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#Deloitte
Il Post 5d

L'intelligenza artificiale ha profondamente trasformato le società di consulenza, portando all'automazione di molte attività tradizionali e alla riduzione del personale, mentre le grandi multinazionali del settore, come McKinsey e Deloitte, hanno sviluppato strumenti AI interni per migliorare l'efficienza e risparmiare risorse, ma stanno anche affrontando sfide significative legate all'occupazione. #IntelligenzaArtificiale #Consulenza #Automazione

L’intelligenza artificiale ha stravolto le società di consulenza

⚡️🇫🇷INFO - Jackpot pour les consultants chargés de liquider 60 Millions de consommateurs : près de 1,3 millions € d’honoraires, dont 444 000 € pour Deloitte et un dossier de 5 pages… La disparition du magazine pourrait coûter au moins 8 millions € à l’État, selon Le Canard… https://t.co/ifKFVapIjg #France #consommation #finance

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

In der Saison 2024/2025 erzielten die europäischen Fußballverbände und -ligen mit Einnahmen von 40,2 Milliarden Euro einen Rekordumsatz, wobei die Bundesliga ihren Bestwert von 4,3 Milliarden Euro erreichte, während Deloitte eine mögliche Stagnation des Umsatzwachstums in der Zukunft prognostiziert. #Deloitte #Fußball #Umsatzrekord

Deloitte-Studie: Europäischer Fußball erzielt Rekordumsatz
HotNews.ro Jun 17

Deloitte România spouští registrace do 27. ročníku soutěže Technology Fast 50 střední Evropy. Tato soutěž oceňuje technologické firmy s rychlým růstem a nabízí prostor pro start-upy i zavedené společnosti. Přihlásit se lze do 31. srpna 2026! 🌍🚀 #TechFast50 #očesku

Au început înscrierile la cea de-a 27-a ediție a Deloitte Technology Fast 50 Europa Centrală, competiția regională care oferă recunoaștere companiilor cu o creștere accelerată din tehnologie și din sectoarele conexe - HotNews.ro

Raport Deloitte ujawnia, że polski sektor budownictwa, transportu, logistyki, rolnictwa oraz hotelarstwa i gastronomii jest silnie uzależniony od migrantów, a ich brak zwiększyłby koszty pracy i ceny produktów, co negatywnie wpłynęłoby na konkurencyjność polskiej gospodarki. #migranci #budownictwo #rolnictwo

Te branże nie poradzą sobie bez migrantów? Raport ujawnia prawdę
HotNews.ro Jun 2

Piața globală a asigurărilor se află în fază de expansiune accelerată, cu o creștere estimată de 150% a primelor brute subscrise până în 2035, impulsionată de cererea crescută pentru protecție, expansiunea pe piețele insuficient acoperite și transformarea digitală a industriei, conform studiului Deloitte. #Asigurări #TransformareDigitală #CreștereEconomică

Studiu Deloitte: piața globală a asigurărilor intră într-o fază de expansiune accelerată. Creștere estimată cu 150% a primelor brute subscrise până în 2035
20 minutos May 31

Ana Torrens se convierte en la primera mujer en asumir la presidencia de Deloitte España, cargo que ocupa a partir del 1 de junio tras ser elegida por los socios de la firma, y tiene como objetivo consolidar la estrategia de crecimiento y fortalecer la cultura centrada en el talento y las personas. #AnaTorrens #Deloitte #MujeresLideres

Ana Torrens, primera mujer en presidir una 'big four' en España, toma la presidencia de Deloitte este lunes
HotNews.ro May 28

Un studiu realizat de Deloitte preconizează că pînă în 2040 cheltuielile cu apărarea ale statelor membre UE vor depăși 3% din PIB, pe fondul provocărilor de securitate tot mai mari, evidențiind criza de personal militar, importanța automatizării și inteligenței artificiale, necesitatea dezvoltării capabilităților spațiale și implicarea societății în apărarea națională. #Apărare #Securitate #Deloitte

Studiu Deloitte: cheltuielile cu apărarea vor depăși 3% din PIB-ul statelor membre UE până în 2040

Foreigners working and living in Poland are playing an increasingly important role in the national economy, according to the report "Migration in Poland" prepared by the Institute of Public Affairs in collaboration with Deloitte and Ipsos. The authors estimate that by 2025 the contribution of migrants to Polish GDP (translated)

HotNews.ro May 27

Conform studiului Deloitte, economia mondială pierde anual peste 25 de trilioane de euro din cauza utilizării ineficiente a resurselor, iar raportul subliniază că adoptarea unui model economic circular poate reduce aceste pierderi și poate transforma provocările în oportunități economice durabile. #economiacirculară #risipe #valorificare

Studiu Deloitte: economia mondială pierde anual peste 25 de trilioane de euro, aproape o treime din PIB-ul global, din cauza utilizării ineficiente a resurselor
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EL MUNDO May 25

La UCO ha desmentido afirmaciones de Begoña Gómez sobre la inexistencia de actividad comercial de su empresa Transforma TSC SL y la inactividad del software desarrollado en su cátedra, revelando que efectivamente hubo actividad comercial y que el software fue utilizado en talleres promocionales, mientras que el informe también señala irregularidades en la contratación de Deloitte, sugiriendo que los procesos fueron amañados. #BegoñaGómez #UniversidadComplutense #Corrupción

La UCO desmiente a Begoña Gómez: su empresa sí tuvo actividad comercial y el software de su cátedra se puso en marcha tras contrataciones amañadas

La Unidad Central Operativa de la Guardia Civil ha informado al juez Peinado que dos contratos firmados con Deloitte para la cátedra dirigida por Begoña Gómez fueron creados con el objetivo de dar apariencia de legalidad a una contratación que se realizó fuera del procedimiento establecido, indicando que las adjudicaciones estaban premeditadas y que la consultora comenzó a operar antes de la formalidad de los contratos. #BegoñaGómez #UCO #Corrupción

La UCO avisa al juez Peinado de que dos contratos con la cátedra se hicieron para «dar apariencia de legalidad»

Il est inadmissible de voir des entreprises comme Deloitte réduire le congé parental dès lors que les pénuries de main-d'œuvre se tarissent.

Congé parental divisé par 2, prime d'adoption de 50.000 dollars supprimée, contribution retraite suspendue... Les entreprises américaines taillent dans les avantages sociaux alors que la croissance de l'emploi a été quasi-nulle en 2025
www.bfmtv.com
SAPO May 18

Um estudo da Getnet e Deloitte aponta que, até 2030, a inteligência artificial pode influenciar 30% das transações de e-commerce, alterando a forma como os consumidores encontram, analisam e compram produtos, com agentes automatizados desempenhando um papel central nesse processo. #Economia #Empresas #InteligênciaArtificial

IA pode redefinir 1 em cada 3 compras online até 2030, diz estudo da Getnet e Deloitte
echo24.cz May 17

Podle průzkumu společnosti Deloitte umělá inteligence zásadně mění fungování firem v Česku a na Slovensku, přičemž 72 procent organizací považuje její vliv na firemní kulturu za velmi významný a více než polovina respondentů vidí AI jako klíčový prvek ovlivňující rozhodovací procesy, avšak stále čelí výzvám v oblasti kvality dat a udržení lidského rozměru v práci. #UměláInteligence #FiremníKultura #Průzkum

Umělá inteligence zásadně proměňuje způsob fungování firem, uvádí průzkum

Průzkum společnosti Deloitte ukazuje, že 73 % českých firem má nebo připravuje strategii pro využití umělé inteligence, což naznačuje posun od experimentování k praktickému nasazení, přičemž se firmy zaměřují spíše na integraci AI do stávajících procesů než na hlubokou transformaci, ačkoliv většina z nich teprve začíná s převodem pilotních projektů do produkčního prostředí. #UměláInteligence #AIstrategia #ČeskýTrh

Průzkum: AI přestává být experimentem. Skoro tři čtvrtiny českých firem k AI má nebo připravuje vlastní strategii | BusinessInfo.cz
echo24.cz Mar 21

David Marek, hlavní ekonom společnosti Deloitte, varuje v rozhovoru pro Týdeník Echo před narůstající nezaměstnaností v českém průmyslu, zejména v automotive sektoru, a zdůrazňuje potřebu přizpůsobit se změnám v ekonomice a zlepšit mobilitu pracovní síly, přičemž naznačuje, že do budoucna hrozí riziko propouštění vlivem umělé inteligence, ale věří, že tato technologie může také přinést nové příležitosti pro efektivnější využití práce. #ekonomika #nezaměstnanost #uměláinteligence

V průmyslu se setrvale propouští. David Marek pro Echo o problémech ekonomiky
echo24.cz Mar 21

David Marek, hlavní ekonom společnosti Deloitte, varuje v rozhovoru pro Týdeník Echo před narůstající nezaměstnaností v českém průmyslu, zejména v automotive sektoru, a zdůrazňuje potřebu přizpůsobit se změnám v ekonomice a zlepšit mobilitu pracovní síly, přičemž naznačuje, že do budoucna hrozí riziko propouštění vlivem umělé inteligence, ale věří, že tato technologie může také přinést nové příležitosti pro efektivnější využití práce. #ekonomika #nezaměstnanost #uměláinteligence

La UE acuerda abrir el primer bloque de negociaciones formales para la adhesión de Ucrania y de Moldavia