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#Calenda

LIMINAR CAIU A liminar que havia afastado o Conselho de Administração da Vasco SAF e determinado a nomeação de uma interventora judicial foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em decisão assinada pelo desembargador César Felipe Cury, foi concedido efeito suspensivo ao agravo apresentado pelo Vasco. Com isso, ficam sem efeito, por enquanto, o afastamento dos conselheiros, a intervenção judicial e a proibição de o CRVG recompor os cargos do Conselho de Administração. Na decisão, o magistrado afirma que as medidas adotadas na primeira instância foram excessivas para o atual estágio do processo. Segundo o relator, ainda não há demonstração suficiente de fraude, desvio de recursos ou prejuízo concreto que justificasse uma intervenção tão drástica na gestão da SAF. Apesar de derrubar a intervenção, o desembargador determinou que a Vasco SAF adote uma série de medidas para reforçar a governança, incluindo regularização de documentos, maior transparência, calendário de reuniões entre os órgãos internos e acompanhamento por um profissional independente, que atuará como "watchdog", fiscalizando o cumprimento das determinações judiciais. A decisão é provisória e valerá até o julgamento definitivo do agravo pela 20ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. #Vasco #Justiça #Governança

A luglio 2026 sono previsti diversi scioperi che coinvolgeranno aerei, treni e mezzi di trasporto pubblico in Italia, causando potenziali disagi per i viaggiatori già programmati, con un calendario specifico delle proteste che include orari e date. #Scioperi #Trasporti #Luglio2026

Scioperi trasporti luglio 2026, si fermano aerei, treni e mezzi pubblici: il calendario con orari, date e fasce di garanzia

Fifa deve levar o Mundial de Clubes de 2029 para o Catar, segundo alguns veículos como The Guardian e As. Além de aumentar de 32 para 48 clubes. Isso significa que o torneio seria em novembro e dezembro de 2029, por causa do clima no Oriente Médio. Ou seja, clubes brasileiros chegariam no torneio no fim de seu calendário, ao contrário da edição de 2025 que foi no meio da temporada brasileira. #MundialDeClubes #FIFA #Catar2029

Temos uma ideia mais realista das necessidades, com a posterior adequação funcional do edifício. As possíveis alterações do calendário serão mais do que poupadas. (...) A nova solução permitirá uma poupança de 35 milhões de euros. A isto chama-se uma gestão prudente

Nova sede. Álvaro altera e poupa 35 milhões. Centeno critica
observador.pt

🚨🇶🇦 AGORA! FIFA estuda Copa do Mundo de Clubes de 2029 no Catar, no inverno, e aumentar de 32 para 48 times. As conversas entre a FIFA e os clubes já começaram. O principal entrave é o calendário, já que a maioria dos times da Europa tem uma pausa no inverno. O México também tem interesse em sediar o torneio. 🗞️ AS | UOL #FIFAWC #CopaDoMundo #Futebol

Amazon está desarrollando un proyecto llamado Moonraker, que busca transformar a Alexa en un asistente de inteligencia artificial agéntica capaz de realizar tareas complejas de manera autónoma, como hacer reservas o gestionar calendarios sin necesidad de instrucciones detalladas por parte del usuario. #Amazon #Alexa #InteligenciaArtificial

Moonraker, el proyecto que convertiría a Alexa en un asistente de IA agéntica

CR7: A Estátua Que Ainda Se Julga Viva Ou: como perder o respeito por alguém sem lhe negar uma única conquista Estava em casa, às 18 horas de Lisboa, a ver Portugal empatar com a República Democrática do Congo, quando dei por mim a fazer uma coisa que nunca pensei fazer: torcer, discretamente, para que a bola não caísse aos pés de Cristiano Ronaldo. Não por rancor. Por cansaço. O cansaço de quem admirou durante vinte anos um jogador e começa agora a duvidar do homem. Não lhe retiro nada do que fez em campo. Cinco Bolas de Ouro, recordes que provavelmente nunca serão batidos, duas décadas a carregar selecções às costas quando ninguém mais o fazia. Isso é facto e permanece facto, imune a qualquer texto de opinião. Mas há uma diferença entre reconhecer o mérito de um jogador e continuar a admirar o homem em que ele se tornou — e é aí que a admiração deixa de bastar. Os números ajudam a perceber a dimensão do problema. Contra a RD do Congo, Ronaldo chegou ao seu décimo jogo consecutivo sem marcar em fases finais de Mundiais e Europeus — um registo que não se estende a outras competições da selecção, onde continuou a marcar normalmente, mas que, nos palcos que mais contam, se arrasta desde o Mundial de 2022. Teve apenas três remates e nenhum à baliza — sexta vez que isso lhe acontece num Mundial. Pelos vistos, aos 41 anos, Ronaldo na selecção só se for na Playstation. E, ainda assim, quando a equipa se juntou no meio-campo para aplaudir os adeptos no final do jogo, ele já ia a caminho do balneário, sozinho, antes de todos os outros. A imprensa internacional não deixou passar o pormenor. É a mesma lógica de um accionista maioritário que continua a comparecer às reuniões de uma empresa que já não gere, exigindo que todos se levantem quando ele entra na sala — mesmo que o produto já não seja dele, mesmo que a equipa de gestão tenha mudado, mesmo que os resultados o desmintam. A marca sobrevive à utilidade. E é exactamente isso que Portugal, aos poucos, deixou de tolerar. Portugal já conhece esta história. Chama-se sebastianismo. Um rei parte para uma guerra que não devia ter travado, desaparece em circunstâncias nebulosas, e o país passa séculos à espera do regresso do "Encoberto" — a certeza colectiva de que só ele pode salvar a pátria, mesmo depois de todas as provas em contrário. Substituam-se as brumas de Alcácer-Quibir pelos relvados de Houston e a estrutura emocional é praticamente a mesma: um povo que prefere esperar por um homem a confiar em si próprio. Fernando Pessoa dedicou parte da sua obra a mostrar como este tipo de espera colectiva por um salvador pode ser, ao mesmo tempo, a maior força e a maior fragilidade de um povo — e é difícil não pensar nisso ao ver um capitão de 41 anos ser tratado como se a selecção não pudesse respirar sem ele, quando hoje tem jogadores como João Neves ou Bruno Fernandes plenamente capazes de a fazer voar sozinha. E é aqui que a crónica muda de tom, porque há episódios que já não são sobre futebol. Ronaldo foi expulso em Novembro contra a Irlanda, por uma cotovelada no defesa Dara O'Shea, e ficaria a dever dois jogos de suspensão para o Mundial. Uma semana depois de jantar na Casa Branca — presente numa recepção oferecida por Donald Trump ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, o mesmo príncipe que os serviços de informação norte-americanos associaram ao assassínio do jornalista Jamal Khashoggi, esquartejado num consulado saudita em Istambul —, a FIFA decidiu converter essa suspensão num "período probatório". Pode ser coincidência de calendário. Mas é, no mínimo, uma coincidência incómoda, vinda de uma organização que lucra directamente com a presença dele no torneio que os Estados Unidos co-organizam. Não é a primeira vez que o vejo escolher o desconforto de uma sala com príncipes e bilionários em vez do desconforto de uma crítica doméstica. Aceita com naturalidade estar sentado ao lado de quem gere o dinheiro saudita — o mesmo fundo soberano que é dono do Al-Nassr e lhe paga duzentos milhões de dólares por ano —, mas revela dificuldade em aceitar que um jovem médio português diga, sem qualquer maldade, que dentro do grupo ele é hoje tratado como mais um. É uma inversão de prioridades reveladora: tolerância total ao poder que o remunera, desconforto perante a igualdade que o desafia. Por isso já não é sobre golos, nem sobre Bolas de Ouro, nem sobre se ainda é ou não o melhor do mundo. É sobre saber ficar no lugar certo quando o palco deixa de ser só seu. Um país não se ajoelha perante um homem, por maior que ele tenha sido — e este Portugal de 2026 já não precisa de esperar por ninguém para acreditar em si próprio. Porque, no fim, nenhum general ganha batalhas sozinho — e nenhum rei continua a sê-lo depois de o povo deixar de precisar dele. #Cristiano Ronaldo, #Mundial 2026, #futebol, #Arábia Saudita, #Casa Branca, #FIFA, #Portugal, #sebastianismo, #crónica

Șeful AEP, Adrian Țuțuianu, a declarat că România nu este pregătită legislativ pentru alegeri anticipate din cauza imposibilității de a respecta calendarul electoral prevăzut de lege, solicitând modificări legislative care nu pot fi implementate fără un Parlament funcțional și avertizând asupra impactului negativ asupra exercitării drepturilor electorale. #alegerianticipate #Parlament #AEP

Șeful AEP spune de ce România nu este pregătită, legislativ, pentru alegeri anticipate: Calendarul nu poate fi respectat

O artigo discute os problemas enfrentados pela nova plataforma digital de exames em Portugal, que falhou em seu funcionamento, resultando em atrasos no calendário e minando a confiança no processo, gerando críticas à gestão do ministro, apesar de seu reconhecimento técnico em outras áreas. #ExamesNacionais #BatalhaDeSãoMamede #Portugal900Anos

Plataforma de exames foi um passo maior do que a perna?

Segredos de Polichinelo Ou: como o Estado descobriu que os aforradores também sabem ler Houve um aniversário em que me pediram para guardar segredo sobre a prenda da minha irmã. Um segredo tão mal guardado que ela própria o descobriu semanas antes, ao ajudar a arrumar o armário do quarto dos pais. Todos continuámos a fingir surpresa no dia certo. Foi o meu primeiro contacto sério com uma verdade que só bem mais tarde a política me confirmaria: os segredos institucionais não existem para esconder factos, existem para gerir a encenação à sua volta. Foi o que me veio à cabeça esta semana, ao ler que o Ministério das Finanças barrou um jornalista do ECO à porta de um encontro "off the record", depois de este ter noticiado, em primeira mão, a criação dos novos Certificados do Tesouro Série 5. Os dados são simples: uma taxa de juro que sobe de 2,35% no primeiro ano até 3,35% no décimo, uma resolução aprovada em Conselho de Ministros a 3 de Julho, e um jornalista, Luís Leitão, que tinha investigado o tema durante uma semana sem obter resposta oficial. Quando a notícia saiu antes da hora combinada para a explicação "informal", a assessoria de imprensa decidiu que a melhor resposta era um militar da GNR a barrar a entrada e um telefonema a desconvidar. Tudo isto por causa de um produto de poupança. É como se o vizinho do terceiro andar chamasse a polícia porque alguém reparou, antes de ele anunciar, que tinha comprado um carro novo. O carro já estava estacionado à porta. Toda a gente já o tinha visto. O problema nunca foi o segredo — foi a fúria de descobrir que já não havia nada para gerir. Há qualquer coisa de pombalino nesta instintiva vontade de controlar a narrativa. Depois do terramoto de 1755, o Marquês despachou ordens rápidas para enterrar os mortos e recomeçar a cidade antes que o pânico se instalasse — e teve, convenhamos, boas razões para isso, porque Lisboa ardia e as pessoas morriam. O Ministério das Finanças, em 2026, aplicou o mesmo reflexo de controlo absoluto da informação a uma taxa de juro sobre Certificados do Tesouro. A escala é, digamos, ligeiramente diferente. Mas o instinto — apagar o incómodo antes que ele fale por si — é o mesmo, só que agora sem terramoto nenhum que o justifique. Diz-se, não sei bem com que fundamento, que a censura foi sempre o elogio mais sincero que um regime faz à imprensa: só se cala quem teme ser ouvido. Neste caso, o Ministério nem tinha nada de grave a esconder. Tinha, isso sim, um calendário de comunicação que preferia intacto, e descobriu, tarde, que os jornalistas não são convidados de uma coreografia — são gente que faz perguntas e, por vezes, obtém respostas antes do previsto. E aqui está a viragem que interessa ao leitor comum, aquele que nunca pisou uma sala de imprensa das Finanças: nada disto muda a taxa de juro que vai receber, nem o dia em que pode resgatar o certificado. A guerra de bastidores entre um ministério e um jornal é ruído institucional, um assunto de vaidades e protocolos feridos. O aforrador continua a decidir com os mesmos números de sempre — 2,35% no primeiro ano, sem capitalização de juros, a perder para a inflação como já perdia antes. A birra do Ministério não rendeu um cêntimo a mais a ninguém. Fica então a pergunta que costumo fazer a mim próprio quando alguém exagera a resposta a um problema pequeno: será que a fúria era mesmo sobre o que dizem que é? Da próxima vez que alguém lhe pedir para guardar um segredo que já toda a gente conhece, repare em quem se irrita mais — quem o revelou, ou quem o queria continuar a fingir que era seu.

Il calendario delle bianconere nella Serie A Women's Cup 🗓️ ➡️ https://t.co/B7TqSUTQjK https://t.co/dPA88CLDz7 #SerieAWomen #Football #WomenInSports

ANSA.it 7d

Donald Trump ha attaccato la premier Giorgia Meloni postando un meme su Truth, ma i membri del governo italiano, tra cui il vicepremier Tajani e il ministro Crosetto, hanno riaffermato l'importanza dei rapporti con gli Stati Uniti, nonostante le dichiarazioni del presidente americano, mentre Carlo Calenda ha espresso solidarietà verso Meloni definendo Trump un bullo. #Trump #Meloni #relazioniTransatlantiche

Trump posta meme con Meloni, 'serve un ordine restrittivo'. Crosetto: 'Le persone passano, ma con gli Usa i rapporti devono restare'

Președintele Consiliului Național al Elevilor propune ca anul școlar să înceapă mai devreme, după dificultățile întâmpinate la Bacalaureat din cauza caniculei, pentru a evita examenele în condiții meteo extreme. #Bacalaureat2026 #caniculă #calendarșcolar

Anul școlar ar putea începe mai devreme. Propunerea elevilor după Bacalaureatul desfășurat pe caniculă

Hoy, 4 de julio, el pueblo de los Estados Unidos celebra los 250 años de su Independencia. Dos siglos y medio de una historia marcada por inmensos desafíos, pero sobre todo, por una determinación indomable: la certeza de que la libertad es el único fundamento sobre el cual se edifica una nación próspera y digna. Esa convicción convirtió a los Estados Unidos en el gran faro de esperanza para el mundo libre. Los Padres Fundadores plasmaron en Filadelfia una verdad eterna: que la vida, la libertad y la búsqueda de la felicidad son derechos inalienables. No son dádivas de un monarca, ni concesiones de un gobernante; son derechos otorgados por el Creador que pertenecen a cada individuo por su sola dignidad humana. Pero ellos sabían que la libertad es frágil si no se protege, y por eso nos legaron su mayor aporte institucional: una República basada en la estricta separación de poderes y el imperio de la ley, un sistema diseñado para que el poder frene al poder y nunca más degenere en tiranía. Venezuela y los Estados Unidos comparten ese mismo ADN republicano. Somos aliados históricos y naturales, unidos por el arraigo de nuestros valores democráticos. No es una casualidad que nuestras fechas fundacionales estén unidas en el calendario: mañana, 5 de julio, los venezolanos conmemoramos 215 años de nuestra propia gesta de Independencia. Esta proximidad en el tiempo simboliza un destino compartido: la vocación irrenunciable de ser libres. Hoy, mientras el pueblo estadounidense celebra este cuarto de milenio de libertad constitucional, los venezolanos libramos nuestra propia batalla histórica para rescatar esos mismos principios: la división de poderes, la justicia independiente y la dignidad de los ciudadanos. En este día de júbilo, reafirmamos nuestro compromiso de avanzar unidos por un hemisferio de paz, donde la opresión sea cosa del pasado y donde la libertad y las oportunidades cobijen a cada uno de nuestros hijos. En esta hora decisiva, expresamos nuestro más profundo agradecimiento al pueblo de los Estados Unidos; al Presidente Trump y a su gobierno; a sus funcionarios, militares y servidores públicos; y a todos quienes, con su compromiso y liderazgo, hacen de ese país una gran nación. Su apoyo ha sido un testimonio de solidaridad, firmeza y defensa de los valores de la libertad, en un momento crucial para Venezuela y para nuestro hemisferio. Mantengámonos firmes en este camino. La libertad siempre prevalece. Que Dios bendiga al pueblo de los Estados Unidos, y que Dios bendiga e ilumine a nuestra amada Venezuela!!! #Independencia #Libertad #Democracia

Hoy, 4 de julio, el pueblo de los Estados Unidos celebra los 250 años de su Independencia. Dos siglos y medio de una historia marcada por inmensos desafíos, pero sobre todo, por una determinación indomable: la certeza de que la libertad es el único fundamento sobre el cual se edifica una nación próspera y digna. Esa convicción convirtió a los Estados Unidos en el gran faro de esperanza para el mundo libre. Los Padres Fundadores plasmaron en Filadelfia una verdad eterna: que la vida, la libertad y la búsqueda de la felicidad son derechos inalienables. No son dádivas de un monarca, ni concesiones de un gobernante; son derechos otorgados por el Creador que pertenecen a cada individuo por su sola dignidad humana. Pero ellos sabían que la libertad es frágil si no se protege, y por eso nos legaron su mayor aporte institucional: una República basada en la estricta separación de poderes y el imperio de la ley, un sistema diseñado para que el poder frene al poder y nunca más degenere en tiranía. Venezuela y los Estados Unidos comparten ese mismo ADN republicano. Somos aliados históricos y naturales, unidos por el arraigo de nuestros valores democráticos. No es una casualidad que nuestras fechas fundacionales estén unidas en el calendario: mañana, 5 de julio, los venezolanos conmemoramos 215 años de nuestra propia gesta de Independencia. Esta proximidad en el tiempo simboliza un destino compartido: la vocación irrenunciable de ser libres. Hoy, mientras el pueblo estadounidense celebra este cuarto de siglo de libertad constitucional, los venezolanos libramos nuestra propia batalla histórica para rescatar esos mismos principios: la división de poderes, la justicia independiente y la dignidad de los ciudadanos. En este día de júbilo, reafirmamos nuestro compromiso de avanzar unidos por un hemisferio de paz, donde la opresión sea cosa del pasado y donde la libertad y las oportunidades cobijen a cada uno de nuestros hijos. En esta hora decisiva, expresamos nuestro más profundo agradecimiento al pueblo de los Estados Unidos; al Presidente Trump y a su gobierno; a sus funcionarios, militares y servidores públicos; y a todos quienes, con su compromiso y liderazgo, hacen de ese país una gran nación. Su apoyo ha sido un testimonio de solidaridad, firmeza y defensa de los valores de la libertad, en un momento crucial para Venezuela y para nuestro hemisferio. Mantengámonos firmes en este camino. La libertad siempre prevalece. Que Dios bendiga al pueblo de los Estados Unidos, y que Dios bendiga e ilumine a nuestra amada Venezuela!!! #Independencia #Libertad #Democracia

La Rai trasmetterà in diretta esclusiva 35 partite dei Mondiali 2026, con una programmazione che comprende approfondimenti e highlights, dal 22 giugno al 19 luglio, per la prima volta in Canada, Messico e Stati Uniti. #Mondiali2026 #Rai #CalendarioPartite

Mondiali 2026, quali partite vedere in chiaro sulla Rai: il calendario completo dagli ottavi alla finale

CAF abriu processo de candidaturas para sediar as edições de 2028, 2032 e 2036 da Copa Africana de Nações. Torneio passará a ser disputado a cada quatro anos, dentro do novo calendário da Fifa que pretende uniformizar os torneios continentais nos anos pares. https://t.co/lmBurQoCsM #CopaAfricana #CAF #Futebol

Nachez 1w

⚠️ La F1 tan solo añadiría UNA carrera si no se pudiesen llevar a cabo las carreras restantes en Oriente Medio 🇵🇹 Esa carrera sería PORTIMAO ‼️ Si la situación de Oriente Medio mejora, Bahréin entraría al calendario entre Bakú y Singapur y se celebrarían Qatar y Abu Dhabi 📰 @wearetherace #F1 #Portimao #Formula1

Além dos amistosos em Portugal, Flamengo disputará amistoso contra o Olimpia, do Paraguai, em Brasília. CALENDÁRIO DE AMISTOSOS: • 03/07 (15h30): Flamengo x River Plate • 08/07 (16h30): Flamengo x Lausanne-Sport • 11/07 (15h30): Flamengo x Benfica • 17/07 (20h): Flamengo x Olimpia O amistoso contra o Olimpia será o último teste do Fla antes da retomada do Brasileirão. 🗞️ @geglobo 📸 Paula Reis/CRF #Flamengo #amistoso #futebol

🚨 | Diario británico The Economist hoy: "Se han prometido elecciones, pero muchos temen que el régimen siga retrasándolas. La indignación va en aumento. La popularidad de Trump en Venezuela, que se disparó justo después de que destituyera al odiado Maduro, ha ido declinando. Se trata de una combinación peligrosa. Puede que no sea viable celebrar elecciones a corto plazo, pero Estados Unidos y el régimen deberían establecer un calendario para ello. Eso podría apaciguar la ira de la población". #Venezuela #Elecciones #CrisisPolítica