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#Humanidade

Durante a Conferência Mundial de Inteligência Artificial em Xangai, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o risco de um controle da IA por um pequeno grupo de países ou empresas, enfatizando a importância de uma governança inclusiva e enraizada no direito internacional para evitar desigualdades e garantir que a tecnologia beneficie toda a humanidade, especialmente os países em desenvolvimento. #InteligênciaArtificial #AntónioGuterres #GovernançaTecnológica

Guterres alerta para controlo de IA por países ou empresas

Tem coisa que ultrapassa qualquer disputa política. Quando um filho não pode visitar o pai, quando uma família passa a ser tratada como instrumento de pressão, quando até o contato vira alvo de restrição, a gente não está mais falando só de processo. Está falando de humanidade. Flávio Bolsonaro fez um desabafo duro sobre a decisão que suspendeu suas visitas a Jair Bolsonaro por 90 dias. E uma frase resume tudo: “Ele quer só arrumar qualquer desculpa para me trazer sofrimento.” Eu não consigo achar normal um filho ser impedido de ver o pai justamente num momento tão delicado. #Humanidade #Família #Respeito

Moraes suspendeu hoje, por 90 dias, as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. O motivo foi a divulgação de uma carta do ex-presidente nas redes do filho. Olhe a sequência, sempre do mesmo ministro contra o mesmo homem. Prisão domiciliar, proibição de falar, busca que não achou nada. Impedir um homem de 70 anos, doente e preso em casa, de receber a visita do próprio filho não protege a democracia. Envergonha a toga. Você não precisa gostar do Bolsonaro para se incomodar. Basta ser pai, basta ser filho, bastar ter o mínimo de humanidade presente. #Liberdade #DireitosHumanos #Justiça

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

A primatóloga Christine Webb, em seu livro O Símio Arrogante, critica a visão de excecionalismo humano que perpetua a ideia de superioridade da espécie humana sobre os demais animais, advogando por uma maior cooperação com a natureza e destacando a necessidade de mudanças culturais e econômicas para evitar a extinção da humanidade, que ela atribui à crença na própria supremacia. #excecionalismohumano #ChristineWebb #criseecológica

A primatóloga que contesta o excecionalismo humano
ACERVO 2w

Pai solteiro tenta furtar leite para alimentar seu bebê. Em vez de prendê-lo, um policial pagou a compra do próprio bolso e lhe deu uma nova chance. https://t.co/ZmTMdY4WLf #Solidariedade #Empatia #Humanidade

António Guterres, secretário-geral da ONU, apelou à criação de uma regulação internacional bem planejada da Inteligência Artificial durante a abertura do primeiro encontro global sobre a Governação da IA em Genebra, enfatizando a necessidade de evitar que o futuro da humanidade seja determinado de forma improvisada. #InteligênciaArtificial #Regulação #Governança

António Guterres apela à regulação internacional da IA

«Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos», diz o Senhor no #EvangelhoDoDia (Mt 11, 25-30). Jesus toma sobre si a humanidade ferida pelo mal, para cuidar dela. #Fé #Esperança #Amor

nmauju 2w

o post ta chegando em muita gente e queria fazer uma ressalva importante: eu resumi de forma simples processos que levaram ANOS e têm muitas pequenas questões que não caberiam num simples tweet o ponto é, a humanidade existe há milênios e sempre fomos inteligentes e espertos #InteligênciaHumana #Conhecimento #Reflexão

Messi na Copa do Mundo 2022 aos 35 anos: 7 jogos 7 gols Messi na Copa do Mundo 2026 aos 39 anos: 4 jogos 7 gols Não importa a idade, não importa o envelhecimento, ele só melhora, é uma aberração da humanidade. https://t.co/e1capVl1IR #Messi #CopaDoMundo #Futebol

Let's see if it turns out that one of the causes of the wave of skepticism against science (also in the humanities) is the sensationalist news that seeks more to get headlines than to inform rigorously… (translated)

poponze 3w

Ana Paula Renault publica mensagem em defesa do respeito, da diversidade e dos direitos da comunidade LGBTQIAP+: “Nenhum direito deveria depender de quem você ama, de como você se identifica ou de quem você é. Porque toda vez que alguém sente medo de existir com liberdade, todos nós perdemos um pouco da nossa humanidade.” #LGBTQIAP #Diversidade #Respeito

Existe uma pergunta que toda sociedade deveria ter coragem de responder: Quem decidiu que algumas pessoas precisam lutar apenas para existir? Nenhum direito deveria depender de quem você ama, de como você se identifica ou de quem você é. Toda vez que alguém sente medo de existir com liberdade, todos nós perdemos um pouco da nossa humanidade. Porque uma sociedade verdadeiramente democrática não escolhe quem merece respeito. Ela entende que dignidade não se concede. Dignidade se reconhece. Hoje, no Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, vale lembrar que visibilidade não é um privilégio. É a possibilidade de viver sem medo, sem vergonha e sem precisar pedir desculpas por existir. Que chegue o dia em que ninguém precise esconder a própria verdade para viver em paz. Porque quando uma pessoa conquista o direito de ser quem ela é, a liberdade cresce para todos. E a democracia só está completa quando ninguém precisa pedir licença para existir. 🏳️‍🌈🏳️‍⚧️❤️ #Pride #DireitosHumanos #Liberdade

DIVA! Ana Paula faz vídeo em homenagem ao Dia do Orgulho LGBTQIAPN+: “Nenhum direito deveria depender de quem você ama, de como você se identifica ou de quem você é. Porque toda vez que alguém sente medo de existir por liberdade, todos nós perdemos um pouco nossa humanidade”. https://t.co/MkjxnrNpxx #Pride #LGBTQIA #DireitosHumanos

Luca Parmitano, o astronauta italiano designado como piloto da missão Artemis III, reflete sobre suas experiências passadas no espaço e a importância desta missão da NASA, que levará a humanidade de volta à Lua, enfatizando a magnitude e os desafios da exploração lunar. #ArtemisIII #exploraçãoespacial #LucaParmitano

Astronauta Luca Parmitano: "Sinto que já estou na Lua"

🚨Anunciada adaptação para anime de FOOL NIGHT! Estúdios: SHAFT e SUNRISE. Estreia em 2026 na Netflix. Obra de Kasumi Yasuda. A Terra de um futuro distante está coberta por nuvens densas, e o sol já não brilha. As plantas definham, e o oxigênio é escasso. Para combater a extinção, a humanidade desenvolveu uma tecnologia que transforma pessoas em plantas, gerando uma pequena quantidade de oxigênio. Será esse processo sustentável? Será ético? Toshiro Kamiya precisa ponderar essas questões ao se deparar com uma escolha difícil: salvar sua família ou salvar a si mesmo. Kamiya está no limite de suas forças. Sua mãe está doente, e o salário que ele recebe mal cobre os medicamentos dela, que dirá a alimentação. Com poucas opções restantes, ele cogita passar pelo processo de floromorfose, algo que mudará sua vida para sempre. Disposto a entregar o próprio corpo em troca de pagamento, Kamiya está prestes a explorar os limites da humanidade em declínio daquela sociedade. #Anime #FoolNight #Netflix

binicin 4w

admita: esse foi o melhor programa futebolístico da história da humanidade👇👇 https://t.co/xrcUrFQET3 #futebol #programa #história

Margaret Atwood, al recibir el título de doctora 'honoris causa' por la Universidad de Granada, alertó sobre el aumento de la censura y la prohibición de libros en Estados Unidos, criticando la hipocresía de los partidos políticos que abogan por la libertad de expresión desde la oposición, pero imponen restricciones al alcanzar el poder, además de enfatizar la importancia de las humanidades en la formación del pensamiento crítico en una sociedad en crisis. #LibertadDeExpresión #Censura #MargaretAtwood

Margaret Atwood advierte de que nunca en la era moderna se han prohibido tantos libros como ahora en EEUU

Hay mas de mil inscritos con E3 y en el consulado se inscribieron menos de 80 Esa es la metodología para aumentar el censo electoral, así se repite en Chile, Ecuador, Estados Unidos México. Las fechas claves son del 9 de enero al 31 de marzo Aquí estamos los ciudadanos, que vamos a hacer valer nuestros derechos fundamentales y constitucionales Quedarán probadas todas las fallas del software electoral y las trampas cometidas que son delitos contra el voto.El trabajo de 70.000 testigos digitales así ya lo demuestra. La mesa de garantias debe mostrar la evidencia y volverla parte de un acuerdo nacional para la paz de Colombia. Se vulneró el censo electoral al menos en las elecciones en el exterior y se modificaron lao E14 después de puesto gracias a la decisión del registrador de quitara estampilla delmtiempo y el candado Hash en la metadata del formulario E14. Hay muchos formularios sin firmar por los jurados que no son válidos y además hubo compra de votos y constreñimiento al elector que no se muestra en el E14, Pero si en la historia y el proceso que deben seguir los jueces. Aparte queda la responsabilidad del presidente Donald Trump por haber apoyado un candidato y no la libertad del pueblo colombiano. Ahora Ale toca a los abogados coger más berraquera, no están actuando solo para voltear un resultado sino para escribir la historia que sigue. Cada voto uense recupere nos acerca a la paz. Eso es fundamental Que nos vayamos del gobierno un tiempo no es lo fundamental, mejor diría yo porque no somos adictos al poder y el poder para si mismo corrompe, el único poder verdadero es el poder del pueblo. Así abogados de escrutinios delen.mas poder al pueblo y saldremos victoriosos en la historia que se escribe. Elmpresidnyw Donald Trump adquiere una nueva responsabilidad en su participación..Cepeda en realidad ganó en el territorio colombiano con avance indudable de la.seeecha ayudada por elmpresidente Donald Trump y el genocida Netanyahu. Pero la idea de arrasar el progresismo latinoamericano ha fracasado y Perú y Colombia lo demuestran, hemos crecido como nunca y somos poder ciudadano. La.hora del mundo y los acontecimientos de airán demuestran que hay que hacer un cambio de estrategia en el gobierno de los EEUU o el mismo pueblo de lao EEUU como ha sido Enel tiempo que tenemos de ser repúblicas soberanas, hará los cambios que la humanidad reclama. Ya no combaten contra el Che y sus guerrillas románticas y heroicas, ahora tendrían que combatir con millones de jaguares que se han levantado en toda América Latina, les tocaría combatir con pueblo enteros del sur. QuiAs gane Abelardo con los voto de colombianos en EEUU que creen que así seguirán viviendo allá por la indulgencia deos gobiernos de los EEUU. En Peru y en Colombia ganó ala derecha por casi nada solo por el.miedo de nuestros conciudadanos en los EEUU. Es lo que se llama una victoria y hay que cambiar de estrategia Yo y elmprogresismo no llamamos a la violencia sino al acuerdo nacional por la Vida. Los violentos son otros. Queremos que se respeten las reformas sociales logradas y tengamos derecho a la vida todo y a las garantías de una democracia de verdad Ve sean nuevas victorias en el futuro y y la conseguimos en el presente creciendo sanamente como nunca. No es la hora es la soberbia ni en Colombia, ni en EEUU ni en el corazón del lideraGo progresista. Es la hora entre iguales como se discutió en el congreso afictionico y como fue la idea de Bolívar y hasta de Washington que puso en su bandera el respeto a la diversidad de los pueblos y así lo reconoció Bolívar. Por eso llevaba siempre el mechón de pelo que le regaló Washington y murió con él en el pecho Dos libertadores en medio de sus contradicciones. Es hora de acuerdos y de hablar como humanidades entre iguales y no de rodillas. América Latina dato democrático de la democracia y la libertad está escribiendo páginas de la historia mundial y debe ser respetada Que sea lámpara de Colombia #Democracia #Pueblo #DerechosHumanos

Na madrugada deste sábado, o sistema oficial Defesa Civil Alerta foi invadido e utilizado para disparar um Alerta Extremo para diversas regiões do país. Segundo o próprio Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, o comando foi executado remotamente por alguém de fora do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. A mensagem continha a palavra “misantropia” - termo que significa ódio à humanidade. Diante da invasão, o governo foi obrigado a retirar toda a plataforma do ar às 1h30 da manhã e acionou a Polícia Federal para investigar o caso. Agora imagine a gravidade - o sistema criado para enviar alertas de enchentes, desastres naturais e situações de emergência para milhões de brasileiros simplesmente foi comprometido por terceiros. Após o governo Lula defender as urnas eletrônicas e dizer que quer regular a internet para “combater a desinformação”, descobre-se que hackers conseguiram invadir justamente o sistema oficial de alertas da Defesa Civil. O Estado quer decidir o que você pode ler, mas não consegue proteger nem o próprio botão de emergência. Se invadiram o sistema que dispara alertas extremos para milhões de brasileiros, quem garante que o próximo aviso será verdadeiro? Ou, como diriam alguns: o problema nunca foi a falta de controle - foi a falta de competência. #SegurançaDigital #DefesaCivil #Cibersegurança