The National Monitoring Mechanism for the Rights of People with Disabilities warns that, despite legislative advances in Portugal, the unequal application of laws continues to harm the rights of people with disabilities in areas such as education, employment, and accessibility. (translated)
The interest rates of the Portuguese debt have reached maximum levels in almost a decade, leading the CEO of Optimize to highlight the need for monitoring, although without immediate alarm, due to concerns about rising inflation and the increasing issuance of debt by governments and companies. (translated)

The new urgency model of the Local Health Unit of Leiria reduces the length of stay for patients while ensuring their safety, through more effective triage and electronic monitoring, which allows for the rapid identification of critical cases and prioritization of care. (translated)
A new international study has developed a non-invasive method for monitoring the health of dolphins through the analysis of the microbiome contained in their breath, which paves the way for earlier detection of diseases in these marine mammals. (translated)
The Brazilian government announced a plan of 229 million euros to mitigate the climatic impacts of El Niño, which includes actions for food security, hydrological monitoring, and firefighting, in response to the increased likelihood of drought and heavy rains in the country. (translated)

A previsão meteorológica para as próximas 24 a 48 horas continua desfavorável e a operação continuará com extrema cautela e monitorização constante. A minha prioridade neste momento é determinar quantas casas e propriedades foram afetadas. Denuncio o desleixo para com as zonas rurais em Espanha e exijo que estas ocupem um lugar prioritário na agenda pública, em vez de se concentrarem apenas no lucro.
Um estudo inovador conduzido por investigadores do Porto e de Coimbra revela que a auscultação pulmonar através de smartphones, aliada à inteligência artificial, pode ser uma alternativa eficaz e não invasiva para a monitorização de doenças respiratórias em crianças, apresentando uma precisão de 87% na deteção de ruídos respiratórios. #InteligênciaArtificial #SaúdePediátrica #AuscultaçãoPulmonar
A Comissão Europeia reconhece as críticas aos novos estatutos da agência Lusa, apontando que podem ameaçar sua autonomia editorial e destacando a necessidade de monitorização do seu modelo de governação, especialmente em face das preocupações expressas por sindicatos e trabalhadores sobre a influência do Estado na gestão da agência. #ComissãoEuropeia #LiberdadeDeImprensa #Lusa

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta
A Direção-Geral da Saúde (DGS) ativou o alerta Laranja em todo o território continental devido às altas temperaturas, que representam um risco elevado para a saúde pública, levando ao reforço da monitorização e capacidade de resposta dos serviços de saúde. #Meteorologia #Saúde #Calor

A União Europeia e a China estabeleceram um mecanismo de monitorização das trocas comerciais durante uma reunião em Bruxelas, com o objetivo de abordar desafios na relação comercial e promover maior transparência e confiança mútua, enquanto se planeja uma avaliação de progresso em áreas-chave na visita do comissário europeu a Pequim em outubro. #Comércio #UEeChina #Monitorização

Ricardo Carvalho, deputado do PSD, foi nomeado relator para a Ucrânia pela Comissão de Monitorização do Conselho da Europa, onde irá avaliar os compromissos de Kiev e acompanhar as reformas democráticas em meio à atual crise gerada pela agressão russa. #GuerraNaUcrânia #Ucrânia #ConselhoDaEuropa

O diagnóstico sobre a monitorização do VIH em Portugal revela falhas na articulação e na integração de dados, dificultando o acompanhamento eficaz da resposta ao VIH, e propõe seis medidas para melhorar a situação, incluindo a valorização de informações comunitárias e a consolidação de indicadores. #VIH #SaúdePública #Monitorização

Investigadores espanhóis desenvolveram um sistema bioluminescente que permite a plantas de tabaco emitirem diferentes cores de luz para detectar infecções virais antes dos sintomas aparecerem, contribuindo assim para a monitorização e controle de pragas e doenças nas culturas. #Bioluminescência #Plantação #DoençasVirais

A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou os procedimentos para casos suspeitos de ébola em Portugal, estabelecendo hospitais de referência e recomendações para viajantes, incluindo a importância da consulta prévia, monitorização após o regresso e protocolos de isolamento em caso de suspeita de infecção. #Ébola #Saúde #DGS
A Liga Portuguesa Contra o Cancro atribuiu novas bolsas de investigação clínica, totalizando 15 mil euros cada, a três projetos focados na deteção precoce do cancro da bexiga, biomarcadores no cancro da próstata e monitorização de doentes com 'cart-cells', com o objetivo de honrar figuras históricas da instituição e promover avanços terapêuticos significativos. #Cancro #InvestigaçãoClínica #DeteçãoPrecoce

Macau implementou a partir desta terça-feira um período de vigilância de 21 dias para turistas que visitaram países afetados pelo ébola, exigindo a autogestão da saúde e monitorização de sintomas, devido ao risco crescente da epidemia que já resultou em mais de 220 mortes na África. #Ébola #Macau #Saúde

Um relatório do Conselho de Monitorização da Preparação Global (GPMB) alerta que o mundo não está preparado para enfrentar uma nova pandemia, destacando a necessidade de um sistema de vigilância independente, investimento em prevenção e acesso equitativo a vacinas, em meio a crescentes tensões geopolíticas e impactos sanitários, económicos e sociais não diminuídos. #Pandemia #SaúdePública #VigilânciaEpidemiológica

O relatório do Conselho de Monitorização da Preparação Global alerta que o mundo permanece mal preparado para enfrentar uma nova pandemia, evidenciando que as reformas pós-Covid não atenderam ao crescente risco pandêmico, exacerbado por tensões geopolíticas e cortes na ajuda internacional. #Pandemia #Saúde #PreparaçãoPandêmica

Um estudo conduzido pela Universidade de Coimbra revelou a presença generalizada de microplásticos nos rios Mondego e Vouga, indicando que a poluição por plásticos está difundida em ecossistemas de água doce em Portugal, com uma predominância de fibras e polímeros como polietileno e polipropileno em embalagens, e enfatizando a necessidade de monitorização contínua e estratégias de mitigação. #Microplásticos #RiosMondego #PoluiçãoAquática
