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#Velocidade

🗣️ | George Russell: "Há pouco fui completamente engolido. Até a Curva 5, na reta, perdi três posições e, depois disso, o incidente foi apenas um lance de corrida." "Talvez eu pudesse ter deixado um pouco mais de espaço, talvez o Hamilton pudesse ter freado um pouco mais. Se eu tivesse velocidade na reta, esse incidente nunca teria acontecido." "Estou muito, muito decepcionado. Não há muito mais a dizer. Neste momento, estou sem palavras." "Eu reconheço que todos estão trabalhando muito para resolver esse problema, mas eu cheguei à Curva 5 da corrida. Sentia que estava em uma boa posição para disputar a Curva 1 e, de repente, fiquei sem potência nenhuma. E aí tudo foi embora." [@SkySportsF1] #F1 #GeorgeRussell #Corrida

🗣️ | George Russell comenta para a Sky Sports antes da corrida: "Estou entrando no dia de hoje com uma atitude positiva." "Tivemos [o problema de velocidade de reta] em Silverstone e terminamos em segundo lugar. Qualquer coisa pode acontecer. Vou simplesmente dar o meu melhor e, a partir de amanhã, a equipe e eu vamos trabalhar muito para tentar resolver isso." "Com as regras atuais da Fórmula 1, não há nada que possa ser alterado no carro, nem mesmo o software. Temos que continuar positivos. Ainda nem chegamos à metade [da temporada]. A sorte já mudou em diferentes momentos; ela já esteve dos dois lados." "Vamos ver o que o dia de hoje nos reserva. Vou andar o mais rápido que puder e ficar com o melhor resultado possível." [@LucianoYoma] #F1 #GeorgeRussell #Corrida

QUE PERIGO! 😥 Um homem de 63 anos, morador do Bronx, foi preso após avançar em alta velocidade com um carro contra o portão da mansão de Beyoncé e Jay Z, em Hamptons, Nova York, na tarde de quarta-feira (15/07). Após a colisão, ele foi contido pela equipe de segurança do casal, que o manteve imobilizado até a chegada da Polícia de East Hampton Village, responsável por efetuar sua prisão. Segundo as autoridades, o suspeito não possui antecedentes criminais, não estava armado, não fez ameaças e aparentava estar desorientado. A polícia rastreou seus deslocamentos por câmeras de monitoramento, constatando que ele havia tentando entrar em outras propriedades antes do acidente. Eles agora investigam se o episódio foi uma tentativa deliberada de invadir a propriedade dos Carters ou se está relacionado a um possível problema de saúde. Até o momento, não há confirmação se Beyoncé e Jay Z estavam na mansão no momento do incidente, onde eles geralmente ficam durante o verão. Fonte: Page Six / East Hampton Star #Bronx #Beyonce #Segurança

👀🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Jornal inglês Telegraph lista "truques sujos" usados pela Argentina contra a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo: 1 minuto: Mac Allister atinge Elliot Anderson após pressioná-lo. 2 minutos: Paredes empurra Bellingham pelas costas sem necessidade; o jogador do Real Madrid reage verbalmente. 3 minutos: A tática argentina de impedir a construção de jogadas fica evidente quando, segundos após o reinício da partida, Enzo Fernández chega atrasado em uma dividida com Anderson. 6 minutos: Giuliano Simeone chuta a parte de trás do pé de Anderson. 11: Jogadores ingleses começam a reagir quando Fernández não é punido por mais uma falta em Anderson; com a bola rolando, os dois acabam se agarrando no chão enquanto tentam se levantar. 11: Morgan Rogers sofre um carrinho proposital. 13: Após o bandeirinha marcar impedimento de Simeone, Pickford avança contra ele na tentativa de pegar a bola, e o meia do Atlético de Madrid responde chutando em direção ao goleiro. 15: Paredes ganha uma dividida contra Bellingham; o inglês sente o impacto e permanece no chão, ouvindo provocações do argentino. 16: Gordon dispara em velocidade e é imediatamente derrubado por Simeone, que lhe dá um tapinha condescendente na cabeça. 24: Simeone recebe uma advertência do árbitro durante uma cobrança de escanteio por bloquear Pickford, mas repete a ação e comete falta no goleiro. 33: Marc Guéhi se coloca à frente de Simeone e, na disputa pela bola, o ponta vai com a cabeça em direção ao adversário, tentando cometer uma falta. 34: Molina também entra na confusão ao atingir Bellingham pelas costas. 37: Os jogadores da Argentina protestam após falta em Messi, gerando uma grande discussão. Kane cobre levemente a boca ao falar com o árbitro, enquanto Anderson recebe o amarelo, levando Mac Allister e Paredes a pedirem desesperadamente a expulsão do atacante. 41: Rogers dispara em contra-ataque, mas Lisandro Martínez o segura e recebe cartão. 46: Enquanto Reece James tenta cobrar um lateral rapidamente com uma bola nova, alguém do banco da Argentina joga a bola antiga de volta ao campo para atrasá-lo. 47: Paredes atinge Anderson com a sola da chuteira em lance de jogo perigoso. 48 minutos: Bellingham pressiona Messi junto à linha de fundo e, enquanto ambos rolam para fora do campo, Messi empurra o meio-campista inglês, lançando-o contra a placa de publicidade. 51 minutos: Cristian Romero recebe o cartão por derrubar Bellingham no chão, agarrando-o com os dois braços. 53 minutos: Simeone faz um movimento com o braço e atinge o rosto de Djed Spence. Nenhum cartão amarelo. 58: Enquanto Pickford tenta agarrar a bola, Romero permanece de pé em vez de se abaixar, e o goleiro inglês cai por cima dele. 73: O gol da Inglaterra tira o ímpeto da Argentina, mas eles recuperam a agressividade. Após a pausa para hidratação, Messi dá um leve empurrão em Spence durante uma cobrança de lateral. 85: Após o gol de Fernández, Romero aproveita a oportunidade para comemorar gritando na cara de um Pickford abatido. 88: Pouco depois do empate, Stones cai no gramado com um ferimento na cabeça, paralisando a partida, e os jogadores da Argentina cercam o árbitro para reclamar. 92: Bellingham tenta levar a Inglaterra ao ataque e, quando a bola sai para lateral, Montiel discute com o camisa 10 inglês. 97: Com a Inglaterra correndo atrás do resultado, Emiliano Martínez segura uma bola alta e cai no chão para ganhar tempo, exibindo um sorriso irônico no rosto. 🗞️ @geglobo 📸 Seleção Inglesa | AFA/Seleção Argentina #CopaDoMundo #Futebol #Esporte

Cientistas portugueses realizaram um estudo inédito sobre nuvens em Marte, medindo simultaneamente a altitude e a velocidade das ondas atmosféricas utilizando imagens da sonda Mars Express, o que poderá contribuir para a compreensão da atmosfera marciana e para futuras missões humanas ao planeta. #Marte #ExploraçãoEspacial #Ciência

Marte. Cientistas portugueses fazem estudo inédito

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

DataFut 7d

Jules Kounde é o jogador que atingiu o maior pico de velocidade (36.1 km/h) na Copa do Mundo. Via @SofascoreBR https://t.co/GlELzfOYBd #CopaDoMundo #Futebol #Velocidade

(1T/20min) Tetê encontra um belo passe nas costas da defesa para Carlos Vinícius. O atacante ganha na velocidade e finaliza de primeira, no cantinho, sem chances de defesa. Placar aberto em Brasília! #Grêmio 1x0 Cruzeiro 🇪🇪 #GRExCRU 📺 https://t.co/KotL8cx2Re https://t.co/O99U5Ed8bD #Futebol #Gol #Brasileirão

É mentira a nota abaixo, publicada por Lauro Jardim. Não estou “segurando” o projeto, dei celeridade ao projeto. O projeto de lei nº 1482/2019 chegou à Comissão de Segurança Pública do Senado, da qual sou Presidente, no dia 12 de junho. No mesmo dia avoquei a relatoria e, rapidamente, publiquei parecer favorável em 9 de julho. No dia seguinte, 10 de julho (sexta-feira), a pauta da CSP já havia sido publicada em Diário Oficial com o referido projeto incluído na pauta para votação no dia 14 de julho (próxima terça-feira). Ou seja, o projeto tramitou em alta velocidade para os parâmetros legislativos! Todo esse trâmite é público e poderia ter sido checado por Lauro Jardim antes de publicar a nota tendenciosa, na data de ontem. Lembro ainda que sou autor do Projeto de Lei nº 828/2022, que trata do mesmo tema de combate ao crime organizado na área dos combustíveis. Ele encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo senador lulista Otto Alencar (PSD/BA), PARADO HÁ MAIS DE 2 ANOS (desde 11 de abril de 2024) e nem sequer o relator foi designado ainda. Mas neste caso o senador não foi alvo de homenagens e insinuações de Lauro Jardim. Por que o tratamento diferenciado? Bastava uma ligação para que qualquer dúvida fosse sanada. @laurojardim @JornalOGlobo #Política #SegurançaPública #Legislação

🇬🇧 | La señal telefónica en Gran Bretaña es tan mala que las velocidades de descarga son más lentas que en Kazajistán, Camboya y Rumanía. El 96% del país está cubierto por 4G. https://t.co/lphiJom5xh #GranBretaña #4G #tecnología

🇵🇹 Carta aberta ao Governo de Portugal @LMontenegroPSD @Leitao_Amaro @miguelluz Senhor Primeiro-Ministro Luís Montenegro, Senhor Ministro António Leitão Amaro, Senhor Ministro Miguel Pinto Luz, Escrevo como alguém que escolheu Portugal para viver. Tenho um pedido simples: tragam o Tesla FSD (Supervised) para Portugal. A 10 de abril, os Países Baixos foram o primeiro país europeu a aprovar o sistema, depois de 18 meses de testes independentes da autoridade RDW. Em dois meses, a Lituânia, a Estónia, a Dinamarca e a Bélgica seguiram o exemplo. Nenhum destes países repetiu os testes. Reconheceram a homologação neerlandesa ao abrigo do quadro europeu (UN R-171) e aprovaram com base nos dados que já existem. Os resultados falam por si: nos Países Baixos, cerca de 40.000 Teslas já percorreram 24 milhões de quilómetros sem incidentes relevantes, segundo a própria RDW. Os carros com FSD registaram 3,5 vezes menos colisões do que a condução manual. E é aqui que isto deixa de ser sobre tecnologia e passa a ser sobre vidas. Só este ano já morreram mais de 220 pessoas nas estradas portuguesas, mais 25% do que no ano passado. Portugal está acima da média europeia na mortalidade rodoviária. A ANSR diz que as principais causas são humanas: velocidade, álcool, distração. Um sistema que nunca se distrai, nunca bebe e nunca adormece evita mortes que vão acontecer com condutores humanos. O próprio Governo chamou à sinistralidade uma chaga social. Esta é uma forma concreta de a combater. Portugal pode fazer o mesmo que a Dinamarca e a Bélgica: o IMT analisa o dossier da RDW e aprova. Não custa nada ao Estado e coloca Portugal à frente da Alemanha, da França e da Espanha. Há 500 anos, Portugal liderou o mundo numa nova tecnologia: a navegação. Partiu à frente de todos e deu novos mundos ao mundo. Portugal pode voltar a estar na fronteira de uma nova tecnologia e liderar como fez há 500 anos. Cada mês de espera custa vidas. Basta decidir. Com admiração e respeito, -@levelsio #Portugal #Tecnologia #SegurançaRodoviária

🚨AGORA - Video divulgado pelo Pentágono mostra OVNI mudando de forma e acelerando em velocidade absurda https://t.co/U2ZKvJ3E2A #OVNI #Pentágono #UFO

Fila: celular. Elevador: celular. Treino: celular. Série com uma mão, mensagem na outra. Podcast enquanto cozinha. Vídeo em 2x porque velocidade normal virou lentidão. Ninguém viu a hora que isso mudou, mas o silêncio virou desconforto. #Tecnologia #Conectividade #Mudança

Quem comemora 70 anos nesta data é o ex-ponta-direita Ataliba! Conhecido por sua velocidade e pelo estilo aguerrido de jogo, Ataliba vestiu o manto alvinegro em 136 partidas e marcou 25 gols. Pelo Timão, conquistou o bicampeonato paulista de 1982 e 1983. Feliz aniversário, Ataliba! #VaiCorinthians #CulturalDoCorinthians #Ataliba70Anos #FelizAniversário #Timão

🗣️ | George Russell: "Sim, antes de tudo, parabéns ao Charles, ele fez uma ótima corrida. É sempre incrível estar aqui em Silverstone. Meu primeiro pódio aqui, então estou muito feliz por estar aqui. Mesmo que, eu não sei, tenha sido obviamente uma corrida com muita sorte — tivemos o furo, e depois tivemos muita sorte no final com o safety car." "Fiquei feliz em ver… quer dizer, teria sido ótimo para os fãs se tivesse tido uma relargada. Do meu lado, meus pneus estavam completamente frios, então eu meio que fiquei feliz só em trazer o carro até o fim em segundo. Foi um fim de semana difícil, mas no geral é bom estar aqui no pódio." "No classificatório tivemos alguns problemas de velocidade em reta, não sei se isso ainda estava lá na corrida, mas de qualquer forma vou continuar empurrando, minha equipe vai continuar empurrando. Esses caras da Ferrari parecem muito rápidos, então… jogo aberto." #F1 #Silverstone #GeorgeRussell

Só mudar o sobrenome que a velocidade muda. E não estou falando em desvio de dinheiro….. democratize-se! #Mudança #Velocidade #Democratização

A Senacon levou dias para agir contra o canal que transmite a Copa de graça. Os quase 200 processos idênticos sobre publicidade de apostas dormem há mais de um ano no Ministério da Fazenda. No Brasil, a velocidade da lei depende do endereço do réu. #Copa #Brasil #Lei

Cientistas japoneses descobriram que a condução de carros com caixa de velocidades manual ativa uma área específica do cérebro, o córtex pré-frontal, que não é estimulada ao dirigir veículos com transmissão automática, sugerindo que o uso de caixas manuais pode ajudar a combater a demência em idosos. #CaixaManual #Neurociência #Demência

Existe área no cérebro que só “acende” com caixas manuais

Ex-técnico do Japão, Zico faz alerta: "Brasil precisa ter cuidado com a velocidade e a movimentação deles". “Os dois times propõem jogo. O Brasil precisa ter cuidado com a velocidade e a movimentação dos caras (Japão), porque eles não param.” “Ainda bem que o Brasil deu uma levantada nesses 2 últimos jogos, definiu o time.” “O Japão hoje é diferente, é bom estar atento. Foi um time que antes tinha uma dificuldade grande de jogar contra sul-americanos e africanos. Quando eu estava na Seleção Japonesa, fiz muito para que tivéssemos jogos contra africanos e sul-americanos.” 🗞️ Podcast B.A.R.C.A.S.T 📸 JFA/Seleção Japonesa | Canal Xiado Carioca #Brasil #Japão #Futebol

🚨 POR QUE GEORGE RUSSELL FOI POLE?🚨 Apesar da polêmica, George Russell fez tudo dentro do regulamento na sua última tentativa: Ele tirou o pé sob bandeira amarela simples e logo depois acelerou ao ver a bandeira verde. O regulamento especifica que, sob bandeira amarela SIMPLES, o piloto deve reduzir a velocidade ou frear antes em uma curva, que foi o que George fez. Se tivesse sido o caso de uma bandeira amarela DUPLA, a volta inteira teria sido anulada. #F1 #GeorgeRussell #PolePosition