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#Vício

Lo más grave del #Betis hoy ha sido su actitud. Su pasividad. Su falta de ideas. No tenían ni idea de qué hacer. Incontables centros a la nada. Sin intensidad en defensa. Desquiciados arriba. Siguen los mismos vicios de este vestuario. Se gana corriendo, no con nombres o escudos. #Betis #Fútbol #Actitud

António Guterres, the UN Secretary-General, appealed to the Security Council to combat the vicious cycle between armed conflicts and acute hunger, highlighting that 2025 saw the highest number of conflicts since World War II and record levels of food insecurity, demanding concrete actions to protect food systems and ensure peace. (translated)

Guterres pede fim de "ciclo vicioso" de conflitos e fome

The article discusses how to protect children from digital addiction, highlighting Meta's condemnation in New Mexico for creating algorithms that addict young people, emphasizing the shared responsibility among parents, social networks, and the state to regulate access to harmful content. (translated)

Saúde mental: como proteger os filhos do vício digital
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Iryna Zarutska's family is going to file a lawsuit regarding her vicious murder in a Charlotte train car. We should be able to sue these negligent judges who let violent criminals back out our streets to victimize us again and again. Decarlos Brown, Jr., the murderer of Iryna Zarutska, had at least 14 prior arrests, including for violent felonies. HOLD THE JUDGES ACCOUNTABLE https://x.com/Kentuckygirl1/status/2090419769400836181

Kentucky Girl (@Kentuckygirl1) on X

The article explores the complex relationship between obesity, chronic low-grade inflammation, and gut microbiota, highlighting that a diet based on homemade and healthy foods can break this vicious cycle by promoting a favorable gut environment and improving metabolic health. (translated)

Inflamación, microbiota y obesidad: romper el círculo con comida casera

Por mais de 30 anos, disseram que a Cracolândia era um problema sem solução. Mas a gente nunca acreditou nisso e resolvemos fazer diferente. Criamos estruturas de acolhimento e tratamento, ampliamos as casas terapêuticas e realizamos operações de inteligência para desarticular o tráfico e as estruturas financeiras que sustentavam a Cracolândia. E, depois de muito trabalho, o resultado veio: a Cracolândia acabou. Mas a luta contra as drogas, o vício e o crime organizado continua. E nós vamos continuar enfrentando esse problema, porque quando existe coragem, inteligência e trabalho sério, até o que parecia impossível pode mudar. #Cracolândia #LutaContraDrogas #TransformaçãoSocial

Por mais de 30 anos, disseram que a Cracolândia era um problema sem solução. Mas a gente nunca acreditou nisso e resolvemos fazer diferente. Criamos estruturas de acolhimento e tratamento, ampliamos as casas terapêuticas e realizamos operações de inteligência para desarticular o tráfico e as estruturas financeiras que sustentavam a Cracolândia. E, depois de muito trabalho, o resultado veio: a Cracolândia acabou. Mas a luta contra as drogas, o vício e o crime organizado continua. E nós vamos continuar enfrentando esse problema, porque quando existe coragem, inteligência e trabalho sério, até o que parecia impossível pode mudar. #Cracolândia #CombateAoTráfico #Esperança

Os bons resultados em São Paulo ficaram no passado. Agora é hora de mobilização para os jogos decisivos no Beira-Rio, e a sequência na nossa casa começará em uma data especial. ❤️🤍 🔜 No dia seguinte ao aniversário de 𝟐𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬 da primeira Libertadores colorada, time e torcida se encontrarão na luta por três pontos, e sócios e sócias de modalidades que fazem Check-In já podem garantir presença no duelo da próxima segunda-feira, enquanto a venda de ingressos para associados(as) começará amanhã, às 10h! 🔥🔥🔥🔥 🔗 Acessa https://t.co/OZFmTHVVf6 e vem apoiar O TEU VÍCIO! 🏟️ #Libertadores #Futebol #BeiraRio

Em julgamento no STF, Luiz Fux e o PGR Paulo Gonet indicam que a legislação atual sobre bets não é suficiente para proteger as pessoas do vício e os impactos nas finanças das famílias e indicam que a Corte poderá aplicar proibições. Tribunal analisa lei que proibiu jogos de azar, como bingos e caça-níquel. Em setembro, magistrados se debruçam sobre a Lei das Bets. #Legislação #JogosDeAzar #Vício

O que aconteceu com o Rafael Cardoso beira o inacreditável. Era o ator mais requisitado da Globo, emendava uma novela na outra, era querido por todos, tanto colegas quanto imprensa, chegou a ficar no ar em quatro novelas diferentes ao mesmo tempo. Depois veio o vazamento das mensagens para menores de idade, a separação, o vício e sua vida acabou. #RafaelCardoso #Novelas #Famosos

No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde

Começou uma nova época… mas os velhos vícios continuam exatamente os mesmos. 👀 Bastou um jogo oficial para voltarmos ao mesmo filme, um penálti claríssimo por assinalar a favor do Torreense, o FC Porto acaba por vencer e a arbitragem volta a ser a principal protagonista. Mudam os calendários, mudam as competições… mas há coisas que parecem nunca mudar. O futebol português precisa de critérios iguais para todos. Não pode haver clubes que beneficiam da dúvida enquanto outros são analisados ao milímetro. A credibilidade constrói-se com decisões consistentes, transparentes e justas, não com a repetição de lances que deixam adeptos e jogadores a questionar o que estão a ver. Se na Supertaça já começamos assim, que mensagem fica para o resto da época? 2026/27 arranca exatamente como terminou 2025/26, com demasiadas dúvidas e poucas explicações. Nova temporada. Os mesmos vícios. A mesma falta de critério. E, pelos vistos, a mesma impunidade. #FutebolPortuguez #Arbitragem #Transparência

20 minutos Jul 30

The lack of sleep can harm mental health by increasing irritability, anxiety, and the inability to cope with stress, creating a vicious cycle that affects both rest and emotional well-being, so it is crucial to establish healthy routines and seek professional help if sleep problems persist. (translated)

Dormir mal, sentirse peor: el círculo vicioso entre sueño y salud mental

A pergunta que Moraes fez a Bolsonaro é uma armadilha, e ela é inconstitucional. O ministro deu 48 horas para a defesa dizer se o ex-presidente autorizou o vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção do PL que lançou a candidatura de Flávio. E avisou o que acontece se a resposta for sim: volta ao regime fechado. Ou seja, ele manda o preso declarar o fato que ainda falta para agravar a própria pena. E caso negue, já está cavada uma justificativa para cassar a candidatura do seu filho. Ninguém no Brasil é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Está no artigo 5º, inciso LXIII, da Constituição, e no artigo 8º do Pacto de San José da Costa Rica, do qual o Brasil é signatário. Quem alega descumprimento tem o dever de prová-lo. O que Moraes fez foi inverter o ônus: não tinha a prova da autorização, então mandou o condenado fornecê-la, sob ameaça de cadeia. E há o problema anterior, mais grave. Moraes não deveria ser o juiz da execução penal. A Lei de Execução Penal atribui essa função ao juízo da execução. O Supremo, por regimento interno, tomou a competência para si. Regimento não é lei. E o resultado prático é o arranjo que a Corte de Cassação da Itália descreveu com todas as letras ao anular a extradição de Zambelli: o mesmo homem se apresenta como vítima, também investiga, instrui, julga e executa. Não existe imparcialidade possível nessa estrutura, e sem imparcialidade não existe processo. Some a isso o que aconteceu em 11 de julho. Moraes suspendeu por 30 dias as visitas a Bolsonaro porque o filho divulgou uma carta do pai. Suspensão de visita é sanção disciplinar. Sanção disciplinar exige falta prevista em lei e procedimento com direito de defesa antes da punição. Não existe, em lei alguma, a falta de "ter uma carta divulgada por terceiro". Houve pena sem tipo, sem processo, aplicada pelo mesmo ministro que criou a regra, apontou a violação e julgou o caso. Agora, sobre o vídeo. Ele começa dizendo o que é: "Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial". Não há eleitor induzido a erro. Não há fato falso. A norma diz existir para proteger o eleitor da manipulação, e não houve manipulação de ninguém. Mas note quem escreveu essa norma. Não foi o Congresso. Foi o próprio Tribunal Superior Eleitoral, por resolução, criando vedação e sanção que podem chegar à cassação de registro. Legislar sobre matéria eleitoral é competência privativa da União, exercida por lei. O Judiciário eleitoral escreve a regra, fiscaliza a regra, julga a regra e pune por ela, mais uma monstruosidade legal. E mesmo essa regra, quem poderia aplicá-la é a Justiça Eleitoral, por competência definida no artigo 121 da Constituição. Flávio Bolsonaro não é parte na execução penal do pai. É candidato. Ainda assim, Moraes invadiu como um trem descarrilhado, invocou jurisprudência eleitoral e insinuou ilícito de um terceiro que sequer está nos autos. O objetivo é transparente: montar um tribunal paralelo que esvazie a Justiça Eleitoral, para seguir censurando e perseguindo opositores, e garantir a recondução do Descondenado. Jair Bolsonaro não deveria estar preso, porque não cometeu crime algum. Mas os vícios que listei valem inclusive para quem acredita na condenação. Como falar em eleição quando um lado escreve as regras, julga as regras e pune por elas, e o outro tem 48 horas para escolher entre a própria cela e a acusação contra o filho? O governo Trump está correto: o Brasil vive um estado de censura e perseguição política, operado por um ministro que se apresenta como vítima, investiga, julga, executa a pena e agora fiscaliza a campanha do adversário. #Justiça #Política #DireitosHumanos

Werlyb Jul 28

Estoy justo saliendo de Madrid porque tengo mañana y pasado campañas en Barcelona y Castellón, pero el viernes en cuanto vuelva se viene vicio absoluto del SoloQChallenge. He dejado todo configurado para llegar y darle a iniciar. Multistream en Twitch/Kick y video diario en Youtube como siempre. Me estoy preparando unas mierdas que os van a flipar. Os garantizo 8/10 horas diarias mínimas. Os permito ver a algún otro streamer que huela a mierda y no toque césped hasta que vuelva yo 👋🏻 #SoloQChallenge #Twitch #Youtube

PRAVDA-BR Jul 28

Flávio Dino diz que não é de hoje que “defensores da liberdade” (da shopee) utilizam da força da expressão pra tentar proteger vícios, viciados e adúlteros da democracia. Que Dino é esse? https://t.co/rPzYZv4bUU #Liberdade #Democracia #Política

☢️ Reflexão da Cooperativa: nesta, vai ser difícil dizer que a culpa é do Passos. Porquê? Porque ele avisou em fevereiro deste ano que a nomeação de Luís Neves era uma imprudência. Muitos, ou até quase todos, trataram a intervenção de PPC como mais uma birrinha política. Um exagero. Um preciosismo constitucional. Uma implicância de quem já não manda mas quer marcar a agenda política. Afinal, diziam, se o homem é competente, qual é o problema? E agora camaradas, já perceberam o problema? O princípio. A realidade voltou a bater de frente e a dar razão ao Pedro. A democracia não vive apenas de boas gentes e competência, que escasseiam, é verdade. Vive de boas regras. E as boas regras existem precisamente para os dias em que as pessoas falham ou nos enganam. ➡️➡️Quando quem dirige a nossa polícia criminal passa diretamente para o governo, deixa de existir a fronteira que nunca deveria ficar esbatida. Não porque se presuma corrupção. Não porque se suspeite de má fé. Mas porque o poder democrático não pode depender da boa vontade de ninguém. Depende de distâncias. De travões. De separação de poderes. De instituições que se controlam umas às outras em vez de se confundirem. E foi exatamente isso que Passos Coelho disse.⬅️⬅️ E hoje, independentemente do desfecho judicial do caso do atrelado (e o resto, incluindo o tanque apiscinado, ou se preferirem, a piscina mascarada de tanque) a discussão voltou precisamente ao mesmo sítio. Não é por existir uma condenação, não existe. Não é porque esteja provado qualquer crime, não está. É porque bastou surgir uma situação desta gravidade para o país inteiro perceber porque é que aquelas fronteiras existiam. Afinal isto não era só uma formalidade. Era uma proteção. Protegiam o próprio ministro. Protegiam a polícia. Protegiam a investigação. Protegiam a confiança dos cidadãos. Quando um bem apreendido numa megaoperação antidroga aparece nas instalações de um empresário amigo do antigo diretor da PJ, hoje ministro, a pergunta deixa de ser apenas sobre o que aconteceu? A pergunta passa a ser como é que chegámos ao ponto de isto poder sequer acontecer sem destruir a confiança nas instituições? A da PJ, estaria sempre, perante um ato negligente, Luis Neves, enquanto responsável da PJ, também, mas agora, na posição de MAI, que garantias temos de que o tema vai ser tratado adequadamente, com independência, sem receio, sem desvios. O que pode o MAI, que tutela a PJ, fazer perante um caso do qual ele foi protagonista? Percebem a gravidade da coisa? Adiante. É aqui que a política portuguesa revela o seu pior vício. A arrogância de achar que as regras são obstáculos para os outros. Que os avisos são só exageros. Que os princípios só servem para as aulas de direito constitucional e seus derivados. É sempre assim. As democracias não implodem de um dia para o outro. Vão-se desgastando aos bocadinhos. Um precedente aqui. Uma exceção acolá. Um "não faz mal" hoje. Um "o gajo é bom pá" amanhã. Até que ninguém consegue explicar onde acaba o Estado e começam as relações pessoais. ⚠️Depois, um dia, chega o ingrediente que nunca falha numa mudança de regime; uma crise. Uma quebra da qualidade de vida. A sensação de que quem manda já não responde perante ninguém. É nessa altura que o cidadão já não quer reformar o sistema e passa simplesmente a querer substituí-lo. As revoluções raramente começam por causa de um atrelado. Começam quando milhares de pequenos atrelados vão convencendo um povo de que as regras já só existem para quem não manda. A maior irresponsabilidade de uma democracia nunca vem dos seus inimigos. Vem dos seus próprios protagonistas quando, por conveniência ou excesso de confiança, começam a destratar os princípios. Protagonistas que abrem fissuras nas paredes não podem depois pedir ao povo que admire o edifício quando ele está a estalar por todos os lados. Pedro, tu tens sempre tanta razão. Até eu começo a achar que a culpa é tua, a culpa de não voltares quando o povo exige que o faças.🥸 o dono da cooperativa 🎶🎵Passos, vai em frente, tens aqui a tua gente🎶🎵 Nota: não que eu tenha qualquer tipo de relevância, não tenho, nem nunca estive envolvido na política. Se Pedro Passos Coelho voltasse, era dos primeiros a juntar-me à causa. #Democracia #Política #Instituições

Laughter is revolutionary. Fascism is stopped with history and arguments, with laws, with the body (without fear), and with laughter. They are so ridiculous that they cannot stand us laughing at them. See you with @lasreinaschulas at the Teatro del Vicio in CDMX. (translated)

brenda Jul 22

@soumatheuzin entendo que em alguns casos o cigarro faça isso, mas isso é uma característica étnica racial comum de povos árabes e negros. olheiras melânicas (escuras) e lábios também com hiperpigmentação. cuidado com o que vcs falam, podem estar associando característica racial a vício. #Racismo #Diversidade #Saúde

The very definition of an inauspicious start. The New Chancellor will push public debt further into the red to buy US weaponry that does nothing either to bolster productivity or UK's defences. The same ol' Home Secretary will continue practising ritualistic brutality (or vicious #UKPolitics #PublicDebt #Chancellor #US #UK