca de 240 milhões de euros em crédito bancário e hipotecário directo. Este era financiamento normal, sem a cláusula de conversão em acções — dinheiro emprestado para construção e promoção imobiliária, com hipotecas sobre os terrenos e edifícios como garantia. Em 2017, para tentar resolver a situação sem décadas de tribunais, o BES/Novobanco e Vieira chegaram a um acordo relativamente à segunda parcela (os 240 milhões de crédito directo): o património imobiliário real do grupo — terrenos e edifícios em Tavira, Loures, Vila Franca de Xira, um hotel Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, entre outros — foi retirado das empresas Promovalor e Inland e colocado dentro de um fundo de investimento, gerido por uma entidade independente chamada C2 Capital Partners. Este fundo passou a vender os imóveis, ao ritmo do mercado, e a entregar o dinheiro das vendas ao banco, para ir abatendo a dívida. Em troca de terem cedido este património, o Novobanco ficou a deter cerca de 96% das "unidades de participação" (uma espécie de acções) deste fundo, e Vieira/Promovalor manteve os restantes 4%. O resultado prático desta operação de 2017 foi crucial: a partir daqui os imóveis reais e valiosos deixaram de pertencer à Promovalor e à Inland. Passaram a pertencer ao fundo. As duas empresas ficaram, na prática, sem património de peso — apenas com a dívida que ainda não tinha sido "resolvida" desta forma, ou seja, os 160 milhões de VMOC. 2017–2021 — o Acordo de Capital Contingente e o dinheiro público Quando o Novobanco foi criado a partir dos destroços do BES e vendido ao fundo americano Lone Star, foi assinado um mecanismo chamado Acordo de Capital Contingente (CCA). Este acordo obrigava o Estado português, através do Fundo de Resolução, a injectar capital no Novobanco sempre que este registasse perdas em créditos "podres" herdados do BES que fizessem descer os seus rácios de capital abaixo de um determinado limite. As perdas relacionadas com o grupo Vieira entraram exactamente neste mecanismo. À medida que os créditos e os VMOC deste grupo perdiam valor, o Novobanco ia registando "imparidades" — o termo técnico para dizer "estou a admitir que não vou receber este dinheiro, e vou apontar essa perda nas minhas contas". Essas imparidades geravam prejuízos, e esses prejuízos accionavam pedidos de capital ao Fundo de Resolução, que por sua vez ia buscar esse dinheiro a empréstimos do Estado — ou seja, em última instância, ao contribuinte. Neste período, o Novobanco chegou a provisionar a 100% os 160 milhões de euros dos VMOC — quer dizer, deu esse valor como perdido por completo, nas contas do banco, muito antes de a questão jurídica estar decidida. Uma fatia esmagadora desta perda de 160 milhões acabou por ser coberta, indirectamente, pelas injecções de capital público que o Acordo de Capital Contingente obrigava a fazer. É por isto que é justo dizer que os contribuintes portugueses já pagaram, de facto, uma parte substancial desta história — não porque tenham assinado um cheque com o nome de Vieira escrito, mas porque o mecanismo de resolução bancária funcionou precisamente como uma rede de protecção para as perdas do Novobanco, e estas perdas incluíam esta dívida. Este Acordo de Capital Contingente já terminou. Tinha um prazo e um tecto máximo de injecções, ambos esgotados. É um ponto importante a reter para o fim desta história. O litígio jurídico — o Novobanco tenta travar a conversão Apesar de os VMOC preverem, por contrato, a conversão automática em acções caso a dívida não fosse paga, o Novobanco não aceitou esta conversão de bom grado. Durante anos, o banco contestou-a em tribunal, tentando fazer cancelar essa conversão nos aumentos de capital da Promovalor e da Inland. Porquê resistir a ficar dono de duas empresas, em vez de simplesmente aceitar? Porque, como veremos, "ficar dono" de empresas cheias de dívidas por pagar é um problema, não um prémio. Fevereiro de 2026 — o Supremo Tribunal dá razão a Vieira Em Fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu esta disputa a favor de Luís Filipe Vieira. A decisão final obrigou o Novobanco a reconhecer aquilo que o contrato dos VMOC sempre tinha previsto: a conversão da dívida em acções. Na prática, o banco tornou-se, de um dia para o outro, o accionista maioritário das duas sociedades — com 66% do capital da Promovalor e 63,3% do capital da Inland. Para Vieira, este foi o desfecho que procurava: os 160 milhões de euros de dívida pessoal e do grupo, contraídos ainda no tempo do BES, ficaram legalmente extintos. Em troca, entregou ao banco a propriedade maioritária de duas empresas — que, como já vimos, tinham sido esvaziadas do seu património real em 2017. Do lado das contas do Novobanco, esta conversão não trouxe surpresas de maior a este nível específico: como a dívida de 160 milhões já estava provisionada a 100% havia anos, a decisão do Supremo não teve impacto adicional relativamente a este valor. O dinheiro, por assim dizer, já tinha sido dado como perdido antes mesmo de o tribunal decidir. O tamanho real do problema — de onde vêm os 278 milhões Aqui está o ponto que costuma confundir mais gente: se os 160 milhões de VMOC foram "limpos" através da conversão em acções, porque é que a notícia fala de um buraco de 278 milhões de euros nestas empresas? A resposta está na diferença entre a dívida total do grupo e a parcela que foi coberta pelos VMOC. Recorde-se: a dívida total em 2017 era de cerca de 400 milhões. Destes, apenas 160 milhões estavam ligados aos VMOC. Os restantes cerca de 240 milhões eram crédito bancário directo — a dívida que, em 2017, ficou associada ao fundo de imóveis, mas que continuou, tecnicamente, registada como passivo das próprias empresas Promovalor e Inland, à espera de ser paga pelas vendas dos imóveis. Ao longo de quase uma década de incumprimento, esta segunda parcela foi acumulando juros de mora e encargos — cerca de 38 milhões de euros adicionais. A conta soma-se assim: • Dívida global do grupo em 2017: aproximadamente 400 milhões de euros • Menos os 160 milhões de VMOC, extintos pela conversão em acções: fica um remanescente de cerca de 240 milhões • Mais os juros de mora e encargos acumulados ao longo dos anos: mais cerca de 38 milhões • Total do passivo actual das duas sociedades: 278 milhões de euros Este é, portanto, o "buraco" que hoje consta das contas da Promovalor e da Inland, e que nada tem a ver com os VMOC já resolvidos — é o que sobrou da outra fatia da dívida, a que nunca foi convertida em capital. E que garantias existem para pagar estes 278 milhões? Apenas o que resta do património no fundo gerido pela C2 Capital Partners. Quando os imóveis lá foram colocados em 2017, foram avaliados, na altura, num valor bruto de cerca de 244 milhões de euros — uma avaliação que se veio a revelar largamente inflacionada. À medida que os terrenos e edifícios foram sendo colocados à venda no mercado real (por exemplo, o Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, vendido há cerca de um mês ao grupo hoteleiro português Vila Galé), os valores obtidos ficaram muito abaixo dessas avaliações antigas. Hoje, estima-se que o que resta por vender no fundo — que inclui ainda terrenos como os Páteos da Luz em Tavira, a Quinta dos Salgados em Santa Iria da Azóia, o Parque Oriente em Loures e a Quinta do Cochão em Vila Franca de Xira — valha entre 80 e 100 milhões de euros. Ou seja: mesmo que o banco consiga vender tudo o que resta no fundo pelo melhor preço possível, recuperará apenas entre 80 e 100 milhões para abater um passivo de 278 milhões. Mais de 170 milhões de euros deste "buraco" nunca serão pagos a ninguém — simplesmente deixarão de existir, por impossibilidade de cobrança, quando as empresas vazias forem, mais cedo ou mais tarde, extintas. Porque é que o banco não soma este buraco às suas próprias contas Chegamos aqui ao ponto mais técnico, mas também ao mais importante — e é aqui que a história da avó da minha amiga volta a fazer sentido. O Novobanco tem 66% e 63,3% do capital destas duas empresas. Bastaria isso, em contabilidade tradicional, para ser obrigado a somar às suas contas todos os activos e passivos delas — incluindo o "buraco" de 278 milhões. Mas a contabilidade moderna, através da norma internacional IFRS 10, deixou de olhar apenas para quem tem a maioria das acções. Passou a olhar para quem tem controlo efectivo — ou seja, quem manda de facto na empresa. A IFRS 10 exige três condições, todas em simultâneo, para que uma empresa seja obrigada a "consolidar" outra nas suas contas: 1. Ter poder — o direito e a capacidade real de dirigir as decisões operacionais e financeiras relevantes da empresa. 2. Ter exposição a resultados variáveis — ter direito aos lucros, ou estar exposto aos prejuízos, dessa empresa. 3. Ter capacidade de usar esse poder para influenciar esses resultados. O Novobanco fez uma escolha deliberada: apesar de ter a maioria do capital, recusou-se a nomear administradores próprios para os órgãos sociais da Promovalor e da Inland. Sem gente sua na gestão, o banco não assina cheques, não aprova orçamentos, não decide contratações nem vendas do dia a dia dessas empresas. A gestão formal continua, hoje, nas mãos do próprio Luís Filipe Vieira. Ao provar aos auditores externos e ao Banco Central Europeu que é, de facto, um accionista passivo e bloqueado — dono do papel, mas sem mão na engrenagem —, o Novobanco cumpre os critérios técnicos para não ser obrigado a consolidar estas duas sociedades. É exactamente a lógica do "benefício de inventário": aceitar a propriedade formal, sem aceitar a responsabilidade integral pelas dívidas associadas a essa propriedade. Como é que isto aparece, então, nas contas do banco? Se as empresas não entram "linha a linha" nas contas do Novobanco, como é que o banco as regista? A resposta divide-se em duas partes bem distintas, e vale a pena perceber esta divisão com clareza, porque é aqui que está o "coração" financeiro de toda a operação: As empresas (Promovalor e Inland) — ficam de fora do balanço. O banco regista as suas acções nestas duas empresas como um activo financeiro avaliado ao "justo valor" — e esse justo valor, dado o estado das empresas, é de 0 euros. O passivo de 278 milhões que está dentro delas não entra nas contas do banco. O fundo de investimento (gerido pela C2 Capital Partners) — entra no balanço. Como o Novobanco detém cerca de 96% das unidades de participação deste fundo — que é uma entidade separada, gerida de forma independente, sem as dívidas das empresas de Vieira — regista o valor desta participação ao seu justo valor de mercado: os já mencionados 80 a 100 milhões de euros em imóveis por vender. Explicando de outra forma: o banco leva para dentro de casa o que ainda vale dinheiro (a fatia dos imóveis no fundo), e deixa cá fora o que só tem dívidas (as próprias empresas). É esta divisão, tecnicamente permitida pelas regras internacionais, que suscita a pergunta moral com que qualquer leigo fica ao ler esta notícia. Porque não reergue as empresas, e porque não as fecha já Uma pergunta óbvia surge aqui: se o Novobanco tem mais de 60% do capital destas empresas, porque não usa esse poder para as reerguer, ou, em alternativa, para simplesmente as liquidar de vez, já que valem zero? Reerguer não é opção. Fazê-lo exigiria ao banco injectar dezenas ou centenas de milhões de euros novos nestas sociedades para pagar credores e tentar pôr um negócio a funcionar — só que não há negócio nenhum para pôr a funcionar. A Promovalor e a Inland não produzem nada, não têm fábricas nem prestam serviços; eram apenas holdings imobiliárias, e o património imobiliário real já foi retirado delas em 2017. Não há nada para salvar. Além disso, o Banco Central Europeu proíbe, em termos gerais, que bancos comerciais funcionem como promotores imobiliários ou injectem capital novo em empresas insolventes de clientes, precisamente porque isso destruiria os seus próprios rácios de capital. Liquidar também não é simples. Para pedir a liquidação ou insolvência de uma empresa da qual se é accionista maioritário, é normalmente necessário assumir primeiro o seu controlo formal: convocar uma assembleia geral, destituir a gerência actual (neste caso, a de Vieira), nomear administradores próprios, e só depois avançar com o processo de insolvência. O problema é que, no preciso momento em que o Novobanco nomeasse os seus próprios administradores e assumisse a gestão, activaria exactamente o critério de "controlo" da norma IFRS 10 que até aqui evitou cuidadosamente. Nesse instante, o buraco de 278 milhões entraria directamente para o balanço do banco, contaminando os seus rácios financeiros — antes mesmo de um tribunal decretar a liquidação, processo que pode demorar anos na justiça portuguesa. Além disso, quem assume a gestão de uma empresa em situação de insolvência iminente pode ficar exposto a responsabilidades legais e fiscais sobre dívidas passadas, incluindo eventuais dívidas à Autoridade Tributária ou à Segurança Social — mais um motivo para o banco preferir manter-se à distância. Por fim, uma liquidação das empresas em si não traria dinheiro nenhum ao banco, porque elas já não têm bens — o dinheiro que ainda há para recuperar está todo dentro do fundo de imóveis, e esse processo de venda já está em curso, independentemente do destino formal das duas sociedades. O resultado é uma espécie de "coma induzido": o banco não reergue as empresas, porque seria deitar dinheiro bom em cima de dinheiro perdido; não as líquida directamente, para não arrastar o passivo para o seu próprio balanço; e tenta, isso sim, vender a sua posição acionista — mesmo que seja por um euro simbólico — a terceiros ou ao próprio Vieira, "empurrando" o problema jurídico para quem o quiser aceitar. Foi exactamente isso que o banco tentou fazer em Março de 2026, através do exercício de uma opção de venda das suas acções na Promovalor e na Inland — tentativa que falhou "por incumprimento da contraparte", suspeitando-se, sem que a notícia o confirme expressamente, que essa contraparte seja o próprio Vieira. No relatório e contas, o Novobanco garante que vai continuar a procurar formas de se desfazer desta posição. Porque é que alguém quereria comprar acções que valem zero? Aqui vale a pena parar num pormenor que costuma intrigar quem segue este caso pela primeira vez. Se o Novobanco avalia as suas acções da Promovalor e da Inland em zero euros, porque é que, em Março de 2026, havia aparentemente alguém do outro lado disposto a comprá-las — numa operação que só não avançou por, segundo a notícia, "incumprimento da contraparte"? Antes de continuar, uma ressalva importante: a notícia não identifica quem era essa contraparte. A suspeita, levantada por órgãos de comunicação social e não confirmada pelo banco, é que possa ter sido o próprio Luís Filipe Vieira. É uma hipótese plausível — ele é, afinal, quem continua a gerir estas empresas, e seria o comprador mais óbvio de uma posição que, no fundo, já controla na prática — mas continua a ser apenas isso: uma hipótese. O raciocínio que se segue explora este cenário por ser o mais instrutivo, não porque esteja estabelecido como facto. Dito isto, a pergunta mantém-se válida mesmo em abstracto: porque é que alguém compraria "nada"? A resposta está em perceber que "zero" é o valor de liquidação — o que sobraria para um accionista se a empresa fosse fechada hoje e todas as dívidas pagas primeiro. Não é o valor de uso. Imagine-se uma casa arruinada, com uma hipoteca maior do que aquilo que ela vale — o banco, sabendo que nunca vai recuperar todo o dinheiro através dela, muitas vezes nem se dá ao trabalho de a executar, porque dá mais despesa do que proveito. A casa "vale zero" no papel, mas continua a ser um tecto, uma morada, uma estrutura que alguém pode ocupar e usar, sem nunca ser obrigado a pagar a hipoteca por inteiro. É exactamente esta lógica que se aplica à Promovalor e à Inland. Quem quer que controle estas empresas — hoje Vieira, enquanto gestor de facto — decide os contratos que assinam, o uso que fazem da estrutura jurídica, o destino do que ainda resta. E nunca é obrigado, só por deter ou controlar as acções, a pagar do seu próprio bolso a dívida de 278 milhões que lá dentro dorme, porque essa dívida é da empresa, uma pessoa colectiva distinta, e não da pessoa que a gere ou possui. É este o activo real que se procura quando se procura comprar "nada": não património, mas controlo, protegido pela responsabilidade limitada. Portugal já viu este mecanismo em acção antes, embora noutro contexto. Em 2008, o Estado português nacionalizou o falido Banco Português de Negócios (BPN) por um valor simbólico de um euro. Não porque o banco valesse, literalmente, um euro, mas porque o seu valor de liquidação era negativo — tal como o das empresas de Vieira hoje —, e o preço simbólico serviu apenas para formalizar a transferência do controlo. A diferença crucial é que o Estado, ao nacionalizar, aceitou também as dívidas do BPN, por ter um interesse público a defender. Um comprador privado das acções da Promovalor ou da Inland não teria essa obrigação: herdaria o controlo, sem herdar a exigência de pagar as dívidas com património pessoal. O economista Adam Smith já tinha avisado, há mais de dois séculos, sobre este tipo de separação entre quem controla e quem responde: observou que quem gere dinheiro alheio raramente lhe dedica o mesmo cuidado vigilante que dedicaria ao seu próprio. A ideia aplica-se aqui de forma quase inversa, mas com a mesma raiz — se ninguém está exposto ao custo total das más decisões do passado (nem o Novobanco, que não quer gerir, nem quem quer que venha a controlar as empresas, que não paga pessoalmente a dívida), o incentivo para alguém resolver de vez o problema de fundo — os 278 milhões por cobrar — torna-se praticamente nulo. A "casa arruinada" fica na rua, meio abandonada, precisamente porque a ninguém compensa assumir o custo de a demolir. Quem pagou, e quem vai pagar, no final de contas Chegados aqui, faz sentido separar duas perguntas que costumam confundir-se: uma é técnica ("isto é legal?"), a outra é moral ("isto é justo?"). Do ponto de vista técnico e regulatório, a resposta é relativamente simples: sim, o Novobanco está a aplicar correctamente as regras internacionais de contabilidade, e o Banco Central Europeu prefere mesmo que assim seja — obrigar o banco a consolidar um passivo de 278 milhões de euros que não escolheu, e sobre o qual não tem controlo de gestão, fragilizaria desnecessariamente a sua posição de capital. A questão moral é mais incómoda, e tem duas camadas. A primeira camada é sobre quem já pagou. Os 160 milhões de euros de dívida ligados aos VMOC foram, na prática, absorvidos pelo sistema de resolução bancária português ao longo dos anos em que o Acordo de Capital Contingente esteve activo — o que quer dizer, em bom português, que uma fatia esmagadora deste valor acabou coberta por injecções de capital público no Novobanco, financiadas por empréstimos do Estado. Some-se a isto uma fatia adicional de perdas relacionadas com a insuficiência das garantias do crédito de 240 milhões — estima-se que o impacto total, directo e indirecto, do grupo económico de Vieira sobre as contas cobertas pelo mecanismo de resolução tenha rondado os 200 a 300 milhões de euros. Dizer que "os portugueses pagaram para limpar parte da dívida de Vieira" é, por isto, uma descrição materialmente correcta. A segunda camada é sobre a assimetria entre o cidadão comum e o grande devedor. Se uma família comum deixar de pagar a prestação da casa, o banco fica com a casa, a família perde o imóvel, e continua a dever a diferença — com o risco de penhora de salário e de bens futuros. No caso de um grande devedor do sistema, existem instrumentos como os VMOC, fundos de reestruturação e mecanismos de capital contingente que permitem "limpar" formalmente o passivo pessoal, isolar o património ainda valioso para o credor, e distribuir o prejuízo residual pelo sistema financeiro e, em última instância, pelo contribuinte. É um duplo padrão real, mesmo que nenhuma das partes envolvidas esteja, tecnicamente, a infringir a lei. E agora? O risco para o contribuinte, hoje, é zero Há, no entanto, uma boa notícia nesta história, que raramente é dita com a mesma clareza com que se conta o resto: relativamente aos 278 milhões de euros que ainda restam nestas duas empresas, o risco para o contribuinte português é, hoje, nulo. Há três razões concretas para isto. Primeira: o Acordo de Capital Contingente que ligava as perdas do Novobanco ao Fundo de Resolução já terminou, com o seu prazo e tecto máximo esgotados. O Novobanco é hoje um banco privado, rentável, maioritariamente detido pelo grupo financeiro francês BPCE. Qualquer perda futura relacionada com este processo terá de ser absorvida pelos accionistas privados do banco, não pelo Estado. Segunda: esta dívida específica de 278 milhões já está, segundo a própria notícia, provisionada a 100% pelo banco — ou seja, o Novobanco já deu este valor como perdido nas suas próprias contas, com impacto já assumido no passado. A recusa em consolidar as duas empresas em 2026 serve, precisamente, para impedir que esta dívida antiga "ressuscite" e volte a afectar o balanço actual da instituição — mas o impacto financeiro, no que toca ao banco, já foi contabilizado. Terceira: os 278 milhões continuam registados como passivo dentro da Promovalor e da Inland, e, como o Novobanco nunca deu qualquer garantia pessoal por estas dívidas nem assumiu a gestão das empresas, esse passivo está "fechado" dentro delas. Se as empresas entrarem, no futuro, em liquidação ou insolvência final, o processo simplesmente encerra sem que os credores consigam cobrar — porque não há património para o fazer. A dívida extingue-se por impossibilidade de cobrança, sem que o Estado ou o contribuinte sejam chamados a pagar mais um cêntimo. Para terminar Voltemos, para fechar, à avó da minha amiga. Quando ela aceitou aquela herança "a benefício de inventário", ninguém achou que estivesse a fazer batota — estava apenas a usar uma protecção legal que existe, precisamente, para que um cidadão comum não seja arrastado para dívidas que nunca escolheu contrair. O Novobanco fez, tecnicamente, a mesma escolha. A diferença é que o "falecido", neste caso, é um grupo de empresas cujo colapso teve origem em créditos concedidos com pouco critério ainda no tempo do BES, cujas perdas já foram, em larga medida, cobertas por dinheiro público ao longo de quase uma década, e cujo devedor original viu a sua responsabilidade pessoal extinta por um instrumento contratual que ele próprio assinou décadas antes de este desfecho estar decidido. A lei está a ser cumprida, ponto por ponto. Fica apenas a pergunta que a lei, por definição, não responde: se o pequeno herdeiro e o grande banco têm ambos o direito de dizer "não aceito mais do que aquilo que a herança vale", porque é que, olhando para trás, é sempre o mesmo lado da sociedade que acaba a pagar a diferença primeiro? #Novobanco, #Luís Filipe Vieira, #Promovalor, #Inland, #VMOC, #IFRS10, #Fundo de Resolução, #BES, #Lone Star, #banca portuguesa, #contabilidade, #imparidades, #dívida, #explicador

🚨 José Olavo Bisol pede licença da FGF e emite comunicado detonando presidente Luciano Hocsman: Em junho, ao me licenciar da Vice-Presidência, falei em uma gestão que não dialoga e decide sem transparência. O que está prestes a acontecer já era algo que me incomodava internamente, inclusive fiz diversos registros formais. O plano estava pronto, alterar o estatuto, se perpetuar no poder e amarrar o eleitorado. A FGF convocou assembleia para 25/08 com uma proposta de reforma do estatuto. No meio de 137 artigos, uma mudança salta aos olhos: elimina o limite de mandatos do presidente. Hoje só se permite uma reeleição. Na proposta, o texto passa a dizer expressamente que já ter ocupado o cargo NÃO é impedimento para continuar. Sem prazo. Sem limite. E não para aí. A mesma reforma tira dos clubes o direito de recorrer à Justiça em disputas com a Federação, tudo passa a ir para arbitragem privada no Rio de Janeiro. E a “Comissão Eleitoral Independente” que vai cuidar da próxima eleição é nomeada pelo próprio presidente. Vale dizer que arbitragem tem custo elevado e inviabiliza qualquer tipo de debate pela avassaladora maioria dos filiados, que notadamente vivem em condições financeiras precárias. Sem limite de mandato. Sem Justiça. Sem eleição fiscalizada por alguém de fora. Isso não é reforma, é fechamento de uma instituição que deveria demonstrar o contrário, e eu nunca tive acesso à construção dessa minuta. Tomei conhecimento pela imprensa. A votação é por 2/3 dos presentes, não de todos os filiados. Isso quer dizer que quem não for lá, deixa a decisão para quem já está satisfeito com a atual gestão e não se preocupa com o futuro do futebol gaúcho. Se os clubes não se posicionarem contra, penso que este ato pode estar decretando o fim do futebol gaúcho, que aqui, pra nós, já vem definhando há anos. José Olavo Bisol, VP FGF - licenciado. #Futebol #Transparência #ReformaEstatutária

NOTA OFICIAL O Santos FC e a SDC Sports assinaram um term sheet não vinculante para a aquisição, pela SDC Sports, de uma participação acionária de controle na Santos SAF. Os termos refletem cinco meses de diligência conduzida com o apoio da Rothschild & Co., Alvarez & Marsal e BMA, desde a apresentação da proposta não vinculante em 20 de fevereiro de 2026, abrangendo os ativos, passivos e operações do Clube. O Santos Futebol Clube conta com a assessoria da XP Investimentos, da EXA Capital e do escritório Bichara e Motta Advogados. A SDC Sports apresentará agora o projeto ao Conselho Deliberativo. A conclusão de qualquer transação permanece condicionada, entre outros fatores, à obtenção das alterações estatutárias e aprovações internas aplicáveis pelos órgãos de governança competentes do Clube, incluindo o Conselho Deliberativo e a Assembleia Geral de Associados, à conclusão satisfatória da diligência confirmatória de parte a parte e à assinatura da documentação definitiva. Veja a matéria completa em https://t.co/OwAPiaZe9h #SantosFC #SDCSports #Futebol

The parties in the Assembly of the Republic rejected the proposal to increase video surveillance in Parliament, citing concerns about the privacy of the deputies, despite suggestions from a working group to strengthen security after recent incidents. (translated)

Partidos travam mais videovigilância no Parlamento

. @FlavioBolsonaro construiu sua trajetória política muito antes de chegar ao Senado. Formado em Direito, estagiário da defensoria pública no presídio de Bangú, no Rio de Janeiro, advogado, com especializações em Ciência Política, Políticas Públicas e Empreendedorismo, empresário, iniciou sua vida pública aos 21 anos, tornando-se um dos deputados estaduais mais jovens eleitos da história do estado. Foram 16 anos consecutivos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, período em que concentrou sua atuação em temas como segurança pública, administração penitenciária, defesa civil e fortalecimento da família, além de presidir a Comissão de Segurança Pública na Alerj, berço da ideologia esquerdista no Brasil. Em 2018, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro como o candidato mais votado para a vaga em disputa. No Senado, tem atuado em pautas relacionadas à segurança pública, liberdade de expressão, defesa das prerrogativas do Parlamento, economia, redução da burocracia, fortalecimento do empreendedorismo e do pacto federativo. Ao longo de mais de duas décadas de vida pública, consolidou uma trajetória marcada por sucessivas eleições e pela defesa das bandeiras que sempre apresentou aos seus eleitores, tornando-se uma das principais lideranças da direita brasileira, mesmo que todo o sistema insista em apagar também sua trajetória, assim como fazem com @jairbolsonaro ! Seguimos! #Política #SegurançaPública #Empreendedorismo

The article discusses the controversy surrounding the alleged assault on the office of André Ventura, leader of Chega, raising doubts about the veracity of the incident and suggesting that it may have been staged, given the improbability of a crime of that type occurring in the Assembly of the Republic and the strange circumstances surrounding it. (translated)

Devemos preocupar-nos com o gabinete de Ventura? — Ouvintes

Vale lembrar que Casares fez o mesmo depois que sofreu impeachment no Conselho Deliberativo: renunciou antes da assembleia dos sócios. Por mais que ele tente fugir do rótulo, será para sempre o primeiro presidente a sofrer impeachment na história do São Paulo. E será, para toda a eternidade, um dos piores capítulos da história do clube. Não teve nem mesmo a coragem de enfrentar uma votação e ser expulso como deveria. Isso tem nome. #SãoPaulo #impeachment #futebol

Primeiro de tudo, eu vou a Nova Iorque. Adoraria vê-lo quando eu for para a (Assembleia Geral) ONU em setembro.

Netanyahu quer desafiar Mamdani em NY: "Vou falar a verdade"
observador.pt

Benjamin Netanyahu confirmed his presence at the UN General Assembly in September, expressing skepticism about an agreement with Iran and challenging New York City Mayor Zohran Mamdani to a confrontation, stating that he will speak the truth about what he considers to be the lies and hate spread by this politician. (translated)

Netanyahu quer desafiar Mamdani em NY: "Vou falar a verdade"