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#redação

Há pelo menos 25 erros claros de ortografia, concordância, regência, sintaxe ou pontuação na peça de Alexandre de Moraes em defesa própria. Além de construções deselegantes como “mensagens que não se tem nenhuma prova de que foram efetivamente enviadas ou realmente quem foi o interlocutor.” Professor da USP e finalista do Jabuti Acadêmico. #ortografia #redação #linguaportuguesa

Alguém com 2 dedos de testa na redação da TVi devia ter olhado para esta tabela "Potencial de voto" e dito: - Isto é só estúpido, não vai para o ar. Mas não, orgulhosos da descoberta, dizer-nos que a Mariana e o Pinto (0,68%) têm mais potencial de voto do que o Ventura.☠️ https://t.co/lFnSVgy03S #Política #Eleições #TV

MINISTÉRIO PÚBLICO DÁ PARECER FAVORÁVEL AO NOVO DIP E À PROPOSTA DA ALMIRANTE PARA A NOVA SAF DO VASCO O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro se manifestou nesta quinta-feira (10) no processo de recuperação judicial do Vasco e afirmou não ter oposição à homologação da contratação do Novo DIP nos termos da proposta apresentada pela Almirante Participações e Empreendimentos S.A. A manifestação ocorre após a Almirante, que atua como stalking horse no processo de venda da UPI Equity, apresentar uma emenda à sua proposta vinculante incorporando as salvaguardas sugeridas anteriormente pela Administração Judicial, pelo watchdog e pelo gatekeeper. Entre os reforços incluídos estão a previsão de fiança bancária ou seguro-garantia para cobertura do passivo sujeito à recuperação judicial, a preservação das garantias em caso de futura venda do controle da Nova SAF e o aperfeiçoamento do chamado “fluxo financeiro”. Pela nova redação, esse fluxo passa a ser tratado expressamente como uma obrigação vinculante da Nova SAF para garantir o pagamento integral dos créditos sujeitos à recuperação judicial, além das obrigações extraconcursais, incluindo valores relacionados aos financiamentos DIP e às dívidas tributárias. A proposta também passou a prever um mecanismo de arras, com tratamento igualitário entre os participantes do processo competitivo, e a renúncia à possibilidade de vencimento antecipado do DIP caso outro interessado vença a disputa pela UPI Equity e a Almirante não exerça o direito de preferência, o chamado right to match. Outro ponto relevante é a previsão de antecipação do chamado “biênio”. Caso a Almirante seja vencedora, a Nova SAF deverá antecipar parte do auxílio financeiro por meio do pagamento ou depósito judicial de créditos concursais líquidos com vencimento nos dois anos seguintes à homologação do plano, dentro dos limites estabelecidos na proposta. A mesma obrigação deverá ser assumida por eventual terceiro vencedor, garantindo isonomia no processo competitivo. Na manifestação apresentada nesta quinta-feira, o promotor Gustavo Lunz afirmou que as mudanças realizadas na proposta superaram as ressalvas que dependiam da manifestação das partes envolvidas. O Ministério Público também considerou que as novas condições tornam superada a oposição apresentada anteriormente por credores trabalhistas da Classe I. Diante disso, o MP declarou que “nada opõe à homologação da contratação” nos termos da proposta apresentada pelas recuperandas e anexada ao processo. A manifestação do Ministério Público agora integra o conjunto de elementos que serão considerados pela Justiça na análise do Novo DIP e do processo de alienação da UPI Equity, que prevê a venda de 90% das ações da futura Nova SAF do Vasco. A decisão final sobre a homologação e o prosseguimento da operação ainda cabe ao Judiciário. #Vasco #NovaSAF #RecuperaçãoJudicial

Moraes parece ter cometido seu maior erro estratégico até aqui. Primeiro, usou o Inquérito das "Fake News" contra um colega de Corte cujo grave "pecado" foi seguir os indícios dos seus contatos impróprios com Vorcaro, para dizer o mínimo. O banqueiro pedia, por mensagem, que ele "revertesse" as investigações junto a "Paulo e Andrei", entre outras coisas. Está tudo no celular apreendido. Segundo, baseou o ataque num relatório apócrifo de "inteligência" da PF: sem data, sem identificação dos analistas, classificado pela própria PF como "documento de trabalho, sem valor probatório", e com sinais de redação por IA. Sabe-se lá produzido por quem, e a mando de quem. Nem os aliados conseguiram defender a jogada. Fachin retirou o pedido do inquérito das "Fake News" e o despachou para o mesmo procedimento que apura a relação de Moraes com o banqueiro. Em vez de explicar as mensagens e as conclusões que elas impõem, resolveu atacar quem as apresentou. O caráter autoritário e o uso da caneta em benefício próprio ficaram escancarados. Mendonça aproveitou a deixa: afastou o diretor-geral da PF, afastou o diretor de Inteligência e suspendeu a produção de relatórios sobre a atuação de ministros. Monitorar ilegalmente um ministro do Supremo por mais de 30 dias não é "inteligência". É espionagem de Estado. #Justiça #Política #Espionagem

Um ministro ligou para a redação onde Mario Sabino trabalha e disse que ele podia ser PRESO. E olha que ele ainda foi leve na fala dele. Assista até o final.https://t.co/Du7vLCcCQU #LiberdadeDeImprensa #Censura #Jornalismo

Qual ministro ligou para qual redação para ameaçar qual jornalista porque divulgou assuntos do ministro relacionado ao Banco Master? https://t.co/WVxl5vOf9A #Jornalismo #LiberdadeDeImprensa #Política

Não, militante de redação... a questão não é o que ele fará no futuro. A questão é o que ele já FEZ, incluindo aí ter atropelado todos os direiros fundamentais para perseguir politicamente milhares de brasileiros, sob aplausos de toda a militância de redação. Fica evidente que esses processos todos precisam ser ANULADOS!!! #DireitosHumanos #Justiça #Política

Passamos a madrugada analisando o dossiê apócrifo usado por Moraes para incluir André Mendonça no Inquérito das Fake News. Encontramos um show de irregularidades e hipocrisia. O dossiê da PF já seria absurdo por serem papéis internos, sem autoria declarada, sem assinatura e expressamente classificados como documentos de trabalho, de circulação restrita e “sem valor probatório”. Há campos incompletos, hipóteses de confiança baixa, avaliações políticas sobre a composição do STF e marcadores compatíveis com redação assistida por inteligência artificial. Mas a principal descoberta de A Investigação é ainda mais grave: Moraes distorceu o material. Mais da metade do texto útil de sua decisão veio dessas peças. O ministro omitiu as 28 graduações de confiança, apagou seis advertências sobre a ausência de valor probatório, eliminou hipóteses alternativas e atribuiu à PF conclusões que o próprio dossiê não apresenta. Em um dos pontos centrais, Moraes afirmou que Mendonça direcionou uma diligência “única e exclusivamente” contra ele. A fonte citada diz outra coisa: os nomes examinados decorreram das mensagens presentes no material pericial e não foram escolhidos pelo relator. A comparação também encontrou dez erros nas passagens colocadas entre aspas e 23 possíveis vícios e inconsistências na decisão. E há a hipocrisia. No Radiolão, Moraes acusou a campanha de Jair Bolsonaro de usar um relatório apócrifo. Agora, baseou uma acusação contra outro ministro em quatro peças sem autoria declarada. Acusou Mendonça de entregar à PF uma decisão sem assinatura, mas usou documentos não assinados para acusá-lo. Criticou a exposição de dados de terceiros, mas levantou o sigilo e expôs pessoas que o próprio dossiê não vinculava a irregularidades. Apontou a falta de vista prévia à PGR como anomalia, mas decidiu e publicou sua acusação antes de dar apenas “ciência” ao órgão. Leia: https://t.co/ikUMX3BZWh #FakeNews #Justiça #Irregularidades

Toda a redação do metropoles tá empenhada em blindar o André Mendonça hoje. Beira o desespero o comportamento dos caras #AndréMendonça #Metrópoles #Política

A militante de redação do regime está chateada porque os candidatos não estão falando da "tentativa de golpe". Se os políticos não estão falando, o motivo é simples: a maioria do povo não caiu no conto do "golpe de estado", apesar de toda militância de tipos como a Amélia. https://t.co/qRpTANXqAU #Política #Golpe #Ativismo

Mercado Azul Aug 12

FC Porto e AS Roma não chegaram a uma versão final da redação do acordo nesta última noite. A estrutura do acordo está montada, mas o FC Porto quer que os números nas cláusulas que obrigam à compra de Rodrigo Mora sejam um pouco mais baixos. Partes continuam confiantes e não existe a sensação que o negócio possa estar em risco. Rodrigo Mora aguarda autorização para viajar. #Transferências #Futebol #FCPorto

Renato Souza Aug 3

Hoje, antes de ir à redação, eu (de mochila nas costas) decidi passar na casa da minha família. Quando abri o portão para sair para o trabalho, havia um senhor caído na calçada com o filho que ele levaria até a escola ao seu lado. Achei a cena estranha e me aproximei. Notei que o homem apresentava um barulho de ronco, típico de parada cardíaca. Não tinha mais ninguém na rua. Imediatamente tentei acionar o Corpo de Bombeiros, mas o telefone 193 estava inoperante. Então liguei para o Samu e quando chegou outra pessoa para continuar tentando realizar o contato telefônico, não pensei duas vezes em iniciar massagem para Ressuscitação Cardiopulmonar (RcP). Não sou profissional de saúde, mas já fiz reportagens indicando o que fazer nestas situações. Passados alguns minutos, o senhor voltou a respirar o coração e retomou os batimentos. Um jovem que estava passando no local logo começou a revezar o procedimento comigo, pois é cansativo e não se pode interromper antes de estabilizar o quadro. Algum tempo depois, chegou a primeira ambulância. Estou postando este vídeo para deixar a mensagem de que se você se deparar com a situação, não pense duas vezes. Comece o procedimento imediatamente, mesmo que nunca tenha feito. Desejo melhoras para o senhor, que foi levado ao hospital com quadro estabilizado, mas grave. Espero que ele tenha mais uma chance de continuar cuidando do filho e convivendo com amigos e familiares. #Saúde #Emergência #RCP

RAM Jul 28

Acho que tá na hora do @sportv investir em algum programa específico pro vôlei hein?! Nem que seja 1 vez por semana ou pelo menos alongar o tempo de tela no SporTV News, Redação, Tá On… Na programação diária eles reprisam bastante os jogos e conteúdos antigos mas seria muito bom o público ver curiosidades, transferências, entrevistas, Superliga etc igual eles fazem nos programas que 90% do tempo é com foco no futebol #Volei #Esporte #SporTV

O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana. No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos. O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira. O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes. Mas o narcisismo é o menor dos problemas. O diário mostra que Fauci mentiu. Ao público e ao Congresso. Em 26 de janeiro de 2020, ele já anotava que o mercado de Wuhan não era a fonte do vírus, apenas o amplificador. Em 1º de fevereiro, numa conferência com doze cientistas, apenas dois defenderam a origem natural do vírus. Nas palavras do próprio Fauci, o restante achava que a inserção deliberada era possível (ou seja, a manipulação do vírus em laboratório, para deixá-lo mais transmissível). Ele registrou que Zheng-Li Shi trabalhava havia anos com ganho de função em coronavírus em Wuhan e escreveu: "não podíamos simplesmente ignorar aquilo". Três dias depois, quatro daqueles cientistas circulavam o rascunho do "Proximal Origin", o paper que declarou implausível qualquer cenário de origem laboratorial. O mesmo paper que Fauci passou anos citando publicamente como ciência independente, e que serviu de carimbo para tratar a hipótese laboratorial como "teoria da conspiração". O motivo não é mistério. O laboratório de Wuhan recebeu dinheiro americano por meio de um subcontrato da EcoHealth Alliance, financiada pelo instituto que o próprio Fauci presidia. Quem investiga a origem do vírus acaba investigando quem pagou a conta. E mentiu também sobre a letalidade. Em 8 de fevereiro de 2020, anotou no diário que a taxa de mortalidade era mais próxima de 0,2% a 0,3% do que de 2%. Vinte dias depois, em editorial assinado com Lane e Redfield no New England Journal of Medicine, escreveu que a taxa poderia ser "considerably less than 1%". Em 11 de março, diante do Congresso, disse que a mortalidade ficaria em torno de 1%, dez vezes a da gripe sazonal. Três a cinco vezes o número que ele mesmo tinha escrito em particular. Foi com esse número inflado que se fechou escola, se fechou comércio e se destruiu a vida de milhões de pessoas. Paul acusa ainda Fauci de ter orientado subordinados a destruir registros federais. A imprensa continua tratando Fauci como divindade inquestionável. O diário o coloca em terreno criminal. Biden entendeu isso antes de todo mundo. Em 20 de janeiro de 2025, nos minutos finais do mandato, assinou um perdão preventivo cobrindo qualquer crime federal cometido por Fauci de 1º de janeiro de 2014 até aquela data. Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder, e o diário deixa isso claro. #Fauci #Pandemia #Transparência

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

Gabriel Sá Jul 24

🚨 Olten Ayres, presidente do Conselho do São Paulo, foi indiciado pela Polícia Civil por falsidade ideológica. Ele é suspeito de forjar um parecer do Conselho Consultivo do clube favorável à reforma estatutária que abriria caminho para a criação de uma SAF. O relatório final do inquérito conclui que há provas contra Olten por inserir declaração falsa no documento. Para a Polícia Civil, a simulação serviu para legitimar a reforma, o que configura falsidade ideológica (artigo 299 do Código Penal). Em 17/12/2025, o então presidente Julio Casares propôs a reforma estatutária para facilitar a criação de uma SAF. No mesmo dia, Olten enviou o texto ao Conselho Consultivo. Horas depois, o documento foi assinado por José Eduardo Mesquita Pimenta, então presidente do órgão, e pelo secretário Ives Gandra da Silva Martins. Em 24 de abril, Pimenta e Ives enviaram um e-mail a Olten dizendo que o parecer não era oficial, pois nunca houve reunião para discutir a reforma. Ambos renunciaram aos seus cargos no órgão. Eles relataram que o texto foi redigido por um terceiro, identificado como "Dr. Guilherme". O UOL apurou que essa pessoa seria o advogado Guilherme Salutti, que presta serviços ao São Paulo. Após a retratação, o caso foi enviado à Polícia Civil, que abriu o inquérito. Em depoimento, Salutti afirmou ter sido procurado diretamente por Olten para elaborar a minuta do parecer. Segundo ele, Olten disse que Pimenta e Ives já haviam discutido o tema e queriam apenas a redação técnica. A versão diverge do relato dos conselheiros. O advogado disse que Olten definiu as diretrizes, acompanhou a elaboração e aprovou o texto. A troca de mensagens de WhatsApp entre eles foi apagada devido à função de mensagens temporárias no celular de Olten. Em depoimento, Pimenta declarou que não conhecia o texto, nunca o discutiu com o presidente do Conselho e que a tramitação foi "de afogadilho", sem reunião do órgão. O caso vai ao Ministério Público de São Paulo, que pode denunciar Olten, pedir novas diligências ou arquivar o inquérito. O crime de falsidade ideológica em documento particular prevê pena de um a três anos de prisão e multa. #SãoPauloFC #FalsidadeIdeológica #PolíciaCivil

Time do Povo Jul 21

🦅🚨 PROPOSTA DE MEMPHIS RECUSADA | O estafe de Memphis Depay se reuniu com o departamento financeiro do Sport Club Corinthians Paulista no início da tarde desta terça-feira. Durante a reunião, uma contraproposta apresentada pelos representantes do atacante foi analisada, mas acabou recusada pela diretoria. O Corinthians entende que os valores seguem muito acima da realidade financeira do clube. A equipe de redação do Time do Povo também apurou a informação e recebeu a confirmação de que a contraproposta foi rejeitada pelo Timão. 📰 Samir Carvalho / Time do Povo 📸 Davi Bittencourt / Time do Povo #MemphisDepay #Corinthians #TransferNews

Sobre o Gagáldemar: no ano passado quando a Magnistky estava em vigor, este oportunista me ligou cheio de amores e sorrisos, ao lado de um deputado do PL amigo nosso, pedindo para ser recebido pelo governo americano para negociar algum acordo caracu envolvendo anistia. Eu achei graça e declinei. Ele ficou revoltadinho desde então. Está acostumado com os políticos do PL - que o chamam de gagá de forma quase unânime pelas costas, mas na frente são obrigados a fingir que o respeitam. Afinal, ele é dono do partido. Eu digo na cara dele: está mais senil do que o Joe Biden. Até na redação da Globo News ele é piada e suas entrevistas são usadas apenas para desgastar o Flávio pela certeza de gafes. Mais importante do que os Bolsonaro terem o partido deles é aprovar uma legislação que permita candidaturas independentes. Estes caciques corruptos precisam perder estes feudos. #Política #Corrupção #Brasil

Lula Jul 10

📚 As inscrições para o Prouni terminam hoje. Se você fez o Enem em 2024 ou 2025, teve média de pelo menos 450 pontos e não zerou a redação, esta pode ser a oportunidade de conquistar uma bolsa de estudos no ensino superior. Não deixe essa chance passar. Inscreva-se gratuitamente no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior até o fim do dia. #Prouni #Educação #BolsaDeEstudos

Para a militância de redação da Folha, quando a esquerda rejeita um resultado, sem apresentar uma única evidência de manipulação a favor do candidato que venceu, isso é só um "mau sinal". Um deslize de temperamento. Nada que o comportamento de Petro configure tentativa de golpe. Curioso. O que a redação chama de "mau sinal" é um presidente em exercício que responde a inquérito criminal por interferência eleitoral em favor do seu candidato, com base no artigo do Código Penal colombiano que tipifica a intervenção política de agente público. É um presidente que se recusa a reconhecer a legitimidade do governo eleito, convoca marchas antes da transferência de poder e fala em anular o segundo turno. É um governo sob acusação de coerção eleitoral em regiões inteiras entregues ao crime organizado, onde seções despejaram a quase totalidade dos votos no candidato oficial. Missões internacionais, incluindo a da OEA, descartaram fraude. O golpe, se há um, não vem das urnas: vem de quem perdeu e não aceita. Agora inverta os personagens. No Brasil, questionamentos e protestos da direita, num processo eleitoral marcado por censura judicial e perseguição, viraram "tentativa de golpe", tese, inquérito, prisão. Manifestação política tratada como crime. A régua é essa. Quando a esquerda rejeita resultado, é só um "mau sinal". Quando a direita questiona, é inimigo a ser preso. E há quem ainda chame isso de "jornalismo profissional". #Eleições #Justiça #LiberdadeDeExpressão