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Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Cassi 2w

O mercado de jogos de PC acaba de atingir um marco histórico impressionante. Segundo dados recentes de analistas da indústria, o Steam consolidou sua liderança absoluta e superou o número de usuários ativos do PlayStation de forma surpreendente. A análise aponta que a plataforma da Valve alcançou uma marca histórica de engajamento no mundo dos jogos. A estimativa tem como base os relatórios de mercado publicados pelo analista Simon Carless, da renomada consultoria GameDiscoverCo. Audiência mensal: Quase 200 milhões de usuários ativos. Comparação direta: O número supera os 125 milhões de usuários do PlayStation. Vantagem de mercado: O Steam possui uma audiência cerca de 50% maior que o console da Sony. Pico simultâneo: A plataforma registrou recentemente mais de 41 milhões de jogadores online ao mesmo tempo. https://t.co/HuFmvuDJgQ #Gaming #PCGaming #Steam

Requentaram OUTRA. Agora ressuscitaram uma matéria de 11 meses atrás sobre o GETTR. Explico rapidinho, com carinho por aqueles que me apoiam e têm interesse legítimo no assunto, porque essa tolice não merece mais do que alguns minutos do meu domingo. Primeiro e mais importante: não há NADA criminal. A ação em questão é cível. Não existe nenhuma acusação de fraude contra mim, nem contra o Jason Miller. Nenhuma. Quem sugere o contrário ou não entende o básico de como funciona a Justiça americana, ou entende e aposta que você não entende. Os fatos, que sempre foram públicos e notórios: o GETTR, uma rede social americana focada em liberdade de expressão, cujo CEO (não dono) era o Jason Miller, me contratou para uma consultoria de estratégia e comunicação no Brasil. Eu sou empresário e comunicador. Uma empresa de comunicação contratar um comunicador para uma consultoria de comunicação é a coisa mais natural do mundo. O escândalo é esse. E, modéstia à parte, fui muito bem. Transformei o Brasil no segundo maior mercado do GETTR e, quando encerrei a consultoria no fim de 2021, o Brasil era o mercado que mais crescia, mais do que os próprios Estados Unidos. Muitos lembram do quão popular o GETTR chegou a ser no Brasil, entre a direita. A estratégia, o trabalho e os relatórios detalhados estão todos no processo. Trabalho de gente grande, meu e do meu time. O que aconteceu depois? Anos depois, um investidor do GETTR, um dissidente do Partido Comunista Chinês que eu nunca vi mais gordo, foi acusado de fraude nos Estados Unidos. Os credores dele entraram com ações cíveis (repito: CÍVEIS, não criminais) de clawback para tentar recuperar dinheiro das empresas em que ele havia investido. Já são mais de 260 ações, contra centenas de pessoas e empresas que receberam pagamentos legítimos: Apple (que vendeu computadores), Facebook (que vendeu anúncios), Fox News, FedEx, escritórios de advocacia (que prestaram serviços jurídicos), concessionárias de carros, funcionários, o próprio Jason Miller. E euzinho, que prestei um serviço e fui pago por ele, como manda o figurino. Agora me digam: será que alguém acredita que todos eles, incluindo Tim Cook e Zuckerberg, estavam num esquema de fraude com um investidor Chinês? Kkkk A minha discussão segue pendente numa corte (acho que de Connecticut) e eu não devolvi um centavo. Como acontece em qualquer disputa comercial aqui nos Estados Unidos, a conta é simples: quando o custo de advogados supera o valor em discussão, resolve-se do jeito mais eficiente e a vida segue. Foi o que fizeram gigantes como a Fox News e a FedEx. Absolutamente banal no mundo dos negócios. Só vira "escândalo" na cabeça de quem nunca assinou um contrato na vida. Agora, o timing: uma avalanche de falas descontextualizadas, matérias requentadas, assédio até à minha família. Sim, sei que incomodo bastante, não sou o alvo principal. É o @FlavioBolsonaro. O objetivo é não apenas o de desgastâ-lo, mas também o de castrar quimicamente a sua campanha, afastando os seus aliados "radicais" para transformá-lo em mais um candidato dócil ao sistema. E há gente dentro da campanha feliz da vida com isso. Os hipertensos e santinhos. Vocês esquecem que já fizeram isso comigo antes? Já me acusaram, me perseguiram, me difamaram e... eu passo bem. Parei de me importar com a minha reputação junto a essa gente em 2019. Trouxa é quem se diz de direita e cede à difamação feita por veículo de esquerda. Aliás, até gosto deste papel de Dark Knight (não Dark Horse), o Cavaleiro das Trevas: aquele que é caçado e perseguido porque não pode ser o herói que Gotham merece, mas pode ser o herói de que Gotham precisa agora. Caprichem, porque eu não vou retroceder nem um milímetro nas verdades que eu falo ou nas minhas ações. PS: Conto com os haters e os robôs do PT para o post ganhar engajamento. Caprichem. #LiberdadeDeExpressão #Justiça #GETTR

"Bain (strategic consulting) estimated that the industry will need 2 trillion dollars in annual revenue by 2030 to sustain spending on infrastructure, and calculated a deficit of 800 billion between what AI promises to collect and what it costs to build it." (translated)

E

El artículo detalla la influencia persistente de José Luis Rodríguez Zapatero en el Gobierno español, a través de múltiples encuentros con el presidente Pedro Sánchez y once ministros, reflejando su acceso privilegiado y actividades de consultoría mientras estaba bajo investigación por presuntas irregularidades. #Zapatero #GobiernoEspañol #InfluenciasPolíticas

La influencia de Zapatero en el Gobierno: citas con 11 ministros y 10 encuentros con Sánchez

El abogado Jacobo Teijelo, involucrado en el caso 'cloacas' del PSOE, ha admitido ante el juez que recibió 125.000 euros del partido por servicios de consultoría y que visitó la Fiscalía General acompañado de Leire Díez, argumentando que estas acciones representan una persecución judicial que amenaza el derecho a la defensa. #PSOE #AudienciaNacional #DerechoDeDefensa

El abogado de Cerdán reconoce pagos del PSOE y sus visitas a la Fiscalía General con Leire Díez

La investigación en curso contra el expresidente español José Luis Rodríguez Zapatero se ha ampliado para incluir sus supuestos negocios en Latinoamérica, donde se le acusa de recibir 200.000 euros a cambio de influir en favor de una empresa boliviana, en el contexto de sospechas de que sus trabajos de consultoría eran en realidad facturas simuladas para canalizar fondos relacionados con el rescate de la aerolínea Plus Ultra. #Zapatero #Bolivia #UDEF

La causa contra Zapatero cuestiona sus negocios privados en el extranjero

La falta de documentación escrita relacionada con los supuestos trabajos de consultoría de José Luis Rodríguez Zapatero para la empresa Análisis Relevante de Julio Martínez complica su situación legal, ya que el expresidente ha admitido que su asesoría fue exclusivamente verbal y enfrenta sospechas de tráfico de influencias y cobro de comisiones ilegales. #Zapatero #tráficoDeInfluencias #AudienciaNacional

La falta de informes por escrito de Zapatero para Julio Martínez complican el futuro del expresidente

A "verbal" contract, generic reports, and a consultancy tailored to Zapatero: the judge's doubts about their consulting work. (translated)

El expresidente José Luis Rodríguez Zapatero se enfrenta a un juez que cuestiona la legalidad de su trabajo como consultor en la empresa Análisis Relevante, resaltando la falta de un contrato escrito y documentación que respalde sus tareas, mientras Zapatero sostiene que su relación laboral fue verbal y de confianza. #Zapatero #AudienciaNacional #consultoría

Un contrato "verbal", informes genéricos y una consultora a medida de Zapatero: las dudas del juez sobre su labor de consultoría
eldiario.es Jun 18

El informe de la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil revela que una empresa vinculada a la pareja de la presidenta madrileña Ayuso facturó a Quirón Prevención por servicios de consultoría imposibles de realizar, en medio de una investigación por presunto blanqueo de capitales y soborno relacionado con la venta de mascarillas. #Ayuso #Quirón #UCO

La UCO advierte de que una empresa de la pareja de Ayuso facturó a Quirón por trabajos que le era imposible hacer
eldiario.es Jun 18

Un informe de Hacienda ha revelado que Alberto González Amador, pareja de la presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, facturó 4,4 millones de euros a Quirón Prevención entre 2021 y 2023 por supuestos servicios de consultoría, mientras la Agencia Tributaria investiga posibles delitos de corrupción relacionados. #Hacienda #Ayuso #Corrupción

Un informe de Hacienda revela que la pareja de Ayuso facturó 4,4 millones a Quirón Prevención entre 2021 y 2023
E
EL MUNDO Jun 18

El artículo analiza un supuesto plan de negocio de Julio Martínez, que permitiría al ex presidente José Luis Rodríguez Zapatero cobrar como consultor a clientes internacionales sin la necesidad de ser accionista de ninguna empresa, aludiendo a estrategias que evitan la fiscalización y sugiriendo posibles irregularidades en la gestión de fondos vinculados a sus servicios. #Zapatero #BusinessPlan #Consultoría

Un 'business plan' para no ser accionista: Martínez podía cobrar fuera de España y pagar dentro a Zapatero

O movimento dos EUA já estava contratado há meses‼️ Christopher Garman (diretor de uma das maiores consultorias de risco político do mundo a Eurasia Group) diz que: Os EUA já vinham preparando a recomposição tarifária, e o Brasil NÃO FEZ O DEVER DE CASA. As tarifas propostas pelo USTR passaram por consulta e podem valer já em julho. A Suprema Corte americana derrubou instrumentos que antes limitavam esse tipo de medida, e as investigações 301 abriram espaço para repor tarifas, mesmo assim, os EUA repuseram menos do que poderiam. O governo brasileiro NÃO ofereceu concessões relevantes, NÃO avançou em acordos que Washington queria e deixou a inércia trabalhar contra si. Agora, às vésperas da eleição, o Planalto reage com surpresa e retórica antiamericana para a população interna⁉️ #EUA #ComércioExterior #PolíticaEconômica

💣 EXCLUSIVO: COMPLIANCE DO CORINTHIANS FOI, "SUPOSTAMENTE", INDUZIDO AO ERRO NO CASO DA MEGA EMPRESA DE SEGURANÇA‼️ Uma nova e contundente evidência joga luz sobre o escândalo da contratação de uma empresa de segurança privada considerada irregular por não ter licença da Polícia Federal. Áudios exclusivos obtidos pela nossa reportagem revelam que o departamento de compliance do clube foi supostamente enganado e supostamente induzido ao erro durante o processo de avaliação da idoneidade da prestadora de serviços. De acordo com as gravações, a diretoria ou os intermediários do negócio blindaram a empresa de segurança, identificada como "Mega", ao solicitarem uma análise técnica baseada em uma premissa falsa: a de que a companhia prestaria apenas serviços de consultoria, e não de segurança ostensiva ou privada. O "NÓ" NO COMPLIANCE, O TRUQUE DO CNAE: Nos áudios, uma fonte com profundo conhecimento dos bastidores documentais do clube detalha a manobra. O foco da fraude estaria no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa. "O compliance do Corinthians foi enganado em relação à Mega Segurança. Por que enganado? Eles mandaram o compliance analisar se a empresa (...) podia fazer consultoria. Consultoria! Até porque o CNAE da empresa é só de consultoria. Eles não podem prestar serviço de segurança", revela o áudio. Mesmo com o escopo limitado e desvirtuado da análise, o departamento de compliance do Corinthians emitiu um parecer de alto risco na época, apontando sérias bandeiras vermelhas (red flags) sobre a empresa. Entre os problemas detectados estavam: Tempo de existência curtíssimo: A empresa tinha pouco mais de um mês de vida jurídica ativa quando foi sondada. Sede fantasma ou inadequada: O endereço comercial registrado constava em uma localização estritamente residencial, sem qualquer tipo de identificação, placa ou infraestrutura que sinalizasse o funcionamento de uma corporação de segurança. "O compliance alertou o risco. Só que o compliance foi levado a erro. Falaram que era para analisar sob o enfoque de uma empresa de consultoria, jamais de prestação de serviços de segurança", crava o relato contido no áudio. O caso está no ministério público de São Paulo, aos cuidados do promotor Cássio Conserino, que inclusive já realizou oitivas com pessoas ligadas ao caso. Nesta terça-feira, um grupo de 26 SIGNATÁRIOS do clube, apresentou um pedido de impeachment contra o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e o ponto central era a contratação da Mega Empresa de Segurança. Seguimos acompanhando o caso. #BlogdoMacedo Apoio: #1908CoffeeStatiton #Corinthians #Compliance #SegurançaPrivada

Madrid busca empresas de consultoría tecnológica con experiencia internacional para supervisar la implementación de un sistema de pago inteligente en el transporte público, que permitirá usar tarjetas bancarias y teléfonos móviles, al estilo de ciudades como Londres y Nueva York. #Madrid #TransportePúblico #PagoInteligente

Madrid busca empresas que supervisen el futuro pago de Metro con móvil y tarjeta, al estilo Londres
Bia Kicis May 29

Quem diria que usar as empresas públicas como cabide de emprego e fazer contratos milionários de “consultoria” com os amigos daria isso? https://t.co/Fwl7S0ivux #Corrupção #Emprego #Política

Observador May 21

A justiça espanhola bloqueou as contas do ex-primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero, estabelecendo um limite de 490 mil euros, devido a suspeitas de sua liderança em uma rede de corrupção ligada ao resgate da companhia aérea Plus Ultra e à recepção ilegal de pagamentos através da firma de consultoria Análisis Relevante. #Zapatero #Corrupção #JustiçaEspanhola

Justiça espanhola bloqueia contas de Zapatero
E
EL MUNDO May 19

La Audiencia Nacional ha imputado al ex presidente José Luis Rodríguez Zapatero por blanqueo de capitales en el 'Caso Plus Ultra' tras revelarse que recibió 450.000 euros de su amigo Julio Martínez, quien está detenido por su vinculación con el rescate de la aerolínea Plus Ultra, y que Martínez tenía un contrato que le concedía una comisión del 1% sobre dicho rescate, aunque él sostiene que su relación era únicamente a través de servicios de consultoría. #CasoPlusUltra #Zapatero #BlanqueoDeCapitales

De los cobros de Zapatero de su amigo en Plus Ultra al contrato con comisión
Iñaki López May 19

Zapatero will have to explain before the judge the payments for consulting services of a company linked to the rescue of Plus-Ultra. PSOE officials denounce "lawfare" and a maneuver orchestrated by the right. The investigation is still in its embryonic stage. Today on @MVTARDE. (translated)