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#Cúpula

The statements of the former CEO of Plus Ultra and his management suggest that José Luis Rodríguez Zapatero may have received additional commissions after the rescue of the airline, as they continued making payments to his supposed frontman, Julio Martínez, for work in Venezuela. (translated)

Las declaraciones de la cúpula de Plus Ultra siembran la sospecha de que Zapatero cobró más comisiones tras el rescate

🚨 ÉPICO! Putin se REÚNE com Dilminha na cúpula dos BRICS na Índia e ELOGIA o trabalho dela à frente do Novo Banco de Desenvolvimento! Putin disse que o banco dá "CONTRIBUIÇÃO SIGNIFICATIVA" ao bloco! DILMA É RESPEITADA E ADMIRADA PELO MUNDO INTEIRO! 🇧🇷🌏👏 https://t.co/IYyxbSMB3r #BRICS #Diplomacia #Putin

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Paulo Gonet não se considera formalmente suspeito no caso Master, mas decidiu se precaver e não atuará nos processos diante da repercussão; temporariamente, as manifestações da PGR ficarão a cargo do vice-PGR Indemburgo Chateaubriand e de dois subprocuradores, sob coordenação da cúpula da PGR. #Justiça #PGR #CasoMaster

Changes are observed in the audacity with which some powerful people declare their not exactly orthodox strategies. Days of exposing intentions with no shame whatsoever. From Trump to José María Aznar to the leadership of justice in Spain. And, in this context, it is noticeable that a good part (translated)

@claudio_dantas_ afirma que Mauro Vieira e a cúpula do Itamaraty estão desesperados com a possibilidade do Eduardo Bolsonaro ser o chanceler do Flávio. O bolsonarismo continua sendo o terror do sistema. @FlavioBolsonaro @BolsonaroSP #Politica #Bolsonarismo #Itamaraty

Sr. Fachin: nem pense em sessão fechada, “no segredinho”. Fechamento das portas em julgamentos que envolvem membros da alta cúpula do Judiciário fomentaria ainda mais desconfiança social e afrontaria a transparência e a impessoalidade. Os documentos já estão públicos. Não existe mais qualquer motivo para limitar a publicidade do ato. Ao contrário: neste momento histórico, em que a imagem do STF foi completamente destruída, penso que o escrutínio público seria um primeiro passo para uma tentativa de reconstrução institucional. #transparência #justiça #STF

Entenderam porque a cúpula da PF precisava voltar ao cargo, pela decisão de Dino e de Fachin? Entenderam porque não faz diferença retirar o inquérito das fake news de Moraes? https://t.co/QxDQsIsL3g #PF #fakeNews #Justiça

Riot in the TVE News because of the interview with Sánchez: the newsroom is rebelling loudly against the sectarianism of the management. (translated)

Mas é muita cara de pau, né? O André Mendonça derruba o diretor da Polícia Federal e atinge toda a cúpula da PF que estava investigando o Vorcaro, que prendeu o Vorcaro e que começava a chegar na parte mais importante do caso. Até agora, ninguém sabe onde foram parar os bilhões envolvidos nas fraudes. Enquanto isso, o próprio André Mendonça libera dinheiro, manda soltar gente investigada por fraudes no INSS e interfere justamente quando as investigações começam a avançar sobre gente poderosa. Aí está tudo bem? E o Flávio Bolsonaro ainda tem a pachorra de dizer que o Dino deu uma “canetada”. E o Mendonça está fazendo o quê? É muita cara de pau da mídia e dessa gente toda. O que o André Mendonça está fazendo é gravíssimo e precisa ser questionado todos os dias. A gente tem que apoiar o Flávio Dino e cobrar, sim, sem parar. Não dá para aceitar interferência em investigação, seletividade e dois pesos e duas medidas justamente quando a Polícia Federal começa a chegar onde muita gente não queria que ela chegasse. BRASIL QUER A VERDADE SEM SIGILO PARA FLÁVIO VORCARO CADÊ OS BILHÕES RESPEITEM DINO #Brasil #Justiça #Corrupção

Vergonha Suprema Andrei Rodrigues alegou que seu afastamento prejudicaria investigações. Dino aceitou a justificativa e o reconduziu. Desde quando a Polícia Federal depende de um único homem para funcionar? Se depende, o problema é bem maior do que um afastamento. E a suspeita aqui não é qualquer uma. A própria PF produziu seis relatórios sobre a atuação de André Mendonça. Um deles não tinha timbre nem assinatura. A inteligência da própria corporação o classificou como de baixa confiança e "sem valor probatório". Mesmo assim, o documento fazia ilações políticas a partir da religião evangélica do ministro. Diante disso, Mendonça afastou cautelarmente a cúpula da PF e levou a decisão ao colegiado. Dino, em outro processo e por decisão individual, devolveu os afastados aos cargos antes de o julgamento terminar. Quando uma polícia usa a fé de um ministro para insinuar contra ele, e a resposta institucional é devolver imediatamente o comando a essa mesma cúpula, aparência e protocolo já ficaram para trás. Os freios que deveriam limitar o poder do Estado foram soltos, e foram soltos justamente por quem tinha o dever de segurá-los. #Política #Justiça #SegurançaPública

8 DE SETEMBRO DE 2026: A CRISE QUE COLOCOU STF E POLÍCIA FEDERAL EM CONFRONTO ABERTO O que aconteceu nesta terça-feira, 8 de setembro, ultrapassa em muito uma divergência circunstancial entre integrantes do Supremo Tribunal Federal. A sucessão de acontecimentos envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e Gilmar Mendes expôs uma crise institucional de proporções ainda difíceis de dimensionar. No centro da controvérsia estão investigações relacionadas ao Banco Master, relatórios produzidos pela Polícia Federal, acusações envolvendo a condução de procedimentos investigatórios e, sobretudo, uma questão que se tornou inevitável: quais são os limites institucionais quando aqueles encarregados de investigar, fiscalizar e julgar passam a questionar reciprocamente a legalidade de suas próprias atuações? A crise ganhou outra dimensão depois que Alexandre de Moraes pediu a investigação de André Mendonça por supostos abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade, em episódio relacionado à condução das investigações dos casos Master e INSS. Mendonça reagiu no plano jurisdicional e colocou sob severo questionamento a produção e a utilização de relatórios de inteligência da Polícia Federal, inclusive material que teria servido de fundamento para medidas dirigidas contra ele. O conflito, portanto, deixou de estar restrito à interpretação de atos processuais. Passou a envolver diretamente a regularidade da atuação da Polícia Federal e a relação institucional entre integrantes da própria Suprema Corte. O acontecimento mais contundente desta terça-feira foi a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão provocou imediata repercussão política e jurídica, mas existe um aspecto que não pode ser ignorado: submetida a questão à Segunda Turma do STF, Mendonça recebeu os votos de Luiz Fux e Nunes Marques, formando maioria de três dos cinco integrantes do colegiado para referendar o afastamento. Independentemente das avaliações políticas sobre a decisão, esse dado possui enorme relevância institucional, porque demonstra que a posição adotada pelo relator não permaneceu isolada dentro do próprio Supremo. Nesse cenário entrou Gilmar Mendes, que pediu vista e interrompeu a conclusão do julgamento, defendendo uma análise mais aprofundada da matéria e levantando preocupação específica quanto aos efeitos de uma decisão dessa natureza durante o período eleitoral. O pedido de vista, contudo, não significou a revogação automática da medida cautelar. Pelo contrário, a controvérsia permanece aberta e tende a avançar para uma discussão ainda maior dentro do Tribunal, especialmente diante da possibilidade de submissão da matéria ao Plenário. O presidente do STF, Edson Fachin, também ingressou diretamente na administração da crise ao determinar a prestação de informações pelos envolvidos. Há, portanto, algo muito maior acontecendo em Brasília do que uma simples disputa entre ministros, e no centro do furação, Alexandre de Moraes x André Mendonça. AM x AM! Mendonça, em suas razões, questiona procedimentos e relatórios produzidos pela Polícia Federal e determina o afastamento de sua cúpula. E hoje a Segunda Turma formou maioria favorável à medida, com votos de Nunes Marques e Luiz Fux, uma vez que Toffoli se declarou impedido. Gilmar Mendes - agindo como o dono da razão - interrompe a conclusão do julgamento e introduz no debate a possível repercussão eleitoral da decisão. Paralelamente, documentos e informações relacionados ao Banco Master continuam alimentando uma crise que alcançou simultaneamente o STF e a direção da principal instituição de polícia judiciária da União. O problema institucional que emerge desse episódio é muito mais profundo e não pode ser reduzido à preferência política por este ou aquele personagem. Quando ministros da Suprema Corte passam a formular acusações ou questionamentos graves sobre a atuação de outros integrantes do Tribunal, enquanto a própria direção da Polícia Federal é atingida por decisão judicial fundada em suspeitas relacionadas à produção e utilização de informações de inteligência, a discussão deixa de pertencer exclusivamente aos envolvidos. Torna-se assunto de interesse público. Transparência, contraditório, documentação verificável e estrita observância da lei passam a ser indispensáveis para que a sociedade compreenda exatamente o que aconteceu. O Brasil chega ao final deste 8 de setembro com uma pergunta que nenhuma instituição deveria considerar inconveniente: quando investigadores, autoridades policiais e integrantes da mais alta Corte do país entram em rota de colisão, quem fiscaliza o exercício desses poderes e quais mecanismos efetivamente impedem que qualquer autoridade, independentemente do cargo que ocupe, ultrapasse os limites estabelecidos pela Constituição? A resposta não pode depender de nomes, preferências políticas ou circunstâncias eleitorais, mas da Constituição, da lei, das provas e da possibilidade de controle efetivo dos atos praticados pelo poder público. Dr. Paulo Faria Jornalista 4090/GO #STF #PolíciaFederal #CriseInstitucional

Gente, ainda sobre a intervenção do André Mendonça na cúpula da PF. Nós não nos esquecemos da Operação Carbono Oculto. A quem interessa proteger o PCC, grandes empresários da Faria Lima e até mesmo uma das maiores doadoras de campanha de Tarcísio de Freitas? https://t.co/1Wc5ZM7jAn #Política #Justiça #Corrupção

🚨A decisão de Mendonça não foi destituir a cúpula da PF dos cargos; foi impedir que seguissem praticando possíveis ilícitos no exercício da função. O argumento de que somente quem nomeia pode afastar é um absurdo jurídico: confunde destituição administrativa com uma medida cautelar destinada a impedir a continuidade de delitos. #Justiça #Direito #Política

The King summoned the Minister of Defense, Margarita Robles, and the military leadership to a meeting at the Palace of Zarzuela to analyze the critical situation in Ceuta following the massive influx of thousands of people in July. (translated)

El Rey analizó este lunes con Robles y la cúpula militar la situación de Ceuta

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que há elementos que apontam para a incompetência da Segunda Turma para analisar a decisão do ministro André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação. Ao justificar o pedido de vista que suspendeu o julgamento, o decano também questionou o fato de a medida ter sido adotada a partir de uma solicitação de partido político. Gilmar afirmou que pediu vista por três razões. A primeira delas foi o curto intervalo entre a inclusão do caso em pauta e o início do julgamento virtual: segundo ele, o processo entrou na pauta menos de uma hora antes da abertura da sessão, o que impediu uma análise integral dos autos e da decisão. O ministro também levantou dúvidas sobre a possibilidade de o afastamento cautelar ter sido determinado a partir de um pedido de partido político. Para Gilmar, a medida ocorreu em “aparente contrariedade” ao Código de Processo Penal e ao Regimento Interno do STF, que, segundo ele, estabelecem exigências decorrentes do sistema acusatório. Outro ponto ressaltado pelo decano é a definição de qual colegiado do Supremo deve analisar o caso. Gilmar afirmou que incidentes relacionados à mesma investigação foram encaminhados por Mendonça a colegiados diferentes e sustentou haver elementos indicando que a discussão deve ocorrer no plenário, e não na Segunda Turma. Na manifestação, Gilmar cita como um desses elementos a própria decisão que afastou os integrantes da cúpula da PF. Segundo o ministro, Mendonça registrou a existência de indícios de que o relatório de inteligência que embasou a medida teria sido produzido pelo diretor-geral da corporação “por provocação de membro da Primeira Turma” do Supremo. Para Gilmar, se essa premissa for considerada, a análise de atos atribuídos a um integrante da Corte cabe ao plenário. Gilmar lembrou ainda que o próprio Mendonça havia afirmado, em decisão de 1º de setembro, que o exame da matéria deveria ocorrer no plenário, em sessão presencial e pública. O decano também citou o procedimento aberto pelo presidente do STF, Edson Fachin, para analisar as questões relacionadas ao caso, no qual foram solicitadas informações a autoridades como Andrei Rodrigues, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o ministro Alexandre de Moraes. O prazo de cinco dias para essas manifestações ainda está em curso. O terceiro argumento apresentado por Gilmar envolve os possíveis reflexos eleitorais da decisão. O ministro afirmou que é necessário analisar a medida à luz de precedente do plenário que, segundo ele, estabeleceu a inconstitucionalidade de decisões judiciais capazes de provocar desequilíbrio na disputa político-eleitoral, em razão da necessidade de neutralidade do Estado em relação a partidos e candidatos. (Globo) #STF #GilmarMendes #Política

A seletividade e arbitrariedade de André Mendonça no afastamento de dois integrantes da cúpula da Polícia Federal teve resposta da corporação. 11 diretores colocaram o cargo à disposição. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e integrantes da cúpula policial consideram a medida uma interferência indevida na gestão autônoma da corporação. Já vimos esse filme antes, quando Bolsonaro falou com todas as letras que afastaria integrantes da PF para proteger sua família. Dessa vez, é o indicado de Bolsonaro ao STF que está cumprindo esse papel. #ForaMendonça #PolíciaFederal #Justiça #Interferência

🚨AGORA- Toda a direção da Polícia Federal coloca os cargos à disposição em solidariedade a Andrei Rodrigues. Lembrando que os integrantes da cúpula foram indicados pelo próprio Andrei Rodrigues, agora afastado. https://t.co/UsjVd6mRpR #PolíciaFederal #Solidariedade #AndreiRodrigues

Numa ação arbitrária, Mendonça destituiu o diretor e toda a cúpula da Polícia Federal, responsáveis por prender Daniel Vorcaro e investigar o maior esquema de corrupção financeiro da história do nosso país. Vorcaro, aliás, com quem o próprio Mendonça teve um encontro privado poucos meses antes da prisão. Fica evidente que Mendonça quer impedir o prosseguimento das investigações e quer retaliar aqueles que revelaram ao Brasil os crimes de Vorcaro e do banco Master. Vale lembrar que essa equipe da PF também tocou a Operação Carbono Oculto, a mais importante contra o crime organizado em SP, envolvendo o PCC, grandes empresários da Faria Lima e até mesmo uma das maiores doadoras de campanha de Tarcísio de Freitas. Até agora, nem um pio de Mendonça sobre os R$65 milhões de Vorcaro para Flávio Bolsonaro. Nada também sobre os favores financeiros pedidos por Nikolas Ferreira ao banqueiro corrupto. Fica clara a razão pela qual os bolsonaristas agitaram apoio a Mendonça na Avenida Paulista, junto com pedidos de intervenção de Trump em nosso país: ele é inimigo das investigações, querem barrar a independência e o papel da PF a qualquer custo, para primar a seletividade para salvar a família Bolsonaro e seus comparsas. Mendonça deve ser considerado suspeito e afastado da investigação! Todos que tenham qualquer suspeita de envolvimento com Daniel Vorcaro, incluindo Alexandre de Moraes, parlamentares e outras autoridades, devem ser investigados e responsabilizados caso crimes sejam comprovados. Mais do que nunca precisamos derrotar Flávio Bolsonaro, pois dentre toda a sorte de horrores promovidos pela extrema direita, essa quadrilha não pode ter o poder de indicar outros 4 ou 5 "Mendonça's" para a Suprema Corte. #Corrupção #PolíciaFederal #Justiça

Chefes regionais da PF defendem entrega coletiva de cargos em apoio a Andrei Rodrigues contra Mendonça. Andrei Rodrigues e cúpula da PF receberam afastamento com “IIndignação e revolta” (O Globo) #PF #AndreiRodrigues #Mendonça

🚨 ANDREI RODRIGUES FOI AFASTADO DO COMANDO DA PF. Depois de um pedido do Partido NOVO, o ministro André Mendonça determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal e também do diretor de Inteligência da corporação. A cúpula da PF teria produzido relatórios sobre a atuação de Mendonça que foram usados por Alexandre de Moraes para atacá-lo. Só que o próprio material era tratado como documento de trabalho, sem valor probatório, e Mendonça afirma ter sido alvo de um monitoramento sistemático e ilegal. Mendonça entendeu que manter os responsáveis nos cargos poderia comprometer a independência das apurações e determinou também a abertura de investigação sobre a produção desses documentos. Se você apoia esta decisão, compartilhe! #PolíciaFederal #AndréMendonça #Justiça