É DO SANTA! 🐍⚫️⚪️🔴 O centroavante Matheus Cadorini, de 24 anos, é o novo reforço coral. O atacante estava na Portuguesa, onde disputou 21 jogos e marcou 10 gols em 2026. Bem-vindo, Cadorini! 🐍 https://t.co/c0eMa0SeX2 #SantaCruz #Futebol #Reforço
É DO SANTA! 🐍⚫️⚪️🔴 O centroavante Matheus Cadorini, de 24 anos, é o novo reforço coral. O atacante estava na Portuguesa, onde disputou 21 jogos e marcou 10 gols em 2026. Bem-vindo, Cadorini! 🐍 https://t.co/c0eMa0SeX2 #SantaCruz #Futebol #Reforço
The catastrophic floods on August 26 in Nepal resulted in 1,280 confirmed deaths and more than 5,600 missing people, including four Portuguese citizens, while search and rescue efforts continue in the affected areas. (translated)

⚠️ Agora! Cruzeiro faz reunião de cobrança após eliminações, mas mantém muita confiança em Artur Jorge. Pedro Lourenço reuniu elenco, diretoria e comissão técnica hoje, na Toca da Raposa II, e cobrou pelas quedas diante de Flamengo, na Libertadores, e Atlético-MG, na Copa do Brasil. Há o entendimento de que o time ficou devendo e poderia ter feito melhor. Apesar das críticas a Artur Jorge, a gestão mantém muita confiança no treinador. A diretoria entende que o português é o nome certo para o projeto. Em abril, inclusive, o contrato foi renovado até 2030. 🗞️ @itatiaiaesporte 📸 Gustavo Martins/CEC #Cruzeiro #Futebol #ArturJorge
Ancelotti se ha pasado esta mañana por Valdebebas. Habrán charlado en portugués, español o inglés? https://t.co/PR615rcEAx #Ancelotti #Valdebebas #fútbol
The spectrograph Moons, a new instrument installed at the VLT telescope in Chile with Portuguese contribution, has made its first observation, being considered essential for understanding the formation and evolution of galaxies, including the Milky Way. (translated)

André Ventura presented a motion of censure against the government, positioning himself as a statesman, while analysts discuss his motivations and the impact of this action on Portuguese politics. (translated)

O Vasco de Pedro Emanuel amassou o Vitória no confronto. Em São Januário e no Barradão. Com 10 em campo no primeiro jogo e hoje também. Eu acredito no trabalho e o trabalho do português é muito bom. Mais uma semifinal de Copa do Brasil no caminho do Gigante da Colina. #Vasco #CopaDoBrasil #Futebol
LLOUD está anunciando o documentário “Always Lalisa” também para o público brasileiro! Confira o anúncio em português-br. #AlwaysLalisa @wearelloud https://t.co/VC79keIsTG #AlwaysLalisa #documentário #Brasil
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
The interest rates of the Portuguese debt have reached maximum levels in almost a decade, leading the CEO of Optimize to highlight the need for monitoring, although without immediate alarm, due to concerns about rising inflation and the increasing issuance of debt by governments and companies. (translated)

The Government has requested the Prosecutor's Office to investigate the shooting of the orca Toñi, injured in her dorsal fin by pellets, in Portuguese waters, after finding "indications of a crime" in the intervention of a Spanish ship. (translated)

The Portuguese Maritime Police rescued 33 people, including minors, during a search and rescue mission on the island of Gavdos, Greece, at the request of local authorities. (translated)

Souza foi anunciado no Porto. O lateral esquerdo foi emprestado pelo Tottenham para o clube português até o final da temporada. https://t.co/HeHGOJlTcp #Porto #Futebol #Emprestimo
One of the three missing Portuguese individuals in Nepal has been found alive, while the search continues for two women still missing after the disaster that killed more than a thousand people in the region. (translated)

Eu estava a mais de 100m de distância e, com as minhas dioptrias, vi perfeitamente que Bah nem sequer tocou no João Carvalho. Hélder Carvalho é só mais um mau árbitro Português. #Futebol #Arbitragem #Desporto
The number of deaths due to the collapse of a glacier in Nepal has exceeded one thousand, with 1,003 confirmed victims and 3,916 missing, including four Portuguese citizens, while rescue operations continue. (translated)

🚨 El futuro de Richard Ríos (26) podría resolverse mañana. #Benfica lo deja ir en préstamo con opción o venta. #AlIttihad tiene acuerdo entre clubes, pero no con el colombiano, #Besiktas con el volante, mas no con los portugueses. #HullCity y #ASRoma lo quieren, pero sus ofertas dependen de otros movimientos. 🇨🇴 #Fútbol #Transferencias #RichardRíos
Estamos oficialmente no mês de Demi Lovato no Brasil! 🥹🇧🇷 Prontos pra verem Demi falando em português novamente? 🫶🏻 https://t.co/qRx2FoNsTC #DemiLovato #Brasil #Música
The Portuguese political crisis is a complex matryoshka consisting of crises of authority, responsibility, and representation, reflecting a system that lacks clarity in the distributions of power and responsibility. (translated)