💣 CORINTHIANS DEIXA R$ 20,5 MILHÕES VENCEREM COM A UNIÃO E ENTRA EM ZONA DE RISCO DE RESCISÃO DO ACORDO‼️ SISPAR registra três parcelas consecutivas em atraso nas duas contas da transação tributária. Se a quarta parcela também vencer sem pagamento, Corinthians poderá enfrentar a rescisão do acordo e perder os benefícios negociados com a União. O Corinthians já acumula seis parcelas vencidas no acordo de transação tributária firmado com a União. Documentos do SISPAR/PGFN obtidos pelo Blog do Macedo mostram que as parcelas de junho, julho e agosto de 2026 estão classificadas como “VENCIDAS” nas duas contas que compõem a negociação. O atraso representa R$ 20.494.795,98. A situação é especialmente relevante porque o próprio contrato estabelece que a falta de pagamento de três parcelas consecutivas ou alternadas em pelo menos uma conta constitui hipótese de rescisão da transação. E o Corinthians já atingiu essa marca nas duas contas. 📌 OS VALORES Conta 015305879 — débitos previdenciários Junho: R$ 2.001.982,48 Julho: R$ 2.001.982,48 Agosto: R$ 2.001.982,48 Total vencido: R$ 6.005.947,44 Conta 015305920 — demais débitos Junho: R$ 4.829.616,18 Julho: R$ 4.829.616,18 Agosto: R$ 4.829.616,18 Total vencido: R$ 14.488.848,54 TOTAL VENCIDO: R$ 20.494.795,98 Além disso, a parcela de setembro, no valor conjunto de R$ 6.831.598,66, aparece no sistema como “A VENCER”. Assim, o total atualmente em aberto chega a R$ 27.326.394,64. ⚠️ E SE DEIXAR VENCER A QUARTA PARCELA? Esse é o ponto que precisa ser acompanhado. Se a parcela de 30 de setembro também vencer sem pagamento, o Corinthians passará a ter quatro parcelas consecutivas em aberto em cada uma das duas contas, segundo a lógica dos vencimentos apresentados pelo SISPAR. Isso mantém o clube em uma situação de descumprimento contratual ainda mais grave. O contrato da PGFN prevê que, identificada uma hipótese de rescisão, o Corinthians deve ser notificado e terá prazo para regularizar a situação ou apresentar manifestação. O acordo não é automaticamente rescindido no instante em que a terceira parcela vence. Porém, caso a situação não seja regularizada e a transação venha efetivamente a ser rescindida, o Corinthians poderá perder os benefícios concedidos na negociação, com o restabelecimento da dívida transacionada sem os descontos previstos, descontando-se os valores já pagos. O contrato também prevê a retomada da cobrança dos débitos e a possibilidade de execução das garantias oferecidas. 🏦 UM ACORDO BILIONÁRIO A transação foi firmada em 2026 para regularizar débitos do Corinthians com a União. Os débitos previdenciários foram parcelados em 60 meses, enquanto os demais débitos foram divididos em 120 parcelas. Agora, poucos meses após o início dos pagamentos, o SISPAR registra seis parcelas vencidas. O próximo vencimento será em 30 de setembro. Se o Corinthians não regularizar os valores antes disso, o clube poderá chegar a quatro parcelas consecutivas vencidas em cada conta, enquanto a PGFN terá de avaliar as medidas previstas no contrato. 💣 O ALERTA ESTÁ DADO R$ 20,5 milhões já estão vencidos. R$ 27,3 milhões aparecem em aberto. E existe uma quarta parcela prestes a vencer. O acordo ainda não pode ser considerado rescindido apenas pelos registros de atraso. Mas o próprio contrato assinado pelo Corinthians estabelece que três parcelas consecutivas ou alternadas em uma única conta já configuram hipótese de rescisão. Agora, a pergunta é: o Corinthians vai colocar os pagamentos em dia antes que o problema avance para uma eventual rescisão do acordo com a União? O Blog do Macedo seguirá acompanhando a situação diretamente pelos registros da PGFN e do SISPAR. #BlogdoMacedo Apoio: #1908CoffeeStation #Corinthians #Futebol #Dívidas

