Boa tarde, não percebo o excesso de discussão de política brasileira como se o Brasil fosse um estado da UE. Não vêm este excesso?
🚨PAUTE O FIM DA ESCALA 6X1 ALCOLUMBRE! Queremos a PEC no plenário do Senado HOJE! Não há motivo para adiamentos! A discussão já está mais do que madura e o texto foi aprovado por AMPLA MAIORIA (mais uma vez) NA CCJ! FIM DA ESCALA 6X1 AGORA SIM! #PEC #Senado #Escala6x1
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
🚨 🗣️ EITA! Equipe de segurança precisou intervir durante a discussão acalorada entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça na chegada para a sessão do STF. https://t.co/7riOEl7Z0I #STF #Política #Brasil
Seguranças precisaram intervir em discussão de Moraes e Mendonça para evitar confronto, diz jornal De acordo com matéria da Rede Bandeirantes, o atrito entre os ministros teve início no começo da sessão desta terça-feira (1°), quando Moraes se dirigiu a Mendonça pedindo por uma conversa breve. O magistrado interrompeu o que fazia para ouvi-lo, porém o intercâmbio logo se transformou em discussão acalorada, com os dois elevando o volume da voz e demonstrando forte irritação na presença de outras pessoas. Diante do clima de tensão e do risco de o confronto se agravar, os seguranças presentes no local precisaram agir com rapidez para interromper o bate-boca entre os ministros. O episódio chamou a atenção de quem acompanhava a movimentação que antecedeu a sessão. #Política #Justiça #Conflito
🚨ATENÇÃO: Em discussão no corredor, Mendonça confrontou Alexandre: "Quer resolver de forma transparente? Vamos ao plenário e quero a imprensa presente" https://t.co/qnBvQUJqUR #Política #Transparência #Imprensa
🚨 O CLIMA EXPLODIU NO STF: Moraes e André Mendonça teriam se enfrentado em uma discussão que por pouco não terminou em AGRESSÃO FÍSICA. A tensão teria estourado depois que Moraes soube da ordem para a PF avançar sobre suas conversas com Vorcaro. #STF #ClimaPolítico #Tensão
A página @MedicoLiberdade me sugeriu ver um vídeo do Yuri Bezmenov falando sobre a estratégia da KGB, pois me caberia o lugar de “idiota útil”. Eu não sei quem administra essa página, mas sei de onde esses chavões se originam. Eu conheço o olavismo há 23 anos e desde essa época vejo as mesmas referências repetidas à exaustão. É a “estratégia das tesouras”, o “idiota útil”, a “ponerologia”, a “venezuelização do Brasil”. Para além da estupidez de insistir que o MBL fazia “o jogo do sistema” quando OBVIAMENTE Jair Bolsonaro buscou afagar o STF e o parlamento a fim de salvar a pele de seu filho, eu não consigo deixar de pensar no fato de que vocês são pouco criativos, pouco críticos e tem baixa capacidade reflexiva. Vocês repetem teses furadas e slogans de vinte anos atrás e não conseguem sair daí. Entra ano e sai ano e é essa mesma cantilena. Olavo foi um grande homem. Entretanto, apesar da estatura, cometeu muitos erros. Um deles foi difundir descrições históricas distorcidas, que fizeram as pessoas acreditarem em absurdos como a iminência do Brasil virar a Venezuela ou a existência de uma estratégia ampla de todo o establishment nacional em favor do comunismo (sic). Isso é apenas errado. Eu poderia ir diretamente nas fontes, nos próprios textos de Olavo e mostrar onde e por que ele errou. Mas não chega a tanto meu empenho. Considero uma discussão ociosa. Nas poucas aulas que gravei sobre marxismo cultural mostrei como Olavo fez inferências descuidadas sobre Adorno e companhia. Ele era assim, cometia muitos erros e os empurrava com a barriga em razão de sua autoridade, sustentada por grande inteligência e erudição. Vocês precisam ler mais e pensar melhor. Sinto vergonha por vocês ao ser arrastado para essas discussões idiotas a partir de chavões que não superam há vinte anos. Meu ofício não é esse. E eu francamente não tenho nada a aprender com a direita brasileira. Aqui eu no máximo tenho alguns (bem poucos) interlocutores com os quais troco ideia. E só. #Política #Reflexão #História
NOVA OPÇÃO Com a negativa de Diego Carlos para a proposta do Vasco e o aceite de permanecer na Europa, indo para o Parma, o cruzmaltino busca novo alvo e já encaminha negociações com o zagueiro Gabriel Pereira, do Copenhagen da Dinamarca. A discussão ainda está por valores e forma de pagamento. O clube brasileiro quer empréstimo com opção de compra e os dinamarqueses pretendem vender, a princípio. Ele é o nome da preferência vascaína, diante do não de Diego. Os clubes já tiveram um contato direto hoje e a negociação não é tão fácil como se pode pensar. O zagueiro tem uma proposta do Panathinaikos da Grécia, mas prefere vir ao Brasil e jogar no Vasco. Gabriel tem jogo contra o Sønderjyske pela liga dinamarquesa esta tarde e pretende sentar com os dirigentes de seu clube depois da partida para conseguir a liberação. O negócio voltou a esquentar, mas o Vasco não quer demora a resolver e pode partir para outros nomes. #Vasco #GabrielPereira #Transferências
🗣️ DOMINGO ESPETACULAR | Flávio Bolsonaro explicou a declaração em que citou ações dos Estados Unidos contra embarcações e afirmou que fez uma analogia não uma defesa de uma operação americana no Brasil. Segundo Flávio, a comparação foi usada dentro de uma discussão sobre o combate ao crime organizado. Sem rodeio: explicou o contexto e sustentou o que quis dizer. #FlávioBolsonaro #CombateAoCrime #PolíticaBrasileira
Discussão sobre redução da maioridade penal é coisa do século passado. Com a escala da violência e com as facções recrutando desde o berço, é necessário discutir a revogação total da maioridade penal #MaioridadePenal #DireitosHumanos #Violência
⚖️ 💥 Após ser alvo de ação de Natália Boulos, esposa de Guilherme Boulos, por piada envolvendo sua avó ucraniana durante debate, Arthur do Val (Mamãe Falei) diz que também acionará a Justiça contra ela por ofensas e acusações de “turismo sexual” feitas durante a discussão. https://t.co/tTg4mTlMpQ #Justiça #Debate #Política
O Sosa voltando, não existe discussão. O Roque Rústico vai ter que sentar. Eu era adepto da ideia de dar minutos de jogo pra ele, pra ele pegar ritmo e confiança. Mas já estamos na reta final da temporada, não temos tempo nem espaço pra recuperar jogador. #Futebol #Time #Competição
Fernando Figueiredo's article discusses the importance of involving young people in the debate about military service and citizenship, especially in times of growing insecurity in Europe, emphasizing the need for a democratic discussion that addresses broader issues concerning national defense and civic responsibilities, through local meetings aimed at gathering different perspectives before presenting proposals to the Assembly of the Republic. (translated)
Putz a Miriam Leitão ainda tá nesse disco riscado de "houve, sim, uma tentativa de golpe"? Preguiça! Judiciário espanhol, italiano e americano discordam. #golpe #justiça #discussão
NOTA SAFiel SOBRE INTERVENÇÃO JUDICIAL O CORINTHIANS PRECISA SER CAPAZ DE GOVERNAR O CORINTHIANS A investigação conduzida pelo Ministério Público sobre uma eventual intervenção judicial no Corinthians entrou em uma nova etapa. O presidente do clube já foi ouvido. Outros depoimentos serão realizados. Documentos serão analisados. E uma questão central está sendo colocada diante do Corinthians: as estruturas atuais do clube são capazes de enfrentar e solucionar sua própria crise? Independentemente de qual seja a conclusão do Ministério Público e da Justiça, chegar a esse ponto já deveria preocupar profundamente todo corinthiano. Uma instituição da dimensão do Corinthians não deveria precisar que agentes externos questionassem se seus mecanismos internos de administração, fiscalização e controle são suficientes para protegê-la. A SAFiel não pretende antecipar conclusões que cabem às autoridades. Mas também não aceitará tratar essa situação como normal. Essa inquietação já ultrapassou as conversas individuais e ganhou expressão coletiva. Manifestações nos jogos e nas redes, o ato realizado nesta quarta-feira diante da sede do Ministério Público e a mobilização anunciada para sábado, no Parque São Jorge, revelam uma Fiel que encontrou no espaço público uma forma de fazer sua voz ser percebida. Sem antecipar o mérito ou o desfecho das investigações, há um fato que não pode ser ignorado: quando milhares de vozes dispersas passam a expressar uma mesma exigência por respostas, elas deixam de ser apenas manifestações individuais e se tornam uma força coletiva que as instituições precisam saber ouvir. Há anos o Corinthians convive com uma dívida gigantesca, sucessivas crises políticas, disputas internas, investigações e problemas de governança que atravessam diferentes administrações. Trocam-se presidentes. Trocam-se dirigentes. As crises permanecem. É exatamente por isso que a discussão precisa deixar de ser apenas sobre quem governa o Corinthians e passar definitivamente a ser sobre como o Corinthians é governado. A SAFiel propõe uma transformação estrutural do futebol, com gestão 100% profissional, governança, transparência, controles independentes, solução para a dívida e mecanismos que protejam o Corinthians dos ciclos políticos que ajudaram a trazê-lo até aqui. Intervenção judicial é uma decisão que cabe às instituições competentes. Transformar o Corinthians é uma decisão que cabe aos corinthianos. E ela não pode mais esperar. #Corinthians #Governança #Futebol
José Mourinho, sobre ter defendido Prestianni no episódio com Vini Jr: "Prestianni era um jogador meu. Foi muito simples. Prestianni era meu jogador. Ponto. Não tem mais discussão. Se o Prestianni é meu jogador, podem vir 20 jogadores que estou com ele. Não tem história." "Agora o Vinicius sabe de que lado eu estou e sabe que pode contar comigo para estar ao seu lado. Outro dia, quando rolou um pênalti no Bernabéu, eu já estava no campo para lutar por ele. Ele sabe que estou com ele." 🗞️ El Chiringuito | @ESPNBrasil 📸 Reprodução/El Chiringuito TV #Mourinho #Futebol #ViniciusJr
The recent study on Social Security in Portugal revealed a significant deficit and sparked debate, but the Government committed to not reopening the discussion, while the left defends the sustainability of the system and criticizes possible intentions of privatization. (translated)
