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#Sucessão

Não é à toa que Jair Bolsonaro está preso. Ele foi condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado para impedir a posse de um presidente legitimamente eleito. E a trama golpista chegou a ponto de incluir um plano que previa matar Lula, Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes. Nada mal para alguém que passou anos apresentando a si próprio como defensor dos valores cristãos. Por outro lado, há seu filho, Flávio Bolsonaro, e, ao seu redor, aparece uma sucessão de personagens ligados ao mundo do crime. Mais recentemente, veio à tona que uma assessora de seu gabinete negociou a liberação de uma emenda parlamentar a pedido de Robson Calixto, o "Peixe", miliciano condenado por integrar a organização criminosa armada comandada pelos irmãos Brazão, condenados como mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Além de ter dado versões contraditórias sobre sua relação com Daniel Vorcaro, Flávio acumulou episódios que mostraram seu conforto com grandes mentiras. Primeiro, ele disse que não conhecia o banqueiro. Depois vieram mensagens em que o chamava de "irmão" e cobrava recursos. E, depois de afirmar publicamente que nunca havia entrado em um avião de Vorcaro, veio a informação de que havia viajado com a família em um jatinho do qual o banqueiro era cotista. O patriotismo da família Bolsonaro também tem suas peculiaridades. Eduardo Bolsonaro foi aos Estados Unidos pressionar o governo Trump por medidas contra autoridades brasileiras e, depois que Trump impôs tarifas de 50% aos produtos do Brasil, afirmou que o presidente americano havia "acertado na decisão". As tarifas atingiram empresas e exportadores brasileiros. Para uma família que transformou a bandeira nacional em símbolo político, é uma curiosa modalidade de patriotismo: buscar pressão de um governo estrangeiro e depois apoiar uma medida que manda a conta para quem produz no próprio país. Existe ainda outra herança do pai que Flávio Bolsonaro parece ter aprendido muito bem: transformar a religião em instrumento de construção de poder político. Sua campanha tem buscado sistematicamente grandes lideranças evangélicas e associado sua candidatura a expressões como "propósito de Deus" e "Deus está me preparando". O curioso é que alguém investigado por suspeitas que incluem lavagem de dinheiro e cercado por casos que o aproximam de personagens ligados ao crime encontre justamente no discurso religioso uma espécie de certificado moral. Para mim, essa é a contradição mais interessante do pior candidato que temos, pois quanto mais complicada fica a sua biografia terrena, maior parece ser a sua necessidade de falar sobre o céu. Nesse contexto, tem-se que Jair foi eleito prometendo acabar com a velha política. Flávio já chega carregando a sua. O pai levou quatro anos para mostrar do que realmente era capaz. O filho poupou o país da espera. Apesar disso, impulsionado sobretudo pelo antilulismo, ele continua competitivo nas pesquisas. E ainda temos uma população sedenta por mudança, e com razões legítimas para isso. O risco é descobrir, tarde demais, que mudar o rumo do país não significa necessariamente seguir para um lugar melhor. Mudanças podem vir. E podem nos levar para um destino muito pior do que aquele do qual se pretendia escapar. (por Michael França, na Folha) #Bolsonaro #Brasil #Política

Vocês realmente acham que o que aconteceu no Conselho Superior do MPF, no caso Paulo Gonet, foi apenas um julgamento técnico ou mais uma pizza? Não. Tudo tem um preço político. O voto decisivo foi de Nicolao Dino, irmão de Flávio Dino, que presidia a sessão. Minha leitura é outra: esse episódio deixa no ar a impressão de que existe uma articulação política muito maior em torno do futuro da PGR. E aqui entra uma hipótese que precisa ser acompanhada: Nicolao Dino poderá surgir como um nome de enorme relevância na sucessão da PGR. E com apoio do Novo e da ala lavajatista. Será mais uma fase do autoritarismo judicial exportado da China. Imagine, então, uma configuração em que um irmão esteja no STF e o outro no comando da PGR. Se hoje vocês acham que o arbítrio já pesa é melhor prestar atenção ao que pode vir pela frente. O dia 4 será decisivo. A disputa de fundo é maior do que nomes individuais: é sobre qual modelo institucional o Brasil vai construir — um país com mais concentração de poder e menos freios e contrapesos, ou um país capaz de preservar liberdade, segurança jurídica, prosperidade e independência entre as instituições. Deus nos proteja desse mal. #Política #PGR #Justiça

🚨 Mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, indicam que José Dirceu, braço direito de Lula, tinha acesso direto ao banqueiro. 🤝 O intermediário era o advogado Ciro Soares. Em fevereiro de 2025, ele repassou a Vorcaro um convite de Dirceu para o aniversário do petista, em 11 de março, num restaurante em Brasília. Vorcaro confirmou presença e chegou a dizer que iria à cidade só para isso. Não há registro, porém, de que ele tenha de fato ido à festa. 📩 No mesmo dia, Vorcaro mencionou ter falado com uma "menina da Band" e disse que resolveria na semana seguinte um "pedido dele". A mensagem não diz qual era o pedido. Na época, Dirceu articulava seu retorno à direção do PT e a sucessão no partido. ✈️ No dia seguinte à festa, Soares pediu uma carona para Dirceu no jato de Vorcaro até São Paulo. A resposta foi um "claro", com o horário ficando a critério do petista. O voo foi combinado para o meio-dia, e o próprio Vorcaro depois contatou Dirceu diretamente. 📅 Cerca de duas semanas depois, o BRB, banco estatal de Brasília, aprovou a compra do Master. A crise de liquidez e as suspeitas sobre a gestão do banco já eram conhecidas. O Banco Central depois barrou o negócio. 🏛️ Segundo a reportagem, era um período de intensa articulação de Vorcaro em Brasília, que incluía a busca de uma nova reunião com Lula e contatos com Paulo Gonet e Alexandre de Moraes. ⚖️ Após ser preso em novembro, Vorcaro contratou três advogados que já defenderam Dirceu, entre eles Roberto Podval. Podval é sócio de Dirceu e o maior doador pessoa física da campanha dele nesta eleição, com R$ 400 mil.ele repassou a Vorcaro um convite de Dirceu para o aniversário do petista, em 11 de março, num restaurante em Brasília. Vorcaro confirmou presença e chegou a dizer que iria à cidade só para isso. Não há registro, porém, de que ele tenha de fato ido à festa. 📩 No mesmo dia, Vorcaro mencionou ter falado com uma "menina da Band" e disse que resolveria na semana seguinte um "pedido dele". A mensagem não diz qual era o pedido. Na época, Dirceu articulava seu retorno à direção do PT e a sucessão no partido. ✈️ No dia seguinte à festa, Soares pediu uma carona para Dirceu no jato de Vorcaro até São Paulo. A resposta foi um "claro", com o horário ficando a critério do petista. O voo foi combinado para o meio-dia, e o próprio Vorcaro depois contatou Dirceu diretamente. 📅 Cerca de duas semanas depois, o BRB, banco estatal de Brasília, aprovou a compra do Master. A crise de liquidez e as suspeitas sobre a gestão do banco já eram conhecidas. O Banco Central depois barrou o negócio. 🏛️ Segundo a reportagem, era um período de intensa articulação de Vorcaro em Brasília, que incluía a busca de uma nova reunião com Lula e contatos com Paulo Gonet e Alexandre de Moraes. ⚖️ Após ser preso em novembro, Vorcaro contratou três advogados que já defenderam Dirceu, entre eles Roberto Podval. Podval é sócio de Dirceu e o maior doador pessoa física da campanha dele nesta eleição, com R$ 400 mil. #Política #Corrupção #Brasil

O Primeiro-Ministro de Portugal, Luís Montenegro, discute a situação internacional e a necessidade de diálogo e multilateralismo para resolver conflitos, incluindo a crítica à incapacidade de alguns líderes de superarem bloqueios ao desenvolvimento global, enquanto o país ainda não decidiu sobre qual candidato apoiar para a sucessão do secretário-geral da ONU. #Notícias #MédioOriente #Diplomacia

As notícias das 15h

A REPÚBLICA DA CHANTAGEM Por Paulo Faria O escândalo do Banco Master transformou o Supremo Tribunal Federal em palco de uma sucessão de acusações, vexames, pressões e disputas internas. O que deveria ser uma investigação sobre suspeitas de fraudes financeiras passou a expor relações entre um banqueiro, integrantes da mais alta Corte do país e autoridades da República. Primeiro, vieram as mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, reveladas em relatório da Polícia Federal divulgado por André Mendonça. Depois, Alexandre de Moraes reagiu acusando o colega de direcionar investigações para atingi-lo. Todos viram. A Procuradoria-Geral da República de Paulo Gonet - mencionado 33 vezes no relatório da PF - questionou a regularidade do procedimento e pediu sua anulação. Por outro lado, a "defesa de Moraes", formada por Gilmar Mendes - o decano -, Cristiano Zanin, Flávio Dino, e o próprio Moraes exigiram acesso integral ao conteúdo do aparelho, enquanto Mendonça sustentou que a divulgação poderia comprometer investigações em andamento. A disputa chegou à Presidência do STF, sob Edson Fachin. Agora, a crise ganha um novo e interessante capítulo, elevando as expectativas para uma real delação do ex-banqueiro. Segundo reportagens publicadas pela VEJA e pela Gazeta do Povo (18), Daniel Vorcaro teria enviado um recado ao Supremo: caso seu pai, Henrique Vorcaro, não seja libertado para tratamento médico, poderá revelar informações comprometedoras sobre autoridades. O ex-banqueiro alegaria possuir fotografias, comprovantes de pagamentos e documentos envolvendo integrantes do STF, da PGR e da Polícia Federal. As alegações ainda dependem de comprovação, obviamente. O quadro é perturbador. Ministros trocam acusações, questionam procedimentos e disputam o controle de informações sensíveis. Paralelamente, como um investigado (preso) afirma possuir documentos capazes de comprometer autoridades e, segundo a imprensa, condiciona sua divulgação à situação prisional do próprio pai? A resposta é simples: quais são os fatos que Vorcaro afirma conhecer e por que sua divulgação estaria condicionada à libertação de um familiar? Ora, se existem provas de irregularidades, devem ser entregues às autoridades competentes, preservadas e investigadas, independentemente de qualquer negociação. Essas provas devem ser entregues à PF de Andrei Rodrigues e PGR de Paulo Gonet, fiéis degustadores de charutos e whiskies? A República não pode funcionar como um balcão de troca de segredos, e chantagens para todos os gostos. Nem a Justiça pode depender de ameaças, relações pessoais ou acordos de conveniência. É indispensável esclarecer o que efetivamente ocorreu, sem transformar acusações em condenações antecipadas, ou armas retóricas. Quando informações potencialmente comprometedoras passam a ser utilizadas como instrumento de pressão - e chantagem -, a questão deixa de ser apenas quem está ameaçando quem, chegando ao cúmulo de autoridades se enfrentarem no picadeiro supremo, como tresloucados em busca de autoproteção. Resta saber agora quem está com a verdade e quem está blefando. Também há de se apurar o que existe por trás dessas ameaças e chantagens, e quem tem interesse em impedir que a verdade apareça, e prevaleça. A verdade é que ninguém quer a verdade. Com tudo isso à mesa, os próximos dias prometem fortes emoções. #justiça #corrupção #transparência

Pensando numa linha de sucessã Stabile > Armando > Tuma, eu fico extremamente preocupado em pensar quem seria o próximo nome da lista. #sucessão #preocupação #futuro

🚨 VASCO APRESENTA O EDITAL PARA A VENDA DA NOVA SAF ATUALIZADO DE ACORDO COM AS SUGESTÕES DOS FISCAIS E COM AS DETERMINAÇÕES DA JUSTIÇA 🚨 O novo edital da UPI Equity detalha como funcionará o processo competitivo para definição do futuro controlador da Nova SAF do Vasco. E atenção: 25 de setembro será uma data importantíssima, mas a venda não necessariamente estará definitivamente concluída nesse dia. Separei os principais pontos: ⚫⚪ O QUE ESTÁ SENDO VENDIDO? O processo prevê a alienação judicial da UPI Equity, correspondente a 90% do capital social total e votante da Nova SAF que será constituída pela Vasco SAF. Essa Nova SAF receberá a operação relacionada ao futebol, incluindo ativos esportivos, direitos federativos, contratos de atletas e comissão técnica, contratos comerciais, patrocínios, propriedade intelectual ligada ao futebol e direito de uso dos centros de treinamento. Ou seja: não são 90% do Club de Regatas Vasco da Gama. São 90% da Nova SAF. 🏟️ SÃO JANUÁRIO A Nova SAF terá direito de utilização de São Januário nos jogos de futebol profissional em que atuar como mandante, com prioridade absoluta e exclusividade até 31 de dezembro de 2030. Em contrapartida, o vencedor deverá pagar ao CRVG: ➡️ R$ 3 milhões por ano; ➡️ R$ 2 milhões por ano caso uma reforma impossibilite a utilização do estádio. 💢 PROPRIEDADE INTELECTUAL O edital prevê a cessão definitiva à Nova SAF dos bens, ativos e direitos de propriedade intelectual. O CRVG terá licença para utilização dessa propriedade intelectual nas modalidades esportivas diferentes do futebol e para fins associativos. 💰 R$ 500 MILHÕES PARA O FUTEBOL A obrigação financeira central estabelece R$ 500 milhões em aportes, com previsão de R$ 100 milhões por ano entre 2026 e 2030, atualizados pelo INPC. E existe uma determinação importante: esses R$ 500 milhões deverão ser utilizados exclusivamente na operação do departamento de futebol. Não poderão ser utilizados para pagamento de dívidas ou outras obrigações da Nova SAF perante as Recuperandas. 🏗️ MAIS R$ 150 MILHÕES EM INFRAESTRUTURA Além dos R$ 500 milhões: ➡️ R$ 120 milhões em até 10 anos para o CT da equipe profissional masculina; ➡️ R$ 30 milhões em até 2 anos para melhorias na infraestrutura das categorias de base. A compra de terrenos não entra nessa conta. 💵 ATÉ R$ 150 MILHÕES EM INCENTIVOS FISCAIS O vencedor também deverá se comprometer a estruturar e conduzir projetos de incentivo fiscal em benefício do CRVG, podendo chegar a R$ 150 milhões ao longo de 10 anos. A eventual não obtenção das aprovações, quando provocada por fatores fora do controle do investidor, não será considerada inadimplência. 📊 E SE A NOVA SAF PRECISAR DE MAIS DINHEIRO? Outro ponto muito relevante: Se a Nova SAF não possuir recursos suficientes para cumprir determinadas obrigações relacionadas à Recuperação Judicial, dívidas tributárias e extraconcursais, fluxo de caixa e investimentos em infraestrutura, o vencedor deverá realizar aportes adicionais. Esses aportes extras não aumentarão sua participação societária e não provocarão diluição da participação da Vasco SAF. Além disso, durante cinco anos após o fechamento, deverá ser assegurado fluxo de caixa equilibrado para que as receitas operacionais cubram despesas e investimentos ordinários. 🔒 10 ANOS SEM VENDER E SEM DIVIDENDOS O vencedor não poderá alienar as novas ações da Nova SAF durante 10 anos. A Nova SAF também ficará 10 anos sem poder distribuir dividendos. 🏦 DIP CREFISA Caso o Primeiro Proponente seja o vencedor, está prevista a conversão em capital social do crédito referente ao financiamento DIP concedido pelo Banco Crefisa à Vasco SAF, no valor líquido aproximado de R$ 80 milhões, com a consequente quitação dessa dívida. 🐎 QUEM É O STALKING HORSE? A Almirante Participações e Empreendimentos S.A. é identificada no edital como o Primeiro Proponente — stalking horse. Sua proposta vinculante funciona como parâmetro mínimo do processo competitivo. A Almirante já está automaticamente habilitada para participar do certame e não precisa apresentar uma nova proposta fechada para estar na disputa, embora tenha de cumprir as salvaguardas exigidas pelo edital. 💣 AS GARANTIAS PARA ENTRAR NA DISPUTA SÃO PESADAS Um interessado não poderá simplesmente chegar no dia 25 e oferecer mais dinheiro. Entre as exigências estão: ➡️ R$ 150 milhões em depósito judicial para o Proponente Habilitado, antes da abertura dos envelopes; ➡️ R$ 324 milhões em garantia bancária, exigida tanto do Primeiro Proponente quanto dos demais participantes; ➡️ R$ 27 milhões em depósito judicial, correspondente aos créditos concursais que vencerão durante o período de supervisão judicial. Além disso, existem outras garantias previstas no edital, incluindo conta vinculada e garantidores com capacidade financeira comprovada. Na prática, isso cria um filtro financeiro muito forte para quem realmente quiser disputar a SAF. 📑 COMO UM INTERESSADO ENTRA NA DISPUTA? Após a publicação do edital no Diário de Justiça, os interessados terão 5 dias corridos para manifestar formalmente interesse e apresentar sua qualificação. Será necessário comprovar, entre outros requisitos: ➡️ regularidade jurídica; ➡️ estrutura societária; ➡️ poderes dos representantes; ➡️ capacidade de cumprir as obrigações financeiras; ➡️ capacidade de apresentar as garantias; ➡️ cumprimento das salvaguardas; ➡️ assinatura de acordo de confidencialidade. Depois de habilitado, o interessado terá acesso à Sala de Informação, onde poderá realizar a auditoria da UPI Equity. 📅 E O QUE ACONTECE DIA 25 DE SETEMBRO? A audiência de abertura das propostas fechadas está marcada para: 📆 25 de setembro de 2026 ⏰ 14h 📍 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro Os envelopes serão entregues lacrados e as propostas serão abertas durante a audiência. Se existir proposta concorrente válida superior à proposta vinculante, o Juízo deverá apurar e declarar na audiência qual considera a Melhor Proposta. ⚠️ MAS ISSO AINDA NÃO SIGNIFICA QUE O CONCORRENTE VENCEU DEFINITIVAMENTE. 🔄 ALMIRANTE TERÁ DIREITO DE COBRIR A MELHOR PROPOSTA Como stalking horse, a Almirante possui o chamado right to match. Caso apareça uma proposta melhor, ela terá 3 dias úteis para igualar essa proposta. Se exercer esse direito corretamente, a proposta da Almirante será considerada vencedora. Caso não exerça, prevalecerá a melhor proposta concorrente escolhida pelo Juízo. ❌ E SE NÃO APARECER NINGUÉM? O edital também responde isso: Na ausência de propostas válidas superiores à proposta vinculante, o Primeiro Proponente será considerado vencedor, desde que cumpridos os demais requisitos. 💰 R$ 25 MILHÕES DE BREAK-UP FEE Se outro investidor vencer e a Almirante não exercer o direito de igualar a proposta, será devida ao Primeiro Proponente uma compensação de R$ 25 milhões. E atenção: quem paga é o proponente declarado vencedor, após a homologação judicial e como condição anterior à transferência das novas ações. ⚖️ A SAF SERÁ VENDIDA SEM AS DÍVIDAS ANTIGAS? O edital estabelece que a UPI Equity será alienada livre de ônus e sem sucessão do comprador nas dívidas e contingências das Recuperandas, nos termos previstos na legislação de Recuperação Judicial. Essa proteção abrange obrigações de diversas naturezas, como tributárias, trabalhistas, cíveis, comerciais, previdenciárias, administrativas e outras previstas no documento. 🏁 DIA 25 NÃO É NECESSARIAMENTE O FIM Essa parte é fundamental. A audiência pode definir a Melhor Proposta, mas, havendo concorrente, ainda haverá o prazo de três dias úteis para a Almirante exercer o right to match. Somente depois desse prazo será definida a Proposta Vencedora. Depois disso, o Juízo ainda deverá homologar judicialmente a alienação. E ainda existirão condições necessárias para o fechamento definitivo da operação e transferência das ações. 📌 RESUMINDO O Vasco entrou formalmente em um processo competitivo para alienação de 90% da Nova SAF. A Almirante começa como stalking horse e estabelece o parâmetro mínimo da disputa. O investidor que quiser superá-la precisará não apenas apresentar uma proposta financeiramente melhor, mas também demonstrar enorme capacidade financeira e cumprir todas as garantias e salvaguardas estabelecidas. 25 de setembro será o grande dia para descobrirmos se existe uma proposta concorrente válida e, existindo, quanto o mercado está disposto a oferecer pela Nova SAF do Vasco. Depois disso, ainda poderá existir um último movimento da Almirante. A disputa pela SAF do Vasco entrou definitivamente em uma nova fase. #Vasco #SAF #Futebol

8 DE SETEMBRO DE 2026: A CRISE QUE COLOCOU STF E POLÍCIA FEDERAL EM CONFRONTO ABERTO O que aconteceu nesta terça-feira, 8 de setembro, ultrapassa em muito uma divergência circunstancial entre integrantes do Supremo Tribunal Federal. A sucessão de acontecimentos envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e Gilmar Mendes expôs uma crise institucional de proporções ainda difíceis de dimensionar. No centro da controvérsia estão investigações relacionadas ao Banco Master, relatórios produzidos pela Polícia Federal, acusações envolvendo a condução de procedimentos investigatórios e, sobretudo, uma questão que se tornou inevitável: quais são os limites institucionais quando aqueles encarregados de investigar, fiscalizar e julgar passam a questionar reciprocamente a legalidade de suas próprias atuações? A crise ganhou outra dimensão depois que Alexandre de Moraes pediu a investigação de André Mendonça por supostos abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade, em episódio relacionado à condução das investigações dos casos Master e INSS. Mendonça reagiu no plano jurisdicional e colocou sob severo questionamento a produção e a utilização de relatórios de inteligência da Polícia Federal, inclusive material que teria servido de fundamento para medidas dirigidas contra ele. O conflito, portanto, deixou de estar restrito à interpretação de atos processuais. Passou a envolver diretamente a regularidade da atuação da Polícia Federal e a relação institucional entre integrantes da própria Suprema Corte. O acontecimento mais contundente desta terça-feira foi a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão provocou imediata repercussão política e jurídica, mas existe um aspecto que não pode ser ignorado: submetida a questão à Segunda Turma do STF, Mendonça recebeu os votos de Luiz Fux e Nunes Marques, formando maioria de três dos cinco integrantes do colegiado para referendar o afastamento. Independentemente das avaliações políticas sobre a decisão, esse dado possui enorme relevância institucional, porque demonstra que a posição adotada pelo relator não permaneceu isolada dentro do próprio Supremo. Nesse cenário entrou Gilmar Mendes, que pediu vista e interrompeu a conclusão do julgamento, defendendo uma análise mais aprofundada da matéria e levantando preocupação específica quanto aos efeitos de uma decisão dessa natureza durante o período eleitoral. O pedido de vista, contudo, não significou a revogação automática da medida cautelar. Pelo contrário, a controvérsia permanece aberta e tende a avançar para uma discussão ainda maior dentro do Tribunal, especialmente diante da possibilidade de submissão da matéria ao Plenário. O presidente do STF, Edson Fachin, também ingressou diretamente na administração da crise ao determinar a prestação de informações pelos envolvidos. Há, portanto, algo muito maior acontecendo em Brasília do que uma simples disputa entre ministros, e no centro do furação, Alexandre de Moraes x André Mendonça. AM x AM! Mendonça, em suas razões, questiona procedimentos e relatórios produzidos pela Polícia Federal e determina o afastamento de sua cúpula. E hoje a Segunda Turma formou maioria favorável à medida, com votos de Nunes Marques e Luiz Fux, uma vez que Toffoli se declarou impedido. Gilmar Mendes - agindo como o dono da razão - interrompe a conclusão do julgamento e introduz no debate a possível repercussão eleitoral da decisão. Paralelamente, documentos e informações relacionados ao Banco Master continuam alimentando uma crise que alcançou simultaneamente o STF e a direção da principal instituição de polícia judiciária da União. O problema institucional que emerge desse episódio é muito mais profundo e não pode ser reduzido à preferência política por este ou aquele personagem. Quando ministros da Suprema Corte passam a formular acusações ou questionamentos graves sobre a atuação de outros integrantes do Tribunal, enquanto a própria direção da Polícia Federal é atingida por decisão judicial fundada em suspeitas relacionadas à produção e utilização de informações de inteligência, a discussão deixa de pertencer exclusivamente aos envolvidos. Torna-se assunto de interesse público. Transparência, contraditório, documentação verificável e estrita observância da lei passam a ser indispensáveis para que a sociedade compreenda exatamente o que aconteceu. O Brasil chega ao final deste 8 de setembro com uma pergunta que nenhuma instituição deveria considerar inconveniente: quando investigadores, autoridades policiais e integrantes da mais alta Corte do país entram em rota de colisão, quem fiscaliza o exercício desses poderes e quais mecanismos efetivamente impedem que qualquer autoridade, independentemente do cargo que ocupe, ultrapasse os limites estabelecidos pela Constituição? A resposta não pode depender de nomes, preferências políticas ou circunstâncias eleitorais, mas da Constituição, da lei, das provas e da possibilidade de controle efetivo dos atos praticados pelo poder público. Dr. Paulo Faria Jornalista 4090/GO #STF #PolíciaFederal #CriseInstitucional

Do menu de lagosta ao caso Vorcaro, uma sucessão de crises de ética no STF Por: @wilsonlimaslz https://t.co/9i50iyS7V7. #Ética #STF #Brasil

Eu tô na Noruega de férias e por conta do recente falecimento do Rei Harald V eu fui ler um pouco mais sobre a monarquia daqui e descobri que o filho mais velho da atual Rainha Mette-Marit, esposa do filho de Harald V que se tornou Rei agora, está em prisão domiciliar por estupro e agressão. Ele só não está na cadeia cumprindo os 4 anos de prisão de sua condenação porque ainda tem um recurso pendente, mas mesmo assim o ministério público determinou que ele ficasse preso em casa com tornozeleira eletrônica. Detalhe, ele só pode circular na casa dele, não em toda a propriedade Real. Não pode consumir álcool e nem drogas, passando por testes randômicos periodicamente e precisa participar de sessões semanais do RISK, programa da polícia norueguesa voltado à avaliação de risco e prevenção de reincidência em violência doméstica. Ele é filho de um relacionamento anterior da Rainha, portanto não tem título real e nem está na sucessão do trono, mas mesmo assim, é interessante que até o filho da Rainha esteja sujeito à isso, igual qualquer pessoa comum estaria. Uma lição para o Brasil. 🤷🏻‍♀️ #Noruega #Monarquia #Justiça

Observador Aug 29

Ingrid Alexandra, a nova princesa herdeira do trono norueguês, está a assumir um papel crescente nas funções reais ao lado do novo monarca, incluindo um juramento da Constituição, refletindo a mudança na linha de sucessão e a esperança renovada para a monarquia na Noruega. #IngridAlexandra #MonarquiaNorueguesa #Realeza

Ingrid Alexandra. As novas funções da herdeira do trono

RUMOR: De acordo com uma lista de produções, essa é a sinopse da 3ª temporada de ‘Off Campus’ (ainda não renovada oficialmente): “Ele é um jogador em mais de um sentido… O universitário John Logan, no terceiro ano da faculdade, consegue qualquer garota que quiser. Para essa estrela do hóquei, a vida é uma sucessão de festas e encontros casuais, mas, por trás de seus sorrisos irresistíveis e de seu charme descontraído, ele esconde um crescente desespero diante do caminho sem saída que será obrigado a seguir depois da formatura. Um encontro sexy com a caloura Grace Ivers é exatamente a distração de que ele precisa, mas, quando um erro impensado faz com que ela se afaste, Logan decide passar seu último ano provando a ela que merece uma segunda chance. Agora, ele vai precisar elevar o nível do jogo… Depois de um primeiro ano nada brilhante, Grace está de volta à Briar University, mais velha, mais madura e completamente cansada daquele arrogante jogador de hóquei a quem quase entregou sua virgindade. Ela não é um caso de caridade e não é mais a borboleta tímida que era quando os dois ficaram juntos pela primeira vez. Se Logan espera que ela se renda e implore como todas as outras fãs dos jogadores de hóquei, ele pode esquecer. Ele a quer de volta? Então vai ter que se esforçar. Desta vez, será ela quem estará no controle, e pretende deixá-lo completamente louco.” A 3ª temporada está prevista para ser filmada entre abril e setembro de 2027, embora esse cronograma ainda possa sofrer alterações. E como não tivemos nenhuma confirmação ainda, tratem como RUMOR! #OffCampus #Série #Rumor

JUSTIÇA LIBERA ANÁLISE DO FINANCIAMENTO DIP DO VASCO, MAS NÃO AUTORIZA CONTRATAÇÃO A Justiça do Rio concedeu parcialmente uma tutela recursal para afastar a exigência de apresentação do relatório sumário da auditoria como condição prévia para a tramitação e análise do pedido de financiamento DIP do Vasco. Com a decisão, o pedido poderá seguir para processamento e exame pelo Juízo da recuperação judicial. No entanto, a medida não autoriza a contratação do financiamento nem qualquer desembolso de recursos neste momento. A decisão determina que a auditoria continue normalmente e que seu relatório possa ser utilizado posteriormente na análise da recuperação judicial. O financiamento, por sua vez, continuará dependendo de uma decisão específica, após as manifestações dos órgãos responsáveis pela fiscalização do processo. O documento também destaca preocupações apontadas anteriormente, como a sucessão de operações de financiamento em curto período, divergências entre projeções financeiras e resultados observados, além da concentração de financiamentos e da proposta de aquisição da futura UPI em agentes ligados ao mesmo grupo econômico. Em resumo: a Justiça permitiu que o pedido de financiamento DIP volte a ser analisado sem aguardar a conclusão da auditoria, mas ainda não deu autorização para que o Vasco contrate ou receba os recursos. #Justiça #Financiamento #Vasco

B
Bruno Matos Aug 22

A viver uma sucessão de momentos fulcrais, decisivos ou não.

Observador Aug 17

Liechtenstein, até agora o último país europeu a adotar a lei agnática que restrigia o trono aos homens, anunciou a mudança da linha de sucessão para a primogenitura absoluta, permitindo que o primeiro filho do príncipe herdeiro, independentemente do sexo, possa herdar o trono, embora as mudanças só afetem as futuras gerações. #CasasReais #Liechtenstein #SucessãoHereditária

Liechtenstein muda regras de sucessão ao trono

💧💦A água deixou de ser um simples bem público de utilização quotidiana para se assumir como um recurso estratégico, indissociável da segurança, da competitividade e da soberania europeia. A última década trouxe à Europa uma sucessão de episódios que tornaram impossível https://t.co/g8W1GMk3Jg #Água #Segurança #Soberania #EU

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Jornais espanhóis pedem mais chances a Endrick no Real Madrid após gol contra a Fiorentina: "Mourinho, ele não te convence?" • AS: “Endrick estava 'nervoso' demais. Essa hiperatividade resultou em um gol, mas sua pressa e o desejo excessivo de agradar prejudicaram seu desempenho. Faltou-lhe refinamento, mas não faltou garra.” • MARCA: “Mou, falando sério, Endrick não te convence?” “Ficou a impressão de que Endrick é o 3º na linha de sucessão para a posição de centroavante. A primeira coisa que ele fez foi arregaçar as mangas e trabalhar. O brasileiro quer convencer Mourinho e o clube, e só há uma maneira de fazer isso: marcar gols. Embora isso não seja garantia de nada, é claro. Mas ele já preparou o terreno. Contra a Fiorentina, assim que entrou na área, dominou a bola e a colocou na cara do goleiro. É assim que Endrick joga: é um 'faz-tudo' que consegue encaixar as peças e fazer o time funcionar. Além dos gols, não desiste de nenhuma bola. Luta por todas e se entrega totalmente na pressão.” “O atacante merece, no mínimo, uma chance real, mas, neste ano, parece que terá muita dificuldade para consegui-la após a chegada de Espí. Enquanto isso, segue fazendo gols.” • MUNDO DEPORTIVO: “Tudo indica que Endrick será o reserva de Mbappé sempre que o francês precisar descansar.” 🗞️ ESPN 📸 Real Madrid #Endrick #RealMadrid #Futebol

Percebam que, desde que Alexandre de Moraes tornou o Presidente @jairbolsonaro ainda mais incomunicável em seu cativeiro político, a chamada “direita permitida” abandonou qualquer preocupação em disfarçar seus movimentos. A mais nova investida de sucessão de acontecimentos não deixa dúvidas que não há inocentes, burros, gagás e nem coincidências. As estratégias são cuidadosamente coordenadas. Toda a orquestra está empenhado em eleger lula para então enterrar Bolsonaro e os presos políticos do 8 de janeiro vivos e então se colocarem como a “oposição autorizada” em 2030. Só que eles sabem que mais 4 anos de lula não haverá 2030. O ponto de honra é enterrar de vez a voz do povo e seguirem inabalavelmente sendo os suprassumos da “verdade alternada autorizada” na República Democrática do Braziquistão, não importando o custo para a nação. Não há mais o que por nem tirar. É o fato! Diante do evidente movimento cabe ao povo observar os fatos, refletir, tirar suas próprias conclusões e não se eximir de votar em outubro. Esta, sem exagero algum, é a última chance que o Brasil tem de resgatar os presos políticos e o que sobrou de nossa democracia. Vide Maduro, Ortega e demais aliados do filho da organização. #Brasil #Democracia #DireitosHumanos

Observador Jul 18

O parlamento japonês aprovou uma lei que flexibiliza as regras de sucessão imperial, permitindo a inclusão de familiares masculinos distantes, mas mantendo a proibição de que mulheres, incluindo a princesa Aiko, ascendam ao trono. #Japão #SucessãoImperial #DireitosDasMulheres

Japão flexibiliza sucessão imperial. Mulheres fora do trono