O novo equipamento alternativo do Betis faz parte de uma campanha contra o bullying escolar e homenageia uma jovem adepta, Sandra Peña, que se suicidou aos 14 anos após ter sido vítima. https://t.co/v64ocheOKu #StopBullying #SaúdeMental #Empatia
O novo equipamento alternativo do Betis faz parte de uma campanha contra o bullying escolar e homenageia uma jovem adepta, Sandra Peña, que se suicidou aos 14 anos após ter sido vítima. https://t.co/v64ocheOKu #StopBullying #SaúdeMental #Empatia
A Procuradoria Europeia acusou 15 indivíduos, incluindo quatro funcionários públicos, e três empresas por envolvimento em um esquema de fraude que desviou mais de 3,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da União Europeia, manipulando contratos públicos para favorecimento de determinados fornecedores em processos de aquisição de equipamentos. #FraudePRR #ProcuradoriaEuropeia #OperaçãoNexus
As listas que representam quem tu és. Um legado. A próxima começa 𝗮𝗴𝗼𝗿𝗮. 🟢⚪ Equipamento principal 2026/2027 já disponível 👉 https://t.co/2mmcFavmXe https://t.co/Z979gnd67T #Legado #Equipamento #Listas
Listas que carregam o peso de 120 anos de história. Listas que contam a história de quem somos. De quem as eternizou. De um caminho de vitórias e derrotas: 𝗔 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗳𝗼𝗶 𝗱𝗮𝗱𝗼 𝗲 𝘁𝘂𝗱𝗼 𝗳𝗼𝗶 𝗰𝗼𝗻𝗾𝘂𝗶𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼. Carrega as novas listas contigo. Para sempre💚 Equipamento principal 2026/2027 já disponível 👉 https://t.co/0gTzYF2qkH #História #Vitórias #Conquistas
Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta
Perto de 15 toneladas de ajuda humanitária, incluindo equipamentos para a remoção de escombros, serão enviadas para a Venezuela, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, com a chegada prevista para amanhã. #Venezuela #AjudaHumanitária #AcidenteCacém

Anunciaremos novos contratos no valor de dezenas de milhares de milhões de dólares que nos fornecerão equipamento essencial para a dissuasão e defesa
🇧🇷 Paquetá usa "bota de Cristiano Ronaldo" para tentar voltar à Seleção na Copa. O equipamento é usado por CR7 e faz parte da gama de produtos de uma empresa do Rio de Janeiro da qual o astro português é sócio. A bota se chama LED Boots e pertence à empresa AVA. O item é um equipamento de recuperação muscular que combina fotobiomodulação (terapia por luz LED) com compressão pneumática. A proposta é acelerar a recuperação após treinos, jogos ou lesões musculares. Foi justamente a LED Boots que encantou Cristiano Ronaldo e o fez querer se tornar sócio da AVA. Hoje, a empresa tem até contrato para servir a seleção de Portugal. 🗞️ @UOL | @brazbruno 📸 Rafael Ribeiro/CBF | Al Nassr #CristianoRonaldo #Futebol #RecuperaçãoMuscular
Revolucionar a saúde no Brasil é também realizar sonhos. Ontem, ouvi de um médico em Alagoinhas (BA) uma frase que me marcou. Ele disse que conhecia equipamentos como os que estamos entregando ao SUS apenas de hospitais no exterior e que nunca imaginou ver uma tecnologia dessas no Brasil. É isso que queremos: trazer o que há de mais moderno para cuidar da nossa população. E esse avanço também transforma a vida dos profissionais da saúde, que passam a trabalhar com tecnologia de ponta e têm ainda mais orgulho de fazer parte do SUS. Quando investimos na saúde, investimos nas pessoas. E não existe transformação maior do que essa. 🎥 @ricardostuckert #Saúde #Brasil #Inovação
Um antigo sonho do povo baiano começa a se concretizar. A Ponte Salvador – Itaparica é um dos maiores projetos de infraestrutura em execução no Brasil. O complexo tem 12,4 quilômetros de extensão, um vão central estaiado de 682 metros de comprimento e 85 metros de altura, além de acessos viários, uma via expressa em Vera Cruz e a duplicação de trecho da BA-001. O investimento supera R$ 11,5 bilhões, com R$ 3 bilhões do Novo PAC. Quando pronta, a estrutura vai reduzir em cerca de duas horas o deslocamento entre Salvador e o Baixo Sul da Bahia, com benefício para milhões de pessoas e fortalecimento de toda uma cadeia ligada ao turismo. Nessa fase inicial já há mais de 300 profissionais em atuação e 27 empresas nacionais contratadas para fornecer equipamentos, materiais e serviços. Emprego, renda, mobilidade, turismo e parceria com o setor privado, com benefício direto para os baianos. 📸 @ricardostuckert #Infraestrutura #Bahia #Desenvolvimento
É agora. Faz parte deste momento único na História do Sporting Clube de Portugal. O equipamento comemorativo dos 120 anos pode ser teu e está disponível exclusivamente a Sócios com quotas regularizadas em https://t.co/NGSH9xHS3h https://t.co/yhRIdkOb9v #SportingCP #120Anos #Sócios
O Embraer KC-390 da Força Aérea Portuguesa foi para a Venezuela transportando socorristas portugueses e toneladas de equipamentos, e voltou para Portugal trazendo para casa 17 portugueses afetados pelos sismos. O KC-390 provando toda a sua multifuncionalidade. #Embraer #ForçaAérea #MissãoHumanitária
Há vida! Equipes de resgate do Catar e de Israel detectaram sinais de sobreviventes sob os escombros. Segundo familiares, cerca de 13 pessoas podem estar presas no local. Após a perfuração de quatro lajes de concreto, os cães farejadores e os equipamentos de varredura conseguiram identificar sinais de vida. Que Deus realize um milagre. Para Ele, nada é impossível. 🙏🇻🇪 #Esperança #Resgate #Milagres
A solidariedade entre os povos faz parte da história do Brasil. Por isso, mobilizamos uma missão humanitária para apoiar a população da Venezuela. Estamos enviando bombeiros, profissionais da Defesa Civil, medicamentos, hospital de campanha, insumos médicos e equipamentos para reforçar a busca e atendimento às vítimas dos terremotos. 🎥 Audiovisual/PR #Solidariedade #Brasil #Venezuela
@B24PT top, mais um tópico para o martinez depois de serem eliminados.. "era importante estrear el equipamento alternativo" #Martinez #Futebol #EquipamentoAlternativo
As Forças Armadas Portuguesas informaram que os dois KC-390 Millennium portugueses já chegaram na Venezuela. A bordo, 64 socorristas, médicos e engenheiros, acompanhados por toneladas de equipamentos. #ForçasArmadas #KC390 #Venezuela
O primeiro C-17 Globemaster II dos EUA transportando equipamento pesado e ajuda humanitária já foi descarregado na Venezuela e há uns minutos já pousou um segundo. Cada C-17 é capaz de transportar até 77 toneladas de carga. #Venezuela #ajudahumanitária #C17Globemaster
Conversei por telefone hoje com a presidenta encarregada da Venezuela Delcy Rodríguez para prestar a solidariedade do governo brasileiro à população venezuelana vitimada pelos terremotos da quarta-feira e definir a melhor forma de prestarmos apoio ao país vizinho. Vamos enviar, nesta sexta (26) pela manhã, uma missão humanitária de busca e resgate urbano, em avião KC-390 da FAB, que sairá do Aeroporto de Guarulhos, com 36 bombeiros dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, quatro técnicos da Defesa Civil Nacional e outros quatro técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações. Com eles vão nove toneladas de equipamentos para ajudar na busca e socorro às vítimas. No sábado, enviaremos mais um voo com equipamentos para a montagem de um hospital de campanha, cem purificadores de água com painel solar, medicamentos e material médico para cirurgias. Seguiremos acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos de socorro às vítimas para prestar todo o apoio necessário aos nossos irmãos venezuelanos. #Solidariedade #AjudaHumanitária #Venezuela
Venezuelanos desesperados pedindo ajuda urgente para o resgate de pessoas soterradas. Reclamam da falta de meios do estado. Falta de tudo, desde equipes de resgate, ambulâncias, hospitais, até equipamento pesado para a remoção de entulhos. #hojenomundomilitar https://t.co/A3W0ZvLqqa #Venezuela #AjudaHumanitária #DesastreNatural
Nos 100 anos do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, o governador @jorginhomello , mais uma vez, demonstra atenção aos anseios dos municípios. Foi realizada a entrega da maior quantidade de caminhões de grande, médio e pequeno porte para 56 municípios do Estado. São equipamentos preparados para reforçar a prevenção, garantir atuação imediata e ampliar a capacidade de resposta às crises climáticas cíclicas que atingem Santa Catarina. Parabéns ao governador Jorginho Mello e ao coronel Fabiano, comandante do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina. Servir, proteger e, se preciso for, entregar a própria vida pelo próximo é uma missão que inspira a todos nós. Que Santa Catarina continue seguindo de exemplo para o Brasil. Tenho certeza absoluta que estas mensagens alcançarão um próximo governo federal e continuarão demonstrando, com fatos, que dá para vencermos se respondermos unicamente aos anseios do povo. Um bom dia a todos! #CorpoDeBombeiros #SantaCatarina #GestãoPública