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#Sucessão

O parlamento japonês aprovou uma lei que flexibiliza as regras de sucessão imperial, permitindo a inclusão de familiares masculinos distantes, mas mantendo a proibição de que mulheres, incluindo a princesa Aiko, ascendam ao trono. #Japão #SucessãoImperial #DireitosDasMulheres

Japão flexibiliza sucessão imperial. Mulheres fora do trono

Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas

Arrumei: Suposto príncipe é excluído de linha sucessória imaginária por se casar com plebeia mais rica que ele #Príncipe #Casamento #Sucessão

A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA

Quatro meses após a morte do aiatolá Ali Khamenei em um ataque aéreo conjunto de Estados Unidos e Israel, o Irã iniciou nesta sexta-feira, 3 de julho, as cerimônias de despedida daquele que foi o líder supremo da República Islâmica por mais de três décadas. O corpo de Khamenei foi levado ao Grande Mosalla de Teerã, principal complexo de orações da capital, diante de milhares de pessoas e sob um forte esquema de segurança. A cerimônia, inicialmente prevista para ocorrer logo após sua morte em 28 de fevereiro, foi adiada em razão da guerra e do temor de novos ataques contra o território iraniano. O funeral tornou-se um dos eventos mais importantes desde a Revolução de 1979. Delegações de mais de 30 países e representantes de cerca de 40 governos participam das homenagens. Entre os nomes confirmados estão He Wei, vice-presidente do Comitê Permanente da Assembleia Nacional Popular da China, além de representantes de governos aliados e líderes religiosos ligados ao chamado “Eixo da Resistência”. Segundo informações atribuídas ao Itamaraty, a representação brasileira ficará a cargo do embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães,sem o envio de autoridades de Brasília. A cerimônia também marcou a reaparição pública do general Ahmad Vahidi, uma das figuras mais influentes da Guarda Revolucionária Islâmica e apontado como peça central na reorganização do poder após a morte de Khamenei. As homenagens se estenderão por seis dias, passando por Teerã e outras cidades sagradas do xiismo antes do sepultamento em Mashhad, cidade natal de Khamenei. Teerã tenta transformar a morte de Khamenei em uma narrativa de martírio e continuidade, projetando ao mundo a imagem de um regime que sobreviveu à guerra. Por trás da demonstração de unidade, porém, está um Irã em seu momento mais delicado em décadas - uma economia exaurida, uma sociedade dividida e uma sucessão de poder cada vez mais concentrada em Mojtaba Khamenei e na Guarda Revolucionária. #Irã #Khamenei #Funeral

“Eu sempre espero mais, porque o técnico da Seleção Brasileira não é o Dorival Júnior, nem o Ramon Menezes, nem o Fernando Diniz, nem o Tite. É o técnico do Real Madrid, é o técnico das 5 ligas mais importantes, o técnico que coleciona taças, Champions League… Com um técnico desse calibre, eu espero sempre que o time jogue mais. E o time tem problemas muito sérios. No 1º tempo, contra uma defesa fechada do Japão, o Brasil não criou nada. Não é problema individual. Ficam apontando o dedo para um e outro, mas todo mundo cai de produção. O time não se movimenta, não consegue criar espaços, tem uma posse de bola estéril... As únicas chances claras de gol foram o gol da vitória e a jogada do Vinicius.” “O time não cria. Isso é questão de treinamento. E a saída de bola é muito preocupante. O gol do Japão tem uma sucessão de erros, o principal foi o do Danilo. O Marquinhos não tinha opção de passe, deu um chutão, o Danilo tenta forçar o passe, o Bruno Guimarães erra porque não se apresenta para receber o passe, o Casemiro fica com medo de fazer a falta porque já tinha amarelo, o Gabriel Magalhães não dá o combate e corre pra trás… Mas isso tudo não é só porque os jogadores erraram, é porque o time não funciona bem.” 🎙️ Mauro Cezar. 📸 Rafael Ribeiro e Nelson Termé/CBF | Reprodução/TV Cultura #SeleçãoBrasileira #Futebol #Treinamento

A diferença mais fundamental entre direita e esquerda é que o pensamento da esquerda é construído em cima de uma sucessão de equívocos econômicos, políticos e morais. No centro da ideologia esquerdista existem duas crenças: 🧵 👇 #Esquerda #Direita #Política

Lula conseguiu protagonizar mais um daqueles momentos em que a sátira perde o emprego. Durante a premiação da 20ª OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), Lula resolveu fazer uma observação curiosa sobre honestidade na política. Em vez de reafirmar a própria integridade, preferiu sugerir que quem procura um político honestíssimo talvez devesse procurar em outro lugar. Normalmente, políticos gastam décadas tentando convencer a população de que são exemplos de virtude. Lula parece ter optado por um caminho diferente - a honestidade sobre a falta de honestidade. Talvez seja a evolução definitiva da política brasileira. Depois de anos de escândalos, condenações anuladas, mensalão, petrolão, delações, empreiteiras, bilhões desviados e uma sucessão interminável de manchetes, chegamos ao ponto em que nem é mais necessário fingir. Esse é o retrato perfeito de uma nação onde o absurdo deixou de causar espanto. Quando Lula admite, em um lapsus, que não deve ser procurado como referência de honestidade, e isso não gera indignação nacional, o problema já não está apenas na política. Existe uma diferença enorme entre um país que combate a corrupção e um país que aprende a rir dela. E o Brasil parece ter escolhido a segunda opção há muito tempo #Lula #Política #Corrupção

A sucessão de erros da Mercedes após não comunicar que o Safety Car ia passar pelo pit, nem sobre a troca e muito menos sobre a penalidade. Masterclass 👏🏻 https://t.co/X0Fq4QlFzW #F1 #Mercedes #SafetyCar

SAPO May 17

O artigo analisa a possível sucessão de Bernard Arnault na LVMH, apresentando seus cinco filhos, que estão sendo preparados para liderar diferentes divisões do conglomerado, enquanto surgem especulações sobre uma competição interna entre eles pela herança e o futuro do maior grupo de luxo do mundo. #LVMH #BernardArnault #sucessão

Quem são os cinco filhos de Bernard Arnault que lhe podem suceder na LVMH
SAPO May 17

O artigo discute a sucessão de Bernard Arnault na LVMH, analisando os perfis de seus cinco filhos, que estão sendo preparados para assumir papéis de liderança no maior grupo de luxo do mundo, enquanto o fundador enfrenta questões sobre a continuidade do negócio. #LVMH #BernardArnault #sucessão

Quem são os cinco filhos de Bernard Arnault que lhe podem suceder na LVMH
SAPO May 12

O artigo de Tomás Roquette Tenreiro discute a importância do património familiar no setor agrícola ibérico, sublinhando a necessidade de um modelo de tipo endowment para garantir a continuidade e a sustentabilidade das explorações agrícolas familiares, que enfrentam desafios de sucessão e fragmentação, apesar de sua capacidade de resistir a crises ao longo do tempo. #AgriculturaFamiliar #Endowment #SucessãoAgrícola

O valor do património familiar no setor agrícola ibérico: rumo a um modelo de tipo endowment
ECO May 11

Gizem Weggemans, partner da Egon Zehnder, destaca a importância da retenção de talento que busca significado e oportunidades de crescimento, alerta sobre a necessidade de um planeamento de sucessão claro nas empresas para evitar instabilidade e ressalta que a inteligência artificial deve informar decisões humanas, sem substituí-las, principalmente nas áreas que requerem julgamento, valores e ética. #Liderança #Sucessão #InteligênciaArtificial

"Líderes devem encarar a IA como um perito, não como um conselheiro"