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#Fevereiro

RUPERT GRINT DE VOLTA COMO RON WEASLEY!!! O ator que interpretou Ron nos filmes de Harry Potter, retorna ao seu papel dessa vez nos palcos da Broadway com a peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Ele estará na peça a partir de 2 de fevereiro de 2027! https://t.co/HtQV9xLHds #HarryPotter #RonWeasley #Broadway

Silvinei Vasques merece ser lembrado como um dos mártires da ditadura judicial brasileira. Não bastasse tudo o que passou - perseguição, processo injusto, condenação absurda, fuga para o Paraguai seguida de captura e deportação -, agora a besta-fera deu o arremate final na tortura que vem impondo ao ex-Diretor da Polícia Rodoviária Federal: cassou a sua aposentadoria. O Código Penal prevê que um dos efeitos da condenação é a perda do cargo público para quem recebe pena superior a 4 anos de prisão por crime comum. Só que o Silvinei Vasques já não estava mais na ativa. Ele se aposentou ainda em dezembro de 2022. Sua situação previdenciária, portanto, já estava consolidada. Uma aposentadoria dentro da lei, concedida quase quatro anos antes dessa decisão de agora. E é justamente aí que mora o problema. A norma do Código Penal que prevê a perda do cargo, o artigo 92, I, b, fala em perda de cargo, função pública ou mandato eletivo. Ela não fala em cassação de aposentadoria, e a lei penal não pode ser interpretada em desfavor do réu ou condenado. Trata-se de jurisprudência do próprio STJ. Em fevereiro desse ano, a Sexta Turma do STJ julgou o Agravo em Recurso Especial 2.761.474, relatado pelo ministro Sebastião Reis Júnior, e fixou a tese, nas palavras do próprio tribunal: "a perda de cargo público prevista no artigo 92, inciso primeiro, do Código Penal não se aplica a agentes públicos já aposentados". E não é um entendimento novo. Já em 2016, a mesma Sexta Turma do STJ, também sob a relatoria do ministro Sebastião Reis Júnior, decidiu no Agravo em Recurso Especial 1.529.620 que o artigo 92 do Código Penal apresenta hipóteses estreitas de penalidade, entre as quais não está a perda da aposentadoria, e que, por se tratar de norma penal punitiva, esse dispositivo não admite analogia contra o réu. Ou seja: há dez anos o STJ já dizia isso, e repetiu isso agora em fevereiro, exatamente o oposto do que Moraes decidiu contra Silvinei. #Justiça #DireitosHumanos #DitaduraJudicial

Narrativa contada por anos pelo MBL como sempre cheia de mentira e distorções. Vamos aos fatos. 1 - O relatório do Coaf virou notícia em 6 de dezembro de 2018. Bolsonaro nem tinha tomado posse. 2 - A primeira coisa que Bolsonaro fez com o Coaf foi entregar o órgão ao Moro. Quem tirou o Coaf do Moro foi o Congresso, por 228 a 210, contra carta assinada por Bolsonaro, Moro e Guedes pedindo para não mexer. 3 - Destruiu a função do Coaf? O órgão bateu recorde histórico de relatórios em 2020, com alta de 27%, e bateu recorde de novo em 2022 e 2023. A única queda foi em 2019, causada pela liminar do Toffoli. Os próprios investigadores apelidaram de "curva de Toffoli". Quem parou o Coaf foi o STF, não o Planalto. 4 - A rachadinha era caso do MP do Rio. Estadual. Presidente não manda em promotor estadual. E o caso andou debaixo do nariz do suposto protetor: 9 a 2 no STF contra a tese da defesa em novembro de 2019, 24 mandados de busca em dezembro, Queiroz preso em junho de 2020, Flávio denunciado em novembro de 2020. Que proteção é essa que deixa denunciar o filho? 5 - Quem enterrou o caso foi o STJ, em 2021, anulando as quebras de sigilo de Flávio e outros 94 alvos por decisão mal fundamentada de juiz estadual (procura quem é o juíz e você vai entender TUDO). O mesmo STJ validou o envio dos dados do Coaf ao MP. O problema nunca foi o Coaf. E o TJ do Rio arquivou em 2022 a pedido do próprio Ministério Público. (ARQUIVADO igual a denúncia de lavagem de dinheiro do Renan Santos, lembre-se disso) 6 - O petista que ele cita de passagem: Ceciliano teve 4 assessores movimentando R$ 49,3 milhões, contra 1,2 milhão do Queiroz. Nunca foi denunciado, foi declarado inocente e virou secretário do Lula. Do RIF inteiro, o único denunciado foi o filho do presidente, durante o governo do pai. O sistema "desmontado" só funcionou contra um Bolsonaro. 7 - A interferência na PF que o Moro alegou? A própria PF concluiu duas vezes, em 2022 e de novo agora sob Moraes e Gonet, que não houve. E o Valeixo depôs dizendo que as investigações sensíveis corriam direto com Moraes, fora do comando da PF. 8 - A Lava Jato morreu no Supremo: fim da segunda instância em 2019, suspeição do Moro e anulação do Lula em 2021, Toffoli anulando as provas da Odebrecht em 2023. A única parte de Bolsonaro é o Aras encerrando a força-tarefa, que era federal e não alcançava o MP do Rio. 9- Em fevereiro de 2025, com Jair já inelegível e denunciado, Gilmar negou os recursos do MP e manteve o caso arquivado. Agora temos que acreditar que o Gilmar, enquanto o Jair era TORTURADO em praça pública, manteve o acordo com ele porque o Gilmar e o Toffoli são grandes CARÁTERES. Nunca houve acordo algum para proteger ninguém. O fato é que os Bolsonaros não conseguem roubar ou fazer malandragem. Não porque não queiram, não sei o que passa pela cabeça das pessoas, mas porque isso é virtualmente IMPOSSÍVEL. No momento em que fizerem alguma merda, alguém da Receita, do Coaf, de uma operadora de celular ou de qualquer outra instituição vai denunciar. Onde houver um petista ou um mblista, a informação vai vazar no exato minuto em que aparecer. Qualquer instituição da República tem petistas para TODOS os lados. Basta um deles ter acesso à informação para denunciá-la imediatamente. Vocês sabem disso, eu sei disso, qualquer um sabe. #Brasil #Política #Corrupção

Uma das mensagens que aparecem no relatório de hoje da PF chama atenção. Em 27/1/2025, Roberta Luchsinger responde uma mensagem sobre casos de dengue com “ele vai comprar, está na fase técnica”. Nesta data, a vacina contra dengue do Butantan estava em fase de pré-registro. Em fevereiro, teve início a fase técnica. #SaúdePública #Dengue #Vacina

The Portuguese government approved an increase of 3.5 million euros for the recovery of riverside and coastal areas affected by the storms in January and February 2026, bringing the total of the Resilient Territories program to 80 million euros and covering a larger number of municipalities. (translated)

Governo: mais 3,5 milhões para danos em zona ribeirinhas

No dia 7 de fevereiro de 2025, eu fiz um tweet anunciando a minha decisão de pedir exoneração do meu concurso pra tentar viver a vida fazendo as coisas que eu genuinamente amo. Muitos de vocês sabem sobre o meu trabalho com perfumaria, que é fora do Twitter, mas eu também trouxe um pouco desse meu amor pela perfumaria pra vocês aqui na página. Mas o que eu quero verdadeiramente dizer é que, entre os dias 3 e 7 de setembro, eu vou estar na Beauty Fair, que é o maior evento de perfumaria e cosmética da América Latina, como convidado, com a passagem completamente custeada e trabalhando com o que eu amo. Acho que esse é o maior sinal de “as coisas estão dando certo” que eu recebi desde o dia em que tomei a decisão de abandonar a “vida tradicional” e ir de peito aberto em busca dos meus sonhos. Esse tweet é apenas para confortar vocês, meus camaradas, que tanto gostam de mim, e dizer que as coisas estão dando certo. ❤️ Sei que vocês torcem por mim tanto quanto eu torço por vocês. Muito obrigado por tudo, sempre. #Perfumaria #Beleza #Sonhos

💎👀Froholdt não tem a imprensa de outros atletas em Portugal, e ultimamente nem de parte da massa adepta do FC Porto tem esse reconhecimento (?!!?) mas quem conseguir tirar as palas facilmente consegue perceber que é o ÚNICO atleta fora das Big 5 presente nesta lista! Fez 20 anos em Fevereiro e isso é um problema para a malta das narrativas de que Farioli não aposta em jovens e que os jogadores não se desenvolvem com Farioli. #Futebol #DesenvolvimentoDeJogadores #FC Porto

Kaja Kallas, head of European diplomacy, announced the intention to increase by one-third the number of sanctioned Russian entities due to the war in Ukraine, proposing the most ambitious sanctions list since February 2022, which has already cost Russia more than 1 billion euros in losses since the beginning of the conflict. (translated)

Kallas quer aumentar número de entidades russas sancionadas

🚨 Corinthians está pessimista em relação à renovação de contrato com Memphis Depay. O Timão vê a renovação como pouco provável, mas acredita em um acordo para parcelar a dívida de de R$ 77 milhões. Para renovar, o clube quer retirar do contrato mais de R$ 20 milhões em valores extras. A ideia do Corinthians é fixar o novo vínculo em R$ 54 milhões por 2 anos. Pessoas envolvidas na negociação, porém, consideram DIFÍCIL que Depay abra mão desses valores. Outra alternativa seria conseguir parceiros para bancar o excedente, mas o clube avalia ser difícil levantar mais de R$ 20 milhões em pouco tempo. • DÍVIDA Paralelamente, Corinthians e estafe de Depay avançaram nas conversas sobre a dívida. O clube quer pagar os R$ 77 milhões de forma parcelada. Depay ainda pode tentar cobrar cerca de R$ 100 milhões referentes ao acordo de renovação que ele assinou, mas o Corinthians não. Assim, a cobrança total poderia chegar a cerca de R$ 180 milhões. O Corinthians entende, porém, que são pequenas as chances de o jogador conseguir receber judicialmente os valores do contrato que não foi assinado pelo clube. A proposta anterior para quitar parte da dívida previa 4 parcelas de R$ 10,9 milhões entre fevereiro de 2027 e julho de 2028, mas essa possibilidade é considerada praticamente descartada por Depay caso não haja renovação. 🗞️ @UOL | @FabioLazaro_ 📸 Rodrigo Coca/SCCP #Corinthians #Depay #Futebol

DataFut 2w

Desde que estreou pelo Wolverhampton em 11 de fevereiro de 2023, nenhum jogador teve mais DESARMES nas cinco grandes ligas europeias do que João Gomes (380 em 116 jogos). No top3, ele é o jogador com menos jogos nesse periodo!⚔️🇧🇷 O restante do Top3: 2. Tyrick Mitchell 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 (338 em 129 jogos) 3. Moises Caicedo 🇪🇨 (337 em 124 jogos) #Futebol #Estatísticas #Wolverhampton

🚨 ATENÇÃO! Todos os DETALHES do contrato que Corinthians e Memphis Depay tinham alinhado antes da desistência do clube (apuração do @MeuTimao): 💰 SALÁRIO • Agosto a dezembro de 2026: R$ 632,5 mil por mês • Janeiro de 2027 a julho de 2028: R$ 1,1 milhão por mês Ao todo, Depay receberia R$ 24,06 milhões em salários. 💰 DIREITOS DE IMAGEM Além do salário, o Corinthians pagaria R$ 28,6 milhões em direitos de imagem. Parte desse dinheiro continuaria sendo paga mesmo depois do fim do contrato: • Setembro/2026 a janeiro/2027: R$ 660 mil por mês • Fevereiro/2027 a agosto/2028: R$ 984,2 mil por mês • Setembro/2028 a fevereiro/2030: R$ 366,6 mil por mês Ou seja: embora o vínculo terminasse em julho de 2028, os pagamentos seguiriam até fevereiro de 2030. 💰 MORADIA, TRANSPORTE E SEGURANÇA Depay teria até R$ 250 mil por mês para essas despesas. Ou seja, em 2 anos, o benefício poderia chegar a R$ 6 milhões. No contrato anterior, o Corinthians bancava separadamente casa mobiliada de padrão internacional, apartamento para assessor, segurança armada 24 horas, dois carros blindados com motorista, cozinheiro particular e seguro-saúde. No novo acordo, esses custos seriam concentrados em R$ 250 mil por mês. 💰 PASSAGENS E CAMAROTE Depay teria 12 viagens de ida e volta em classe executiva. O jogador havia pedido 24, mas o Corinthians reduziu pela metade. Também teria um camarote na Neo Química Arena e poderia solicitar um segundo espaço para oportunidades comerciais, caso houvesse disponibilidade. 💰 ACORDOS COMERCIAIS O Corinthians garantiria a Depay pelo menos R$ 15,4 milhões em oportunidades comerciais. Os pagamentos seriam: • Dezembro/2026: R$ 6,16 milhões • Junho/2027: R$ 3,08 milhões • Dezembro/2027: R$ 3,08 milhões • Julho/2028: R$ 3,08 milhões Caso os negócios não alcançassem esses valores, o próprio clube teria que pagar a diferença. Além dos R$ 15,4 milhões, Depay ficaria com 80% das receitas líquidas que ultrapassassem o piso estabelecido. 💰 ROYALTIES E PRODUTOS Depay também receberia 80% das receitas obtidas pelo Corinthians com produtos licenciados que utilizassem sua imagem, como faixas, testeiras e munhequeiras, com exceção das camisas de jogo e treino. Em filmes, documentários e outras produções audiovisuais feitas em conjunto, a divisão seria de 50/50. 💰 PREMIAÇÕES POR TÍTULOS O contrato anterior previa R$ 4,7 milhões por título. No novo acordo, os bônus seriam: • Paulistão: R$ 400 mil • Copa do Brasil: R$ 1,6 milhão • Brasileirão: R$ 3 milhões • Sul-Americana: R$ 1,6 milhão • Libertadores: R$ 3 milhões • Intercontinental: R$ 4 milhões Para receber 100% da premiação, Depay precisaria cumprir requisitos de participação, como ser relacionado e atuar em pelo menos metade dos jogos previstos pelas cláusulas. 💰 COPA DO MUNDO DE CLUBES Caso o Corinthians disputasse a Copa do Mundo de Clubes de 2029 e Depay cumprisse as condições do acordo, o holandês teria direito a 12,5% da receita recebida pelo clube junto à FIFA. 💰 DÍVIDA ANTIGA DE R$ 42 MILHÕES Além de tudo referente ao novo contrato, o Corinthians reconheceria oficialmente uma dívida líquida de R$ 42,029 milhões com Depay referente ao vínculo anterior. A dívida seria paga em 4 parcelas de aproximadamente R$ 10,5 milhões, entre janeiro de 2027 e maio de 2028. E os R$ 42 milhões não incluíam todas as pendências: férias, FGTS, verbas rescisórias e duas parcelas de direitos de imagem ficariam fora desse acordo. 📊 RESUMO DOS VALORES Somando salário, direitos de imagem e ajuda de custo, o compromisso chegaria a aproximadamente R$ 58,3 milhões pelo novo contrato de 2 anos. Além disso, havia R$ 15,4 milhões garantidos em oportunidades comerciais e R$ 42 milhões da dívida anterior, sem contar bônus por títulos, Copa do Mundo de Clubes, passagens, camarote, royalties e outras receitas previstas. 🗞️ @MeuTimao 📸 Rodrigo Coca/SCCP #Corinthians #MemphisDepay #Futebol

Moraes usou como justificativa para a operação um pagamento de R$ 100 que seria para o jornalista Luís Pablo fazer reportagens falando mal de Flávio Dino. Mas segundo Luís Pablo, esse dinheiro seria de um empréstimo que foi quitado em fevereiro deste ano, antes de todas as operações da PF contra ele. Se isso se comprovar, cai a justificativa usada por Moraes https://t.co/T5RE3DZ7jU #Justiça #Corrupção #Política

Belory 2w

Sobre a reabertura da Praça do Papa, que o povo tá empinando a carroça, acho que a principal crítica precisa ser desmistificada. E já aviso que tem, sim, coisa nessa obra pra se revoltar, antes que suponham que tô lambendo o rabo do prefeito ou ganhando pix da PBH, por este post. A revolta principal é que foram quase R$ 12 milhões gastos pra praça reabrir praticamente com a mesma cara de antes. Só que esse é justamente o ponto que precisa de contexto: ela tinha que continuar com a mesma cara. Por ser protegida pelo patrimônio, a reforma precisava preservar suas características originais. O mesmo aconteceu com a Praça da Estação, etc.. Boa parte da estrutura da praça foi refeita, mas mantendo o desenho e a aparência original. E os quase R$ 12 milhões já eram praticamente o valor estimado antes mesmo da obra começar. Agora, o prazo eu acho bem mais difícil de defender. A obra começou em fevereiro de 2024, era pra durar cerca de um ano e terminou só agora em agosto de 2026. A Prefeitura cita vários problemas no caminho, principalmente com a produção da cerâmica específica do piso, que teve até um incêndio no forno da fabricante, além de chuva e dificuldades com o fornecedor. Só que nesse meio-tempo o contrato foi alterado sete vezes, e não foi tudo pela mesma razão. Teve mudança na planilha de serviços, prorrogações de prazo, inclusão e retirada de itens e até um acréscimo de quase um milhão de reais por mudanças que envolveram paisagismo, irrigação e estrutura para um futuro banheiro. Depois ainda vieram novas prorrogações, inclusive por problemas no contrapiso e pelas chuvas. A aparência da praça, pelo menos neste ponto, está explicada. O que ainda merece uma explicação muito mais transparente da PBH é como uma obra prevista para cerca de um ano atravessou dois anos e meio, sete alterações de contrato e várias novas datas de entrega até finalmente ficar pronta. #PraçaDoPapa #Transparência #ObrasPúblicas

Como alguns de vocês estavam curiosos sobre o fato de o evento ter sido realizado no local da exposição Amazing Thailand, aqui está uma notícia que esclarece a situação. O fan meeting do BLACKPINK em comemoração ao 10º aniversário do grupo, realizado em 8 de agosto no Museu Nacional da Coreia, teve sua realização definida apenas cinco dias antes do evento. Segundo o museu, a YG Entertainment solicitou a realização do evento em 29 de julho. O pedido foi aprovado pelo diretor Yoo Hong-jun em 3 de agosto, dando início aos preparativos. Dois dias depois, em 5 de agosto, o saguão da exposição especial “Amazing Thailand: Obras-Primas da Arte Tailandesa” foi confirmado como local do evento. O documento oficial de cooperação da YG só foi recebido pelo museu em 7 de agosto, um dia antes do fan meeting. O museu explicou que o evento foi promovido como uma extensão da colaboração iniciada anteriormente com o BLACKPINK, incluindo a sessão de pré-escuta realizada em fevereiro para o lançamento do terceiro miniálbum, Deadline. A escolha também levou em consideração o reconhecimento global do grupo e o fato de LISA ser natural da Tailândia, em relação à exposição de arte tailandesa. Na noite de 7 de agosto, por volta das 19h, o museu publicou um aviso informando que algumas áreas da exposição teriam o acesso temporariamente ajustado na tarde do dia seguinte devido a um evento. O aviso posteriormente deixou de aparecer no quadro de avisos do site. No dia 8, a entrada na Sala de Exposição Especial 1 foi restringida entre 14h e 15h. Os visitantes presentes foram informados previamente e receberam ingressos para a exposição especial “Nossa Mesa” como alternativa. Além disso, o museu informou que obteve autorização para alterar, também no dia 7, a programação do programa educativo da artista Ida, “Visita à exposição Amazing Thailand + Workshop de Desenho”, que estava previsto para acontecer das 14h às 17h no dia do evento. Até 7 de agosto, havia 65 pessoas com reservas antecipadas para a exposição “Amazing Thailand”. Quando a restrição foi encerrada, por volta das 15h, estima-se que aproximadamente 50 a 60 pessoas estivessem aguardando. Uma denúncia relacionada ao evento foi registrada junto ao Ministério da Cultura, Esportes e Turismo. O ministério afirmou estar ciente da reclamação e informou que pretende apresentar uma resposta até 19 de agosto. #BLACKPINK #AmazingThailand #MuseuNacional

The Ebola virus began circulating in the Democratic Republic of the Congo in February 2025, four months before the official declaration of the epidemic, with the World Health Organization warning of a delayed response that may have contributed to the rapid spread of the outbreak. (translated)

Ébola circulou quatro meses antes da declaração de epidemia

"O Negócio do Século de Vieira: Como se Livrou de 160 Milhões em Dívidas" O antigo presidente do Benfica ficou livre da dívida. O banco ficou com as acções — e a fugir delas."" Uma história antes da história A avó de uma amiga minha ficou viúva há uns anos e, com ela, herdou uma dor de cabeça: o marido tinha deixado dívidas de que ninguém na família sabia bem a dimensão. Antes de assinar seja o que for, a minha amiga levou-a ao advogado. E o advogado explicou-lhe uma coisa que a lei portuguesa prevê há mais de século e meio: uma herança pode ser aceite de duas maneiras. Pode aceitar-se "pura e simplesmente" — nesse caso, fica-se com tudo, o bom e o mau, e se as dívidas forem maiores do que os bens, paga-se a diferença do próprio bolso. Ou pode aceitar-se "a benefício de inventário" — fica-se com o que a herança tiver de bom, mas nunca se responde por mais do que aquilo que ela vale. Se a dívida for maior do que a casa e as poupanças do falecido, essa diferença simplesmente desaparece; não sai do bolso do herdeiro. A avó da minha amiga escolheu esta segunda opção, e dormiu descansada. Guardo esta história porque é, sem exagero nenhum, a chave para perceber o que aconteceu este mês com o Novobanco e as empresas de Luís Filipe Vieira. Só que, em vez de uma família a lidar com um advogado, temos um banco a lidar com uma norma internacional de contabilidade chamada IFRS 10. E o resultado, tecnicamente, é o mesmo: ficar com o que interessa, sem ficar com o resto. Vamos por partes, e por ordem cronológica, porque esta história começa muito antes da notícia desta semana. 2017 e antes — como nasceu a dívida Luís Filipe Vieira, na altura presidente do Sport Lisboa e Benfica, tinha um grupo de empresas imobiliárias — entre elas a Promovalor e a Inland. Estas empresas foram, ao longo de anos, financiadas pelo Banco Espírito Santo (BES) com centenas de milhões de euros. Em 2017, a dívida total deste grupo económico rondava os 400 milhões de euros. Essa dívida tinha duas partes bem diferentes, e é essencial perceber a diferença desde já: Primeira parte — 160 milhões de euros em VMOC. VMOC quer dizer "Valores Mobiliários Obrigatoriamente Conversíveis". Explicando sem jargão: é um instrumento financeiro em que se empresta dinheiro com uma condição escrita no contrato — se a dívida não for paga até determinado prazo, ela transforma-se automaticamente em acções da empresa devedora. Ou seja, deixa de ser dinheiro que a empresa deve, e passa a ser propriedade (capital) da empresa que o credor passa a deter. Destes 160 milhões, 90 milhões pertenciam à Promovalor e 70 milhões à Inland. Segunda parte — cerca de 240 milhões de euros em crédito bancário e hipotecário directo. Este era financiamento normal, sem a cláusula de conversão em acções — dinheiro emprestado para construção e promoção imobiliária, com hipotecas sobre os terrenos e edifícios como garantia. Em 2017, para tentar resolver a situação sem décadas de tribunais, o BES/Novobanco e Vieira chegaram a um acordo relativamente à segunda parcela (os 240 milhões de crédito directo): o património imobiliário real do grupo — terrenos e edifícios em Tavira, Loures, Vila Franca de Xira, um hotel Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, entre outros — foi retirado das empresas Promovalor e Inland e colocado dentro de um fundo de investimento, gerido por uma entidade independente chamada C2 Capital Partners. Este fundo passou a vender os imóveis, ao ritmo do mercado, e a entregar o dinheiro das vendas ao banco, para ir abatendo a dívida. Em troca de terem cedido este património, o Novobanco ficou a deter cerca de 96% das "unidades de participação" (uma espécie de acções) deste fundo, e Vieira/Promovalor manteve os restantes 4%. O resultado prático desta operação de 2017 foi crucial: a partir daqui os imóveis reais e valiosos deixaram de pertencer à Promovalor e à Inland. Passaram a pertencer ao fundo. As duas empresas ficaram, na prática, sem património de peso — apenas com a dívida que ainda não tinha sido "resolvida" desta forma, ou seja, os 160 milhões de VMOC. 2017–2021 — o Acordo de Capital Contingente e o dinheiro público Quando o Novobanco foi criado a partir dos destroços do BES e vendido ao fundo americano Lone Star, foi assinado um mecanismo chamado Acordo de Capital Contingente (CCA). Este acordo obrigava o Estado português, através do Fundo de Resolução, a injectar capital no Novobanco sempre que este registasse perdas em créditos "podres" herdados do BES que fizessem descer os seus rácios de capital abaixo de um determinado limite. As perdas relacionadas com o grupo Vieira entraram exactamente neste mecanismo. À medida que os créditos e os VMOC deste grupo perdiam valor, o Novobanco ia registando "imparidades" — o termo técnico para dizer "estou a admitir que não vou receber este dinheiro, e vou apontar essa perda nas minhas contas". Essas imparidades geravam prejuízos, e esses prejuízos accionavam pedidos de capital ao Fundo de Resolução, que por sua vez ia buscar esse dinheiro a empréstimos do Estado — ou seja, em última instância, ao contribuinte. Neste período, o Novobanco chegou a provisionar a 100% os 160 milhões de euros dos VMOC — quer dizer, deu esse valor como perdido por completo, nas contas do banco, muito antes de a questão jurídica estar decidida. Uma fatia esmagadora desta perda de 160 milhões acabou por ser coberta, indirectamente, pelas injecções de capital público que o Acordo de Capital Contingente obrigava a fazer. É por isto que é justo dizer que os contribuintes portugueses já pagaram, de facto, uma parte substancial desta história — não porque tenham assinado um cheque com o nome de Vieira escrito, mas porque o mecanismo de resolução bancária funcionou precisamente como uma rede de protecção para as perdas do Novobanco, e estas perdas incluíam esta dívida. Este Acordo de Capital Contingente já terminou. Tinha um prazo e um tecto máximo de injecções, ambos esgotados. É um ponto importante a reter para o fim desta história. O litígio jurídico — o Novobanco tenta travar a conversão Apesar de os VMOC preverem, por contrato, a conversão automática em acções caso a dívida não fosse paga, o Novobanco não aceitou esta conversão de bom grado. Durante anos, o banco contestou-a em tribunal, tentando fazer cancelar essa conversão nos aumentos de capital da Promovalor e da Inland. Porquê resistir a ficar dono de duas empresas, em vez de simplesmente aceitar? Porque, como veremos, "ficar dono" de empresas cheias de dívidas por pagar é um problema, não um prémio. Fevereiro de 2026 — o Supremo Tribunal dá razão a Vieira Em Fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu esta disputa a favor de Luís Filipe Vieira. A decisão final obrigou o Novobanco a reconhecer aquilo que o contrato dos VMOC sempre tinha previsto: a conversão da dívida em acções. Na prática, o banco tornou-se, de um dia para o outro, o accionista maioritário das duas sociedades — com 66% do capital da Promovalor e 63,3% do capital da Inland. Para Vieira, este foi o desfecho que procurava: os 160 milhões de euros de dívida pessoal e do grupo, contraídos ainda no tempo do BES, ficaram legalmente extintos. Em troca, entregou ao banco a propriedade maioritária de duas empresas — que, como já vimos, tinham sido esvaziadas do seu património real em 2017. Do lado das contas do Novobanco, esta conversão não trouxe surpresas de maior a este nível específico: como a dívida de 160 milhões já estava provisionada a 100% havia anos, a decisão do Supremo não teve impacto adicional relativamente a este valor. O dinheiro, por assim dizer, já tinha sido dado como perdido antes mesmo de o tribunal decidir. O tamanho real do problema — de onde vêm os 278 milhões Aqui está o ponto que costuma confundir mais gente: se os 160 milhões de VMOC foram "limpos" através da conversão em acções, porque é que a notícia fala de um buraco de 278 milhões de euros nestas empresas? A resposta está na diferença entre a dívida total do grupo e a parcela que foi coberta pelos VMOC. Recorde-se: a dívida total em 2017 era de cerca de 400 milhões. Destes, apenas 160 milhões estavam ligados aos VMOC. Os restantes cerca de 240 milhões eram crédito bancário directo — a dívida que, em 2017, ficou associada ao fundo de imóveis, mas que continuou, tecnicamente, registada como passivo das próprias empresas Promovalor e Inland, à espera de ser paga pelas vendas dos imóveis. Ao longo de quase uma década de incumprimento, esta segunda parcela foi acumulando juros de mora e encargos — cerca de 38 milhões de euros adicionais. A conta soma-se assim: • Dívida global do grupo em 2017: aproximadamente 400 milhões de euros • Menos os 160 milhões de VMOC, extintos pela conversão em acções: fica um remanescente de cerca de 240 milhões • Mais os juros de mora e encargos acumulados ao longo dos anos: mais cerca de 38 milhões • Total do passivo actual das duas sociedades: 278 milhões de euros Este é, portanto, o "buraco" que hoje consta das contas da Promovalor e da Inland, e que nada tem a ver com os VMOC já resolvidos — é o que sobrou da outra fatia da dívida, a que nunca foi convertida em capital. E que garantias existem para pagar estes 278 milhões? Apenas o que resta do património no fundo gerido pela C2 Capital Partners. Quando os imóveis lá foram colocados em 2017, foram avaliados, na altura, num valor bruto de cerca de 244 milhões de euros — uma avaliação que se veio a revelar largamente inflacionada. À medida que os terrenos e edifícios foram sendo colocados à venda no mercado real (por exemplo, o Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, vendido há cerca de um mês ao grupo hoteleiro português Vila Galé), os valores obtidos ficaram muito abaixo dessas avaliações antigas. Hoje, estima-se que o que resta por vender no fundo — que inclui ainda terrenos como os Páteos da Luz em Tavira, a Quinta dos Salgados em Santa Iria da Azóia, o Parque Oriente em Loures e a Quinta do Cochão em Vila Franca de Xira — valha entre 80 e 100 milhões de euros. Ou seja: mesmo que o banco consiga vender tudo o que resta no fundo pelo melhor preço possível, recuperará apenas entre 80 e 100 milhões para abater um passivo de 278 milhões. Mais de 170 milhões de euros deste "buraco" nunca serão pagos a ninguém — simplesmente deixarão de existir, por impossibilidade de cobrança, quando as empresas vazias forem, mais cedo ou mais tarde, extintas. Porque é que o banco não soma este buraco às suas próprias contas Chegamos aqui ao ponto mais técnico, mas também ao mais importante — e é aqui que a história da avó da minha amiga volta a fazer sentido. O Novobanco tem 66% e 63,3% do capital destas duas empresas. Bastaria isso, em contabilidade tradicional, para ser obrigado a somar às suas contas todos os activos e passivos delas — incluindo o "buraco" de 278 milhões. Mas a contabilidade moderna, através da norma internacional IFRS 10, deixou de olhar apenas para quem tem a maioria das acções. Passou a olhar para quem tem controlo efectivo — ou seja, quem manda de facto na empresa. A IFRS 10 exige três condições, todas em simultâneo, para que uma empresa seja obrigada a "consolidar" outra nas suas contas: 1. Ter poder — o direito e a capacidade real de dirigir as decisões operacionais e financeiras relevantes da empresa. 2. Ter exposição a resultados variáveis — ter direito aos lucros, ou estar exposto aos prejuízos, dessa empresa. 3. Ter capacidade de usar esse poder para influenciar esses resultados. O Novobanco fez uma escolha deliberada: apesar de ter a maioria do capital, recusou-se a nomear administradores próprios para os órgãos sociais da Promovalor e da Inland. Sem gente sua na gestão, o banco não assina cheques, não aprova orçamentos, não decide contratações nem vendas do dia a dia dessas empresas. A gestão formal continua, hoje, nas mãos do próprio Luís Filipe Vieira. Ao provar aos auditores externos e ao Banco Central Europeu que é, de facto, um accionista passivo e bloqueado — dono do papel, mas sem mão na engrenagem —, o Novobanco cumpre os critérios técnicos para não ser obrigado a consolidar estas duas sociedades. É exactamente a lógica do "benefício de inventário": aceitar a propriedade formal, sem aceitar a responsabilidade integral pelas dívidas associadas a essa propriedade. Como é que isto aparece, então, nas contas do banco? Se as empresas não entram "linha a linha" nas contas do Novobanco, como é que o banco as regista? A resposta divide-se em duas partes bem distintas, e vale a pena perceber esta divisão com clareza, porque é aqui que está o "coração" financeiro de toda a operação: As empresas (Promovalor e Inland) — ficam de fora do balanço. O banco regista as suas acções nestas duas empresas como um activo financeiro avaliado ao "justo valor" — e esse justo valor, dado o estado das empresas, é de 0 euros. O passivo de 278 milhões que está dentro delas não entra nas contas do banco. O fundo de investimento (gerido pela C2 Capital Partners) — entra no balanço. Como o Novobanco detém cerca de 96% das unidades de participação deste fundo — que é uma entidade separada, gerida de forma independente, sem as dívidas das empresas de Vieira — regista o valor desta participação ao seu justo valor de mercado: os já mencionados 80 a 100 milhões de euros em imóveis por vender. Explicando de outra forma: o banco leva para dentro de casa o que ainda vale dinheiro (a fatia dos imóveis no fundo), e deixa cá fora o que só tem dívidas (as próprias empresas). É esta divisão, tecnicamente permitida pelas regras internacionais, que suscita a pergunta moral com que qualquer leigo fica ao ler esta notícia. Porque não reergue as empresas, e porque não as fecha já Uma pergunta óbvia surge aqui: se o Novobanco tem mais de 60% do capital destas empresas, porque não usa esse poder para as reerguer, ou, em alternativa, para simplesmente as liquidar de vez, já que valem zero? Reerguer não é opção. Fazê-lo exigiria ao banco injectar dezenas ou centenas de milhões de euros novos nestas sociedades para pagar credores e tentar pôr um negócio a funcionar — só que não há negócio nenhum para pôr a funcionar. A Promovalor e a Inland não produzem nada, não têm fábricas nem prestam serviços; eram apenas holdings imobiliárias, e o património imobiliário real já foi retirado delas em 2017. Não há nada para salvar. Além disso, o Banco Central Europeu proíbe, em termos gerais, que bancos comerciais funcionem como promotores imobiliários ou injectem capital novo em empresas insolventes de clientes, precisamente porque isso destruiria os seus próprios rácios de capital. Liquidar também não é simples. Para pedir a liquidação ou insolvência de uma empresa da qual se é accionista maioritário, é normalmente necessário assumir primeiro o seu controlo formal: convocar uma assembleia geral, destituir a gerência actual (neste caso, a de Vieira), nomear administradores próprios, e só depois avançar com o processo de insolvência. O problema é que, no preciso momento em que o Novobanco nomeasse os seus próprios administradores e assumisse a gestão, activaria exactamente o critério de "controlo" da norma IFRS 10 que até aqui evitou cuidadosamente. Nesse instante, o buraco de 278 milhões entraria directamente para o balanço do banco, contaminando os seus rácios financeiros — antes mesmo de um tribunal decretar a liquidação, processo que pode demorar anos na justiça portuguesa. Além disso, quem assume a gestão de uma empresa em situação de insolvência iminente pode ficar exposto a responsabilidades legais e fiscais sobre dívidas passadas, incluindo eventuais dívidas à Autoridade Tributária ou à Segurança Social — mais um motivo para o banco preferir manter-se à distância. Por fim, uma liquidação das empresas em si não traria dinheiro nenhum ao banco, porque elas já não têm bens — o dinheiro que ainda há para recuperar está todo dentro do fundo de imóveis, e esse processo de venda já está em curso, independentemente do destino formal das duas sociedades. O resultado é uma espécie de "coma induzido": o banco não reergue as empresas, porque seria deitar dinheiro bom em cima de dinheiro perdido; não as líquida directamente, para não arrastar o passivo para o seu próprio balanço; e tenta, isso sim, vender a sua posição acionista — mesmo que seja por um euro simbólico — a terceiros ou ao próprio Vieira, "empurrando" o problema jurídico para quem o quiser aceitar. Foi exactamente isso que o banco tentou fazer em Março de 2026, através do exercício de uma opção de venda das suas acções na Promovalor e na Inland — tentativa que falhou "por incumprimento da contraparte", suspeitando-se, sem que a notícia o confirme expressamente, que essa contraparte seja o próprio Vieira. No relatório e contas, o Novobanco garante que vai continuar a procurar formas de se desfazer desta posição. Porque é que alguém quereria comprar acções que valem zero? Aqui vale a pena parar num pormenor que costuma intrigar quem segue este caso pela primeira vez. Se o Novobanco avalia as suas acções da Promovalor e da Inland em zero euros, porque é que, em Março de 2026, havia aparentemente alguém do outro lado disposto a comprá-las — numa operação que só não avançou por, segundo a notícia, "incumprimento da contraparte"? Antes de continuar, uma ressalva importante: a notícia não identifica quem era essa contraparte. A suspeita, levantada por órgãos de comunicação social e não confirmada pelo banco, é que possa ter sido o próprio Luís Filipe Vieira. É uma hipótese plausível — ele é, afinal, quem continua a gerir estas empresas, e seria o comprador mais óbvio de uma posição que, no fundo, já controla na prática — mas continua a ser apenas isso: uma hipótese. O raciocínio que se segue explora este cenário por ser o mais instrutivo, não porque esteja estabelecido como facto. Dito isto, a pergunta mantém-se válida mesmo em abstracto: porque é que alguém compraria "nada"? A resposta está em perceber que "zero" é o valor de liquidação — o que sobraria para um accionista se a empresa fosse fechada hoje e todas as dívidas pagas primeiro. Não é o valor de uso. Imagine-se uma casa arruinada, com uma hipoteca maior do que aquilo que ela vale — o banco, sabendo que nunca vai recuperar todo o dinheiro através dela, muitas vezes nem se dá ao trabalho de a executar, porque dá mais despesa do que proveito. A casa "vale zero" no papel, mas continua a ser um tecto, uma morada, uma estrutura que alguém pode ocupar e usar, sem nunca ser obrigado a pagar a hipoteca por inteiro. É exactamente esta lógica que se aplica à Promovalor e à Inland. Quem quer que controle estas empresas — hoje Vieira, enquanto gestor de facto — decide os contratos que assinam, o uso que fazem da estrutura jurídica, o destino do que ainda resta. E nunca é obrigado, só por deter ou controlar as acções, a pagar do seu próprio bolso a dívida de 278 milhões que lá dentro dorme, porque essa dívida é da empresa, uma pessoa colectiva distinta, e não da pessoa que a gere ou possui. É este o activo real que se procura quando se procura comprar "nada": não património, mas controlo, protegido pela responsabilidade limitada. Portugal já viu este mecanismo em acção antes, embora noutro contexto. Em 2008, o Estado português nacionalizou o falido Banco Português de Negócios (BPN) por um valor simbólico de um euro. Não porque o banco valesse, literalmente, um euro, mas porque o seu valor de liquidação era negativo — tal como o das empresas de Vieira hoje —, e o preço simbólico serviu apenas para formalizar a transferência do controlo. A diferença crucial é que o Estado, ao nacionalizar, aceitou também as dívidas do BPN, por ter um interesse público a defender. Um comprador privado das acções da Promovalor ou da Inland não teria essa obrigação: herdaria o controlo, sem herdar a exigência de pagar as dívidas com património pessoal. O economista Adam Smith já tinha avisado, há mais de dois séculos, sobre este tipo de separação entre quem controla e quem responde: observou que quem gere dinheiro alheio raramente lhe dedica o mesmo cuidado vigilante que dedicaria ao seu próprio. A ideia aplica-se aqui de forma quase inversa, mas com a mesma raiz — se ninguém está exposto ao custo total das más decisões do passado (nem o Novobanco, que não quer gerir, nem quem quer que venha a controlar as empresas, que não paga pessoalmente a dívida), o incentivo para alguém resolver de vez o problema de fundo — os 278 milhões por cobrar — torna-se praticamente nulo. A "casa arruinada" fica na rua, meio abandonada, precisamente porque a ninguém compensa assumir o custo de a demolir. Quem pagou, e quem vai pagar, no final de contas Chegados aqui, faz sentido separar duas perguntas que costumam confundir-se: uma é técnica ("isto é legal?"), a outra é moral ("isto é justo?"). Do ponto de vista técnico e regulatório, a resposta é relativamente simples: sim, o Novobanco está a aplicar correctamente as regras internacionais de contabilidade, e o Banco Central Europeu prefere mesmo que assim seja — obrigar o banco a consolidar um passivo de 278 milhões de euros que não escolheu, e sobre o qual não tem controlo de gestão, fragilizaria desnecessariamente a sua posição de capital. A questão moral é mais incómoda, e tem duas camadas. A primeira camada é sobre quem já pagou. Os 160 milhões de euros de dívida ligados aos VMOC foram, na prática, absorvidos pelo sistema de resolução bancária português ao longo dos anos em que o Acordo de Capital Contingente esteve activo — o que quer dizer, em bom português, que uma fatia esmagadora deste valor acabou coberta por injecções de capital público no Novobanco, financiadas por empréstimos do Estado. Some-se a isto uma fatia adicional de perdas relacionadas com a insuficiência das garantias do crédito de 240 milhões — estima-se que o impacto total, directo e indirecto, do grupo económico de Vieira sobre as contas cobertas pelo mecanismo de resolução tenha rondado os 200 a 300 milhões de euros. Dizer que "os portugueses pagaram para limpar parte da dívida de Vieira" é, por isto, uma descrição materialmente correcta. A segunda camada é sobre a assimetria entre o cidadão comum e o grande devedor. Se uma família comum deixar de pagar a prestação da casa, o banco fica com a casa, a família perde o imóvel, e continua a dever a diferença — com o risco de penhora de salário e de bens futuros. No caso de um grande devedor do sistema, existem instrumentos como os VMOC, fundos de reestruturação e mecanismos de capital contingente que permitem "limpar" formalmente o passivo pessoal, isolar o património ainda valioso para o credor, e distribuir o prejuízo residual pelo sistema financeiro e, em última instância, pelo contribuinte. É um duplo padrão real, mesmo que nenhuma das partes envolvidas esteja, tecnicamente, a infringir a lei. E agora? O risco para o contribuinte, hoje, é zero Há, no entanto, uma boa notícia nesta história, que raramente é dita com a mesma clareza com que se conta o resto: relativamente aos 278 milhões de euros que ainda restam nestas duas empresas, o risco para o contribuinte português é, hoje, nulo. Há três razões concretas para isto. Primeira: o Acordo de Capital Contingente que ligava as perdas do Novobanco ao Fundo de Resolução já terminou, com o seu prazo e tecto máximo esgotados. O Novobanco é hoje um banco privado, rentável, maioritariamente detido pelo grupo financeiro francês BPCE. Qualquer perda futura relacionada com este processo terá de ser absorvida pelos accionistas privados do banco, não pelo Estado. Segunda: esta dívida específica de 278 milhões já está, segundo a própria notícia, provisionada a 100% pelo banco — ou seja, o Novobanco já deu este valor como perdido nas suas próprias contas, com impacto já assumido no passado. A recusa em consolidar as duas empresas em 2026 serve, precisamente, para impedir que esta dívida antiga "ressuscite" e volte a afectar o balanço actual da instituição — mas o impacto financeiro, no que toca ao banco, já foi contabilizado. Terceira: os 278 milhões continuam registados como passivo dentro da Promovalor e da Inland, e, como o Novobanco nunca deu qualquer garantia pessoal por estas dívidas nem assumiu a gestão das empresas, esse passivo está "fechado" dentro delas. Se as empresas entrarem, no futuro, em liquidação ou insolvência final, o processo simplesmente encerra sem que os credores consigam cobrar — porque não há património para o fazer. A dívida extingue-se por impossibilidade de cobrança, sem que o Estado ou o contribuinte sejam chamados a pagar mais um cêntimo. Para terminar Voltemos, para fechar, à avó da minha amiga. Quando ela aceitou aquela herança "a benefício de inventário", ninguém achou que estivesse a fazer batota — estava apenas a usar uma protecção legal que existe, precisamente, para que um cidadão comum não seja arrastado para dívidas que nunca escolheu contrair. O Novobanco fez, tecnicamente, a mesma escolha. A diferença é que o "falecido", neste caso, é um grupo de empresas cujo colapso teve origem em créditos concedidos com pouco critério ainda no tempo do BES, cujas perdas já foram, em larga medida, cobertas por dinheiro público ao longo de quase uma década, e cujo devedor original viu a sua responsabilidade pessoal extinta por um instrumento contratual que ele próprio assinou décadas antes de este desfecho estar decidido. A lei está a ser cumprida, ponto por ponto. Fica apenas a pergunta que a lei, por definição, não responde: se o pequeno herdeiro e o grande banco têm ambos o direito de dizer "não aceito mais do que aquilo que a herança vale", porque é que, olhando para trás, é sempre o mesmo lado da sociedade que acaba a pagar a diferença primeiro? #Novobanco, #Luís Filipe Vieira, #Promovalor, #Inland, #VMOC, #IFRS10, #Fundo de Resolução, #BES, #Lone Star, #banca portuguesa, #contabilidade, #imparidades, #dívida, #explicador

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Coritiba homenageou o Jonny Butcher, um torcedor inglês do clube! 🌳🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 O torcedor foi diagnosticado em fevereiro com ELA e criou uma “lista de sonhos” após a notícia, um desses sonhos é assistir o Coritiba no Couto Pereira. Mas como um inglês se apaixonou pelo Coritiba? Em 2022 o Coxa anunciou uma parceria com o Norwich, clube que Jonny torce na Inglaterra, foi assim que conheceu. Mas a relação aumentou em 2023, quando se casou com uma brasileira, de Curitiba. O casal se conheceu via internet! Ele chegou a conhecer o Couto Pereira, mas foi num período sem jogos. Com a evolução da doença, uma viagem ao Brasil se tornou inviável 😔 Sensibilizado com essa história, o Coritiba decidiu homenagear o torcedor hoje com uma faixa antes do jogo e com o nome do torcedor na camisa! 👏 Os jogadores do Coritiba também homenagearam o Lucas Ronier e o Pedro Rangel, companheiros de equipe que se lesionaram. 📸 Luís Lisbôa/Coritiba #Coritiba #Heroi #Futebol

NOTA OFICIAL O Santos FC e a SDC Sports assinaram um term sheet não vinculante para a aquisição, pela SDC Sports, de uma participação acionária de controle na Santos SAF. Os termos refletem cinco meses de diligência conduzida com o apoio da Rothschild & Co., Alvarez & Marsal e BMA, desde a apresentação da proposta não vinculante em 20 de fevereiro de 2026, abrangendo os ativos, passivos e operações do Clube. O Santos Futebol Clube conta com a assessoria da XP Investimentos, da EXA Capital e do escritório Bichara e Motta Advogados. A SDC Sports apresentará agora o projeto ao Conselho Deliberativo. A conclusão de qualquer transação permanece condicionada, entre outros fatores, à obtenção das alterações estatutárias e aprovações internas aplicáveis pelos órgãos de governança competentes do Clube, incluindo o Conselho Deliberativo e a Assembleia Geral de Associados, à conclusão satisfatória da diligência confirmatória de parte a parte e à assinatura da documentação definitiva. Veja a matéria completa em https://t.co/OwAPiaZe9h #SantosFC #SDCSports #Futebol

Passada a (minha) euforia, é preciso relembrar uma fala do Valdemar que mostra claramente que ele sabota o Flávio em todas as oportunidades que pode. Ele falou que o nome de Alfredo Gaspar já estava escolhido desde fevereiro e que nem o Alfredo Gaspar sabia. Falou isso na frente de várias mulheres cogitadas ou até que haviam sido convidadas. Deixou no ar que a preferência por uma vice mulher era mentira. Espero que durante essa campanha proíbam o Valdemar de falar. #Política #Eleições2023 #Sabotagem

🚨 AGORA! Memphis Depay viaja ao Brasil para assinar, mas renovação com o Corinthians ainda é INCERTA. A diretoria mantém divergências em relação a detalhes da renovação. Os termos haviam sido alinhados verbalmente, mas ainda não foram formalizados. Entre os pontos de discordância está um pedido do holandês para receber parte da premiação caso o Corinthians dispute a COPA DO MUNDO DE CLUBES de 2029, mesmo que ele já não faça parte do elenco. O clube considera esse pedido inviável e NÃO está disposto a aceitar. O impasse segue. Outro ponto inegociável para o Corinthians é que Depay realize exames médicos antes da assinatura do novo contrato. Há preocupação sobre a condição física do atacante. Pessoas ligadas ao jogador afirmam que essa exigência não preocupa o camisa 10. • CENÁRIO INDEFINIDO Nos bastidores do Corinthians, a avaliação ainda é de que a renovação tem boas chances de acontecer. Ainda assim, pessoas envolvidas na negociação não descartam novos impasses, mesmo com o retorno de Depay ao Brasil. • DÍVIDA É TRUNFO PARA A RENOVAÇÃO No clube, a dívida de R$ 42 milhões com Depay é vista como o principal fator que mantém alta a possibilidade de renovação. O entendimento é de que, caso a renovação não aconteça, a dívida poderá ser executada. Considerando multas, juros, correções e encargos, o valor pode saltar para cerca de R$ 80 MILHÕES. No entanto, Depay já sinalizou que topa fixar a dívida em R$ 42 milhões. Nesse cenário, o pagamento seria parcelado entre fevereiro de 2027 e julho de 2028, quando acabaria o novo vínculo (se for renovado). 🗞️ @UOL | @FabioLazaro_ 📸 Divulgação #Corinthians #MemphisDepay #MercadoDaBola