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#Concentração

Enquanto milhões de famílias lutam pelo direito de produzir e viver com dignidade no campo, extensas áreas seguem improdutivas ou voltadas à especulação. A concentração de terras continua sendo um dos principais entraves para o desenvolvimento social e econômico do país. A agricultura familiar, mesmo ocupando uma parcela muito menor do território, emprega mais de 10 milhões de pessoas e representa mais de 67% da mão de obra rural no Brasil. É ela que sustenta a diversidade alimentar, fortalece as economias locais, gera empregos e preserva saberes tradicionais. Mesmo assim, enquanto o Plano Safra de 2024/2025 destinou mais de R$500 bilhões para o agronegócio, para a agricultura familiar foram apenas R$76 bilhões. A lógica é simples: quem produz alimento e gera trabalho recebe muito menos investimento público. A reforma agrária é fundamental para democratizar o acesso à terra e garantir moradia, trabalho e renda. Defendemos o desfinanciamento do agronegócio e o direcionamento de crédito para pequenos produtores, além da transição agroecológica, da soberania e segurança alimentar e do enfrentamento ao modelo predatório de produção. Defender a reforma agrária é enfrentar a concentração de terras, fortalecer quem produz alimento de verdade e construir um futuro com justiça social, respeito à natureza, trabalho e renda para o povo trabalhador. #Jones5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #ReformaAgrária #AgriculturaFamiliar #JustiçaSocial

JUSTIÇA LIBERA ANÁLISE DO FINANCIAMENTO DIP DO VASCO, MAS NÃO AUTORIZA CONTRATAÇÃO A Justiça do Rio concedeu parcialmente uma tutela recursal para afastar a exigência de apresentação do relatório sumário da auditoria como condição prévia para a tramitação e análise do pedido de financiamento DIP do Vasco. Com a decisão, o pedido poderá seguir para processamento e exame pelo Juízo da recuperação judicial. No entanto, a medida não autoriza a contratação do financiamento nem qualquer desembolso de recursos neste momento. A decisão determina que a auditoria continue normalmente e que seu relatório possa ser utilizado posteriormente na análise da recuperação judicial. O financiamento, por sua vez, continuará dependendo de uma decisão específica, após as manifestações dos órgãos responsáveis pela fiscalização do processo. O documento também destaca preocupações apontadas anteriormente, como a sucessão de operações de financiamento em curto período, divergências entre projeções financeiras e resultados observados, além da concentração de financiamentos e da proposta de aquisição da futura UPI em agentes ligados ao mesmo grupo econômico. Em resumo: a Justiça permitiu que o pedido de financiamento DIP volte a ser analisado sem aguardar a conclusão da auditoria, mas ainda não deu autorização para que o Vasco contrate ou receba os recursos. #Justiça #Financiamento #Vasco

Finalizamos o último treino antes do confronto de amanhã pela CONMEBOL Libertadores! ☑️⚽ O elenco seguirá a concentração no CT Dr. Joaquim Grava até os momentos que antecedem a partida. 🔜 📸 Rodrigo Coca / Corinthians #VaiCorinthians https://t.co/7gYD04wIhi #Libertadores #Futebol #Corinthians

O Dr. Israel Shahak disse: «Os nazis fizeram-me ter medo de ser judeu, e os israelitas fazem-me ter vergonha de ser judeu.» Esta citação, que se tornou viral, pertence ao Dr. Israel Shahak, uma figura notável da história contemporânea. Em criança, Shahak sobreviveu ao confinamento nazi no Gueto de Varsóvia e no campo de concentração de Bergen-Belsen, antes de se mudar para a Palestina sob Mandato Britânico em 1945. Mais tarde, serviu nas Forças de Defesa de Israel (IDF) e tornou-se um conceituado professor de Química Orgânica na Universidade Hebraica de Jerusalém. No entanto, é sobretudo recordado pelos seus vinte anos como presidente da Liga Israelita para os Direitos Humanos e Civis, onde se tornou um acérrimo crítico das políticas do Estado e do fundamentalismo religioso.

aeris 3w

déficit de leitura e interpretação de texto, também não conseguem manter a concentração por alguns minutos nem pensar por conta própria. eu cheguei muito recentemente e to correndo contra o tempo pra, pelo menos nesses últimos meses, eles conseguirem aprender algo antes do ano #Educação #Leitura #Aprendizado

Miguel Poiares Maduro, former president of FIFA's governance committee, argues that the problem is not just Gianni Infantino, but the underlying structure of FIFA that allows for his concentration of power and lack of transparency, raising concerns about the ability of federations to challenge this leadership. (translated)

Podem as federações contestar o poder de Infantino na FIFA?

The world goes into ecological debt this Thursday as it exhausts the planet's annual natural resources, with humanity using these resources 73% faster than the Earth's capacity for regeneration, resulting in severe consequences such as deforestation and increased concentration of CO2 in the atmosphere. (translated)

Mundo entra em dívida ecológica esta quinta-feira

The article "The new geography of fire. How far will Europe burn?" analyzes the increase and change in forest fire patterns in Europe, showing that, besides the traditional concentration in the Mediterranean, new regions to the north and at higher altitudes are also beginning to record large fires, driven by climatic factors such as drought and the increasing vapor pressure deficit. (translated)

A nova geografia do fogo. Até onde vai arder a Europa?
Pablo Rua Jul 27

Na minha visão, foi a pior atuação do Flamengo desde a retomada da temporada. O empate diante do São Paulo tem um peso muito maior do que apenas os dois pontos perdidos. Pelo contexto da competição e pelo desempenho apresentado, o resultado foi extremamente ruim para quem sonha com o título brasileiro. Com o 1 a 1, o Flamengo estaciona nos 38 pontos, segue na segunda colocação, mas vê o Athletico-PR encostar, chegando aos 36, enquanto o Palmeiras pode ampliar a vantagem na liderança, com 45 pontos. É um tropeço que pode custar caro na reta final da competição. Depois dos bons amistosos e da goleada por 4 a 0 sobre a Chapecoense, esperava-se um Flamengo mais dominante. No entanto, a equipe esteve muito abaixo técnica e coletivamente. Durante boa parte do jogo, especialmente antes dos 30 minutos, entregou a posse de bola ao São Paulo e, em alguns momentos, teve até menos controle da partida, algo incomum para o time de Leonardo Jardim. Nos minutos finais, o Flamengo até conseguiu reagir, empurrou o São Paulo para trás, criou um cenário de pressão e chegou a balançar as redes, mas o gol acabou sendo anulado por impedimento. Foi uma tentativa de salvar um desempenho que, até então, deixava muito a desejar. Se o Flamengo realmente quer conquistar o Campeonato Brasileiro, a margem para tropeços diminuiu drasticamente. A partir de agora, cada rodada precisa ser encarada como uma decisão. O elenco tem qualidade para brigar pelo título, mas precisará apresentar muito mais intensidade, concentração e regularidade do que mostrou neste empate diante do São Paulo. #Flamengo #CampeonatoBrasileiro #Futebol

Danilo deixando a concentração do Botafogo e embarcando para o Estádio Nilton Santos para enfrentar o Vitória logo mais, às 19h30 📸 Botafogo TV https://t.co/BPyREbOSsf #Botafogo #Futebol #SejaCampeão

Observador Jul 20

O fumo dos incêndios florestais no Canadá já atravessou o Atlântico, afetando a visibilidade e a qualidade do ar em várias cidades dos EUA, incluindo Nova Iorque, onde as autoridades emitiram alertas de saúde devido à alta concentração de partículas. #IncêndiosCanadenses #QualidadeDoAr #Fumo

O fumo dos incêndios do Canadá já atravessou o Atlântico
Luís Reis Jul 17

A Democracia constitui o quadro político que assegura o exercício legítimo do poder, mediante a participação livre e informada dos cidadãos. Enquanto sistema de organização do Estado, assenta em princípios estruturantes que garantem a proteção dos direitos fundamentais, a limitação do poder e a preservação das liberdades públicas. No plano institucional, a Democracia exige a existência de um Estado de Direito, no qual todas as entidades — públicas e privadas — se encontram subordinadas à lei. Este princípio é complementado pela separação de poderes, pela independência dos tribunais e pela atuação imparcial das instituições de fiscalização. A legitimidade democrática decorre da realização periódica de eleições livres, universais e transparentes, que permitem a renovação dos titulares de cargos políticos e asseguram a representação plural da sociedade. A liberdade de expressão, de informação e de imprensa — garantida por uma comunicação social independente — constitui condição essencial para o escrutínio público e para o debate informado. A Democracia exige, igualmente, o respeito pelo pluralismo, pela diversidade de opiniões e pela participação cívica ativa. A convivência entre diferentes perspetivas fortalece o espaço público e impede a concentração arbitrária de poder. A preservação do regime democrático depende da vigilância permanente dos cidadãos, da transparência das instituições e da rejeição de práticas que comprometam a integridade do processo político, como a desinformação, a intolerância ou a erosão da confiança pública. Assim, a Democracia deve ser entendida como um compromisso contínuo, sustentado pela responsabilidade coletiva de proteger direitos, garantir liberdades e assegurar que o poder é exercido de forma legítima, limitada e escrutinável.

Luís Reis Jul 17

Poucas horas após a abertura do recinto já havia acima de 7 mil motos inscritas, mas muitas mais eram esperadas. Motociclistas vindos de vários pontos do mundo voltaram a encher a capital algarvia do espírito motard, em mais uma Concentração Internacional do Moto Clube de Faro, que começou esta quinta-feira, dia 16, e dura até domingo, dia 19, no Vale das Almas, junto ao Aeroporto, mas também na cidade. https://www.sulinformacao.pt/2026/07/concentracao-de-motos-esta-de-volta-a-faro-com-novidades-e-muito-espirito-motard/

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Observador Jul 7

A Entidade Reguladora da Saúde alerta para a elevada concentração da oferta hospitalar não pública em Portugal, onde 82% da população vive em áreas com poucos grupos privados dominantes, o que pode resultar em situações de monopólio e preços predatórios, além de limitar o acesso a novos operadores e a diversidade de serviços. #Saúde #HospitaisPrivados #Concentração

Há uma elevada concentração de oferta hospitalar não pública

Carlo Ancelotti deixa concentração e não voltará ao Brasil após eliminação na Copa. O treinador italiano deixou a concentração da seleção nesta segunda-feira (6), passará em Nova York e depois vai para Vancouver, no Canadá, onde sua família tem casa. O comandante deixou o estádio ontem após a derrota por 2 a 1 para Noruega e voltou para o hotel onde a seleção brasileira se hospedou durante toda a Copa do Mundo, mas optou por não voltar com o avião organizado pela CBF para o Rio de Janeiro. Via: @UOLEsporte / @PVC / @danilolavieri / @pedrolopesg 📷Adam Hunger/AP #Copa2023 #Ancelotti #Futebol

🚨 Escalação acaba de ser confirmada aos jogadores da seleção na concentração: Martinelli será titular mais tarde para Brasil x Noruega. De resto, mesmo time (sem Paquetá, claro) que começou as partidas conte Escócia e Japão. #Brasil #Martinelli #Futebol

🚨🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Inglaterra reclama de "sabotagem" antes de jogo contra o México na Copa do Mundo. O principal motivo foi o vazamento do hotel onde a Seleção Inglesa está hospedada. Segundo a imprensa britânica, a Federação Inglesa (FA) tentou manter o local em sigilo para evitar o assédio de torcedores mexicanos, mas centenas deles já aguardavam a equipe na porta da concentração. Os jogadores ingleses desembarcaram sob vaias e gritos de "México". Membros de delegação inglesa passaram a falar em "sabotagem" diante dos problemas enfrentados. Temendo novos episódios de madrugada, a Federação Inglesa conseguiu autorização da FIFA para reforçar o esquema de segurança ao redor do hotel. Haverá bloqueios viários e controle de acesso para evitar manifestações. 🗞️ @jornalextra 📸 Seleção Inglesa #CopaDoMundo #Inglaterra #Futebol

Inglaterra fala em ‘sabotagem’ e reclama de clima hostil na chegada da delegação ao México Depois da indefinição sobre uma possível mudança no horário da partida, os ingleses passaram a falar em “sabotagem” diante da sequência de problemas enfrentados desde a chegada à Cidade do México. O principal motivo foi o vazamento do hotel onde a seleção está hospedada. A Federação Inglesa (FA) tentou manter o local em sigilo para evitar o assédio de torcedores mexicanos, mas centenas deles já aguardavam a chegada da equipe na porta da concentração. Os jogadores comandados por Thomas Tuchel desembarcaram sob vaias e gritos de “México”, repetindo o cenário vivido dias antes pela seleção do Equador. Temendo que os episódios se repetissem durante a madrugada, a Federação Inglesa conseguiu autorização da Fifa para reforçar o esquema de segurança ao redor do hotel. De acordo com veículos britânicos, haverá bloqueios viários e controle de acesso nas imediações da concentração para evitar manifestações semelhantes às registradas contra os equatorianos. Via: @JornalOGlobo 📷Divulgação #Inglaterra #CopaDoMundo #Futebol