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#familia

"Aqueles que defendem a família deveriam defender essa proposta. Não pode só falar de família da boca pra fora, tem que defender na prática." Em seu discurso de defesa pela aprovação do fim da 6x1, o senador Omar Aziz fez questão de cutucar a extrema direita defensora dos bons costumes. #defesadafamília #política #OmarAziz

E
EL MUNDO 17m

The movie Cronos, which reconstructs the 124 hours after the attacks of August 17th on Las Ramblas, was created with the premise that the victims felt comfortable and respected, involving officials from the Mossos and the affected families in the process. (translated)

Así se reconstruyeron las 124 horas de los atentados de Las Ramblas para Cronos: "La premisa moral siempre fue que las víctimas estuvieran cómodas"

O que mais respeito em um jornalista é a capacidade de apurar todos os detalhes possíveis de uma história e, em seguida, investigá-la com afinco e sem medo até o fim. Malu Gaspar tem feito isso em relação ao escândalo sem precedentes envolvendo Moraes e o Banco Master. Mas que ela falou aqui -- 👇 -- também evidencia algo crucial: A única maneira de descobrir toda a verdade é a Polícia Federal obter o telefone de Moraes e recuperar as mensagens enviadas a Vorcaro -- mensagens que ele próprio destruiu deliberadamente, utilizando o método que ele havia anteriormente apontado como prova de obstrução de justiça para levar outras pessoas à prisão. Se Moraes é tão inocente -- se, de fato, não tramou para ajudar Vorcaro a escapar ou para obstruir a justiça em troca de um patrimônio superior a R$ 180 milhões para sua família --, então ele deveria ser o primeiro a incentivar a PF a recuperar essas mensagens que enviou para Vorcaro, para que todos possamos lê-las. Por que ele não faz isso? Todos nós sabemos pq não. #Jornalismo #Investigação #PolíciaFederal

Jonathan Meléndez era el tecladista y segunda voz de Camilo Séptimo. Que en paz descanse y ojalá haya justicia para su muerte y la de su familia. https://t.co/n98I0VwyGL #CamiloSéptimo #Justicia #RIP

"Jonathan Samuel": Porque asesinaron al fundador y tecladista de Camilo Séptimo, junto con su familia y una trabajadora https://t.co/lMvc8TLW30 #Justicia #CamiloSéptimo #Música

ASI LLEGÓ el ASESINO del TECLADISTA de @CamiloVIImx y SU FAMILIA Es Diego Sebastián Rosen Era socio de Jonathan Meléndez Ochoa y amigo de su familia. Ayer subió así hasta su PH en @GobAtizapan Ahí mató a Jonatan, a su esposa embarazada, su niña de 3 años y su trabajadora doméstica. @FiscaliaEdomex ya lo tiene detenido con 1 más. #Justicia #Seguridad #Crimen

VITÓRIA! APROVADO O FIM DA ESCALA 6x1 na CCJ do Senado! Agora falta a votação final no plenário e a pressão não pode parar. Vamos juntos até a aprovação definitiva, por mais tempo com a família, descanso e dignidade para quem trabalha! FIM DA 6x1 JÁ! https://t.co/hV1dGbPjPQ #FimDa6x1 #TrabalhoDigno #VotaçãoSenado

🗣️EXEQUIEL ZEBALLOS antes de irse a Italia: "Lea (#Paredes) siempre desde el 1° momento me ha dado consejos y para mí es un hermano mayor, le deseo lo mejor a él y al grupo, los voy a extrañar". "A Tomás #Aranda lo visité, le dije que tiene que trabajar y tiene el DON que es lo más difícil, le mando un beso muy grande a su familia". https://t.co/fISkCqkPXY #Fútbol #Deporte #Argentina

The Anses warns about the harmful effects of working atypical hours on health and family life, calling for better regulation of these practices that are widespread in France. (translated)

Nocif pour la santé et la vie familiale, le travail en "horaires atypiques" doit être mieux encadré, estime l'Anses

A Folha largou a mão: "A torrente de situações abomináveis que acaba de desaguar sobre a opinião pública sepulta qualquer incerteza restante sobre a incompatibilidade de Moraes com o exercício da magistratura no STF. O fraudador, enquanto enriquecia a família Moraes com dinheiro roubado, tinha o ministro como um conselheiro e um informante." #Justiça #STF #Corrupção

André Mendonça está no modo Sérgio Moro Turbo 3.0. E dando cavalinho de pau. Quer ganhar plaquinha de funcionário do mês do bolsonarismo. Ele está criando um fato novo para a eleição. Parece um pagador de promessas. Seus atropelos anularão o caso depois na justiça? O mais importante aqui não parece ser a investigação do Xandão por possíveis crimes que precisam ser explicados, mas vencer a eleição. Até por isso poupa outros ministros envolvidos diretamente ou por meio de familiares com Vorcaro. Kassio Nunes agradece. #Política #Eleições2024 #Bolsonarismo

Andressa Urach declara que votará em Lula: “O Lula acaba abraçando as pessoas que são rejeitadas, as monorias [...] Ele fez muitas coisas para pessoas mais humildes, criticam muito o Bolsa Família, mas ajuda milhares de pessoas a sair da miséria extrema.” https://t.co/VcvWAHkOlR #Lula #BolsaFamília #Política

F

Hoy, junto a mi esposa Margara, iniciamos el Congreso Internacional Buen Comienzo 🙌. Van a ser tres días de aprendizaje, pero sobre todo, de muchas ideas que queremos que después se conviertan en oportunidades reales para nuestros niños y niñas. Buen Comienzo es una apuesta de ciudad: entender que todos los niños deben tener la oportunidad de comenzar la vida con buenas condiciones y desarrollar al máximo sus capacidades. Y para eso necesitamos conversaciones como esta. Pero lo más importante es que todo ese conocimiento salga de este auditorio y llegue a donde más se necesita: a nuestros jardines, a las familias, a los barrios y a las veredas. Bienvenidos a este congreso. Que sean días de mucho aprendizaje por el bienestar de nuestros niños. #BuenComienzo #Educación #Niñez

Um bate papo descontraído com o meu irmão @BolsonaroSP relembrando as pérolas do Presidente Bolsonaro. https://t.co/1ZUL3vHPtu #Bolsonaro #PapoReto #Família

Búfalo 5h

Como jugadora a Sol se le pueden cuestionar mil cosas (como a los demás) pero como persona? JUSTO ROMINA? Romina fue denunciada por vecinos de Moreno a los cuales les ROBÓ SUS TIERRAS Romina se peleó con todas sus amigas por irse de after con el ex macho de su amigas Romina está peleada con TODA SU FAMILIA, porque nadie la quiere. QUIEN ES LA MALA PERSONA? @RomiUhrig ALGUNA VEZ VAS A PAGAR LO HIJA DE PUTA QUE SOS!!! todo vuelve #GranHermano https://t.co/c7lqn5h11F #GranHermano #Realidad #Drama

The Minister of Interior of Catalonia, Núria Parlon, has denied the racist rumors spread by the far right following the murder of a man in Manresa, stating that the detainees are Catalan minors living with their families and criticizing the manipulation and hate speech of parties such as Aliança Catalana and Vox. (translated)

La consellera de Interior desmiente los bulos racistas de la extrema derecha tras un crimen en Manresa (Barcelona)

FLÁVIO BOLSONARO INIMIGO DO POVO! Eu, o @movimento_vat e o @mtst protestamos hoje em frente à mansão de R$ 600 MILHÕES de Flávio em Brasília. O "senador" se articula para impedir o fim da escala 6x1 para o povo, mas nunca trabalhou na vida e mesmo assim vive no máximo luxo bancado pela classe trabalhadora que sustenta sua família na política há décadas. CHEGA! É FIM DA ESCALA 6X1 JÁ e Flávio Bolsonaro e sua família desempregados em outubro! #ForaFlávio #Protesto #Justiça

🚨AGORA - Paulo Gonet e família aparecem 33 vezes em investigação que ele pede nulidade, diz Metrópoles https://t.co/xjPjdfdAkL #Investigação #Política #Brasil

🚨 #ATENCIÓN | Una joven de 17 años acudió a una comisaría de Santa Anita para pedir ayuda tras presenciar el as3s1n4t0 de su madre y su hermano de 22 años. La familia denuncia que la menor no habría recibido atención inmediata y que incluso intentaron enviarla nuevamente a su vivienda. El autor del doble cr1m3n es Giuseppe Leonardi, padre de familia, quien habría utilizado un 4rm4 de fuego. Las investigaciones continúan. #Justicia #Sanidad #Seguridad

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord