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#Vélo
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Nino Tronchetti Provera, fondatore di Ambienta, sostiene che le aziende sostenibili crescono tre volte più velocemente rispetto al resto dell'economia, evidenziando come la vera sfida non sia l'innovazione tecnologica ma l'adozione su scala delle tecnologie esistenti, con un focus particolare sull'elettrificazione e il riciclo dell'acqua. #Sostenibilità #GreenEconomy #Innovazione

Nino Tronchetti Provera: “Le aziende verdi crescono tre volte di più. La corsa all’acqua? Cambierà l’economia”

Lamine Yamal y Cubarsi tienen edad para Mundial Sub-20; y el próximo domingo juegan su primera final de Copa del Mundo de mayores. A ver si en el fútbol colombiano nos damos cuenta que los tiempos hoy en el fútbol internacional van a otra velocidad, y que los jóvenes con talento tiene que llegar más rápido a las selecciones. No es ponerlos por ponerlos, claro que necesitan acompañamiento y respaldo. Pero hay que vincularlos y darles oportunidades a lo que muestren talento, y ayudarlos a madurar. #Fútbol #TalentoJuvenil #CopaMundial

Ero terrorizzata. Così ho iniziato a implorare, a supplicare, ma l’auto andava sempre più veloce. Urlavo, gridavo, e l’auto accelerava ancora. E si trattava di stradine siciliane.

“Urlavo e l’auto accelerava ancora, ero terrorizzata. Ho iniziato a implorare, a supplicare”: turista australiana in vacanza in Sicilia denuncia due aggressioni nel giro di poche ore
www.ilfattoquotidiano.it

Una turista australiana di 36 anni in vacanza in Sicilia ha denunciato di aver subito due tentativi di rapimento in poche ore, durante i quali ha vissuto momenti di terrore mentre cercava di fuggire da un'auto che accelerava velocemente. #Sicilia #kitesurf # sicurezza

“Urlavo e l’auto accelerava ancora, ero terrorizzata. Ho iniziato a implorare, a supplicare”: turista australiana in vacanza in Sicilia denuncia due aggressioni nel giro di poche ore

Esto que voy a contar lo viví yo anoche. En mi calle, vive una familia marroquí. Tienen una hija de unos 25 años y ayer su padre la echó de casa. Se montó un buen escándalo. ¿El pecado de la chica? Viste como las jóvenes occidentales. Ayer —debió ser la gota que colmó el vaso— llevaba minifalda. Y, por supuesto, nada de velo. A simple vista, es una chica más. Es decir, no es diversa. No quiere ser multicultural: quiere ser monocultural y comprarse vestidos en Zara. Quiere llevar el pelo a la vista y quiere que tú no sepas que es árabe y musulmana. Quiere vivir plenamente integrada. Al menos esta noche, yo doy fe de que no ha dormido en su casa. Ha querido ser un ejemplo de integración —quiere ser indistinguible de una chica de su edad que vive en España—, pero no lo consigue. Y nadie defiende su causa. Al parecer, el neandertal de su padre es el auténticamente diverso. Un tipo que quiere que nuestra sociedad retroceda cien años es el «ejemplo de integración» que tanto se alaba por ahí. Y no. Si la multiculturalidad es que una chica joven no pueda llevar minifalda si lo desea, yo la rechazo y afirmo que el progresista soy yo: quiero el progreso, no el retroceso. #Multiculturalidad #Integración #DerechosHumanos

Degvielas trūkuma dēļ Krievijā, ko izraisījuši Ukrainas uzbrukumi naftas pārstrādes rūpnīcām, iedzīvotāji sāk pārvietoties ar zirgiem un velosipēdiem, jo autovadītāji saskaras ar garām rindām un pat 36 stundu gaidīšanu, lai uzpildītu degvielu. #DegvielasKrīze #Krievija #EkonomiskāKrīze

Degvielas trūkuma dēļ Krievijā sāk pārvietoties ar zirgiem
Indie 505 22h

Joven muere tras donar riñón a su padre que lo expulsó de casa por ser gay. Gabriel Barros, de 22 años, falleció tras complicaciones derivadas de la cirugía en la que donó un riñón a su propio padre, según relatos de la familia. Años antes, habría sido expulsado de casa tras revelar su orientación sexual. Aun después de años distanciado, Gabriel decidió donar el órgano cuando su padre necesitó un trasplante urgente. Tras la cirugía, sufrió una hemorragia y una infección generalizada, sin resistir a las complicaciones. Según los familiares, el padre continúa en recuperación y no participó en el velorio. El hospital informó que no comenta casos de pacientes por secreto médico. #DonaciónDeÓrganos #DerechosLGBTI #HistoriasDeVida

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Donald Trump ha ufficialmente avvisato il Congresso della ripresa della guerra con l'Iran, annunciando attacchi su un impianto nucleare fortificato, che iniziano a seguito della violazione da parte iraniana di un accordo e promettendo un conflitto molto veloce. #Trump #Iran #guerra

Trump notifica al Congresso la ripresa della guerra con l’Iran: “Colpiremo un impianto nucleare”

Cientistas portugueses realizaram um estudo inédito sobre nuvens em Marte, medindo simultaneamente a altitude e a velocidade das ondas atmosféricas utilizando imagens da sonda Mars Express, o que poderá contribuir para a compreensão da atmosfera marciana e para futuras missões humanas ao planeta. #Marte #ExploraçãoEspacial #Ciência

Marte. Cientistas portugueses fazem estudo inédito

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

DataFut 1d

Jules Kounde é o jogador que atingiu o maior pico de velocidade (36.1 km/h) na Copa do Mundo. Via @SofascoreBR https://t.co/GlELzfOYBd #CopaDoMundo #Futebol #Velocidade

Dispiace tantissimo per Khalaili, davvero. Per il ragazzo. Poi per il calciatore e per noi. Sulle parole di Marotta sul mercato stendiamo un velo pietoso. Al netto della doverosa e goduriosa secchiata di fango su Palestra e sull'agente, il resto del discorso fa paura. Tutto incentrato su costi esorbitanti e fuori dalla portata dell'Inter. E ho sentito di più la parola "Champions League" di qualunque altra parolina. #Calcio #Inter #ChampionsLeague

Marotta: "A destra abbiamo un vuoto che riguarda una scelta di Dumfries, che ha deciso di concludere la sua carriera in un club prestigioso come il Real Madrid. Non era una scelta voluta da noi. Questa situazione di Khalaili ci riporta ai nastri di partenza, sono sicuro che troveremo una soluzione al più presto. Avevamo varie ipotesi per sostituire Dumfries. Oggi l'Italia è comprimaria, le cifre del mercato sono pazzesche, questo crea difficoltà. Non abbiamo preclusioni nel fare investimenti ma investimenti logici. Auspico che si possa trovare velocemente questa soluzione, siamo in una situazione in cui all'appello ci sono tantissimi altri giocatori. Affrontiamo questo inizio di stagione sapendo che dobbiamo completare la rosa. Ma senza ansia e con un processo razionale per fare le scelte migliori" #Calcio #Calciomercato #RealMadrid

Today begins a new international collaboration aimed at strengthening European air defense by bringing together the best technologies and the most advanced industrial experiences to progress more quickly. An important step for security but also (translated)

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L'Europa sta affrontando una terza ondata di caldo record, con temperature che raggiungono punte di 42 gradi in Sardegna e valori prossimi ai 40 gradi nel Centro-Sud, dovuta a un anticiclone subtropicale africano e a un riscaldamento del continente che avviene a oltre il doppio della velocità media globale, mentre esperti avvertono dei rischi per la salute e dei cambiamenti climatici che influenzano le ondate di caldo prolungate. #CaldoRecord #CambiamentoClimatico #Europa

Caldo record, arriva il picco. Quando ci sarà una tregua e perché l’Europa si scalda più di tutti

Latvijā kopš aprīļa ir ieviestas stingrākas prasības pašgājēju velosipēdu reģistrācijai un apdrošināšanai, jo tehnikas attīstība apsteidz likumdošanu, radot nepieciešamību pielāgot noteikumus jaunajiem mikromobilitātes rīkiem un nodrošināt satiksmes drošību. #mikromobilitāte #pašgājējuvelosipēdi #likumdošana

Tehnikas attīstība skrien pa priekšu likumdošanai. Kā sokas ar pašgājēju velosipēdu reģistrāciju?

O f0d4 de estarem surgindo tantos novos CPs de GL e de a indústria estar fervendo é que, se acontece alguma coisa, seja internamente entre o CP ou porque a empresa avalia que ele não vai estourar por diversos fatores.... O CP simplesmente se desfaz. E quanto mais GLs, quanto mais CPs, mais velórios. E quanto mais velórios, mais tristeza. Estou devastada por JuneMewnich e por Love Echoes (e elas nem são minhas favs), mas eu queria tanto esse GL. Eu queria tantoooooo. Eita, que tristeza. Virou lenda urbana. #GMMTV #JuneMewnich #GL #CP #Tristeza

— JOE COLE (The Rest Is Football): "¿Es la primera vez que Messi jugará ante Inglaterra? Bueno, tendremos que mandarlo a dormir. Lo vamos a mandar a dormir. Lo haremos, al 100%. Lo digo ahora. Lo digo ahora: vamos a meternos a la final de la Copa del Mundo. Tenemos mucha velocidad para Argentina. Y les vamos a ganar. Lo siento en mis huesos". Joe Cole, que jugó en la Selección de Inglaterra durante casi una década y disputó 3 Mundiales, aseguró que Inglaterra mandará a dormir a Lionel Messi en las semifinales de la presente Copa del Mundo. Sí, el ex futbolista inglés no dudó ni un poco al decir que la selección de Thomas Tuchel superará con autoridad a Argentina y avanzará al partido por el título. LOS INGLESES PRENDIERON TODAVÍA MÁS LA SEMIFINAL ANTE ARGENTINA. #CopaDelMundo #Messi #Inglaterra

“A MESSI LO VAMOS A MANDAR A DORMIR, VAMOS A LLEGAR A LA FINAL DEL MUNDO. Tenemos demasiada velocidad para las fortalezas de Argentina, y vamos a vencerlos. Lo siento en mis huesos”. Joe Cole, sobre Argentina-Inglaterra. 😳🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿🇦🇷 https://t.co/6g0Naj54aO #Fútbol #CopaMundial #ArgentinaInglaterra

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‼️ “LO VAMOS A MANDAR A DORMIR A MESSI. SÍ, AL 100%” 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 La predicción de Joe Cole, ex jugador de la Selección de Inglaterra, sobre la semifinal del miércoles ante Argentina: “¿La primera vez que Messi jugará contra Inglaterra? Bueno, habrá que mandarlo a dormir. Lo vamos a mandar a dormir. Sí, al 100%. Lo digo ahora mismo: vamos a llegar a la final del Mundial. Tenemos demasiada velocidad para las fortalezas de Argentina y les vamos a ganar. Lo siento en los huesos”. 🎙️: @RestIsFootball. #Messi #Mundial #Inglaterra