Analistas em Moçambique defendem a legalização de associações LGBT, como a Lambda, que enfrenta atrasos burocráticos, enquanto o país é criticado internacionalmente por órgãos de direitos humanos devido à falta de reconhecimento das minorias sexuais e à persistência de preconceitos na sociedade. #Moçambique #LGBTQ #DireitosHumanos
Mais um pastor preso. Márcio Poncio, aquele da família inteira transformada em celebridade: a filha é deputada, o filho é cantor e a vida de luxo sempre foi exposta nas redes, com mansão, helicóptero, marcas caríssimas e todo tipo de ostentação. Tudo isso embalado no nome de Deus. Agora ele foi preso pela Polícia Federal na quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga lavagem de dinheiro e possíveis ramificações do jogo do bicho dentro dos poderes do Rio de Janeiro. A PF ainda não divulgou qual seria exatamente a participação atribuída a ele no esquema. E eu fico impressionada porque ele não é o único. A gente tem Edir Macedo, Valdemiro Santiago, Silas Malafaia, os Valadão e tantos outros líderes religiosos cercados de dinheiro, influência política, empresas, aviões, mansões e poder. E ainda tem gente que olha para essa ostentação toda e chama de bênção divina. Continua entregando dízimo, confiança, voto e a própria consciência para essa gente. Não estou falando da fé do povo, nem de quem procura uma igreja porque precisa de acolhimento, esperança ou força para continuar vivendo. Estou falando de quem sequestra essa fé, transforma igreja em negócio, fiel em curral eleitoral e religião em instrumento de medo, ódio e controle. De quem ensina as pessoas a não questionarem nada enquanto enriquece, faz política e posa como dono da verdade. A gente vive em um país tomado por escândalos com dinheiro público, dinheiro de aposentado, corrupção e crime organizado, enquanto grandes lideranças religiosas continuam dando sustentação política à extrema direita e ao bolsonarismo. E ainda aparecem nos púlpitos dizendo quem presta, quem não presta, quem vai para o céu e quem vai para o inferno, como se Deus tivesse passado uma procuração para eles. A família Bolsonaro fez exatamente isso. Usou Deus e a religião para atacar os outros, perseguir minorias e se apresentar como moralmente superior. Michelle Bolsonaro se comporta como a imperatriz da teocracia que essa gente sonha impor ao Brasil. Flávio Bolsonaro vive enfiado dentro de igreja atrás de voto. Jair Bolsonaro explorou até o próprio nome, “Messias”, para alimentar um culto político em torno de um homem podre, cruel e responsável por tanta destruição no nosso país. Não é possível que as pessoas continuem sem perceber o que está acontecendo. Não é possível continuar confundindo riqueza de pastor com bênção, fanatismo com fé e projeto de poder com vontade de Deus. Essa gente está enriquecendo, ocupando a política, destruindo a cabeça das pessoas e convencendo milhões de brasileiros de que obedecer a eles é obedecer a Deus. Eu amanheço muito puta da vida com isso. Porque a gente mostra, denuncia, explica, desenha, e ainda tem gente defendendo, entregando dinheiro, entregando voto e deixando a própria vida ser comandada por esses falsos donos da moral. É um absurdo assistir a tudo isso e ainda ter que fingir respeito por quem usa o nome de Deus para ganhar dinheiro, conquistar poder e destruir os outros. #Religião #Corrupção #Ostentação
Elon Musk, tras la exitosa salida a bolsa de SpaceX, ha sido criticado por amplificar mensajes racistas de la ultraderecha en su red social X, lo que coincide con un aumento de la violencia contra minorías en Belfast, generando preocupación sobre su influencia en la exacerbación del racismo y la violencia en Europa. #ElonMusk #Belfast #Racismo

O artigo discute a possibilidade de resolver o problema dos salários em Portugal, abordando a relação entre o salário mínimo e o salário mediano, o veto do Presidente da República a decretos sobre bandeiras ideológicas e a representação das minorias na política. #Salários #PolíticaEconômica #Portugal

Elon Musk ha utilizado su red social X para incitar a la violencia en el Reino Unido, contribuyendo a disturbios en Belfast tras un apuñalamiento por parte de un refugiado sudanés, lo que desató protestas violentas y ataques contra minorías, a pesar de que el impacto de tales llamamientos a menudo es limitado. #ElonMusk #Violencia #Belfast

Más contenido al que el actor Simu Liu está dando visibilidad y apoyo, sobre los usuarios que hablan de la campaña de racismo orquestada en contra de Hudson Williams por no encajar en expectativas alineadas con la supremacía blanca. "Mientras estamos en el tema de las minorías modelo y el mito de la minoría modelo, el acoso que está recibiendo Hudson Williams es un microcosmos/un caso de estudio de lo que ocurre cuando una persona asiática no se ajusta a las expectativas de comportamiento asociadas con ese estereotipo. Ni siquiera se trata de “ser woke” o particularmente radical. Literalmente basta con “no ser el estereotipo ideal”. Hay una razón por la que tantos asiáticos adoptan políticas de respetabilidad y no confrontaciones alineadas con la supremacía blanca. Porque el resentimiento y las represalias contra los “asiáticos malos” llegan rápido. #Racismo #Minorías #SupremacíaBlanca
Na Irlanda do Norte, após um ataque de um homem sudanês que tentou decapitar outra pessoa, centenas de manifestantes em Belfast desencadearam episódios de violência, incendiando carros e residências, e atacando negócios de minorias, enquanto as autoridades pediam calma e protestos pacíficos. #IrlandaDoNorte #Protestos #Violência
O jornalista Fábio Turci sempre participa da Parada LGBT+. Quando saiu da Globo fez o podcast "Existo" que tinha como finalidade dar voz a pessoas invisibilizadas da comunidade e tbm de outras minorias. É um profissional que vale muito a pena acompanhar! ❤️ https://t.co/IXcfdfjCtM #LGBTQ+ #Inclusão #Diversidade
✯🌈☭🚩 50 mil a desfilar pelo direito a levar no pacote. Isto é muito mais gente do que aquela que se juntou na passada quarta dia 3 para se manifestar contra o pacote. Os de quarta, esta nova minoria oprimida que são os sindicalistas, diziam que o governo lhes queria ir ao pacote, e a ideia não lhes agradava assim tanto. Já os de ontem, os LGBTetc+, é precisamente o contrário. Não era de juntar tudo?🥸 Sim, tudo. Gays, lésbicas, trans, queer, não-binários, binários arrependidos, sindicalistas, reformados do plenário, funcionários públicos em alerta vermelho, professores indignados com a reposição dos anos de carreira pelo governo AD mas sem majoração ou juros de mora, e também aquela subespécie muito portuguesa que vive há 40 anos em permanente estado de direitos ameaçados Chamavamos-lhe a grande marcha nacional do pacote. Uns pelo direito a levar no pacote; outros pelo direito a não levar no pacote; todos, no fundo, unidos pela mesma paixão portuguesa de explicar ao país que pertencem a uma minoria oprimida enquanto atravessam Lisboa com megafone, apoio institucional, financiamento e cobertura mediática, além de um estatudo moral superior aos restantes de nós, reduzidos a labregos, confinados à insignificância da banalidade. Mas servimos ainda assim para pagar a fatura. Bom, adiante! Os sindicalistas também são uma minoria. Uma minoria conservadora, claro, mas minoria. Conservadora no sentido mais puro da palavra, de conservar tudo, até o pó. Não querem revolução nenhuma; querem é que nada se mexa, que nada respire, que nada se adapte, que o código do trabalho continue com aquele cheiro a gaveta fechada e conquistas guardadas em naftalina. São, por assim dizer, os últimos tradicionalistas do pacote. Os outros celebram a diversidade; eles celebram a imobilidade. Uns querem inclusão; eles querem manutenção. Uns pedem reconhecimento; eles pedem reposição. ➡️➡️Ora se a sigla LGBTetc+ já é hoje um saco de gatos onde cabe quase tudo, por que carga de água não hão de caber também os sindicalistas? Falta ali uma letra. O S. De Sindicalista.. A partir daí ficávamos todos mais honestos. LGBTetc+S. Parece complicado, mas não é, e assim, já parecem todos mais! O problema? Direitos para isto, direitos para aquilo, direitos para o lado, direitos para dentro, direitos com comissão, direitos com observatório, direitos com marcha, direitos com manifesto e, já agora, direitos com uma senhora séria a dizer na televisão que estamos perante um retrocesso civilizacional. Há sempre um retrocesso civilizacional em Portugal. Nunca é uma alteração legislativa, nunca é uma discussão técnica, nunca é uma nuance. É sempre o colapso da democracia e o fim da República. Sempre. Depois, para dar volume à coisa, arrastam as mulheres para todas as procissões. As mulheres, coitadas, que são a maioria da população, passam a vida a ser chamadas para engrossar o capítulo das minorias, como se fossem uma nota de rodapé, mas com útero. Não são minoria nenhuma; são maioria. Maioria estatística, social, eleitoral, familiar, cultural, sentimental e, em muitos casos, a única razão pela qual metade dos homens ainda aparece vestido em público sem parecer ter saído de uma garagem qualquer. Mas dá jeito. Fica bem. "Mulheres e minorias" tem peso, tem som, tem aquele suporte de causa inatacável. No fundo camaradas, a esquerda descobriu uma cena genial, quando não tens povo suficiente, constróis comunidades. Quando a classe trabalhadora deixa de atender o telefone, inventas uma coligação de sensibilidades. Quando a greve já não enche a avenida, vais buscar a marcha, colas-lhe direitos, juntas mulheres, minorias, precarizados, ansiosos, ofendidos, sindicalistas e maia dúzia doutorados em estudos de opressão performativa. Sai tudo no mesmo molho. É no fundo o grande cozido à portuguesa do queixume organizado.🥸 Talvez fosse mais útil falar de respeito. De ética. De responsabilidade. De deveres, essa palavra obscena que em Portugal só se usa quando é para mandar os outros pagar impostos. Mas não. O negócio está montado na divisão. Cada grupo na sua trincheira, cada trincheira com o seu cartaz, cada cartaz com os seus direitos gravados em pedra. ⚠️Respeito? Só para alguns. Ética? Depende da causa. O resto da sociedade, nós, os labregos sem bandeira, sem sigla, é levar no pacote e aguentar, quer gostemos, quer não. Ah, sim, e bater palminhas enquanto baixamos a cabeça e sentimos culpa, muita culpa. Bom domingo a todes. o dono da cooperativa #DireitosHumanos #Diversidade #Solidariedade
Na era do pró-russo Viktor Orbán, a Hungria era o maior obstáculo à entrada da Ucrânia na União Europeia. Mesmo com Kyiv sinalizando interesse em resolver as pendências em torno da questão das minorias húngaras na Ucrânia, Orbán insistia em criar obstáculos, mas agora, com Peter Magyar à frente da Hungria, essa questão foi resolvida com um amplo acordo, com Magyar declarando ontem que a Hungria não bloqueará mais o processo de entrada da Ucrânia na UE. Para a Ucrânia, a entrada na UE é de grande importância, não apenas na questão diplomática, mas também, e principalmente, na questão econômica e militar. O processo ainda está dando os primeiros passos e estima-se que levará anos, mas o fim da barreira húngara é um alívio e um sinal de que o processo finalmente avançará. #Ucrânia #UniãoEuropeia #RelaçõesInternacionais
La muerte de Henry Nowak, apuñalado por un sij tras ser acusado de racismo, ha desatado una polémica en el Reino Unido sobre las políticas policiales para tratar a las minorías étnicas, generando protestas y una crítica al documento del Consejo Nacional de Jefes de Policía que propone un enfoque desigual en la actuación policial según la raza y la religión. #Racismo #Policía #Justicia

Um assédio gravado e viralizado nas redes contra a @DudaCampopiano foi simplesmente ignorado pelas feministas de plantão. Por que? Porque o assédio veio de uma feminista! Bem-vindos à ditadura das minorias e parabéns à Campopiano por não admitir isso! https://t.co/hIcopaSklm #Assédio #Feminismo #LiberdadeDeExpressão
El artículo analiza la creciente controversia en Estados Unidos sobre la necesidad de mostrar un documento de identidad para votar, un tema que ha cobrado relevancia política en un contexto de elecciones clave, donde las nuevas propuestas legislativas impulsadas por la administración Trump podrían restringir el acceso al voto de millones de ciudadanos, especialmente de minorías, al exigir pruebas de ciudadanía y documentos que muchos no poseen. #VotingRights #ElectionIntegrity #CivilRights
