⚠️ ATENCIÓN a esto de Andrea Stella 🤯 "En la clasificación aquí en Monza tendremos velocidades en recta más bajas que en Hungría" ¿Lo de este finde qué va a ser? #F1 #ItalianGP 🇮🇹 https://t.co/NQ65KX9GE0 #F1 #ItalianGP #Monza
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No quiero dejar pasar una nueva ocasión para recordar que, entre todos los escándalos, @Renfe sigue siendo uno de ellos. No cumple horarios, envía los avisos de demora diez minutos después de haberlos incumplido y, cada vez, las carencias del trazado son más evidentes en todos los trayectos (ruidos, vibraciones, incidencias técnicas, reducción de velocidades,…). Oscar Puente, dimisión. #Renfe #Transporte #Dimisión
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
Lesões ligam alerta, mas números de Anthony Valencia animam o Flamengo. O atacante teve 6 afastamentos por lesão nas temporadas 2022/23 e 2023/24. Foram 583 dias fora e 80 jogos perdidos. • HISTÓRICO DE LESÕES Os casos mais graves foram uma lesão muscular que o tirou por 135 dias, uma fratura na tíbia (161 dias) e uma ruptura dos ligamentos cruzados (229 dias). • VALENCIA PASSOU A JOGAR MAIS Depois do período mais complicado, o atacante voltou a acumular partidas pelo Antwerp. Foram 29 jogos em 2024/25, e 27 jogos em 2025/26. O rendimento ofensivo também cresceu: 2 gols e 1 assistência em 2024/25, 4 gols e 2 assistências em 2025/26 e 3 gols em 3 jogos nesta temporada. • NÃO CHEGA COMO GOLEADOR Valencia soma 12 gols na carreira e teve como temporada mais artilheira a de 2025/26, com 4 gols. O Fla aposta principalmente em velocidade, intensidade, mobilidade, drible e capacidade de desequilíbrio. O equatoriano atua mais pela direita, mas também pode jogar por dentro. • COMPARAÇÃO COM PLATA Valencia registra mais distância percorrida e sprints por jogo do que Plata. São 18,5 sprints por partida, contra 12,7 do compatriota. Plata, por outro lado, leva vantagem na velocidade máxima, com 33,47 km/h. A aposta do Flamengo está em um jogador capaz de manter intensidade nos jogos, além de dar versatilidade ao ataque. 🗞️ @lancenet 📸 Adriano Fontes/CRF #Flamengo #Futebol #Lesões
Claro que é um recorte muito curto, mas os primeiros momentos do Colidio aqui são animadores. Muito participativo nas duas fases, identifica rapidamente as vantagens, tem altura e força para duelar, técnica e velocidade para arrastar, veneno na bola parada. Os gols logo vão sair #Colidio #Futebol #Esporte
É PRATA PARA O BRASIL! 🥈🛶 Jacky Godmann e Gabriel Nascimento conquistaram o segundo lugar da categoria C2 500m no último dia do Mundial de Canoagem Velocidade de Poznan, na Polônia. BRABOS DEMAIS! 👏 📸 Fábio Canhete/CBCa #TimeBrasil #Canoagem https://t.co/bdkvcOkvG8 #Canoagem #Brasil #Mundial
A minha passagem "baixa" falhada. Em 2004 regressava ao Porto vindo de Gelsenkirschen trazendo a bordo a equipa do @FCPorto e a Taça da @ChampionsLeague num voo que atravessou meia Europa com o call sign CHAMPS. Pouco antes do início da descida perguntei a Reinaldo Teles, adjunto de Pinto da Costa, o que ele achava se antes da aterragem fizéssemos uma passagem sobre o estádio do Dragão onde milhares de adeptos aguardavam a chegada dos campeões. Ele achou a ideia excelente e até me deu o número de telefone do responsável pelas luzes do estádio para que as acendesse de forma a termos uma referência visual inconfundível. O contacto seria feito pela torre de controle do Porto quando oportuno. Ficou claramente estabelecido que esse sobrevoo seria feito em total coordenação com o controle de tráfego aéreo e que em caso algum desceríamos abaixo da altitude de segurança naquele sector que era de 3.000 pés (1.000 metros). Isso permitia que o sobrevoo de realizasse com uma margem de segurança de pelo menos 500 metros, o suficiente para que o A340 da TAP fosse claramente visto e ouvido pelos adeptos. Estaríamos configurados com flaps e gear down para que a velocidade fosse relativamente baixa e os motores mantivessem um regime moderadamente elevado. Seria a cereja no topo do bolo no final daquela viagem inesquecível. Só que ... Só que o nevoeiro matinal tão frequente no Porto deitou por terra os nossos planos. Kaput! Vem isto a propósito da recente passagem baixíssima de dois E195 da Airlink sobre um estádio cheio de gente em Cape Town. Nunca tal coisa me passaria pela cabeça mesmo com um avião vazio mas, enfim, cada um é como é. #FCPorto #ChampionsLeague #Aviacao
📺 💬 Renan Santos nega ter passado 4 dias se preparando para a sabatina do Jornal Nacional, mas confirma ter feito um “intensivo” para diminuir a velocidade da fala: “Tive agenda externa na maioria dos dias [anteriores]”. https://t.co/LHFZHaaPNX #RenanSantos #JornalNacional #DebatePolitico
Taylor Swift doou U$50 MIL para Ashley Taunton, que foi atropelada por um veículo em alta velocidade. ❤️🩹 Na ocasião, Taunton estava tentando ajudar adolescentes cujo veículo havia aquaplanado em um dia de chuva. https://t.co/29xOpXhIGb #TaylorSwift #solidariedade #ajuda
N sei quem passou isso, mas n é verdade. Tive agenda externa na maioria dos dias . Mas sim, tive que fazer um intensivo pra debate/JN, especialmente tentando diminuir a velocidade de fala. #debate #comunicação #intensivo
1 - Os treinos do Brazão, de características que ele se destaca, foram reduzidos DRASTICAMENTE, força, velocidade, reflexo. 2 - Prometeram que Diógenes seria o segundo goleiro, já virou o terceiro. 3 - JP tinha proposta, se reuniu com Arzul, e foi prometido para ele que ele jogaria. 4 - João Pedro que já era terceiro goleiro, foi jogado para quarto goleiro, sem perspectiva de um projeto no Santos. #SantosFC #futebol #goleiros
The ANKA III, a stealth drone from Turkish Aerospace Industries, reaches speeds of nearly 800 km/h and stands out for its ability to launch other operational drones in mid-flight, thereby expanding the possibilities for missions and coordination in military environments. (translated)

Curiosidade Quando aconteceu o grande terremoto que levou ao tsunami de 2004 não existia sistema de controle de tsunami no oceano Índico. O centro de controle do pacífico detectou o tsunami mas não consegui se comunicar com os países para avisar que vinha um tsunami. Eles ficaram horas vendo lugares sendo destruídos e não conseguindo avisar. Foram mais de 240 mil mortos, sendo só na Indonésia 163 mil mortos Hoje vc recebe a tragédia em tempo real por causa da comunicação instantânea. Você tem uma sensação de que o mundo tá acabando mas a realidade é que isso é criado pela velocidade da comunicação. #Tsunami #História #Comunicação
Residents of Cascais are promoting a petition to demand greater oversight and safety measures on Avenida Marginal, concerned about fatal accidents, illegal racing, and speeds reaching 220 km/h on a road with a limit of 50 km/h. (translated)

✨ NOVA GERAÇÃO DE ELEMENTAIS | FORTNITE C7:T4 · Elemental Klimbo - Um amigo leal retorna, mas é muito raro de encontrar. Concede itens aleatórios a cada nível. Você só pode subir de nível usando itens consumíveis que dão Vida ou Escudo. · Elemental Sonic - Preciso ir rápido! Aumenta sua velocidade de corrida. · Elemental Tails - Plane com a ajuda do Tails! · Elemental Shadow - Recarrega armas automaticamente ao longo do tempo, mesmo quando desequipadas. · Elemental Jackrabbit - Execute outro salto enquanto estiver no ar. · Elemental 8-Bit - Encontre uma Espingarda 8 Bits no seu primeiro Baú e ganhe um multiplicador de pontuação por ela. · Elemental da Coroa - Ganhe Vitórias Royales Coroadas extras após obter uma Vitória Royale. Você só pode subir o nível dele vencendo partidas. · Elemental Aventureiro - A cada nível, aprimora um item aleatório do seu inventário. · Elemental da Moita - Gera um Arbusto sobre você após um certo período. No nível máximo, ganha um Arbusto ao ser eliminado. · Elemental Jonesy - Após um curto período, recupera um pouco de Vida ou Escudo após sofrer dano. · Elemental Disruptor - Entre no câmera lenta no ar com precisão aprimorada. 🪷 Os Elementais que você coletou na Temporada 3 serão imortalizados no novo Jardim Elemental, que será lançado amanhã, e uma nova geração de Elementais poderá ser encontrada na Ilha na Temporada 4. #Fortnite #Elementais #Gaming
A team of astronomers has discovered star S301, the fastest in the Milky Way, which orbits the black hole Sagittarius A* at speeds of 25,000 kilometers per second, which could allow for the direct measurement of the black hole's rotation in the future. (translated)

A esquerda culpa os juros altos pela quebradeira geral. Ela só não conta que os juros estão nesse patamar pela irresponsabilidade fiscal do governo Lula. E é só o começo. Em breve poderemos ter calote na dívida. Os investidores estão fugindo do Brasil na mesma velocidade que o Boulos foge de uma carteira de trabalho… Estamos afundando com gosto!! E ainda tem gente que fala em voto nulo!! #Economia #Brasil #Política
Vesna: Lâmina do Banquete de Neve Comandante do Druzhna #GenshinImpact #Vesna #GenshinSnezhnaya Em Snezhnaya, o nome do clã Strivozha tem uma importância considerável. Essa antiga linhagem Vila, que já existia muito antes dos dias turbulentos do início de Snezhnaya, enfrentou inúmeras tempestades e conquistou inúmeras honras ao longo dos séculos. Vesna claramente faz jus ao nome. Ela é radiante e graciosa, com uma elegância natural e uma postura serena... bem, pelo menos na maior parte do tempo. Vesna é uma verdadeira alma livre e se recusa a se prender às normas da boa sociedade. Isso costuma render cenas bem inusitadas. Às vezes, ela pilota o trem em velocidades tão imprudentes que tudo o que fica para trás é um borrão — e uma bronca esperando por ela no fim da linha. Em outros momentos, ela cuidadosa, meticulosa, escrupulosamente coloca uma fatia de limão azedo no prato de algum colega... Mas ninguém jamais questionaria a virtude ou a honra de Vesna, pois elas vêm de sua espada, e não de aparências ou gestos vazios. O Druzhna é a lâmina empunhada pela própria Tsaritsa, e Vesna é seu fio mais afiado. Entre os Vila, Vesna está longe de ser das mais velhas — na verdade, é quase jovem demais. Quando ingressou no Druzhna, era chamada de "a menina do clã Strivozha", mas o apelido não durou muito: bastou ela mostrar serviço com suas próprias habilidades e feitos para que o título ficasse para trás. Quando ela assumiu oficialmente o posto de Comandante-chefe do Druzhna, o nome "Vesna" já brilhava com tanta intensidade que as pessoas haviam esquecido o "Strivozha" que vinha em seguida. Agora, depois de gerações, esse sobrenome imponente encontrou uma herdeira ainda mais imponente para dar continuidade ao seu legado. Talvez, para a própria Vesna, sua verdadeira glória não esteja no sobrenome, nem em seus talentos notáveis, mas em sua própria fé inabalável: Pela Tsaritsa, e por Snezhnaya. Assim foi no passado, e assim será no futuro. Tal como as geleiras antigas, nenhum vento, por mais caprichoso que seja, pode mudar isso. #GenshinImpact #Snezhnaya #Vesna