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#Diplomas

The post said a prime minister had criticised a US-Russia diesel pact, describing deals with dictators as a “road to hell.” https://t.co/fJaje7kVTh #Politik #Diplomasi #IsuGlobal #US #RU

There were poorly made, poorly drafted regulations. Carlos Cortes recalls the controversy with some legislative diplomas that were published this summer (related to the additional surgical production in the SNS or the new management system for those registered for consultations and surgeries, the SINACC) and that were drafted by various entities, which resulted in a poor outcome. #FusãoNaSaúde #Megaestruturas #ReformaDaSaúde (translated)

Profissionais preocupados com "megaestruturas" na Saúde
observador.pt

Melquisedec Torres said that Jennifer Pedraza was wrong in this complaint, although he stated that he had accompanied her in others that he considered solid. As a former student of the University of Barcelona, he noted that he received a document similar to that of Ana Vesga after completing his studies and passing his master's thesis. He added that the diploma was printed a year later and that there was no ceremony, but that with the initial certification he could already present it as a formal and legal degree. He also asked Pedraza not to insist. #Educación #Diplomas #Denuncias (translated)

I cried, you cried, everyone cried! During the interview on Normose, Barbara Carine shared her story and showed President Lula her diplomas. It is important to invest in education and in ways to keep students in universities. Value public education policies! #Educação #PolíticasPúblicas #Inclusão (translated)

EXCITING: “I am the result of public policies that changed my life.” https://t.co/tcn3EMDrEK #Educação #PolíticasPúblicas #Lula (translated)

Begoña Gómez ha borrado de internet todos sus diplomas antes de juicio. Hemos investigado y uno de ellos se conseguía haciéndolo online durante 55 minutos. Es de chiste el matrimonio Sánchez, uno plagiaba su tesis y la otra exhibía diplomas que se conseguían conectándose a https://t.co/jBI5qVE1nj #BegoñaGómez #Sánchez #Plagio #ES

🧑‍⚕️THIRD COUNTRY NATIONALS’ QUALIFICATIONS Talent from outside the EU should not be kept for a year waiting for their diplomas is recognised in the EU. We propose common minimum rules for qualification recognition the EU on timelines, right to appeal, adaptation measures and https://t.co/8WmoKS3RZF #QualificationRecognition #ThirdCountryNationals #EUMigration #EU

JH Fonseca Aug 18

### 🚨 ALERTA CENSURA: MINISTRO DO STF DEFENDE REGULAÇÃO DO JORNALISMO E SUGERE QUE CORTE REVEJA DECISÃO QUE INVALIDOU A NECESSIDADE DE DIPLOMAS PARA EXERCER A PROFISSÃO. próximo passo: só é jornalista quem passar na certificação oficial do regime? #Censura #Jornalismo #LiberdadeDeImprensa

Se o Olavo estivesse vivo, suspeito que estaria tendo muito desgosto nesta discussão presidencial sobre quantos diplomas o @FlavioBolsonaro tem ou não. Principalmente, se formos ter essa discussão contra um oponente que não só carece de qualquer formação, mas se orgulha da própria ignorância. Diploma em si, não é marcador de muita coisa. Os meus ficam bonitos na parade do meu escritório, mas o maior gênio intelectual das últimas décadas desprezava completamente estes e a academia como um todo, enquanto leu mais livros do que qualquer outro brasileiro. Olavo amava o conhecimento, odiava a academia. Com toda razão, aliás. Convenhamos, se você fizer uma pós graduação em ciência política na UFRJ e as bestas quadradas que ensinam por lá, provavelmente sairá mais burro do que entrou. Parabéns ao Flávio por NÃO TER esta formação. #Política #Educação #Conhecimento

Desculpa aqui, mas é um caraio viu? Temos um presidente praticamente analfabeto, eleito por 3X e, segundo as pesquisas, liderando as intenções de voto. Ninguém cobra nada. Daí o seu opositor tem que postar os seus diplomas porque ficam enchendo o saco. Foda, hein. #politica #Brasil #votacao

Para que não restem dúvidas sobre minha formação acadêmica, conquistada à base de vários anos de muito estudo e dedicação, seguem meus diplomas: - Bacharel em Direito pela Universidade Cândido Mendes (Advogado inscrito na OAB desde 2006); - Especialista em Políticas Públicas (IUPERJ-UCAM e Escola de Políticas Públicas e Governo); - MBA em Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos Negócios (Fundação Getúlio Vargas). Além disso, vou completar 24 anos de vida pública. Foram quatro mandatos de deputado pelo Estado do Rio de Janeiro, sendo presidente das Comissões Permanentes de: - Segurança Pública e Assuntos de Polícia; - Defesa Civil. No atual mandato de Senador, sou presidente da Comissão de Segurança Pública do Senado Federal. Como Presidente do Brasil, vou trabalhar, incansavelmente, para que todos os brasileiros tenham a oportunidade de se qualificarem para realizarem seus sonhos e garantirem um futuro melhor para suas famílias! #Educação #Direito #PolíticasPúblicas

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

Rafael Rizzo Jul 27

Exigir diploma para ocupar cargo público é um precedente bastante perigoso que a turma quer abrir. Ainda mais sendo de direita. Viajei com o Renan o país inteiro. Há trabalhadores excepcionais aparecendo com soluções geniais sem precisar de uma formação acadêmica. E há também gente muito limitada com diversos diplomas. Eu confiaria muito mais num agricultor sem diploma que rala todo dia pra manter sua fazenda de pé do que num sociólogo com pós-doutorado na Europa. A qualidade de uma pessoa não se mede com um diploma. Achei que a direita saberia distinguir isso após ficar anos tendo de ler e ouvir os maiores absurdos vindo de 'especialistas'. Bolsonaristas cheios de graduações foram incapazes de construir um partido; Renan sem formação e "os meninos do MBL" conseguiram. #Educação #Trabalho #Qualidade

telex Jul 11

A Szegeden tapasztalható munkaerőhiány ellenére sok diplomás álláskereső hosszú hónapokig képtelen elhelyezkedni a városban, mivel a munkáltatók és a jelöltek gyakran eltérő igényeket támasztanak, ami a strukturális munkanélküliség növekedéséhez vezet. #álláskeresés #munkaerőhiány #Szeged

Szegeden sokaknak az álláskeresés a munkája, pedig elvileg munkaerőhiány van
Observador Jun 29

O artigo de Fernando Moreira discute a crise da relevância do grau académico na contemporaneidade, sublinhando que a ilusão de que um diploma universitário é suficiente para garantir sucesso profissional está a desvanecer-se devido à queda da frequência às aulas, à desconfiança pública em relação ao valor dos diplomas e à rápida obsolescência das competências em um mundo cada vez mais moldado pela tecnologia. #Educação #Universidade #InteligênciaArtificial

O Grau académico que morreu e a Universidade que ainda não
24.hu Jun 21

Orosz oktatási miniszter Valerij Falkov figyelmeztetett, hogy az ország munkaerőpiaca már nem igényli a jelenlegi egyetemi diplomásokat, ezért egyensúlyt kell teremteni a szakképzés és a felsőoktatás között, miközben a felsőoktatás színvonala a Szovjetunió összeomlása óta folyamatosan csökkent, és a háború következtében a rendszer militarizálódik, minden egyetemnek katonai szolgálatra is toboroznia kell hallgatókat. #Oroszország #felsőoktatás #munkaerőpiac

Oroszországnak már nincs szüksége ennyi diplomásra – figyelmeztet az ország oktatási minisztere

👉 Atrévete a desarrollar propuestas, analizar y demostrar todo tu potencial académico. Además, podrás optar a becas universitarias, diplomas y reconocimientos especiales. Conoce más en: https://t.co/o1E7ShwY45 🤓 https://t.co/u5mdvLocoz #Educación #Becas #Potencial

FLÁVIO DE PONTA A PONTA Sen. @FlavioBolsonaro fez barba, cabelo e bigode, não só por ter encontrado 3 das pessoas mais poderosas do mundo, mas também por ter fechado o ciclo entre tomadores de decisões e executores, alta e médio burocracia. A pessoa humilde e determinada não enxerga cargos, diplomas na parede, ela mira no objetivo. Por isso é um privilégio não ser presidente e poder costurar uma agenda com todas as partes envolvidas em movimentar a administração americana. Nesta imagem @FlavioBolsonaro está com o 01 do Departamento de Estado (@SecRubio), o 02 (@DeputySecState Christopher Landau) e o Enviado Especial para todos os assuntos de Brasil (Darren Beattie), que Lula de maneira inédita negou seu visto para vir ao Brasil num evento de terras raras patrocinado pela embaixada dos EUA. Vale lembrar, Flávio também esteve com o grande chefe de todo o governo, Presidente Trump. Em absolutamente todas as agendas fomos muito bem recebidos e destaco aqui o excelente clima com Landau e Darren, duas pessoas que conhecem com profundidade o Brasil e serão, a partir de 2027, peças ainda mais essenciais em destravar os potenciais de nossos países, para o bem de nossos povos. Esta missão não poderia ter sido mais exitosa! Thank you very much🙏 #FlavioBolsonaro #Diplomacia #BrasilEUA

No entiendo porque no elevan la vara en vez de bajarla, hace dos años hicieron los premios en el Movistar arena y estuvo divino, la perfo de Lali fue digna de los VMAs. Ahora nuevamente parece la entrega de diplomas del colegio. #PremiosGardel2026 #PremiosGardel #Musica #Espectaculo