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#Tejo

The proTEJO and the environmental association ZERO alert that the minimum daily flow agreed between Portugal and Spain for the Tagus River continues to not be met, with recent data indicating only 6% of the established minimum. (translated)

Caudal mínimo do Tejo continua por cumprir
NIUS 18h

NIUS publishes thousands of pages of deportation leaks in a series. The documents show how the most serious offenders – murderers, rapists, and terrorists – have not been deported for years. The case of Arash T. is particularly serious. (translated)

José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda, criticou o Ministério da Educação por perpetuar a lengalenga das promessas anuais de melhoria na colocação de professores, enquanto continua a haver uma significativa falta de docentes, especialmente nas áreas de Lisboa, Setúbal e Vale do Tejo, devido às elevadas despesas de vida. #Educação #Professores #BlocoDeEsquerda

Pureza critica "lengalenga" do Governo na educação

O Governo pediu uma solução técnica para reforçar o abastecimento de água à margem sul do rio Tejo, incluindo novas origens como o Castelo de Bode, em resposta ao aumento de consumo decorrente do novo aeroporto de Lisboa e à crise de água em Almada. #Água #Abastecimento #Tejo

Água. Governo pede solução para abastecimento à margem sul
Observador Aug 25

Ministério da Saúde portuguese anunciou que até o final de novembro de 2026 serão identificadas as urgências regionais, com foco na ortopedia em Lisboa e Vale do Tejo, como parte de um esforço para criar uma rede de urgências mais integrada e sustentável. #MinistérioDaSaúde #Urgências #Saúde

Rede de urgências revista até novembro com ortopedia em foco
Luís Reis Aug 18

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

Incrível! Encontrados os destroços do Douglas DC4 da Pan Am que em 1952 sofreu um trágico acidente pouco depois de descolar de Porto Rico. O Clipper Endeavor, assim se chamava, perdeu dois motores após a descolagem e apesar de todas as tentativas dos pilotos para o manter a voar acabou por cair no mar onde ficou sepultado a 600 metros de profundidade. A maior parte dos passageiros sobreviveu ao impacto mas muitos deles acabaram por morrer afogados por falta de meios de salvamento. No total houve 52 mortos e 17 sobreviventes. Entre estes estava o comandante do avião, John Burns, um homem com algum azar já que era o copiloto do Boeing 314 Yankee Clipper que em 1943 se despenhou no rio Tejo em Lisboa. Nesse dia John Burns saltou do aparelho enquanto este se afundava e foi socorrer a cantora Jane Froman que tentava sobreviver agarrada a um pedaço de madeira. Mais tarde apaixonaram-se e acabaram por casar. Toda esta história é contada no meu livro Na Rota do Yankee Clipper que se encontra disponível em qualquer boa livraria de Portugal #HistóriaAérea #AcidenteAéreo #Literatura

Observador Jul 20

A crise hídrica em Almada reativou um antigo plano da década de 1970 que visa conectar o sistema de abastecimento de água de Castelo de Bode à Península de Setúbal através de condutas a serem instaladas em pontes sobre o Tejo, como a Vasco da Gama, a fim de diversificar as fontes de água na região. #Água #Tejo #Almada

Crise de Almada relança plano para levar água via ponte
Observador Jul 5

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo alertou que os níveis de ozono em Lisboa, Amadora e Loures ultrapassaram os 180 µg/m³, indicando riscos à saúde especialmente para grupos vulneráveis que devem evitar atividade física intensa ao ar livre. #ozono #saúde #Lisboa

Alerta de ozono em Lisboa, Amadora e Loures
Observador Jul 4

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo alertou para concentrações de ozono prejudiciais à saúde, ultrapassando 180 µg/m³ em Lisboa e Vila Franca de Xira, com recomendações para que grupos vulneráveis reduzam atividades ao ar livre. #Ozono #Saúde #Ambiente

Ozono perigoso em Lisboa e Vale do Tejo
Observador Jun 30

V květnu 2026 se opět zvýšil počet uživatelů bez přiděleného rodinného lékaře v Portugalsku, přičemž v regionu Lisabon a Vale do Tejo byl dosažen rekord, když 29,7 % populace v této oblasti nemá lékaře, což je důsledkem nárůstu počtu registrovaných pacientů a zvyšující se imigrace. #CentrosDeSaúde #UtentesSemMédico #ServiçoNacionalDeSaúde

Utentes sem médico aumentam. Região de Lisboa bate recorde
Corinthians Jun 23

Portugal entra em campo hoje na Copa do Mundo da FIFA 2026™️ e o manto do Timão aproveitou para visitar um dos cartões-postais mais famosos de Lisboa! 🇵🇹🏴🏳️ Às margens do Rio Tejo, a Torre de Belém atravessa séculos como um dos maiores símbolos da história e da cultura portuguesa. 📸 Jaine Alves #TimãoPelaCopaDoMundo #TimãoPeloMundo #VaiCorinthians #FIFAWORLD CUP #Portugal #Corinthians

Max Hübner Jun 8

Donald Tusk wczoraj: "To rząd prowadzi politykę zagraniczną, nie Prezydent RP. Donald Tusk dzisiaj: "Dyplomacja zawiodła, apeluję do Prezydenta RP o rozwiązanie problemu". https://t.co/teJOFiPaq2 #Polska #Polityka #Tusk

Observador Jun 2

Movimento proTEJO upozorňuje na opětovný výskyt znečištění řeky Tejo, jemuž přičítá úniky odpadních vod a žádá okamžité zásahy a odpovědnost ze strany příslušných orgánů, včetně analýzy kvality vody a přehodnocení povolení pro zacházení s odpady. #Poluição #Tejo #Ambiente

Movimento denuncia ressurgimento de poluição no Tejo
Observador May 26

Uma onda de calor está a afetar Portugal continental, com temperaturas máximas a chegarem aos 38/39 graus Celsius em várias regiões, incluindo Alentejo e Vale do Tejo, acompanhadas de noites tropicais, e com previsões de elevado risco de incêndio nas próximas dias. #OndaDeCalor #TemperaturasElevadas #IncêndiosFlorestais

Onda de calor: temperaturas vão manter-se elevadas

Rock in Rio Lisboa 2026 reforça seu plano de mobilidade, incentivando o uso de transportes públicos e alertando sobre restrições para veículos particulares e dificuldades de estacionamento na área do Parque Tejo, com a expectativa de reunir cerca de 400 mil pessoas durante quatro dias. #RockInRioLisboa #Mobilidade #FestivaldeMúsica

Rock in Rio Lisboa reforça plano de mobilidade e apela ao uso de transportes públicos durante o festival

Homem se lançou no rio Tejo para escapar de quatro sequestradores, gerando um episódio de comoção e alívio para Rita Salema, que enfatiza a importância da calma na recuperação. #RitaSalema #calma #cura

<![CDATA[ Homem atira-se ao rio Tejo para fugir de quatro sequestradores ]]>
SIC Notícias May 18

Um homem se jogou no rio Tejo para escapar de um sequestro e assalto em Lisboa, levando à detenção de quatro jovens suspeitos pela Polícia de Segurança Pública após a vítima ter solicitado ajuda em um hospital. #Lisboa #sequestro #PSP

Assaltado e raptado em Lisboa, atira-se ao rio Tejo para escapar

Článek informuje o incidentu, kdy se osoba vrhla do řeky Tejo, aby unikla čtyřem únoscům, zatímco Ryanair prostřednictvím satirického kvízu kritizuje kontroly na hranicích v Lisabonu a vládu. #Ryanair #controledefronteiras #satira

<![CDATA[ Atira-se ao rio Tejo para fugir de quatro sequestradores ]]>
SAPO May 18

Relatórios recentes confirmam impactos irreversíveis na paisagem e biodiversidade das centrais solares Sophia e Beira, levantando preocupações da população e da Plataforma de Defesa do Parque Natural do Tejo Internacional, que criticam a falta de transparência e a necessidade de uma avaliação ambiental integrada para a região. #CentraisFotovoltaicas #ImpactosAmbientais #BeiraBaixa

Relatórios confirmam impactos irreversíveis na paisagem das centrais solares Sophia e Beira