O Teste Secreto Que Os Políticos Usam Para Saber Se És Submisso A tática consiste em partilhar um volume massivo, contínuo, rápido e repetitivo de mentiras óbvias, sem qualquer preocupação com a consistência lógica ou a verdade dos factos. Mas para que serve? Serve para demonstrar domínio sobre ti, sobre a agenda pública, e testar até onde vai a tua submissão, que eles dizem ser lealdade. O fluxo constante de desinformação sobrecarrega os mecanismos de verificação (o fact-checking da moda). Desmentir e corrigir uma afirmação falsa exige mais tempo e esforço do que produzi-la. Ficamos constantemente a reboque... Como podemos nós, simples cidadãos, reagir para não ficarmos perpetuamente reféns do ritmo alucinante de quem quer controlar a narrativa?
Você não está só nessa @FlavioBolsonaro ! Vamos fazer fazer uma bancada para mudar o Brasil! Seu pai determinou 50% mais 1 com pessoas leais. E você sabe de minha lealdade e capacidade. Conte comigo. GILSON MACHADO DEP FEDERAL NUMERO 2022! https://t.co/3Qd5X6xnnX #Mudança #Brasil #Política
Obrigado pelo apoio, meu irmão @jorgeseifjunior ! 🇧🇷 Nossa amizade e parceria vêm de uma caminhada construída lado a lado, especialmente durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, quando tivemos a honra de servir ao Brasil como secretários especiais. Foram anos de muito trabalho, lealdade e luta pelos mesmos valores que continuam nos unindo até hoje: Deus, Pátria, Família e Liberdade. Receber o seu apoio à minha reeleição me honra e fortalece ainda mais essa missão. Seguimos juntos, meu irmão. A nossa luta pelo Brasil continua! 🇧🇷🤝 #Brasil #Amizade #Liberdade
Uma história de resiliência, conquistas e muita paixão. O Palestra se tornou Palmeiras e o Palmeiras se espalhou pelo Brasil. Há 112 anos, cantamos e vibramos ostentando a sua fibra e transformando a lealdade em padrão. Um amor que não tem explicação. É puro sentimento 💚🤍 #Palmeiras112Anos #Palmeiras #Futebol #Amor
LEALDADE NÃO PRESCREVE! Obrigado, meu irmão @flaviobolsonaro, pelo reconhecimento e pela confiança. Jamais vou esquecer tudo o que o presidente Jair Bolsonaro fez por mim: a confiança que depositou no meu trabalho, o carinho com que sempre me tratou e, principalmente, a oportunidade de servir ao Brasil e fazer parte de um projeto que mudou a vida de milhões de brasileiros. Gratidão se demonstra com atitude, presença e lealdade. E da minha parte, isso nunca vai mudar. Seguimos juntos, pela mesma missão e pelos mesmos valores. É FLÁVIO BOLSONARO 2️⃣2️⃣✅ É MARIO FRIAS 2️⃣2️⃣0️⃣8️⃣✅ #Lealdade #Gratidão #Brasil
Obrigado pela confiança, amizade e lealdade, presidente @flaviobolsonaro! Pode ter certeza de que você terá um soldado em Pernambuco. Serei o deputado estadual da família Bolsonaro🇧🇷 Dia 4 de outubro, VOTE: 🇧🇷 Deputado Estadual: Gilson Machado Filho 20222 Deputado Federal: Gilson Machado 2022 Senador: Mendonça Filho 222 Presidente: Flávio Bolsonaro 22 #Brasil #Eleições2022 #Bolsonaro
E foi assim que cheguei à Câmara dos Deputados, eleito por São Paulo. Jair Messias Bolsonaro confiou em mim quando muitos ainda duvidavam. Acreditou que daria certo, colocou seu nome e sua confiança ao meu lado, e o povo respondeu a esse chamado nas urnas. Há gestos que o tempo não apaga e dívidas de gratidão que não se medem em palavras. Obrigado, presidente @jairbolsonaro , por ter me dado a oportunidade de servir ao Brasil como secretário especial da Cultura e, depois, como deputado federal. Carrego essa confiança como responsabilidade. E procuro honrá-la todos os dias, trabalhando pelo país e pelos valores que nos trouxeram até aqui. Gratidão não prescreve. Lealdade também não. #Brasil #Política #Gratidão
O Hatchi morreu 🥲 Perrie via IG: “14 anos com você e, de alguma forma, ainda parece que nunca teria sido tempo suficiente. Você não era apenas meu cachorro. Você era meu bebê de pelo, minha pequena sombra, meu companheiro e um dos maiores presentes que já recebi. Você esteve ao meu lado em cada capítulo e em cada marco da minha vida. Nos momentos mais felizes e também nos mais difíceis. Você lambia minhas lágrimas quando eu chorava, me fazia rir quando eu mais precisava e, todas as manhãs, me olhava com aquele sorrisinho que me fazia sentir como se eu fosse o seu mundo inteiro. E você também era uma parte enorme do meu. Vivemos tanta coisa juntos. Você veio em turnê comigo com o Little Mix, viajou pelo mundo comigo, foi conosco nas férias em Portugal, sentou nos melhores restaurantes comendo bife como o pequeno príncipe que você era. Para onde quer que a vida me levasse, você fazia parte dela. Espero que você soubesse o quanto era amado, Hatchi. Espero que soubesse que tudo o que fiz por você foi porque eu queria te proporcionar a vida mais feliz, plena e bonita que fosse possível. Você me deu 14 anos de amor incondicional, lealdade e memórias que vou carregar comigo pelo resto da minha vida.” #DogLover #PetMemories #GoodbyeHatchi
Hoje, começa uma nova caminhada. Pelo Rio Grande do Sul, pelo Brasil e pelos valores que sempre guiaram a nossa história. Com experiência, coragem e lealdade. Eu, Onyx Lorenzoni, com humildade e com teu voto, estou pronto para voltar à Câmara dos Deputados. Agora é 1122. Compartilhe essa mensagem e venha conosco rumo à vitória. #NovaCaminhada #Eleições2024 #Vote1122
Olho essa cena e volto pra 2019. Daniel Silveira participava da reunião de deputados que buscavam meios para manter Waldir na liderança e derrubar a articulação de Bolsonaro para emplacar Eduardo Bolsonaro. A sensação, na época, era de total conspiração contra Bolsonaro. Daniel agiu como um “infiltrado” e gravou Waldir chamando Bolsonaro de vagabundo e dizendo que o implodiria. A partir dali, soubemos quem era Waldir. Daniel agiu para proteger Bolsonaro e está preso. Waldir está sendo recebido como aliado. Por mais que seja comum dizer: “A vida não é justa”, e eu saiba que é uma verdade. Não consigo normalizar o desfecho injusto de uma lealdade. #Política #Brasil #Justiça
Lula voltou a provocar os Estados Unidos nesta sexta-feira, 14 de agosto, em entrevista concedida no Palácio do Planalto. A apenas 45 dias das eleições, o fundador do Foro de São Paulo decidiu transformar uma relação diplomática estratégica em combustível para sua campanha. Lula afirmou que só analisará depois das eleições o agrément de Daniel Perez, indicado por Donald Trump para assumir a Embaixada americana no Brasil. Alega que Washington ficou um ano e meio sem enviar embaixador e agora exige pressa. Lula também confirmou que seu governo negou vistos a dois altos funcionários do Departamento de Estado: Riley M. Barnes e Samuel Samson. Segundo Washington, eles viriam ao Brasil para uma agenda de reuniões com autoridades, líderes religiosos e representantes da sociedade civil sobre integridade eleitoral, liberdade religiosa e liberdade de expressão. O governo Lula preferiu carimbar previamente a missão como tentativa de colocar as urnas brasileiras “sob suspeita”. Barrou a entrada dos representantes e dispensou qualquer oportunidade de diálogo antes mesmo que eles desembarcassem. Em seguida, Lula anunciou que pretende falar diretamente com Trump para adverti-lo: “Não se meta nos negócios do Brasil e, sobretudo, na questão eleitoral.” E ameaçou: “Quem vier dar palpite na eleição aqui desse país vai perder.” É o velho método petista; fabricar um inimigo externo, vestir a fantasia da soberania e esconder o desastre doméstico atrás de uma guerra política conveniente. O destemor desaparece diante de Cuba, Venezuela, China, Irã e Rússia. Para regimes autoritários, Lula oferece abraços, palanque, lealdade e silêncio. Contra os Estados Unidos, um dos maiores parceiros comerciais do Brasil, distribui hostilidade, provocações e ultimatos, para agradar à sua militância revolucionária. Isso não é soberania, é irresponsabilidade diplomática transformada em propaganda socialista eleitoral. Lula aposta que criar uma guerra contra os Estados Unidos poderá ajudá-lo nas urnas. Uma aventura diplomática que pode cobrar um preço altíssimo do Brasil. #Lula #Diplomacia #Eleições2022
Nota de Pesar O Clube de Regatas do Flamengo lamenta profundamente o falecimento do conselheiro André Luis de Oliveira Valladas. Flamenguista apaixonado, dedicou parte importante de sua vida ao clube. Conselheiro atuante e sempre participativo, exerceu diferentes funções na vida política e administrativa do Flamengo, como membro eleito do Conselho de Administração, membro da Comissão de Esportes do Conselho de Administração e membro nato do Conselho Deliberativo. Sua história também se confunde com a da Torcida Jovem do Flamengo, para a qual entrou em 1993 e da qual foi presidente entre 2005 e 2006, mantendo ao longo da vida o mesmo compromisso e amor incondicional pelo Rubro-Negro. Mas André será lembrado, sobretudo, pela pessoa que foi. Um pai dedicado, profundamente ligado à família, amigo leal e presença querida por todos que tiveram o privilégio de conviver com ele, sempre com um sorriso no rosto. Deixa esposa e dois filhos, de 11 e 14 anos. Sua ausência fará muita falta, mas seu legado de amizade, lealdade e amor ao Flamengo permanecerão na memória de todos que o conheceram. Com certeza será sempre lembrado. Descanse em paz. #Flamengo #Luto #Memória
chocada com essa história do juliano. então a ana paula deu unfollow na samira no mesmo dia que a moça contou tudo para ele na rua. esse menino é de uma lealdade sem igual com a ana paula, indiscutivelmente a maior amizade do BBB 26. enquanto outras acharam normal e defenderam. #BBB26 #Amizade #Lealdade
Isso aqui é inadmissível! Vergonhoso! Um chilique porque é contra apoiar o candidato do partido, indicado por Jair Bolsonaro. O partido só tem o tamanho atual por causa de Bolsonaro. Bolsonaro ganhou a eleição presidencial de 2018 agradecendo o trabalho do Carlos. Um lutador, sempre aguerrido por tudo que é melhor para o Brasil e para todos os brasileiros. A deputada estadual, que cresceu na esteira da direita bolsonarista, se revolta com a escolha. Se não consegue ter um pingo de lealdade, gratidão seria o mínimo. Há notícia de que o PL ainda pretende lançar a deputada com o número 22222. Seria história ou recompensa…? Recompensa seria sinalizar a porta da rua como serventia da casa. #Bolsonaro #Política #Brasil
A definição do vice de Flávio foi conduzida com uma estratégia que merece aplausos. Ao longo das últimas semanas, diversos nomes foram naturalmente cogitados, permitindo que a decisão fosse tomada com serenidade, sem a pressão do calendário e evitando especulações antecipadas que poderiam desgastar qualquer indicado antes mesmo do anúncio oficial. A estratégia foi tão bem executada que a identidade do vice permaneceu desconhecida até o momento da revelação. Inclusive, outras lideranças cujos nomes também eram lembrados, como Tereza Cristina e Dani Marques, estavam ao lado de Flávio quando o anúncio foi feito. A escolha do Dep. Alfredo (PL-AL) @Alfredogaspar_ reúne credenciais importantes: ficha limpa, histórico de combate ao crime organizado, apoio às forças de segurança e uma trajetória marcada pela defesa da lei e da ordem. Há ainda um aspecto que merece reconhecimento. Mesmo sendo apontado por muitos como um dos favoritos para disputar o Senado, Alfredo optou por abrir mão desse projeto para se dedicar integralmente à campanha de Flávio. Um gesto que demonstra espírito público, lealdade e compromisso com um projeto maior. NÓS VENCEREMOS! #Política #Eleições2024 #Liderança
🚨BASTIDORES: Campanha de Flávio vê lealdade no entorno ao não ter nome de vice vazado Minutos antes do deputado Alfredo Gaspar ser anunciado como vice na chapa presidencial, a imprensa dava como certo Michelle ocupando a vaga. https://t.co/sembXOT1Z1 #Política #Eleições2024 #Brasil
Há um ano, Jair Bolsonaro teve sua prisão domiciliar decretada. Hoje, ao olhar para esta foto, lembro de tudo o que ela representa para mim: a bandeira da Chape, que sempre carreguei com orgulho, e o presidente Bolsonaro, a quem nunca faltará minha lealdade. Tenho fé de que ainda vamos repetir essa foto! 🇧🇷💚 #Brasil #Bolsonaro #Fé
Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica
Santa Catarina merece ser representada por quem tem coragem de defender seus valores e enfrentar os desafios do Brasil sem recuar. Ao lado do meu irmão, @FlavioBolsonaro , da @CarolDeToni , do @jorginhomello e de tantos candidatos que compõem a nossa coligação, sigo firme no compromisso de trabalhar por uma Santa Catarina cada vez mais forte, respeitada e com voz ativa nas grandes decisões nacionais. O momento exige coragem, lealdade aos princípios e disposição para enfrentar os desafios que estão à nossa frente. Seguimos em frente, com coragem, convicção e muito trabalho.🇧🇷👍🏻 #SantaCatarina #Coragem #TrabalhoDuro
Futebol de luto 🖤 O Botafogo lamenta o falecimento de Franco Baresi, um dos maiores zagueiros da história e peça fundamental no legado do futebol italiano. 🇮🇹⚽️ Ídolo do Milan e campeão da Copa do Mundo em 82, o jogador está marcado na galeria dos craques pela sua liderança, categoria e lealdade. O mundo da bola agradece e se despede hoje de uma grande lenda. #BFR #Futebol #Luto #FrancoBaresi