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#Amnesia

"Nous avons été un pas plus loin parce qu'ici la danse et le dessin sont nés ensemble. Il n'y avait cette fois pas de trame géométrique mais bien un même environnement" #Amnesia #Danse #ArtContemporain

ATDK : “On plonge vers une spirale apocalyptique”
www.lalibre.be

Anne Teresa De Keersmaeker et le peintre Steven Fillet explorent la relation entre danse et arts plastiques dans leur nouvelle exposition Amnesia au Macs, marquée par une performance éphémère et une réflexion sur la crise environnementale actuelle. #Amnesia #Danse #ArtContemporain

ATDK : “On plonge vers une spirale apocalyptique”

Quer dizer então que a Roberta Luchsinger esteve na sala do Lula no Palácio do Planalto em junho de 2025? Ela também disse que na terceira semana de outubro de 2021 esteve com Lula. Como é que o Lula disse que não a conhecia? Vai ver já está com amnésia. https://t.co/wcXmYcYCbA #Lula #Política #Brasil

El artículo analiza cómo Gran Bretaña, a través del comercio de opio en el siglo XIX, logró construir y mantener su imperio a pesar de las devastadoras consecuencias sociales y económicas que esta droga tuvo en China, un episodio que la historiadora Julia Lovell califica de amnesia colectiva dentro de la historia británica. #GuerrasDelOpio #HistoriaBritánica #Droga

La «amnesia» de Gran Bretaña: un imperio construido sobre el dinero de la droga

La solidarietà non dovrebbe mai richiedere amnesia. L’11 settembre è parte della storia che non può essere cancellata perché oggi è politicamente scomoda. https://t.co/S4oVEsWlsR #solidarietà #memoria #storia

El artículo Réquiem por la atención voluntaria de José Antonio Marina aborda cómo los déficits de atención que estamos observando son más educativos que neurológicos, destacando la falta de educación en la atención voluntaria en un entorno que perpetúa esta amnesia. #AtenciónVoluntaria #EconomíaDeLaAtención #TecnologíaYEducación

Réquiem por la atención voluntaria

Veo kukas diciendo que en la gestion anterior habia mas $$$ en la calle🤡😁 Ademas de los datos oficiales que muestran que NO... 👉Yo hasta LLEGUE A DESCONECTAR EL TIMBRE durante MESES porque me volvian loco pidiendo ropa y comida Eran 2 veces por dia MINIMO La pobreza era TOTAL Mucha gente con amnesia🧠❌ 🟣MILEI 2027🟣 #Pobreza #Economía #Política

Estamos sofrendo um problema gravíssimo de amnésia. Já faz tanto tempo que o Inquérito das Fake News foi instaurado que estamos nos esquecendo de tudo? Em coluna no Estadão, Eduardo Barretto — que já foi braço direito de Guilherme Amado — cravou que o “STF analisou 307 inquéritos sigilosos desde que Moraes iniciou o das fake news”. A frase tem dois problemas no mesmo título. Vários veículos copicolaram os erros. 1o: Moraes não iniciou o Inq 4.781. Quem instaurou, de ofício, em 14/03/2019, foi o presidente da Corte, Dias Toffoli, pela Portaria GP nº 69. Moraes foi o relator escolhido à mão, sem sorteio. Relatar não é instaurar. O que Moraes fez depois foi ampliar o escopo. 2o: 307 é 5.088 menos 4.781. Não há no texto levantamento de sigilo, exclusão de feitos findos, retificações de classe ou inquéritos públicos. Contaram o número da autuação e inferiram que todos seriam sigilosos. 7 anos e meio depois, o Inquérito das Fake News continua a ser um câncer, mas distorcer a história é tudo o que eles precisam pra vencer. Há muita produção sobre isso. Documentários e livros. Eu mesmo fiz um resumão ano passado (com alguns insigths inéditos). Leia: https://t.co/7XiZvhlYsF #FakeNews #InquéritoDasFakeNews #Justiça

Se rasgan las vestiduras y arman escándalo cuando dan de baja a un "angelito" terrorista, pero les da una repentina y conveniente amnesia cuando los narcoguerrilleros asesinan a civiles, policías o soldados. La indignación selectiva en su máxima expresión. 🎭🤐 #indignación #justicia #sociedad

La morte di Ratko Mladic ha diviso la Serbia, suscitando tra festeggiamenti e amnesia collettiva da parte di alcuni, mentre altri ricordano il suo legame con crimini di guerra e genocidio, portando a un attivismo studentesco contro la celebrazione del suo operato. #RatkoMladic #Serbia #Srebrenica

Ratko Mladic e l’amnesia collettiva. La Serbia si divide: chi ricorda i suoi crimini e chi lo definisce “un eroe che ha salvato il Paese dalla Jihad”

The collective amnesia on Drumcree is astounding. It was a disaster which ended with 3 children dead after their house was firebombed by the UVF. Talk about legal arguments all you want but the Drumcree march should be left in the past where it belongs. #Drumcree #NorthernIreland #CollectiveAmnesia #GB

Qué fascinante amnesia selectiva: no reconocen al gobierno, pero le exigen con lista de peticiones en mano. Tienen la fórmula «mágica» para arreglar el país en dos días, aunque cuando gobernaron parece que se les olvidó la receta. Piden hoy los resultados que jamás supieron dar. El nivel de descaro y cinismo es, verdaderamente, digno de admirar. 🎭👏 #AmnesiaSelectiva #Cínico #Política

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Atentos. ¿Amnesia o problemas auditivos? Lo que le pasó al secretario de la Comisión de Acusaciones cuando tuvo que hablar ante la Corte Suprema. Ya les cuento... #Amnesia #ProblemasAuditivos #CorteSuprema

L'amnesia dissociativa, causata da stress e stanchezza, può portare a tragici episodi di bambini dimenticati in auto, fenomeno che ha portato all'introduzione obbligatoria dei dispositivi antiabbandono in Italia, con sanzioni per non utilizzo, ma l'adozione delle misure di sicurezza rimane ancora disomogenea nel paese. #Bambini #Sicurezza #AmnesiaDissociativa

Bambini dimenticati in auto, come nasce il black-out mentale che può essere fatale

A propósito da amnésia seletiva de Lula e do PT,q roubaram,aparelharam a máquina pública,assaltaram os fundos de pensões,perseguiram e cancelaram adversários políticos,instituiram no País a divisão e o ódio político e agora se apresentam novamente como defensores da democracia. https://t.co/1XYQPqLHu6 #Lula #Democracia #Política

Toda la información que se ha revelado sobre God of War: Laufey 🔥🔥 ▫️ Se lanzará el 16 de febrero de 2027, en exclusiva para PS5. ▫️ Contará con edición física. ▫️ Será una continuación de la saga nórdica y sentará las bases para el próximo juego protagonizado por Kratos. ▫️ Faye será una heroína reacia que tendrá que salvar el día mientras busca la forma de regresar con su familia. ▫️ Cory Barlog ha querido aprovechar este juego para expandir el lore y el mundo de God of War. ▫️ El Cubo sufrirá una especie de amnesia y no conocerá gran parte de su pasado, pero tendrá un papel muy importante en la historia. #GodOfWar #PS5 #GamingNews

MarioFrias Jul 15

Existe uma estratégia antiga para destruir um povo: primeiro, apagam-se seus símbolos; depois, ridicularizam-se seus heróis; por fim, reescreve-se a história para que as novas gerações sintam vergonha daqueles que deveriam admirar. Não se apaga um ídolo apenas retirando seu nome dos livros. Apaga-se também diminuindo seus feitos, distorcendo suas palavras e exigindo que sua trajetória seja julgada fora do tempo em que viveu. Um povo sem referências torna-se mais fácil de manipular. Quem não conhece os homens que abriram caminhos passa a acreditar que tudo começou ontem — justamente com aqueles que hoje controlam a narrativa. Preservar a memória não significa transformar homens em santos. Significa reconhecer que nenhuma nação sobrevive quando seus heróis são substituídos por ressentimento, amnésia e propaganda. #MemóriaColetiva #História #IdentidadeCultural

eldiario.es Jul 13

La película Todo es cárcel del director Eloy Enciso, presentada en el festival FID Marseille, explora la amnesia colectiva acerca de la represión franquista y los campos de concentración en España, centrándose en la figura de Elsa, una fotógrafa que, mientras documenta estos espacios, debe confrontar su propio pasado familiar y la lucha por la memoria en una sociedad que aún enfrenta divisiones sobre su historia. #MemoriaHistórica #Cine #DictaduraFranquista

La película que habla de la amnesia de un país lleno de campos de concentración: "Pasamos por ellos cada día"