Eu evito muito banalizar determinadas expressões e conceitos jurídicos-políticos, mas dessa vez eu vou ser bem claro: O Paulinho da Força, aliado do ministro Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, pedir para Flávio Dino afastar Kassio Nunes Marques(PRESIDENTE DO TSE) e André Mendonça(VICE-PRESIDENTE DO TSE) é uma tentativa de GOLPE contra as eleições e deve ser assim entendida pela Justiça Eleitoral, pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Ministério Público. Repito: GOLPE. #Golpe #Justiça #Eleições
Num comunicado, o ministro mencionou o conceito de “estabilidade estratégica construtiva”, uma fórmula que Xi reiterou durante a visita e que Pequim utiliza para definir a relação bilateral desde a viagem de Trump à China, em maio. #China #EUA #RelaçõesInternacionais
O CONCEITO! 🤯 Nós da Central AHS acabamos de chegar a 13 mil seguidores em plena era #AHS13. https://t.co/lW0ygeDnXF #AHS #seguidores #conceito
Nando Moura é um imbecil tão grande que acredita que a ideia de fim da autonomia universitária significa o conceito de Catedral, do Curtis Yarvin. Jesus do céu. “Catedral” é tão simples de entender que me impressiona quão analfabeto esse retardado é. Como alguém leva a sério? #Educação #AutonomiaUniversitária #CurtisYarvin
Longe de mim querer atrapalhar o repentino surto de moralidade do Estadão, mas não deixa de ser um fenômeno interessantíssimo a completa inabilidade do jornal de se ver como participe dos crimes hediondos praticados pela atual composição do supremo. O veículo que, em nome de um conceito vago e vazio de democracia, aplaudiu todos os mais abomináveis crimes cometidos pelo Alexandre de Moraes e sua gangue de psicopatas, acredita mesmo que essa afetação moralista, ao ver seus comparsas pegos em flagrante como batedores de carteira, irá isenta-los de culpa? Vocês, até hoje, não são incapazes de olhar para as milhares de pessoas - idosos, mães e pais de família - que tiveram suas vidas destruídas, por uma acusação estapafúrdia de golpe, e dizer: desculpem, estávamos embriagados pelo ódio patológico a tudo que considerávamos ideologicamente inadequado, que fingimos que esses psicopatas não eram bandidos menores fazendo nosso trabalho sujo de perseguição política. Só começarei a tentar perdoar vocês quando assumirem em público a farsa grosseira que vocês apoiaram. Vocês têm o dever moral de pedir perdão aqueles que morreram nas prisões, as crianças que foram afastadas dos seus pais e a todo ente querido que viu um familiar ser jogado num calabouço imundo, porque vocês precisavam de uma desculpa para prender o meu pai. Enquanto vocês não forem capazes de fazer esse simples exercício de moralidade, todos seus editoriais não passarão do cinismo de psicopatas, que almejam descartar seus cúmplices porque ficaram inconvenientes demais para apoiarem. O Brasil merece uma desculpa pública, as vítimas do regime de exceção merecem uma desculpa! #Democracia #Justiça #Ética
O artigo discute a evolução do conceito de doença ao longo da história e como a Medicina, atualmente, enfrenta o desafio da Doença de Alzheimer e outras condições crónicas, destacando a necessidade de decisões sociais e políticas acerca do tratamento e das condições de vida dos doentes. #Saúde #Alzheimer #Medicina
A administração Trump diminuiu as proteções para espécies ameaçadas, excluindo mortes acidentais causadas indiretamente por atividades humanas do conceito de captura, o que gerou críticas de organizações ambientais que temem pela sobrevivência de algumas espécies. #ProteçãoAmbiental #EspéciesAmeaçadas #AdministraçãoTrump

“Juiz da ordem, a gente obedece. Entra com recurso, se discorda, claro. Mas obedece. Não é um conceito complicado.” https://t.co/i948XG2Cyj #Justiça #Direito #Ordem
GTA 6 não contará com o clássico respawn no hospital ou na cadeia caso você seja morto ou preso. Será semelhante a Red Dead Redemption 2, em que você renasce perto de onde morreu. No entanto, em RDR2 existe prisão quando você é preso. O YouTuber MikeShowSha, um dos que participou da preview de GTA 6, disse que o respawn no hospital ou na prisão existe, mas a informação de que não existe vem diretamente da transcrição da fala de Rob Nelson, uma das principais mentes por trás de GTA 6. Ainda não houve esclarecimento sobre as informações contraditórias, mas a palavra do Rob é, obviamente, mais confiável: "Você não sai da prisão ou do hospital mais, você meio que só renasce nos arredores. Mas definitivamente temos vários prédios, a quantidade de interiores é loucura" - Transcrição da fala de Rob Nelson, compartilhada por Kinda Funny Games. Definitivamente é uma mudança polêmica, considerando que esse sistema combina com o tom urbano do jogo e que até mesmo Red Dead 2 contava com a prisão. Acho que o ideal seria uma mistura dos conceitos: você respawnaria no hospital se morresse perto de áreas urbanas, ou perto de onde morreu se estivesse em um local remoto. Já a prisão deveria continuar como sempre foi. #GTA6 #RedDeadRedemption2 #games
Manto da Nação conquista Guinness World Records™️ com mais de 100 mil votos Projeto do Flamengo se torna o concurso de desenho de camisa esportiva com maior participação popular no mundo; Urubu de Lima já supera mais de 50 mil unidades vendidas O Manto da Nação, projeto que convidou torcedores de todo o mundo a criar e escolher uma nova camisa do Flamengo, acaba de entrar para a história. Com mais de 100 mil votos, a iniciativa foi reconhecida pelo Guinness World Records como o concurso de desenho de camisa esportiva com o maior número de votos do público no mundo. A marca de 100 mil votos havia sido estabelecida como objetivo para que o projeto alcançasse o recorde. Ao superar a meta, o Manto da Nação consolidou a participação da Nação em uma iniciativa que recebeu mais de 8 mil desenhos e contou com votos de torcedores de mais de 120 países. Na tarde de quinta-feira (3), na Gávea, sede do Flamengo, o ídolo Zico, representante do clube, recebeu a placa oficial do Guinness World Records das mãos de uma juíza representante da organização, celebrando o reconhecimento mundial do projeto. O recorde chega poucos dias após o lançamento da Urubu de Lima, camisa escolhida pela torcida como vencedora do Manto da Nação. Inspirado nos geoglifos de Nazca, no Peru, o conceito da camisa estabelece uma conexão entre Lima e dois capítulos históricos do Flamengo: as conquistas das Libertadores de 2019 e 2025. E a resposta da torcida também aparece nas vendas. A Urubu de Lima, que está disponível em duas versões, já ultrapassou a marca de 50 mil camisas vendidas em poucos dias, com pedidos de torcedores de todo o Brasil, e está nas últimas unidades disponíveis. Para celebrar o momento histórico, segue a promoção: na compra de duas ou mais camisas, cada unidade sai por R$ 239,99, condição válida até o fim das vendas. Além do Manto, a compra também garante uma experiência especial para o torcedor. Cada camisa dá direito a um mês gratuito do plano Nação Sem Fronteiras, enquanto a compra de duas ou mais camisas garante três meses de acesso gratuito para novos membros do Nação Sócio-Torcedor. Foto: Paula Reis/CRF #Flamengo #MantoDaNação #GuinnessWorldRecords
@JinjerOficial @forumbunklr a psicologia social fala que isso é uma forma de tentar pertencer a um grupo que sempre vai te rejeitar. o conceito se chama “o homem marginal” e fala sobre alguém de um grupo minoritário que tenta se integrar e ser aceito pelo grupo dominante #PsicologiaSocial #Pertencimento #GruposMinoritários
Ela é tão preciosa! 🥹 Comunicado de imprensa da Warner sobre o conceito do MV: "No coração da história está o Urso CLICK (CLICK Bear), um personagem importante para #JISOO que representa a presença de seus fãs, que vêm de diferentes países, falam diferentes idiomas e vivem vidas diferentes. Ao lado de JISOO durante todo o vídeo, o Urso CLICK representa os fãs que continuam caminhando com ela, além da música e das memórias que os conectam a ela. Um lado estende a mão. O outro estende de volta. Quando eles se encontram, tudo se encaixa perfeitamente." #JISOO #CLICKBear #Música
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
O trabalho de Pedro Emanuel é COISA SÉRIA e precisamos falar sobre isso. É um Vasco que começa com linha de 4 e, dependendo do momento do jogo, se transforma em linha de 5 com as descidas do Sosa. No segundo tempo, o português colocou o Pumitinha como terceiro zagueiro e liberou o PH como ala. Resultado? PH apareceu lá na frente e quase fez o quarto gol. E não é só desenho tático. É pressão na bola o tempo inteiro. Pressão pós-perda. Transições rápidas. Ocupação de espaços. Ajustes durante a partida. É muito foda assistir a um treinador com conceitos de jogo tão definidos. Mais impressionante ainda é perceber que os jogadores COMPRARAM A IDEIA e estão conseguindo reproduzir isso dentro de campo. E tem um detalhe que torna tudo ainda mais absurdo: Pedro Emanuel praticamente NÃO TEM TEMPO PARA TREINAR. É uma loucura o que o Tuga está fazendo no Vasco. Por isso, repito aqui o meu pedido: ENTREGUEM REFINO AO TUGA. Refino técnico. Jogadores que aumentem o nível do elenco e permitam que ele leve esses conceitos ainda mais longe. Pedro Emanuel merece. #VascoDaGama #Futebol #Treinador
"O conceito de moedor de carne, em grego michaní kopís kimá, em latim machina ad carnem molienda, em francês hachoir à viande... Os senhores estão anotando?" Aqui vemos o conceito russo de moedor de carne, com soldados lançados contra campos minados conhecidos. https://t.co/SzqvgJEIAl #moedordecarne #historia #culinaria
🚨 Luís Miguel Henrique, advogado de Rodrigo Mora, responde a André Villas-Boas: "Ninguém melhor que um treinador com telhados de cristal, que depois de sair de Portugal quase nada mais fez que colecionar despedimentos e indemnizações chorudas por incompetência de resultados" "Na loja do Mestre André. Tem absoluta razão André Villas Boas quando afirma que a minha intervenção teve '(...) zero influência no desfecho das negociações entre clubes', até porque a minha única interação com a pessoa do FC Porto foi de garantir que o seu Presidente não voltaria a 'trocar as tintas' no processo em causa, seja por influência de terceiros, pelo medo dos adeptos ou da sombra e legado de Jorge Nuno Pinto da Costa que ainda se faz sentir no Dragão. Já não tem tanta razão assim quando resvala para a alusão ao 'palco', porque esse tenho aquele que a Medialivre muito honrosamente me confere semanalmente... e se mais não tenho é porque não quero. Quanto ao eventual 'oportunismo' de que fala, só me apraz dizer que ninguém melhor que um treinador com telhados de cristal, que depois de sair de Portugal quase nada mais fez que colecionar despedimentos e indemnizações chorudas por incompetência de resultados, para falar de tal conceito. Quem me conhece bem, a minha grande vantagem é que a minha liberdade intelectual provém de não só não depender de nenhum cliente, nem sequer de uma única atividade profissional e muito menos do futebol. Nunca procurei nenhuma guerra, mas também nunca fugi de nenhuma seja no futebol, política ou finanças.... Repito, que da pessoa do FC Porto com quem reuni apenas coisas positivas tenho a dizer. Para finalizar, no seu editorial, o André coloca-me no mesmo patamar de Benfica, Sporting, Arbitragem portuguesa... Não ache que mereça tal honraria, mas já se percebeu que André, apesar do excelente trabalho que está a desenvolver à frente dos destinos do FC Porto, está com medo, muito medo do que lhe possa trazer este ano... e como diria o Diácono Remédios 'Não havia necessidade!'" #Futebol #Portugal #AndréVillasBoas
@odeiotwwt no país que literalmente inventou/popularizou o conceito de serial killer, do tanto que é recorrente fora os sequestros/desaparecimentos, também tão comuns que praticamente todo ano é descoberto um caso absurdo novo a ponto de inspirar filmes/livros inteiros #SerialKillers #Crime #TrueCrime
O conceito de mulher progressista fundamenta-se na procura pela igualdade, autonomia e transformação social, questionando normas e papéis tradicionais de género que historicamente limitaram a atuação feminina na sociedade. Embora não exista um perfil único — já que as trajetórias e realidades variam amplamente —, é possível identificar atributos e valores centrais frequentemente associados a esta perspetiva. Principais Atributos e Valores Autonomia e Autodeterminação: Dá prioridade à independência financeira, emocional e intelectual. Defende a liberdade de escolha sobre a própria carreira, vida pessoal, maternidade e corpo. Defesa da Igualdade de Direitos: Luta ativamente pela equidade entre géneros em todas as esferas — da equiparação salarial no mercado de trabalho à divisão justa das tarefas domésticas. Consciência Social e Interseccionalidade: Compreende que a agenda feminina não é isolada. Tem em consideração como o género se cruza com questões de raça, classe social, orientação sexual e acessibilidade. Questionamento de Papéis Tradicionais: Desconstrói expetativas históricas impostas às mulheres, rejeitando a ideia de que o casamento ou a maternidade sejam destinos obrigatórios para a realização pessoal. Sororidade e Rede de Apoio: Valoriza a solidariedade entre mulheres em vez da rivalidade, procurando fortalecer o coletivo através da empatia e do incentivo mútuo. Pensamento Crítico e Abertura à Aprendizagem: Mantém uma postura de questionamento perante dogmas, valorizando a educação, a ciência e a evolução constante de ideias. Envolvimento Social e Ambiental: Tende a apoiar causas coletivas, desde a defesa dos Direitos Humanos até à sustentabilidade ambiental e à justiça climática. Em essência: A mulher progressista orienta o seu percurso pela liberdade de ser quem escolheu ser e pela construção de uma sociedade mais justa e plural para todas as pessoas.