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#Reação

O que ganhamos como nação com essa atitude de Lula que provocou tal reação de Trump? A resposta é que não ganhamos nada, mas podemos perder muito. https://t.co/6ee3gAsz2E #Brasil #Política #Lula

Flávio precisa se impor, ou a situação se deteriorará por completo. Ou se impõe ou a vaca irá para o brejo. Será que precisarei produzir outro vídeo no estilo “Santa Catarina manda um duro recado a Flávio Bolsonaro”? Reaja, homem! #FlávioBolsonaro #Política #Reação

POPTime 21h

Ariana Grande NEGA que tenha desistido da peça “Sunday In The Park with George” no calor do momento devido a críticas recentes: “Então, basicamente, o anúncio feito ontem não foi uma reação impulsiva nem algo decidido no calor do momento. Foi algo que eu já tinha decidido; era um plano que eu vinha mantendo em silêncio há muito tempo. E foi uma decisão tomada de forma consciente e com segurança. Quero que vocês saibam que várias coisas podem ser verdade ao mesmo tempo. Vou falar mais alto porque sei que minha voz vai aumentar. Ouvi dizer que meus fãs estavam preocupados, achando que a negatividade estava estragando tudo para mim. Mas eu preciso dizer que isso não poderia estar mais longe da verdade. Não é a mesma coisa. Não é disso que se trata. E eu quero deixar isso muito claro: várias coisas podem ser verdade ao mesmo tempo. Às vezes, é preciso estabelecer limites. Seres humanos podem precisar de uma pausa de vez em quando. E, ao mesmo tempo, isso é e continuará sendo a maior experiência da minha vida profissional e criativa. Então, eu só queria deixar isso bem claro.” #ArianaGrande #Teatro #Voz

🚨 ARIANA GRANDE SOBRE TER DESISTINDO DE “Sunday In The Park with George”: — “Então, basicamente, o anúncio feito ontem não foi uma reação impulsiva nem algo decidido no calor do momento. Foi algo que eu já tinha decidido; era um plano que eu vinha mantendo em silêncio há muito tempo. E foi uma decisão tomada de forma consciente e com segurança. Quero que vocês saibam que várias coisas podem ser verdade ao mesmo tempo. Vou falar mais alto porque sei que minha voz vai aumentar. Ouvi dizer que meus fãs estavam preocupados, achando que a negatividade estava estragando tudo para mim. Mas eu preciso dizer que isso não poderia estar mais longe da verdade. Não é a mesma coisa. Não é disso que se trata. E eu quero deixar isso muito claro: várias coisas podem ser verdade ao mesmo tempo. Às vezes, é preciso estabelecer limites. Seres humanos podem precisar de uma pausa de vez em quando. E, ao mesmo tempo, isso é e continuará sendo a maior experiência da minha vida profissional e criativa. Então, eu só queria deixar isso bem claro.” #ArianaGrande #SundayInThePark #SaúdeMental

A reação do Mbappé em sua primeira noite mágica com a camisa do Real Madrid na Champions League. https://t.co/z3TAmtDted #Mbappé #ChampionsLeague #RealMadrid

A REAÇÃO! Dua Lipa surpresa ao ser pedida para autografar uma autobiografia fake dela mesma. https://t.co/BCHrJLf7wU #DuaLipa #Autógrafo #Celebridade

A primeira reação diz tudo...🤯 O novo Manto 3 chegou. 🔴⚫ 🔗 Garanta já o seu em https://t.co/KDTFszCdYC e 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐄 𝐎 𝐌𝐄𝐍𝐆𝐎! https://t.co/WirFOdPMJN #Manto3 #NovaColeção #Futebol

Reação do Tom Holland ao traje de Homem-Aranha: Um Novo Dia adicionado ao Jogo Marvel's Spider-Man 2. https://t.co/TlAbsSD5q1 #SpiderMan #Marvel #TomHolland

Kiki Ramos, estreou pela Seleção Argentina no sub17. O jogador nasceu no Haiti e foi convocado pelas categorias de base da Argentina. É um atacante/ponta que vem se destacando na base. A reação dele quando foi chamando pra atuar na seleção argentina: - Kiki Ramos: "Eu estava em uma aula virtual de Matemática. Recebi uma mensagem do meu treinador que dizia 'parabéns'. Isso chamou minha atenção porque eu não entendia o porquê. Então meus amigos começaram a me escrever parabenizando, abri a mensagem e vi que dizia AFA." "No início, eu li o sobrenome errado e pensei que haviam cometido um erro! Quando li direito, não consegui acreditar. Parei a aula, corri para contar aos meus pais, e nós nos abraçamos. Foi um momento muito bonito." É atacante do Vélez Sarsfield e vários clubes europeus já estão de olho nele. #Futebol #SeleçãoArgentina #KikiRamos

On World Allergy Day, the article highlights the exaggerated reaction of the immune system to harmless substances, explains common types of allergies, and addresses the importance of identifying allergens, as well as treatment options like antihistamines and immunotherapy, to improve the quality of life affected by these disorders. (translated)

Alergias: quando respirar, comer ou tocar desencadeia reação

QUERIDOS! Mulher engravida de amigo gay e mostra reação dele ao descobrir gravidez: “Não quero que tire não! Essa criança vai ter duas mães.” 🗣️ https://t.co/xPzMUd4XoB #Amizade #Gravidez #Família

Isabel Moreira, a defender of the LGBT community, faces criticism for her position on Islam following an attack in Berlin, where she questions the reaction of those who condemn the religion in relation to sexual tolerance, generating a debate about the consistency of their defenses and the realities of Islamic terrorism. (translated)

Isabel Moreira defende os gays e o Islão — como?

Qualquer reação ao que o Hamas fez com mulheres israelenses que não seja a mais dura das condenações a um dos atos mais repulsivos que um homem pode cometer é, sim, relativização. Não adianta alegar falta de contexto quando o mínimo não foi feito —condenar uma atrocidade #Hamas #Condenação #DireitosHumanos

Foram quase dois meses de paralisação. Tempo para férias, descanso, preparação, correção de erros e implementação de novas ideias táticas. Em tese, mas na prática estamos vendo o Fluminense e o Zubeldia com os mesmos problemas de antes da Copa. Talvez até com mais dificuldades. Após ser apontado como o "melhor futebol do país" em fevereiro/março, o nível despencou e a equipe não dá sinais de evolução. A situação se agrava quando observamos uma junção muito perigosa de fatores que podem colapsar o trabalho do argentino. Queda técnica individual e coletiva + lesões + péssima leitura de jogo do treinador. Alguns velhos problemas se juntam a outros novos que obrigam a comissão técnica a ter que atacar em muitas frentes de recuperação. Isso num calendário como o que teremos a partir de agora pode ser inviável. Diante do Grêmio, por exemplo, vimos muita coisa que levou ao empate contra o Bragantino. Falhas na marcação, péssimo meio de campo e poucos chutes no gol. Martinelli fez duas das suas piores partidas com a camisa do Fluminense desde que se tornou um titular absoluto. Hércules uma água. Acosta se esforçando para ser aquilo que ele não é, ruim. Se a sua base técnica está tão mal, no coração do jogo, é inevitável você ter muitos problemas. O Fluminense tem uma posse de bola mansa, morosa, quase pedindo desculpas ao adversário por querer atrapalhar o seu dia. Pouca agressividade, verticalidade e poder de criação. Passes laterais que deixam o marcador em ótima situação de previsibilidade. Quantas jogadas de linha de fundo fez o Fluminense? Onde está a profundidade? Laterais passando, criando, abrindo espaço... pontas limitados que criam pouco ou quase nada... é fácil marcar o Fluminense. Quando conseguiu agredir foi na transição, com campo aberto, mas na hora da tomada de decisão... erros e mais erros. Ontem, tirando o pênalti, apenas dois chutes fracos no gol de um time que está perto de entrar no Z4. A leitura de jogo do Zubeldia parece sempre ruim. Não havia sentido para Germán Cano entrar nas duas partidas. Não agregou em nada, até porque o jogo não pedia isso. Escalações e substituições feitas com base em hierarquia de elenco. Como técnico, o argentino precisa ajudar o time, mas na maioria das vezes demora a tomar decisões com o jogo rolando e, quando toma, tem errado com muita frequência. O debate precisa ser além dos resultados. O Flu segue dando sinais preocupantes e não demonstra reação. A pergunta que eu me faço neste momento é: o que realmente o Fluminense faz de bom? Em que hoje o Fluminense é muito bom? Creio que a reflexão de Zubeldia e sua turma deve começar a partir daí. Pelo menos enquanto há tempo. Foto: Marina Garcia #Futebol #Fluminense #Treinador

Mais um dia rumo à cura! Quinta sessão de quimioterapia! Gente, eu não aguento. Eu jamais imaginei que sairia por aí ostentando a minha careca. Comprei e ganhei vários lenços. Foi a última coisa que pensei que aconteceria, mas estou adorando! A melhor parte é que as pessoas não sabem se sou uma rebelde sem causa, uma revolucionária, uma desapegada, uma skinhead, se fiz o santo ou se estou em tratamento oncológico. E ainda ganhei um beijo nela do presidente Lula, né? Foi um duplo twist carpado na minha vida. Nunca imaginei que passaria por tudo isso e, no meio do caminho, ainda receberia um beijo, um carinho e uma bênção dessas do presidente. Sobre os sintomas, acho sempre importante falar para ajudar outras pessoas que também estão passando pelo tratamento. Nesta semana apareceu uma reação nova: coceira e pinicação nas mãos. Desde a última segunda-feira, depois da quimioterapia e da imunoterapia, minhas mãos começam a coçar e pinicar todos os dias, geralmente depois das cinco da tarde. É muito ruim. Acho que, de todas as reações que já senti, essa foi a pior, porque é angustiante demais. A médica passou um antialérgico, mas eu não quero viver de antialérgico. Passei no cardiologista, comecei a tomar uma medicação e ela já está baixando. Vou fazer alguns exames, mas está tudo bem. Fora isso, meu intestino se comportou melhor na última semana. Continuo me alimentando da mesma forma, não fico muito cansada e meus exames deram muito bons novamente. Minha imunidade está boa, minhas plaquetas também estão bem. Então estou aqui. Vamos para a quinta! Se Deus quiser, vai passar e vai acabar. Mais uma vez, obrigada por todas as mensagens de carinho que recebo. Vocês são maravilhosos. Obrigada! #Quimioterapia #Saúde #Superação

O Senado americano propôs uma lei que proíbe a venda de veículos nos EUA por fabricantes com mais de 15% de capital chinês, afetando a Mercedes-Benz, mas a reação de senadores, como Ted Cruz, pode levar a um perdão para a marca alemã, que conta com acionistas chineses significativos. #MercedesBenz #EUA #CapitalChinês

EUA afastam marcas com capital chinês e apanham Mercedes

O trailer para o relançamento de VINGADORES: ULTIMATO foi mostrado na SDCC, com videos da reação do público nos cinemas. O relançamento também contará com sessões IMAX. Em setembro! https://t.co/H2XIwQ39U2 #Vingadores #SDCC #IMAX

Trump's protectionism creates a more favorable trend towards free trade in the rest of the world. Oliver Stuenkel draws attention to the advancement of new trade agreements in response to the isolationism of the U.S.: 'I don't believe in de-globalization' (translated)

O Itamaraty demorou quatro dias para reagir à declaração de Daniel Ortega e, quando finalmente se manifestou, limitou-se a dizer que recebeu o anúncio “com preocupação”. A nota publicada em 23 de julho, reafirma o compromisso do Brasil com eleições livres, mas em nenhum momento utiliza termos como “repúdio”, “condenação”, “ruptura democrática” ou “ditadura”. Também não anuncia qualquer medida diplomática contra o regime nicaraguense. Daniel Ortega não anunciou uma reforma eleitoral nem uma mudança nas regras do pleito. O ditador declarou que a Nicarágua não voltará a realizar eleições, encerrando o principal mecanismo de alternância de poder em qualquer democracia. É um marco histórico na consolidação de um regime autoritário. A reação do governo Lula foi tão branda que abriu espaço para uma resposta desafiadora de Manágua. Em um comunicado intitulado “Nossa democracia, nossas eleições”, o regime de Ortega não apenas ignorou a preocupação do Itamaraty como reivindicou o direito de definir, sozinho, o que considera democracia. A mensagem é inequívoca - quem controla o Estado agora pretende controlar também o significado das palavras. Depois de anunciar que não haverá mais eleições livres, o regime afirma continuar realizando “eleições democráticas”. É a lógica típica das ditaduras modernas; mantêm o vocabulário da democracia enquanto eliminam, uma a uma, as condições que a tornam possível. Enquanto organismos internacionais e diversas democracias trataram o anúncio de Ortega como mais um grave retrocesso institucional, o governo Lula optou por uma nota protocolar, sem condenação explícita e sem qualquer consequência diplomática - dizer apenas que recebeu a notícia “com preocupação” soa desproporcional à dimensão dos fatos. A história mostra que ditaduras não recuam diante da complacência. Ao responder a Daniel Ortega com uma nota morna, o governo Lula não constrangeu o ditador; ao contrário, deu a ele a certeza de que não terá de pagar um preço político proporcional aos seus atos. #Liberdade #Democracia #DireitosHumanos

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão