Alla luce del Mondiale modesto di Lamine Yamal (palesemente frenato dai problemi fisici), questo sarebbe il Pallone d’Oro 2026 se ci fosse meritocrazia https://t.co/Pqdhi3di5G #PalloneDoro #Mondiale2026 #Calcio
PLANTEL MODESTO. Hoy regresa el Atlante a la Liga Mx y lo hace con un plantel modesto donde muchos elementos no han debutado en 1era y otros que no de han podido consolidar. https://t.co/HICShN9I34 #LigaMX #FútbolMexicano #Atlante
🚨🔚Juventus comunica di aver raggiunto un accordo consensuale con François Modesto per la risoluzione del proprio incarico di Direttore Tecnico, con efficacia a partire da oggi. @junews24com #Juventus #Calcio #Calciomercato
A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt
Immagino che qualcuno ci avrà pensato prima di me, ma ieri ho inviato un esposto alle procure di Bologna, Torino e Roma sulle vicende legate al festival RT e agli “opinionisti” che fanno i pendolari con Mosca. Alla Procura di Bologna ho fatto presente che il festival clandestino svoltosi ad aprile ha richiesto una logistica (sala, attrezzature ed altro) che non potevano essere forniti a un ente sanzionato né a pagamento né gratuitamente in base ad un nuovo articolo del codice penale introdotto lo scorso anno (275 bis), che sanziona la violazione delle misure restrittive dell’Unione Europea. E questo vale anche qualora il tutto fosse avvenuto indirettamente, cioè grazie alla schermatura di altre associazioni. Peraltro all’evento c’erano diversi volti noti, alcuni dei quali si sono premurati anche di diffondere video (con pernacchia) indirizzato a @pinapic, e ai quali, per ottemperare alla legge, sono certo che non sia stato offerto neanche un rimborso spese. Alle altre due Procure ho segnalato la necessità- a mio modesto avviso - di approfondire i casi di due personaggi in particolare. Uno di questi è frequentatore di eventi RT anche in Russia e Bielorussia, specificando talvolta di essere stato “invitato”. Qualora questo invito si fosse tradotto in un rimborso anche solo parziale da parte di RT o di altro ente statale o parastatale sanzionato, ciò potrebbe configurarsi come una violazione di legge. Analoga richiesta per l’altro personaggio, la cui recente trasferta a Mosca di ben 10 giorni ha comportato certamente costi molto elevati che confido abbia sostenuto personalmente. Se ci saranno sviluppi, ne darò conto. #Giustizia #Diritto #Politica
Há Coisas do Diabo Em que dormi no 18.º lugar da Europa e acordei no 22.º, sem ter mudado de cama Há coisas do Diabo. Mal acordo, vejo esta notícia: afinal somos mais pobres do que supúnhamos. Não pela noite, nem pelo Carnaval, nem por nenhum vício recente — mas por decreto estatístico. O Instituto Nacional de Estatística, essa entidade que nos mede como se fôssemos gado em feira, decidiu que somos mais. Muito mais. De 10,7 milhões passámos, da noite para o dia, para 11,4 milhões de almas. E, como a aritmética não perdoa nem aos optimistas, o bolo actual é o mesmo de sempre, mas agora há mais bocas à mesa. O resultado: cada fatia ficou mais fina. Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão, eram 81%. Deitei-me no 18.º lugar do pódio europeu e acordei no 22.º, ultrapassado pela Polónia, pela Estónia, pela Croácia e pela Roménia — países que, há uma geração, olhavam para Portugal como quem olha para um primo rico que foi à praia descobrir o mundo. Confesso que fiquei preocupado. Corri a ver o saldo bancário. Estava igual. Contei os problemas: os mesmos de sempre, nem um a mais, nem um a menos. As contas continuam com o valor de ontem. E pensei: que raio de estatística é esta, que me empobrece sem me tirar um tostão do bolso? A resposta, como quase tudo nesta vida, está na diferença entre o que parece e o que é — distinção que já preocupava os gregos e que continua a confundir ministros das Finanças. O PIB per capita não mede riqueza pessoal; mede a riqueza do país a dividir pelo número de portugueses, reais ou apenas agora descobertos. E descobriram-se quase setecentos mil, a maior parte deles chegados pela porta da imigração, não pela cegonha. A economia cresceu, sim — mas cresceu a reboque de mais gente a trabalhar, não de mais produtividade por cabeça. É a diferença entre um restaurante que factura mais porque pôs mais mesas na rua e um restaurante que factura mais porque o cozinheiro encontrou finalmente a receita óptima para o arroz de tamboril. Convém recordar que esta confusão entre crescer e enriquecer não é propriamente nova por aqui. Já D. Sebastião confundia grandeza com extensão, e tinha por objectivo um império que a demografia não sustentava, rumo a Alcácer Quibir. Nós, mais modestos, confundimos crescimento do PIB com prosperidade, e fomos a Bruxelas exibir números que agora se revelam inflacionados por um erro de contagem. Benjamin Disraeli — ou foi Mark Twain a citá-lo, a história nunca se entende bem nestas coisas, como os nossos próprios censos — dizia haver três tipos de mentira: as mentiras, as mentiras descaradas e as estatísticas. Esta semana, Portugal aprendeu-o na pele. O mais inquietante não é a posição no ranking — lugares europeus sobem e descem como o Benfica na fase de grupos —, mas o facto de termos governado o país, durante anos, com um mapa errado. Decidimos a direcção dos recursos, calculámos produtividade, pressão sobre hospitais e escolas, tudo isso com base numa régua mal calibrada, medindo uma população que não existia. E o que é mais português do que isso: descobrir, com um atraso considerável e um certo embaraço, que a bússola estava furada desde o início? Há, no entanto, um consolo modesto nesta história, e é esse o ponto a que quero chegar. A sua vida, leitor, não mudou esta noite. O seu salário é o mesmo. As suas contas, as mesmas. O seu lugar na fila do centro de saúde, infelizmente, também é o mesmo. O que mudou foi um número que vive em Bruxelas e em Lisboa, dentro de um quadro Excel, alheio ao seu quotidiano. E talvez seja boa altura para perguntarmos, com a frieza de quem já viu estatísticas nascerem e morrerem: quanto da nossa ansiedade colectiva depende de números que não tocamos, não comemos e não levamos para casa? Porque se há lição nesta crónica do INE, é esta: continuamos a medir a nossa dignidade pela posição numa tabela, quando deveríamos medi-la pelo que conseguimos fazer com o que realmente temos. E isso, ao contrário do PIB per capita, ninguém revê a meio da noite.
🆙🇫🇷 Si valuta la situazione di #Modesto tra la #Juventus e la linea di #Carnevali. #Spalletti rifiuta figure che facciano da filtro: vuole un confronto diretto con professionisti coinvolti nella costruzione della rosa e nella gestione quotidiana. 📲 @romeoagresti - YouTube #Calcio #Juventus #Calciomercato
🍲 Menù interessante quello che si prospetta oggi alla Continassa - CdA straordinario con dimissioni #Comolli (atteso anche l'addio di #Modesto) - Possibile annuncio ufficiale di Giovanni #Carnevali come nuovo AD. #Calcio #Continassa #Dirigenza
⚪️⚫️🔚 Oltre Comolli, dovrebbero saltare anche Modesto e Ottolini! Manca solo l’ufficialità! TMW #Calcio #Calciomercato #Sport
https://t.co/l0stsaq7Pc Fui surpreendido, confesso, pela indicação ao prêmio iBest de Influenciador de Política. Encontro-me, neste instante, em décimo quarto lugar: posição que me parece quase obscena de tão improvável. Pergunto-me, com genuína perplexidade: como pode um sujeito nascido numa cidadezinha esquecida do interior do Paraná, sem padrinho ilustre, sem parentes importantes, sem sequer o verniz obrigatório das boas famílias, ser alçado à condição de “influenciador” em escala nacional? Como pode alguém situado fora dos eixos sagrados de Rio-São Paulo, ou o mais moderno, Miami-Washington, possuir alcance superior ao de um torneio de cuspe à distância? São indagações que só o milagre das redes sociais consegue responder. Elas, e somente elas, romperam o monopólio que as grandes redes midiáticas exerciam outrora sobre o imaginário coletivo. Um milagre, sem dúvida. Um milagre que explica, por exemplo, a liderança de uma dona de casa como Bárbara sobre os figurões encanecidos da velha televisão, aqueles que ainda julgam reinar por direito divino de antena. Contudo, todo milagre carrega em si a semente da própria finitude. Não é difícil imaginar o desassossego que toma conta das grandes corporações. Basta olhar os prêmios iBest para constatar que perderam o protagonismo; o centro do palco já não lhes pertence. E não é preciso ser gênio, nem mesmo analista de terceira categoria, para perceber a inquietação que assola os grandes magistrados diante da “liberdade nas redes”. Dia sim, dia não, entoam o mantra da “regulação”, como se a palavra fosse neutra e desinteressada. A censura, aliás, já se exerce com desenvoltura acaciana no YouTube: invocam, com solenidade professoral, os algoritmos, as diretrizes comunitárias, o bem comum digital. Todo mundo sabe, no entanto, do que se trata: canais que ousam dizer a verdade são discretamente enviados para a geladeira, como o meu, por exemplo. Simples assim. Seja como for, o fato bruto permanece: ainda estamos vivos. Ainda estamos aqui, para usar a fórmula que a esquerda tanto aprecia. Muitos repetem que o essencial, agora, é sobreviver a 2026. Se chegarmos inteiros a janeiro de 2027, poderemos nos declarar ressuscitados. Antes de tudo, trata-se de uma questão de fé. E o iBest aí está, modesto e obstinado, para provar que milagres, ainda que provisórios, continuam a acontecer. Dito isso, Flávio 22. #Influenciador #RedesSociais #PrêmioiBest
L'Università di Cambridge ha avviato il primo test umano di un vaccino progettato interamente dall'intelligenza artificiale, mirato a offrire protezione contro tutti i coronavirus e a prevenire future pandemie, con risultati iniziali che mostrano un effetto modesto sul sistema immunitario. #Vaccini #IntelligenzaArtificiale #Pandemie

Nella vita di Jannik Sinner contano tantissimo i modi. In poche ore l'uno dall'altro, Ferrero e Agassi hanno, per motivi diversi, dimostrato di non meritarselo (come allenatori). JCF ha parlato di superiorità di Alcaraz (55-45%): dev'essersi perso gli ultimi due anni e mezzo di tennis. Agassi è invece entrato a gamba tesissima sul numero 1 del mondo accusando, indirettamente ma non troppo, di incompetenza il suo staff. L'obiettivo dichiarato di Sinner era il Roland Garros: è stato fallito. E visto com'era andato il primo slam dell'anno, il fallimento è doppio. E questi sono i fatti, visto che nel tennis contano gli slam. Poi però va aggiunto il contesto. La sconfitta con Djokovic in AO arriva sappiamo come. Quella con Cerundolino al RG arriva dopo 5 master 1000 vinti. È probabile che lui e il suo staff abbiano cambiato in corso le priorità, altrimenti qualcosina l'avrebbero saltata, compresa Roma. Ma non mi parlate di preparazione atletica, perché questo filotto di vittorie ci riconsegna un mostro in termini di condizione fisica e mentale. È semplicemente scoppiato di botto, dopo appena due partite di modesto impegno e durata, per una concausa di fattori, alcuni dei quali sconosciuti e oggetto di indagine al j medical di Torino. Jannik Sinner non programmerà più di giocare 5 mille di fila prima di uno slam. Perché se è vero che il malanno può capitare, saperne uscire dipende anche e molto da come ci si arriva. E Jannik ci è arrivato malissimo, per sua scelta. L'unica cosa certa è che dall'anno prossimo arriverà a Parigi fresco come una rosa. Abbiate fede. #Tennis #JannikSinner #RolandGarros
Este es EL MOMENTO DEFINITIVO en los festejos del Crystal Palace tras ganar la Conference League. Los jugadores de Las Águilas le hicieron un pasillo a Oliver Glasner, y el entrenador lo aprovechó para tirarse al césped. ¿Para qué pasar caminando si puedes lanzarte y seguir con el festejo? Su sonrisa lo dice absolutamente todo. Lo hacía con el Eintracht Frankfurt y, ahora, lo repitió con el Crystal Palace. El hombre detrás de la ÉPOCA DORADA del modesto club inglés. Se marchó por la puerta grande. Se despidió dejando los ¡¡3 PRIMEROS TÍTULOS!! en toda la historia del Crystal Palace. Simplemente LEGENDARIO. #CrystalPalace #ConferenceLeague #Fútbol
Me inquieta que los países miembros estén haciendo unos esfuerzos modesto para reducir sus números rojos.
España ha visto un incremento notable en su deuda pública desde la crisis financiera de 2007, alcanzando el 109% del PIB para 2024, lo que la posiciona como la economía desarrollada con el mayor aumento en este indicador, según un informe de la OCDE que también expresa preocupación por los modestos esfuerzos de los países miembros para reducir sus déficits mientras aumentan las presiones fiscales. #DeudaPública #EconomíaEspañola #OCDE

Comunicado del Consejo de redacción de Canal Red sobre las acusaciones vertidas por Sergio Gregori y su entorno Frente a las acusaciones vertidas por Sergio Gregori y su entorno contra Canal Red, queremos manifestar lo siguiente: En julio de 2024, Sergio Gregori demandó ante los tribunales a Canal Red y a uno de sus trabajadores, alegando una supuesta vulneración de sus derechos fundamentales, menoscabo de su dignidad y acoso moral. Ningún otro trabajador o extrabajador de este medio ha interpuesto jamás una demanda judicial contra la empresa. Para sostener su acusación, Gregori aportó correos electrónicos, mensajes de chat y numerosas grabaciones de audio que él mismo había realizado a sus compañeros y responsables de forma subrepticia, sin el conocimiento ni el consentimiento de estos. En la sentencia dictada el 31 de octubre del mismo año, la magistrada del Juzgado de lo Social número 15 de Madrid desestimó la totalidad de la demanda. El fallo judicial determinó que, pese a la ingente cantidad de grabaciones, audios y documentos aportados por el demandante, no se acreditaba ninguna vulneración de los derechos fundamentales de Sergio Gregori. La sentencia concluía además que no existía relación alguna entre sus problemas de salud mental y el trato recibido en la empresa. La sentencia señaló explícitamente, como hechos probados, que Sergio Gregori recibió en todo momento un trato "correcto y amable" por parte de la empresa. Asimismo, el texto judicial constató en sus hechos probados que el demandante grabó a sus compañeros y jefes sin consentimiento —comenzando dichas grabaciones incluso antes de empezar la relación laboral, durante las reuniones previas a su contratación— y que llegó a manifestar a una compañera de trabajo su intención de forzar su propio despido. Aunque Gregori presentó un recurso ante el Tribunal Superior de Justicia de Madrid, el tribunal ratificó íntegramente la sentencia original. Finalmente, suponemos que persuadido por sus abogados, Sergio Gregori desistió de continuar pleiteando en los tribunales. Tras finalizar una baja médica de más de un año, Gregori se reincorporó a Canal Red durante apenas unos días. Su salida definitiva se produjo tras acogerse a la cláusula de conciencia respecto a la línea editorial del canal —una prerrogativa a la que siempre se habría podido acoger—, y llegó a un acuerdo con Canal Red para la extinción de la relación laboral. Canal Red evaluará con su equipo legal las declaraciones de Sergio Gregori o de su entorno que puedan resultar calumniosas, atenten contra el honor de cualquiera de nuestros compañeros o supongan una acusación falsa de delito contra los derechos de los trabajadores y llevará a cabo las correspondientes acciones legales. Canal Red es un proyecto que se sostiene gracias al esfuerzo y la confianza de millares de socios que respaldan nuestra forma de hacer periodismo, y gracias también al compromiso de un equipo de profesionales que se identifican con las ideas y la forma de trabajar de Canal Red. Somos un medio modesto pero somos conscientes de que nuestro crecimiento y nuestra línea editorial nos sitúan bajo una lupa constante. Lo asumimos sin complejos, con absoluta transparencia y con orgullo. Seguimos. Consejo de redacción de Canal Red https://t.co/19TAv6RSFP #CanalRed #DerechosLaborales #Periodismo