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#factură

La crisis del Athletic es tal que los trabajadores ya no pueden comer gratis en Lezama. También dejaron de regalar entradas a los jugadores. Eso les pasa por cubrir de oro a Nico Williams con tal de que no se fuera al Barça. Odiar al Barça pasa factura. #Karma #AthleticClub #Crisis #Fútbol

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

The electricity bill rises by 20% and the Government does nothing. It seems that the energy companies are the ones in charge. (translated)

It's a shame that during the Medef debate, the bosses did not question the candidates about the transition to mandatory electronic invoicing without public services. This issue concerns thousands of small business owners who find themselves alone facing a maze of 200 private platforms to (translated)

BFMTV 3d

The Minister of Public Accounts, David Amiel, expressed his satisfaction that two-thirds of French companies are ready for electronic invoicing, which will come into effect on September 1, although many delays had initially been observed. (translated)

"C'est mieux que ce qu'on espérait": le ministre des Comptes publics David Amiel se satisfait que "deux tiers" des entreprises sont prêtes pour la facturation électronique
2

Electronic invoicing becomes mandatory in France starting Tuesday for all companies subject to VAT, raising criticisms for its additional costs and raising concerns about cybersecurity due to the rise in cyberattacks. (translated)

La facturation électronique risque-t-elle d’être ciblée par les cyberattaques ?

@SANTIAGODELMORO quiere guardar el Yipio vs. Sol para la final. Así estiran el suspenso, alimentan la rivalidad y, de paso, la gente sigue gastando en votos. ¿Competencia o estrategia para facturar hasta el último minuto? #GranHermano #GranHermano #RealityShow #Competencia

Mandatory electronic invoicing: the State constrains and abandons small artisans, merchants, or farmers to the private sector! When such a change is imposed, a free and accessible public service must be established. In 2027, we will do it! (translated)

BFMTV 4d

The number of toll subscription users in France has exploded by 73% in five years, reaching 18 million users by 2025, due to the search for simplicity and new billing methods. (translated)

Ils sont désormais 18 millions d'automobilistes à l'avoir: pourquoi le nombre d'abonnements au télépéage a bondi de 73% en cinq ans
BFMTV 4d

September 1 marks the entry into force of several changes in France, including a rise in gas prices, the introduction of electronic invoicing for businesses, the reform of sick leave, and changes to the conditions for compensation of consensual terminations. (translated)

Facturation électronique, plafonnement des arrêt de travail, hausse du prix du gaz... Tout ce qui change ce 1er septembre

The electricity bill increased by 19% in August 2026 compared to the previous year, rising to 88.81 euros, due to high temperatures and the increase in gas prices. (translated)

La factura de la luz se dispara por el calor y el alza del gas: crece un 19% en su agosto más caro desde 2022
BFMTV 4d

The article examines whether the accounting profession is threatened by AI and electronic billing, suggesting that while some jobs may disappear, the profession will adapt by refocusing on analysis and advice instead of simple data entry. (translated)

"On n'a plus besoin de comptable", "un robot ne gère pas une boîte"... Le métier de comptable est-il vraiment condamné avec l'IA et l'arrivée de la facturation électronique?

Una pequeña reflexión sobre Novak Djokovic: ​Tiene 39 años y por supuesto que su cuerpo no es el mismo que hace cinco, diez o quince años. ​Es normal que sufra partidos que antes no sufría y que pierda más partidos de los que gane. ​Hubo una época en la que parecía invencible. Ese tiempo ya quedó atrás. Hoy demuestra que es humano y que, como a todo mortal, el paso del tiempo le pasa factura. ​Él no le debe nada a nadie: ni a sus fans, ni a su familia, ni a los torneos. Nadie le puede reclamar nada. ​Sigue ahí luchando, corriendo, vomitando y sufriendo en la cancha porque esa es su naturaleza. ​Nadie confía más en Novak Djokovic que el propio Novak Djokovic. ​Y hasta que llegue el día en que diga basta y cuelgue la raqueta, lo seguiremos disfrutando. ​Es lo mínimo que se merece el mejor tenista de todos los tiempos. #Djokovic #Tenis #Reflexión

Uhhh mirá toma mate con facturas con vos en la vereda mientras implementa ese programa económico comunista para aniquilar a la Nación Argentina mientras te regala un bolsón de comida 😍 #Argentina #mate #comunismo

🔴🇫🇷INFO -Fausse facturation, arrangements familiaux, rémunérations occultes et en liquide : d’anciens collaborateurs du député #RN José #Beaurain dénoncent un système autour de l’utilisation de l’argent public, ainsi que des faits de harcèlement. (Canard) https://t.co/20GLJFeYc6 https://t.co/LxIRDRRcYF #Politique #Corruption #Scandale

Starting from September 1, all companies will be required to receive their invoices through an approved electronic platform, a reform that raises concerns among some leaders due to recent cybersecurity issues. (translated)

On vous explique la réforme imminente de la facturation électronique, redoutée par certains patrons
BFMTV 7d

Electronic invoicing will become mandatory in France from September 1, and although accountants express a certain level of confidence regarding its deployment, a transition period of three to six months is anticipated due to the slow preparation of businesses. (translated)

"Il faudra une période d'adaptation de trois à six mois": on émet 2,5 milliards de factures par an en France, mardi prochain elles devront être électroniques (mais les experts-comptables sont plutôt "confiants")

The state, incapable of protecting our data, wants to impose electronic invoicing on companies using poorly secured private platforms. Madness that exposes all the accounting of French companies to foreign competition. In 2027, let's abolish this reform. (translated)

M.Amiel, your ministry, the sieve of Bercy, is hacked in every way, and you dare to say that you have "gathered the approved electronic invoicing platforms to remind them of the requirements regarding cybersecurity"?! Is this a joke? 🤦🏻‍♂️ (translated)

DALBÓN 1w

¿Te acordás cuando dijiste que jamás en tu vida aceptaste plata de un gobierno, @JonatanViale? En apenas 24 horas mostré documentos por $75.924.269,64 facturados por tu productora en solo DOS municipios bonaerenses. Los documentos hablan. Vos mentiste. Mañana: municipio N.º 3. Y recién empezamos. #Corrupción #Transparencia #Política