O ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques congelou ontem à noite a campanha de Deltan Dallagnol (@deltanmd) ao Senado com base em demissão inexistente. Indicado por Lula e amigo de longa data de Alexandre de Moraes, Floriano se apoia na “demissão” de Diogo Castor de Mattos, colega de Deltan no MPF. Castor é o promotor cuja crítica ao STF foi o estopim do inquérito das fake news. Ele foi punido pelo CNMP por ter pago um outdoor em homenagem à Lava Jato. Só que Castor nunca foi demitido. A Justiça rejeitou a ação, o TRF-4 manteve a absolvição e ele segue atuando no MPF. O resto é como filme de Minority Report: procedimentos que poderiam virar PAD, e o PAD que poderia gerar inelegibilidade. Só que nenhum virou. Mesmo assim, o tribunal usa o que não aconteceu para barrar o que está acontecendo agora. https://t.co/mipOL5PzMH #LavaJato #Justiça #Eleições



