BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#finanças

💰 O CAMINHO DO DINHEIRO @IDCorinthiana O perito, Anísio Costa Castelo Branco esteve hoje no Parque São Jorge, a convite do presidente Osmar Stábile, para uma conversa sobre o contrato e as questões financeiras envolvendo a hoje Neo Química Arena, ARENA CORINTHIANS. Castelo Branco saiu da reunião com um documento após solicitação pelo mesmo, já aceito pelo presidente Stabile, para seguir à frente de um comitê que terá como missão analisar, após o acesso aos contratos, o caminho do dinheiro: valores, pagamentos, encargos e a evolução da dívida. O objetivo é estabelecer, tecnicamente, quais números e argumentos o Corinthians poderá sustentar diante de uma possível renegociação com a Caixa Econômica Federal. Antes de renegociar, é preciso entender exatamente o que foi pago, o que é devido e como se chegou até aqui. #identidadecorinthiana #idc #Corinthians #finanças #futebol

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Juros de 450% ao mês? Arena quitada continua sendo paga? Parece que a justiça vai resolver o que o clube não "quer" resolver. #Justiça #Futebol #Finanças

Minister Luís Neves blames third parties for the criticisms faced, while public spending grows sharply, increasing the pressure on the state’s finances. (translated)

A culpa é de todos menos de Luís Neves?

Hoje 12h no @programapanico! 🔴 Vou falar sobre juros altos, impostos novos, gastos públicos e a conta que sempre cai no bolso do brasileiro. Mais de 20 anos no mercado financeiro, no Ministério, na Caixa. Sei exatamente onde essa conta vai parar. Bastidores de Brasília, pauta econômica de @flaviobolsonaro e independência financeira pra quem não aguenta mais depender do limite do cartão.Bora! #Economia #Finanças #Brasília

Haddad rebateu Tarcísio após o governador não gostar de o ministro expor o desastre das contas públicas de São Paulo: "Eu simplesmente reproduzi dados oficiais da Secretaria da Fazenda. As finanças hoje estão na pior situação desde os anos 90." HADDAD NO RODA VIVA https://t.co/JvVvNc0ZLr #FinançasPúblicas #SãoPaulo #Política

“Receber o ministro russo das Finanças aqui envia um sinal que eu acho preocupante. Eu teria preferido um posicionamento claro do lado dos Estados Unidos que [Siluanov] não fosse recebido como um convidado regular”

Bessent reúne-se com homólogo russo sobre a Ucrânia
observador.pt

The U.S. Treasury Secretary, Scott Bessent, met with the Russian Finance Minister, Anton Siluanov, to discuss Trump's peace plan for Ukraine, although Russia downplayed the focus of the conversation. (translated)

Bessent reúne-se com homólogo russo sobre a Ucrânia

🚨 A diretoria do Vasco espera que a Justiça autorize, entre esta sexta-feira e a próxima segunda-feira, o empréstimo de R$ 150 milhões solicitado pelo clube há cerca de duas semanas. A expectativa é que a liberação dos recursos ajude o Vasco a manter as contas em dia e quitar dívidas que podem resultar em um transfer ban, impedindo o registro de novos jogadores. 📰 | @diogodantas #Vasco #Futebol #Finanças

Rapaz! A primeira inserção da campanha de Haddad já começa desmascarando a gestão de Tarcísio de Freitas: recorde de feminicídios, expansão da Cracolândia, piora na segurança e na saúde, privatizações desastrosas e deterioração das finanças públicas. HADDAD GOVERNADOR 13 https://t.co/halGqztAa7 #Haddad13 #Eleicoes2022 #PoliticaBrasileira

- Cury: “Um presidente q nunca colocou seu capital de risco, tanto Bolsonaro quanto Lula (…) n pode definir o futuro do comércio” - Malu Gaspar: “O senhor é um dos investidores q mais perdeu dinheiro (…) por esse raciocínio então vc n poderia cuidar das nossas finanças”. https://t.co/0gBovOmA2j #Política #Economia #Investimentos

🚨VEJA: Malu Gaspar enquadra Cury: “O senhor é um dos investidores que mais perdeu dinheiro com investimento […] Então o senhor não poderia cuidar das nossas finanças” https://t.co/D6AVMhikXI #Finanças #Investimentos #MaluGaspar

Augusto Cury diz que presidente que nunca plantou uma horta não pode definir o futuro da agricultura. Malu Gaspar: “O senhor é um dos investidores que mais perdeu dinheiro com investimento […] Então o senhor não poderia cuidar das nossas finanças.” https://t.co/y0DkfYnP7T #Agricultura #Investimentos #Futuro

POPTime 5d

Augusto Cury leva fecho de Malu Gaspar, após criticar falta de investimento do Governo Lula: “O senhor é um dos investidores que mais perdeu dinheiro com investimento com a Fictor. Por esse raciocínio, o senhor não poderia cuidar das nossas finanças.” https://t.co/YWYlX0DNUm #Política #Investimentos #Governo

🇧🇷 Augusto Cury (Avante) diz que presidente que nunca plantou uma horta ou colocou capital de risco em um negócio “não pode definir o futuro da agricultura, do comércio ou da indústria”. “O senhor é um dos investidores que mais perdeu dinheiro com investimento com a Fictor, mais de R$ 31 milhões. Por esse raciocínio, então o senhor não poderia cuidar das nossas finanças”, rebateu a jornalista Malu Gaspar, do O Globo. #Agronegócio #Investimento #Política

PERÍCIA NÃO IDENTIFICA verbas PÚBLICAS no FINANCIAMENTO do DARK HORSE: TIRO N'ÁGUA https://t.co/3WFXpWc6Tc #Finanças #Transparência #Investigação

Pelos valores informados pelo Ramiro, uma operação com valor global em 23 milhões de euros. Difícil pensar em mais grana. #finanças #investimento #economia

🚨 Luís Miguel Henrique, advogado de Rodrigo Mora, responde a André Villas-Boas: "Ninguém melhor que um treinador com telhados de cristal, que depois de sair de Portugal quase nada mais fez que colecionar despedimentos e indemnizações chorudas por incompetência de resultados" "Na loja do Mestre André. Tem absoluta razão André Villas Boas quando afirma que a minha intervenção teve '(...) zero influência no desfecho das negociações entre clubes', até porque a minha única interação com a pessoa do FC Porto foi de garantir que o seu Presidente não voltaria a 'trocar as tintas' no processo em causa, seja por influência de terceiros, pelo medo dos adeptos ou da sombra e legado de Jorge Nuno Pinto da Costa que ainda se faz sentir no Dragão. Já não tem tanta razão assim quando resvala para a alusão ao 'palco', porque esse tenho aquele que a Medialivre muito honrosamente me confere semanalmente... e se mais não tenho é porque não quero. Quanto ao eventual 'oportunismo' de que fala, só me apraz dizer que ninguém melhor que um treinador com telhados de cristal, que depois de sair de Portugal quase nada mais fez que colecionar despedimentos e indemnizações chorudas por incompetência de resultados, para falar de tal conceito. Quem me conhece bem, a minha grande vantagem é que a minha liberdade intelectual provém de não só não depender de nenhum cliente, nem sequer de uma única atividade profissional e muito menos do futebol. Nunca procurei nenhuma guerra, mas também nunca fugi de nenhuma seja no futebol, política ou finanças.... Repito, que da pessoa do FC Porto com quem reuni apenas coisas positivas tenho a dizer. Para finalizar, no seu editorial, o André coloca-me no mesmo patamar de Benfica, Sporting, Arbitragem portuguesa... Não ache que mereça tal honraria, mas já se percebeu que André, apesar do excelente trabalho que está a desenvolver à frente dos destinos do FC Porto, está com medo, muito medo do que lhe possa trazer este ano... e como diria o Diácono Remédios 'Não havia necessidade!'" #Futebol #Portugal #AndréVillasBoas

“Hoje, o Vasco está com dificuldade financeira, mas está organizado. Está responsável. Qual é o problema de liberar o empréstimo ao Vasco? Tem coisas no futebol e no Brasil que são levadas para o lado pessoal. Há muitas decisões. Será que não são tomadas por pessoas que são torcedoras de um determinado time. O Flamengo.” — Alex, no SporTV. 🎥 SporTV https://t.co/6uqqSlOmCd #Futebol #Vasco #Finanças

💣 CORINTHIANS GASTOU QUASE R$ 1 MILHÃO COM UM ÚNICO FORNECEDOR DE HORTIFRUTI EM 18 MESES E PLANILHA REVELA VALORES QUE MERECEM EXPLICAÇÃO‼️ Uma análise das notas fiscais do fornecedor Hortifrutícola Tinem Ltda-ME localizado em um Box no Mercadão da Penha, um dos responsável pelo fornecimento de hortifrutigranjeiros ao Corinthians, revela que o clube movimentou R$ 962.714,63 com a empresa no período abrangido pela planilha, entre janeiro de 2025 e junho de 2026. O levantamento considera cada nota fiscal uma única vez, evitando um problema importante existente na própria base de dados: em 2026, o valor total da nota aparece repetido em todas as linhas correspondentes aos diferentes produtos. Foram identificadas 340 notas fiscais, sendo 225 em 2025 e 115 nos primeiros seis meses de 2026. QUASE R$ 1 MILHÃO EM HORTIFRUTI O valor chama atenção principalmente quando se observa a dimensão dos gastos registrados. Em 2025, o total das notas fiscais chegou a R$ 522.028,87. Nos primeiros seis meses de 2026, foram mais R$ 440.685,76. Ou seja: em apenas seis meses de 2026, o Corinthians já desembolsou cerca de 84% de todo o valor registrado em 2025. A média mensal foi de aproximadamente R$ 52,2 mil em 2025, considerando os meses efetivamente presentes na base, e de R$ 73,4 mil por mês em 2026. Isso significa que a média mensal registrada em 2026 está aproximadamente 40% acima da média mensal dos meses com dados disponíveis em 2025. O CASO DO "TEMPERO" CHAMA ATENÇÃO Um dos registros que mais merece esclarecimento é o produto descrito genericamente como “TEMPERO”. Em 2025, foram registradas apenas 100 unidades, mas o gasto chegou a R$ 51.383,00. Isso representa uma média de aproximadamente R$ 513,83 por unidade. Mais: a própria base apresenta variações muito grandes no preço unitário desse item, chegando a registros de R$ 2.470 por unidade em 2025. Em 2026, a situação chama ainda mais atenção: o mesmo produto aparece com preços unitários que chegam a aproximadamente R$ 4.162. Isso não significa, por si só, que houve irregularidade. Pode haver diferenças de composição, embalagem, produto específico ou forma de lançamento da nota fiscal. Mas é justamente por isso que o registro merece uma explicação detalhada: o que exatamente o Corinthians estava comprando quando a descrição utilizada era simplesmente “TEMPERO”? O QUE PRECISA SER EXPLICADO A análise não permite concluir, apenas pelos números, que houve superfaturamento ou irregularidade. Mas revela gastos relevantes e padrões que justificam questionamentos, especialmente diante das diferenças de preços e da existência de produtos descritos genericamente. A direção do Corinthians deveria esclarecer: 1. Qual foi o critério utilizado para contratação da Hortifrutícola Tinem? 2. Houve cotação ou processo de concorrência para escolha do fornecedor? 3. Quem autorizou as compras? 4. O que exatamente está incluído nas notas classificadas como “TEMPERO”? 5. Houve fiscalização ou conferência das mercadorias efetivamente entregues? QUASE R$ 1 MILHÃO! A TORCIDA TEM O DIREITO DE SABER O ponto central não é simplesmente afirmar que o Corinthians gastou dinheiro comprando frutas, verduras, legumes, ovos e temperos. Um clube da dimensão do Corinthians obviamente precisa comprar alimentos. A questão é outra: quando quase R$ 1 milhão passa pelas contas do clube em pouco mais de um ano, é obrigação da administração demonstrar que cada real foi gasto de maneira necessária, justificada e compatível com os preços praticados. ATÉ O MOMENTO NÃO HOUVE EXPLICAÇÕES Procuramos os proprietários do estabelecimento e a resposta foi o seguinte: "Fomos orientados por alguém do clube para não dizer nada, vamos falar somente após a resposta que o Corinthians conceder a vocês" Porém a proprietária não soube dizer quem a orientou a não dar as explicações. Procuramos o clube e até o momento não recebemos a resposta dos questionamentos que enviámos. #BlogdoMacedo Apoio: #1908CoffeeStation #Corinthians #Finanças #Transparência